domingo, 26 de julho de 2015

A-E-I-O-U do evangelista de crianças

A-E-I-O-U do evangelista de crianças Este artigo tem o objetivo de despertar, incentivar, mostrar aos missionários a necessidade de cumprir o imperativo divino, encontrado em João 21.15: “Apascenta meus cordeiros...” ... cedido pela comunidade " Departamento Infantil" do Orkut! Segundo o Dicionário Aurélio, Á - É - I - Ó - U, é a substantivação de a, e, i, o, u com que se designam as primeiras letras ou rudimentos de uma matéria. Você se recorda de como veio a aprender a ler e escrever? Lembra quantas vezes escreveu as vogais em seu primeiro caderno? Para deixar de ser analfabeto é necessário dominar, em primeiro lugar, os rudimentos da gramática, e, infelizmente, quantos ainda vivem em absoluta ignorância! No trabalho com as crianças existe, também, muita ignorância por não se conhecer as noções básicas para se obter resultados satisfatórios e eternos. Há muitos que são ANALFABETOS em trabalhos com crianças, fazendo tudo de maneira apenas superficial e sem qualidade. Deseja conhecer mais e dominar esta matéria? Então escreva em sua mente e coração, até gravar bem, o Á-É-I-Ó-U do trabalho com crianças. A - AMOR “Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: APASCENTA OS MEUS CORDEIROS” (Jo 21.15) Pedro que negara ao Senhor três vezes é questionado três vezes pelo Senhor: “Amas-me” e só ao responder: “Tu sabes que te amo” é que recebe a missão de apascentar, pastorear, tanto cordeiros como ovelhas. Interessante neste texto é Jesus utilizar a palavra “cordeiro” que identifica os pequeninos de um rebanho de ovelhas, o que nos faz pensar que, também, as crianças precisam de cuidado pastoral. Sim, as crianças precisam ser apascentadas e não pajeadas. Muitos trabalhos com crianças se resumem apenas em tomar conta dos pequenos para que não atrapalhem os adultos responsáveis por elas. E - ESPERANÇA “Que virá a ser, pois, este menino? (Lucas 1.66) Quando estas palavras foram pronunciadas, por ocasião do nascimento de João Batista, o seu pai, Zacarias, tinha uma profunda convicção e esperança, chegando a afirmar: “Tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo” (Lucas 1.76). No Velho Testamento, no Salmo 78 versos 1 a 8, fica bem claro que ao falarmos às futuras gerações sobre o Senhor e a maravilha de seu Amor e sua Salvação, estas crianças confiarão ao Senhor e serão obedientes à sua vontade, escapando de virem a ser uma geração rebelde e infiel. O trabalho com as crianças exige que se olhe para o futuro com a esperança que elas não serão escravas de Satanás, mas serão servos fiéis; que elas não estarão perdidas, mas salvas eternamente; pois, semearemos em seus corações a preciosa Palavra do Senhor que tem a garantia de não voltar para Ele vazia. Não haverá ministério eficaz com as crianças sem esta esperança de que veremos os frutos de nosso trabalho, para a glória de Deus. I - INVESTIMENTO Então lhe disse a filha de Faraó: Leva este menino, e cria-o; pagar-te-ei o teu salário. A mulher tomou o menino, e o criou (Ex 2.9). Quanto custa formar uma criança? Sem dúvida trabalhar com os pequeninos exige gastos, exige investimentos. Investimentos não só de dinheiro, de material, mas também de tempo. Quanto trabalho com crianças é feito na base de improvisação e pode-se afirmar seguramente que é para as atividades que envolvem as crianças que nunca se conseguem as verbas necessárias. Embora se saiba que o trabalho com as crianças produz mais resultados do que o trabalho com jovens e adultos, chegando alguns a afirmar que dá um retorno de 90% contra 10%, investe-se apenas 10% nas crianças, quando se investe. Não haverá ministério eficaz com as crianças sem assumir os devidos custos: a) custos para melhor preparo de aulas; b) custos para ter-se melhores materiais didáticos; c) custos para se transmitir melhor o ensino da Palavra de Deus às crianças; O - ORAÇÃO Levante-te, clama de noite no princípio das vigílias; derrama o teu coração como água perante o Senhor; levante a Ele as tuas mãos, pela vida de teus filhinhos, que desfalecem de fome à entrada de todas as ruas (Lm 2.19). Diante de um quadro terrível, quando o povo estava sendo levado para o cativeiro, levanta-se este desafio do profeta Jeremias: “Clama ao Senhor pela vida de teus filhinhos”. Mais do que nunca há necessidade de oração em favor das crianças. Nada poderá ser alcançado senão através da oração. Aquele que trabalha com as crianças precisa aprender o segredo da oração por si mesmo, pelo seu preparo, que sua vida seja um exemplo e pala salvação das crianças e seu crescimento espiritual. É imperioso reconhecer a verdade daquela afirmação de Agostinho: “É mais importante falar de Deus acerca das crianças, do que falar às crianças acerca de Deus!”. Não haverá ministério eficaz com as crianças sem a prática da oração. U - URGÊNCIA “Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai Celeste que pereça um só destes pequeninos” (Mt 18.14). É urgente ganhar as crianças para Cristo. Enquanto crianças elas são mais suscetíveis de serem evangelizadas, de reconhecerem seu pecado, de crerem na pessoa e obra de Jesus. A medida que vão crescendo, que vão se adultizando, vão também endurecendo os seus corações e ficando cada vez mais marcadas pelos pecados. Tem sido comprovado que os 85% dos que são cristãos, tomam esta importante decisão entre 15 e 30 anos; 4% após os 30 anos e 1% de 1 a 4 anos. Esta estatística nos mostra como é urgente ganhar as crianças. Infelizmente muitos não crêem na evangelização das crianças e protelam a comunicação da mensagem. Quantas crianças acabam sendo igrejadas e não evangelizadas! Quem trabalha com as crianças deve ter como prioridade conduzí-las à salvação em Cristo, pois esta é a vontade de Deus. Não haverá ministério eficaz com as crianças sem este sentimento de urgência quanto ganhá-las para Jesus. Sim! Eis aí o Á-É-I-Ó-U do trabalho com as crianças, salva-las depende também Autora: Zélia M. R. da Paz

terça-feira, 7 de julho de 2015

MILHO DE PIPOCA

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e de uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é melhor. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, um filho, o pai, a mãe, o emprego ou ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, dentro da panela fechada, cada vez mais quente, pense que chegou a sua hora: vai morrer. Dentro da sua casca dura, fechada em si mesma, não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo do que é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como outra coisa completamente diferente, algo que nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, recusam-se a mudar. A presunção e o medo são a casa dura do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria a ninguém. Autor: Rubem Alves.

terça-feira, 24 de março de 2015

A corrida dos sapinhos

A CORRIDA DOS SAPINHOS “…graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo…” – I Coríntios 15:57 Introdução: Já se sentiu chateado quando as pessoas dizem que você é feio, gordinho, imprestável, atrapalhado, desengonçado, inútil, burro…? Como você reage diante dessas ofensas? Fica triste? Desapontado? Vamos ver em nossa história de hoje, como devemos reagir diante das palavras de desânimo…
FIGURA 1 Tudo ia bem lá na floresta, quando junto ao pântano, onde habitavam muitos sapos, o repórter da REDE SAPO DE TELEVISÃO anunciou um grande evento que seria promovido com os sapos do pântano. Seria uma corrida! E o vencedor ganharia uma passagem para conhecer os lagos e pântanos da Europa… que prêmio fabuloso, mas… que corrida seria essa? Todos os sapos ficaram curiosos para saber o trajeto… Para manter o suspense, o repórter convocou todos os interessados para que se apresentassem junto a “Grande Pedra Assustadora”!!!
FIGURA 2 O quê!!!!???? A Grande Pedra Assustadora??? Todos os sapos e animais da floresta temiam aquela pedra pois corria entre toda a população dos animais que muitos já haviam morrido ao tentar se aproximar dela… Não havia nada comprovado, mas todos tinham medo… Já passou por uma situação de medo? O que você faz para enfrentar o medo? (dê exemplos de situações que podem gerar medo) Não desista! Deus quer que você confie Nele e acredite que Ele pode te dar a vitória! Nosso versículo diz que nós podemos ter vitória… vitória sobre o nosso MEDO!!! Por isso hoje somos desafiados a vencermos essas situações de medo. Não desista! Deus quer que você confie Nele e acredite que Ele pode te dar a vitória! Mas os animais temiam só de pensar em chegar perto da Grande Pedra Assustadora, mas motivados pelo prêmio todos estavam lá na hora marcada. Todos os animais da floresta se reuniram, não somente os sapos, porque estavam curiosos para saber como seria esta corrida. Imediatamente o repórter passou a dar as regras: a corrida seria aberta aos sapos, e o primeiro que alcançasse o alto da Grande Pedra Assustadora seria o vencedor! O quê? Subir no alto da Pedra? Eles tinham medo de chegar perto, quanto mais subir nela! Muitos começaram a desistir e outros começaram a espalhar o medo! Ninguém queria subir na Grande Pedra Assustadora.
FIGURA 3 Sabe crianças a Bíblia nos diz sobre alguém que um dia subiu no alto de uma pedra, de um monte chamado “Gólgota” que significa “Caveira”. Era um lugar assustador, mas Jesus, o Perfeito Filho de Deus, não teve medo de subir lá e ser morto em uma cruz. Muitos diziam para ele desistir da idéia, mas Ele foi até o fim porque Ele nos ama. (apresente de forma resumida o plano de salvação para alcançarmos as crianças que não são salvas) Jesus não teve medo, Ele foi até o fim… E os sapos será que iriam topar esse grande desafio?
FIGURA 4 Muitos sapos se inscreveram e resolveram enfrentar o medo para subir na Grande Pedra Assustadora! Eles acreditavam que podiam ganhar o prêmio! Enfrentaram os crocodilos para poderem chegar na pedra e quando começaram a pular perceberam que a pedra era muito escorregadia. Cada pulo que eles davam para escalar a pedra trazia eles de volta até a água e tinham que enfrentar mais uma vez os crocodilos. Muitos sapos começaram a se cansar e ficavam mais apavorados quando ouviam os outros animais dizendo para eles desistirem.
FIGURA 5 De fato, muitos sapos deram ouvidos às palavras de desânimo e não acreditando que fossem conseguir foram desistindo. È isso que acontece conosco várias vezes. Damos ouvidos às palavras de desânimo que dizem para nós: Você é um burro! Você não vai conseguir! Não desista! Deus quer que você confie Nele e acredite que Ele pode te dar a vitória! A té dentro de nossa casa! Muitas vezes é nosso pai ou nossa mãe que diz que somos imprestáveis. Ou o amigo da escola que diz que somos gordos! (dê outros exemplos de palavras que podem desmotivar) Não desista! Deus quer que você confie Nele e acredite que Ele pode te dar a vitória! Não permita que essas palavras tirem de você o ânimo para vencer. Lembre-se de nosso versículo: “…graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo…”
FIGURA 6 Mas enfim, só restava um sapinho que não deu ouvidos às palavras de desânimo, que venceu o medo e continuava firme, quase pronto a chegar no alto da Grande Pedra Assustadora! Será que ele vai conseguir? Os outros sapos que desistiram e estavam com inveja dele torciam para ele escorregar e cair! Mas, os outros animais que perceberam a sua coragem e começaram a incentivá-lo e torcerem para que ele alcançasse o prêmio. Ele estava a um salto da vitória… Será que ele vai escorregar? Será que ele vai conseguir?
FIGURA 7 Viva!!!! Ele conseguiu!!!! Ele venceu!!! Ele chegou no alto da Grande Pedra Assustadora!!!! Todos queriam saber dele qual era o segredo da vitória! Como será que ele conseguiu vencer todos os obstáculos? Todos ansiosamente aguardavam ele no seu retorno para a entrevista coletiva que ele daria para a REDE SAPO DE TELEVISÃO!!! A festa era grande na floresta!! Até mesmo os outros sapos tiveram que se render à coragem e ousadia do grande campeão!
FIGURA 8 Lá estava ele, o nosso herói! Todos animais reunidos e o grande repórter se aproxima do nosso amigo campeão e lhe pergunta: Qual o segredo da vitória? Todos fazem silêncio para ouvir a resposta do sapo que para surpresa de todos não responde nada! Novamente o repórter pergunta a ele qual era o segredo da vitória. Diante do silêncio do sapo, todos percebem, quando a mãe do campeão diz em alta voz:
FIGURA 9 Não adianta perguntar nada para ele porque ele é SURDO e não escuta nada! Este era o segredo, enquanto todos gritavam palavras de desânimo ele continuava firme no seu propósito. Enquanto todos gritavam para ele desistir, ele não escutava nada e continuava em seu objetivo. Conclusão: Precisamos nos fazer de surdos para as palavras de desânimo e medo que dizem para nós DESAFIO PARA A CRIANÇA SALVA Durante esta semana , se alguém quiser te deixar triste dizendo palavras de desânimo, lembre-se do sapinho: Fique surdo! Não desista! Deus quer que você confie Nele e acredite que Ele pode te dar a vitória! Não deixe que estas palavras te desanimem. Se alguém ou alguma coisa quiser te assustar e fazer você desistir do seu objetivo, não se esqueça de nosso amigo sapo: Faça-se de surdo! Se alguém quiser oferecer-te drogas ou te chamar para fazer o que é errado; faça-se de surdo! Não desista! Deus quer que você confie Nele e acredite que Ele pode te dar a vitória! Não escute estas palavras de desânimo. APELO PARA NÃO SALVOS Se você ainda não recebeu Jesus como seu salvador, saiba que Jesus não teve medo e nem desistiu diante da morte. Ele foi até o fim! Ele quer te salvar. Ele não quer que você continue perdido. Faça igual ao sapinho… Dê o último pulo para a vitória… aceite Jesus! Esboço Adaptado por Joel Barbosa DESENHOS SEMENTINHA KIDS, PASTORA GABRIELA PACHE DE FIÚZA

O Evangelismo de Crianças

inalidades: Salvação, Crescimento e Serviço O PROFESSOR - Evangelista de Criança ● Necessidade Básica - experiência clara de salvação e certeza da salvação. ● Características de um Bom Professor: a. Dedicado e chamado por Deus. b. Ama e compreende as crianças. c. Tem visão da necessidade de ganhar as crianças para Cristo. d. Tem senso de responsabilidade: não falta, é pontual. e. Separa tempo para a preparação de sua aula. f. Vive uma vida Cristocêntrica. g. Dá bom exemplo em sua vida diária. h. Depende da oração, do Espírito e da Palavra de Deus. i. Não desanima facilmente. j. Está pronto a ouvir as sugestões e idéias de outros. l. Espera resultados na vida de seus alunos. COMO LEVAR UMA CRIANÇA A CRISTO Métodos: Deve ser falado sobre o Plano de Salvação a toda criança que não recebeu a Jesus ainda. Mesmo depois da conversão a criança deve estar sempre ouvindo sobre o Plano de Salvação (de preferência que em todo estudo se introduza alguns deles, ou todos se for possível). Mensagem do Plano de Salvação: 1- Deus é Criador, Santo, Justo e Amor. Jo 3:16 2- Jesus, o único e perfeito Filho de Deus. Rm 5:8 3- Todos somos pecadores. Rm 3:23 4- Jesus morreu em nosso lugar, derramando seu sangue por nós. 1Co 15:3 5- O Salvador ressurreto e exaltado.1Co 15:4 6- A salvação é um presente que precisa ser recebido. Rm 6:23 Pode ser mostrado como abaixo ou também como o Espírito Santo te tocar: Há cinco degraus que nos conduzem à salvação. É necessário subí-los se quisermos ser salvos: 1- Sou pecador - Rom.3:23 "Todos pecaram e carecem da glória de Deus." 2- Deus me ama - Jo 3:16 "Deus amou tanto o mundo, que deu o Seu único Filho, para que todo aquele que nele crê não morra, mas tenha a vida eterna“. 3- Cristo morreu por mim - 1Co 15:3 "Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou..." 4- Eu aceito Jesus - Jo 1:12 "A todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome." 5- Tenho a vida eterna - Jo 11:25 "Quem crê em mim, ainda que morra, viverá." O CONVITE PARA A SALVAÇÃO Chamado também de apelo, consiste em se dar oportunidade a criança de se apropriar do Presente da Salvação (ítem 5 acima). O Espírito Santo age na vida da criança, operando o novo nascimento. O convite para a criança receber o Salvador, seguido de uma ação visível, é o elo para se identificar àquela que está interessada e precisa de ajuda. Não deve ser algo que emocione, assuste, pressione ou persuada a criança. O apelo possui algumas características que devem ser observadas: ● Deve ser claro, curto, pessoal, bíblico e positivo. Deve ser compreensível à criança e coerente com o fato da história e os demais pontos da Mensagem da Salvação. ● Deve ser num ambiente em que esteja tudo calmo e organizado, para que não haja interrupções. ● Deve haver uma manifestação visível por parte da criança, com gesto ou palavra. LIÇÃO BÍBLICA A Lição Bíblica é o conjunto de fatos bíblicos aplicados à vida do aluno, ensinamentos que motivem à mudança de comportamento. Cada aluno tem uma necessidade específica e a lição bíblica deve oferecer ensinamentos espirituais que o atinjam individualmente. Por isso, o conteúdo da lição deve atingir os dois tipos de alunos que freqüentam a classe: os salvos e os não-salvos. LEIS QUE REGEM O ENSINO 1- Lei do Desenvolvimento - é a ordem lógica no aprendizado, quando há tempo para tudo. Por ex: um bebê recebe leite, papinha e sucos, para depois chegar à comida sólida; a criança precisa conhecer os números, aprender a somar para dominar depois a multiplicação. Assim também na vida cristã, é preciso aprender primeiro a Mensagem da Salvação, levando a criança a receber o Salvador, para depois dar-lhe a segurança e encaminhá-la no andar com Cristo. 2- Lei do Exercício - é aprender fazendo; colocar em prática o ensino, sempre que possível. Por ex: se na aula foi mencionado o ensino sobre a oração, planeje um tempo extra para as crianças se reunirem para orações específicas. 3- Lei do Efeito - é a satisfação em aprender; o ensino apresentado de forma agradável que proporciona prazer em repeti-lo. Por ex: se a lição proporcionou o desafio de falar de Cristo para um coleguinha e a criança ao fazê-lo foi ridicularizada, cabe ao professor evitar o desânimo, elogiando seu esforço e estimulando-a a tentar novamente. A lição bíblica deve conter verdades que levem o aluno não salvo a conhecer o Salvador e orientem também o salvo, na vida cristã. PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO Para uma boa preparação da lição devemos separar tempo para estudá-la e orarmos por nós mesmos. Orar para que o Espírito Santo nos torne sensíveis aos ensinamentos contidos na lição a ser estudada. E se for uma passagem já conhecida, que Ele a renove para nós. Lembre-se de que Ele é o Autor do Livro e conhece nossas necessidades bem como as de nossos alunos. Devemos preparar toda a lição a ser apresentada, assim como materiais que utilizaremos. Ex.: flanelógrafo, cartazes com cenários para a lição, cadernos ilustrados, etc. Orar por você, pela lição em si e pelos seus alunos.

para liderança infantil

O PONTO DE PARTIDA É ESTABELECIDO POR DEUS Os princípios bíblicos são verdades irrefutáveis da Palavra de Deus. Estão presentes na nossa vida e se cumprem ainda que não os conheçamos. São sementes de verdade e conhecimento. Sua aplicação é universal e não está sujeita ao espaço e ao tempo. Em Gênesis 1:1 lemos que: "No princípio criou Deus os céus e a terra." Noah Webster define a palavra princípio como: "a causa, a fonte ou a origem de qualquer coisa; de onde as cousas procedem". No momento em que Deus criou os céus e a terra se estabeleceu o seguinte: A origem de todas as coisas e todo o conhecimento científico está concentrado na criação. Romanos 1:19-25; Salmo 19:1-6; Colossenses 1:16; 2:2-10; Provérbios 8:22-30. Deus expressa sua natureza em tudo o que Ele criou, o selo do criador está na criação. O universo é regulado mediante leis invisíveis e algumas delas mais tarde se manifestam de forma visível por meio de expressões simbólicas através da química, da física, da matemática. Colossenses 1:16 A estrutura da terra e seu meio ambiente foram projetados para o início e desenvolvimento dos seres vivos. O reino mineral, o reino vegetal e o reino animal. Os ecossistemas, suas ligações e processos estão cuidadosamente ordenados para funcionar harmoniosamente por si mesmos. A criação revela a sabedoria, a inteligência e o conhecimento superior de seu criador. Os princípios bíblicos que são uma expressão da natureza de Deus, estão presentes na criação como verdades fundamentais que vão cumprir-se tal como as leis invisíveis regulam os fenômenos naturais e os fenômenos sobrenaturais. Paulo afirma que Cristo estava no momento da criação e ali Deus colocou um segredo relacionado com Cristo. Tudo foi criado por Cristo. Tudo que foi criado subsiste por Cristo. Cristo é a expressão visível de Deus. Conhecê-Lo é encontrar a fonte de todo o conhecimento, de toda inteligência e sabedoria. Paulo afirma que todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão em Cristo e que sua meta é apresentar todo homem aperfeiçoado em Cristo. A única forma de fazê-lo é descobrindo os traços de caráter da pessoa de Cristo, descobrindo sua identidade, descobrindo a verdade que há Nele e ao fazê-lo, o homem encontra sentido global em sua vida em relação à criação, em relação ao conhecimento, às ciências e às artes, em relação às demais pessoas, em relação com suas origens como indivíduo e como nação. O SIGNIFICADO DE INTEGRAR OS PRINCÍPIOS DE CARÁTER À ESCOLA CRISTÃ Quando o cenário da criação estava terminado, com seus ciclos de auto manutenção, auto sustentação e em perfeito estado, Deus cria o homem e lhe delega autoridade para que governe, subjugue e domine a criação. O homem começa a descobrir, a relacionar, a classificar, a nomear, a diferenciar, a analisar, a representar, a inter-relacionar tudo o que foi criado com os padrões de pensamento de Deus. É assim que chegamos ao ponto de realmente poder descrever os princípios bíblicos como expressão da mente de Deus colocada na mente do homem. Com a perda do relacionamento com Deus, o homem perde também a capacidade de conectar-se com os padrões de pensamento de Deus para poder cumprir o mandato de subjugar e dominar a criação. O homem formula suas próprias idéias, procura interpretar sua existência e a de todas as coisas, criando um profundo vazio entre a criação, a sabedoria, o conhecimento e o criador. Falar de integrar os princípios de caráter na escola é uma tarefa que pode representar-se da seguinte forma: Integrar é recuperar, voltar a, restaurar algo perdido, reclassificar as peças soltas e colocá-las na ordem devida, segundo Noah Webster. Daí então tem sentido a função do lar e da escola cristã, ao responderem ao seu chamado de participar da restauração de todas as coisas. É descobrir Cristo e suas verdades sob a criação e apresentá-las harmoniosamente aos alunos, para trazê-las a suas mentes e seus corações, dando a conhecer o segredo de Deus que está em tudo o que foi criado. Não é incorporar um curso de educação cristã, é viver o curso da educação cristã. É colocar intencionalmente e sistematicamente os padrões de pensamento de Deus em forma de pequenas sementes, que ao inter-relacionar-se com o espírito da criança e com o Espírito Santo germinam e vão crescendo para produzir frutos que se traduzem em ações de conduta, para que os homens, vendo nossas boas obras, glorifiquem a Deus. INTEGRANDO OS PRINCÍPIOS DE CARÁTER À EQUIPE. Daniel 12:3 O chamado do mestre. A Identidade do mestre. O coração do mestre. A mente do mestre. A apresentação do mestre. A representatividade da autoridade delegada. A recompensa do mestre. A preparação do mestre. O novo perfil do mestre cristão que raciocina com os padrões de pensamento de Deus. Referências bíblicas: I Cor. 5:17; Atos 17:28; Ef. 1:4-6; II Cor. 5:21; II Pedro 1:3,4; I Cor. 1:26-30; II Tim. 1:9; II Tes. 1:11; Heb. 3:1,2; II Pedro 1:5-10; Ef. 1:17-23; I Tim. 1:5; I Reis 8:36; II Crônicas 17:7-9; Atos 22:3; Gálatas 4:1,2; João 15:5; Tiago 3:1; Mateus 18:3-6; 5:19; 25:21; Salmo 28:8; I João 2:27. INTEGRANDO OS PRINCÍPIOS DE CARÁTER AO CURRÍCULO O que significa o currículo: uma pista de corrida (as disciplinas ou matérias expressadas em um plano geral de estudos), o caminho estreito e o caminho largo (os objetivos, as atividades de aprendizagem e a gradação), como correr a corrida com paciência (a metodologia, as técnicas, os recursos didáticos), como chegar à meta com a tocha vitoriosa na mão (a avaliação e a análise dos resultados). Os princípios bíblicos: são como uma bússola, os valores cristãos são o mapa, os traços de caráter que se ensinam são as sinalizações que devem ser respeitadas na estrada e os que se integram à vida de cada indivíduo passam a ser parte do motor que impulsiona a viver a geração piedosa que Deus está formando para transformar nossas nações. Referencias Bíblicas: Heb 11,12; Col. 2:1-8; 1:15-16; Rom. 11:36; I Cor. 3:11; Mat 13:33; 12:35; Prov. 27:17-19; Atos 17:2 -12; Isaías 1:16-20; Efésios 3:14-19; Mat 16:13-18; Fil.1:1-10; Rom. 10:17; Mat 7:29. Deut 6, Gên 6-10. José Castellanos Maldonado

Criando filhos em pé de igualdade

Respeitar a individualidade e a personalidade de seus filhos é fundamental para o relacionamento bem-sucedido entre irmãos. Há um ditado popular que diz que ser mãe é "padecer no paraíso", ao que um amigo acrescentou: "padecer no paraíso, fibra por fibra". Portanto, o relacionamento familiar bem-sucedido se inicia com a consciência de que ter filhos significa lutar (Salmo 127.4), seguir uma carreira, realizar um trabalho com dignidade, amor e prazer, pela vida afora. Os pais devem demonstrar seu zelo na vida diária de modo prático, oferecendo elementos básicos para a subsistência - alimento, roupa, abrigo, lazer, amor, afeto e qualidade de tempo - distribuídos diariamente e ao longo dos anos. Os pais devem concentrar suas energias e esforços para criar cada um de seus filhos no temor do Senhor, ensinando-os diariamente a amar a Deus e conduzindo-os à Salvação. O comentarista da Bíblia de Estudo Pentecostal aborda no estudo Pais e filhos alguns pontos essenciais que corroboram para o sucesso no relacionamento familiar: Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristã e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social (Salmo 127.3). A essência da educação cristã dos filhos consiste nos pais se voltarem para o coração dos filhos a fim de levá-los ao coração do Salvador. Levar os filhos diante de Deus em intercessão constante e fervorosa (Efésios 6.18 e Tiago 5.16-18). Ter amor e desvelo pelos filhos de modo que estejam dispostos a consumir suas vidas como um sacrifício ao Senhor. Essas diretrizes são de suma importância na condução dos filhos, pois quando se direciona a criança verticalmente (voltada para Deus), se torna fácil o relacionamento horizontal com seus irmãos, pais, amigos etc. Ana foi uma mulher exemplar no tocante a aprender que os filhos são dádivas do Senhor (Salmo 127.3). Esse conhecimento influenciou no modo de educar seus filhos. Ana entregou Samuel ao Senhor sem superproteção materna, com agradecimento pela bênção que recebera por ter sido agraciada com "uma herança do Senhor". Sua soberania, fé e obediência agradaram tanto ao Senhor que Ele a agraciou com mais cinco filhos (1 Samuel 2.21). O Senhor sabia que ela e Elcana os criariam bem, por isso encheu-lhes a "aljava" (Salmo 127.3-5). "Os filhos são como flechas na mão do valente", Salmo 127.4. Cada flecha é única. Portanto, cada filho é único. Segundo Içami Tiba, psiquiatra e psicodramatista, "o grande sonho dos pais é que os filhos sejam felizes e unidos como unha a carne". Por isso, acreditam que se os criarem iguais, eles serão bem-sucedidos no relacionamento. Ledo engano, pois aí sim é que se instala a rivalidade entre irmãos, as disputas pela igualdade de condições e, até mesmo, a anulação da personalidade a ser desenvolvida. Cada flecha é única. Tem que ser lapidada e bem afiada para que o alvo seja atingido. Para cada flecha há uma determinada direção. Embora seja sempre para frente, para um determinado alvo, o modo como esse ponto é atingido é único. Assim, cada filho tem um temperamento, que lhe é peculiar, e características distintas que devem ser observadas, avaliadas e incentivadas. Se um filho não se importa com roupas e calçados, mas, sim, com leitura e música, o seu incentivo deve ser nessa área. Embora os pais o supram no vestuário, devem lhe dar maior atenção na compra de bons livros, no incentivo à aprendizagem de algum instrumento musical, adequando assim suas necessidades. Se o outro filho tem tendências a um guarda-roupa cheio, talvez seja importante lhe ensinar a comprar com qualidade e economia. De qualquer forma, o incentivo é diferente. Em ambos os casos, a motivação deve ser a mesma e direcionada à busca do equilíbrio (sem exageros e administrando a preferência). Cada filho, portanto, deve ser tratado como único, de forma individual, não comparativa. Evite comparações Isso é compreensível para o bom andamento do lar. A comparação é complicada. Sempre um sai ganhando e outro perdendo, principalmente quando não há ensino a respeito. Os elogios são bem-vindos desde que não se constranja os demais: "não sei porque este é tão abençoado e aquele 'tribuloso'". Filho nenhum é "tribuloso". A criança ou o jovem pode estar com problemas, e não ser um problema. Isso deve ser avaliado de forma única pelos pais, para que tomem a decisão certa para auxiliá-lo. Às vezes, os pais instigam os filhos à rivalidade e disputa com suas comparações que geralmente têm origem no seu background. Veja o exemplo de Jacó e Esaú. Provavelmente Rebeca se ressentia da ênfase que se dava à primogenitura, da preferência de Isaque por Esaú, que era um caçador (Gênesis 25.28). Da mesma forma, Isaque se identificava com Esaú, pois foi através da caça de um cordeiro que Deus providenciara a Abraão que ele foi salvo da morte de sacrifício. O preferencialismo instalado nessa família gerou conflitos e hostilidades tais que os irmãos se dividiram formando dois povos distintos: os edonitas, de Esaú; e os israelitas, de Jacó (Números 20.14-21), tal se ascendeu a ira de Esaú sobre Jacó, intentando matá-lo. Importante é destacar que ao incentivar Jacó a tomar o lugar de Esaú, Rebeca estava corrompendo seu filho, ensinando-lhe a olhar para a ganância e não para o Senhor. Rebeca, já em idade avançada, se tornou imprudente de tal forma que até Jacó assim lhe respondeu: "Eis que Esaú, meu irmão, é varão cabeludo, e eu, varão liso. Porventura, me apalpará o meu pai e serei, a seus olhos, enganador; assim, trarei eu sobre mim maldição e não bênção". Mas Rebeca insistiu: "Meu filho, sobre mim seja a tua maldição; somente obedeça a minha voz, e vai, e traze-mos", Gênesis 27.11-13. Segundo pastor Donald Stamps, em nota bíblica, "Rebeca e Jacó (mãe e filho) tentaram realizar os propósitos de concerto divino (Gênesis 25.23) mediante astúcia e trapaça". Rebeca perdera a fé, deixara de exercitar a obediência a Deus e ao marido e estava rejeitando a bênção de Deus quando pediu a maldição para si. Rebeca sofreu grandemente, pois Jacó teve que fugir e ela nunca mais o viu. E pode-se imaginar o amargor que Esaú alimentou durante muito tempo: mágoas profundas contra seu irmão e sua mãe. A vida fugitiva de Jacó só se aliviou quando o Senhor interferiu para a reconciliação dos dois irmãos (Gênesis 32 e 33). Foi tão grande o alívio de Jacó que ele disse ao seu irmão: "Porquanto tenho visto o teu rosto, como se tivesse visto o rosto de Deus; e tomaste contentamento em mim", Gênesis 33.10. "E disse: caminhemos e andemos...", Gênesis 33.12. Irmãos devem caminhar e andar juntos. Por isso, as individualidades devem ser respeitadas. E os pais devem incentivar os filhos ao amor e à bênção. Um irmão deve se alegrar pelo sucesso do outro. E foi isso que Esaú fez quando foi tocado por Deus. Preservando o relacionamento entre irmãos Atente para a individualidade de cada filho respeitando seus limites, valorizando suas virtudes, aplicando-lhes o respeito e a disciplina; Reflitam sobre suas origens de criação, estabeleçam os pontos de sucesso a serem seguidos, avaliem os fracassos, aprendendo com eles e evitando-os. José, filho de Jacó, foi assim: quebrou vários mitos familiares. Parar, ouvir, pensar e agir tornam mais eficaz o sucesso nos relacionamentos; Trabalhe com seus filhos dentro da ética e disciplina para que a criança forme a auto-estima favorável. Superproteção só diminui a estima, e a valorização da auto-imagem se perde no seio materno; O respeito deve ser incentivado desde a terna infância para que não desencadeie inversão de valores. A hierarquia bíblica é o modelo; Falar e viver a verdade. Sempre se questionar: Qual é a verdade nesta situação? Estou tendencioso(a)? Por quê? (João 8.32; 14.6); Os pais devem falar a mesma linguagem. Troquem idéias antes de tomar decisões e até mesmo impor limites ou aplicar disciplina. Com o tempo essa atitude se torna mais fácil; Incentive o afeto familiar. O clima afetivo de família, de auxílio mútuo e em conjunto, reforça o sentimento de pertencer e nutre a auto-estima; Não comparar o filho a outrem. Cada um tem a sua própria identidade. Se houver referência à qualidade do outro, faça-o como incentivo àquele comportamento que pode ser aprendido e não desvalorizado; Brigas devem ser evitadas. permita que dialoguem com racionalidade e, se não chegarem a uma conclusão, incentive-os à reflexão e comunhão; Se um ferir o outro com palavras, gestos ou fisicamente, leve-os a se retratarem e buscarem o perdão. Fonte: CPAD Por, Sônia Scaff (Psicóloga)

O que meu filho declara?

Temos visto nos nossos dias o massificar constante do inferno contra as nossas vidas e, principalmente, dos nossos filhos. A palavra de Deus no livro de Salmos afirma: "Da boca dos pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos meus adversários, para fazer emudecer o inimigo e o vingador". Será que você pai, consegue entender o poder do louvor que há nos lábios dos seus filhos? Pensando nisso, creio que Satanás procura a todo custo inserir de forma sutil na nossa vida as sementes que levam nossos filhos para longe do Senhor. Neste sentido, ao ver um desenho que tem passado constantemente na telinha "As esferas do Dragão" e "Dragon bol GT", identifiquei um guerreiro que tem praticamente todo o poder, poder que está dentro dele chamado KI. O desenho já começa a sugerir que existe uma força interior dentro de nós, pela qual podemos todas as coisas. Induz a criança a não depender do Senhor como nossa única fonte de todas as coisas. Força essa que pode ser aumentada a partir do momento em que o guerreiro (a criança) passa a crer em si mesmo. A pessoa de Deus é tirada do centro de tudo. Outro ponto interessante e terrivelmente maligno, mostra a necessidade de lutar para se conseguir as esferas do Dragão. Essas esferas, quando todas juntas, farão com que o Dragão venha para satisfazer qualquer pedido que for feito a ele. Veja bem, para o Dragão não há impossíveis em satisfazer qualquer pedido, inclusive de trazer dos mortos aqueles a quem se ama ou os que morrem lutando pelas esferas. O Dragão tem todo poder e a partir do momento em que as sete esferas forem reunidas, ele virá. Está muito claro que este desenho é totalmente maligno, apresentando o poder de lutar, de disputar, de muitas vezes dizer que não perdoa. Há ainda um outro personagem em um desses desenhos que se chama Mister Satan, um lutador que não é lá essas coisas, e que convive com todos. São exatamente essas imagens que Satanás quer mostrar a seu próprio respeito. Que não é mal, que pode conviver e estar no meio de todos. Tenho visto os pequenos declararem alegremente em suas brincadeiras os nomes de toda classe de demônios apresentados neste tipo de desenhos. Eles invocam ingenuamente com seus lábios as forças malignas e tornam suas infâncias cada vez mais violentas e brutais com lutas e golpes por toda parte. Entenda que o grande objetivo de Satanás não é somente atingir e enganar a mim ou a você, mas ele está de olho naqueles a quem a Bíblia apresenta como perfeitos adoradores e que têm, mesmo na sua pequenez, o poder de destruir o inferno. Sei que é extremamente difícil impedir aos nossos filhos de assistirem esses desenhos que, prefiro chamar de projetos de Satanás, mas creio que devemos trabalhar mais intensamente para podermos deixar dentro de nossos filhos uma semente tão santa que, quando eles virem esses programas, possam saber que é tudo mentira e que Jesus é maior do que tudo isso. Nosso triunfo está em podermos mostrar e ver que a semente da palavra está tão bem plantada nos corações de nossas crianças que, por mais que assistam a esses programas demoníacos, a presença de Jesus será tão forte, que nada mudará o curso de suas vidas de pequenos adoradores. Pais, dediquem um tempo maior aos seus filhos, semeando em seus corações a semente da verdade, para que amanhã a colheita seja certa e vitoriosa. Assista com seus filhos a esses programas, desenhos e dê a palavra final. Uma palavra de autoridade que irá mudar conceitos dentro dela e que também não permitirá que certos conceitos sejam formados. Fazendo assim, amanhã, quando um filho nosso assistir a um desses programas, certamente os conceitos que os pais passaram serão mais fortes do que qualquer outra coisa que recebem. Invista tempo na vida de seu filho, porque senão, Satanás investirá todo o tempo que tem. Existem pais que geram seus filhos, outros que criam, mas o grande segredo bíblico e que Deus nos chamou para formar. Dar a forma dos céus na terra, através dos pequeninos. Adaptado.