terça-feira, 24 de março de 2015
Nossos filhos no templo
A criança é a Igreja de hoje, e não a Igreja de amanhã como fomos ensinados. Podemos ter como exemplo o rei Josias que com oito anos de idade começou a reinar; e a Bíblia diz que "Fez o que era reto aos olhos do Senhor".(II Reis 22:2)
A Palavra de Deus diz: "Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus." (Lucas 18:16)
Como podemos impedir uma criança de ir ao Senhor?
1º Não levando-a ao culto - queridos, não deixem seus filhos em casa nos dias de culto. No início pode ser difícil para eles ficarem quietos, mas com o tempo eles aprenderão a amar ao Senhor e a reverenciá-lo.
2º Não ensinando o caminho que eles devem andar - não devemos achar que nossos filhos são novos demais para aprender, devemos inculcar neles a Palavra de Deus. Inculcar no hebraico significa costurar no coração.
3º Não tenha um tempo de oração com eles, adoração e louvor ao Senhor.
Ensine-os o caminho da adoração - da boca dos pequeninos sai o perfeito louvor. Adore ao Senhor junto com seus filhos; tenha um tempo de oração com eles, adoração e louvor ao Senhor.
Os discípulos tentaram impedir as crianças de chegarem até Jesus, mas os pais que as levaram até Ele, sabiam que se Ele as tocasse a vida delas seria transformada e Jesus queria tocá-las e abençoá-las. E esse é o desejo de Jesus para nossos filhos: tocá-los e abençoá-los.
para os pais 3- Ensinando a criança a administrar as próprias finanças
Como ensinar crianças a administrar a mesada e lidar com as próprias finanças no futuro
Para alguns adultos, lidar com dinheiro é um bicho-de-sete-cabeças.
O segredo é começar cedo, desde criança. Não podemos ter dificuldade ou adiar o momento de tratar deste tema tão importante. Temos que buscar o caminho para transformar os pequenos em adultos mais responsáveis quando o assunto é finanças.
Muitos pais não estão dando conta disso, mas é necessário que assumam este papel de instrução. Neste caso, a escola e a igreja também podem contribuir como conselheiras no assunto.
A educação financeira começa cedo. Recomenda-se que os adultos apresentem aos filhos moedas e cédulas, mostrando como elas podem ser coloridas. Entre os 2 e 3 anos de idade, já é possível mostrar as diferenças entre o que é caro e barato. Também se pode ensinar a discernir entre o que se compra por necessidade e por impulso. Esses são alguns dos segredos para ter habilidade financeira. É nessa fase inicial que pais e educadores podem fazer as crianças compreender que não se deve desperdiçar dinheiro.
Desde cedo é preciso fazer cuidar dos desperdícios, controlar os impulsos de consumo, explicar que tipo de trabalho os pais realizam.
Mostrar a diferença entre coisas caras e baratas, estimular a participar do orçamento doméstico ou de algum evento melhora a capacidade de planejamento.
Outro item difícil para os pais é o das mesadas. Dê mesada ao seu filho e cuide para que a mesada seja um instrumento de maturidade financeira, é preciso aprender adiar desejos para benefícios futuros. faça uma relação dos gastos com a mesada, evitando dar dinheiro picados durante o mês.
O ideal é começar com semanadas a partir dos 3 anos e só pular para as mesadas depois dos 10 anos de idade. Quanto ao valor, há uma fórmula simples: R$ 1 por ano de idade por semana. A mesada pode ser um excelente instrumento para o amadurecimento, mas, se for mal dosada pelos pais, pode se transformar em uma fonte de conflitos desastrosos.
Deve-se conscientizar que o dinheiro precisa ser gasto de forma ética, honesta e justa. Envolva os avós na educação dos seus filhos, mas nunca estabeleça nenhuma relação da mesada ao cumprimento de tarefas em casa ou ao bom desempenho escolar. O contrário também vale: não se deve cortar a mesada apenas como forma de castigo.
Deixar que os filhos gastem com o que quiserem pode até ser doloroso, mas os pais não têm de se meter no assunto. Eles precisam deixar a criança fazer as próprias escolhas. Aprender a lidar com dinheiro exige tempo e persistência. É até positivo quando os filhos vão à falência algumas vezes. Vai fazer com que se policiem sobre erros e não os cometam na vida adulta.
BÊ-Á-BÁ DO DINHEIRO
Dicas para educar seu filho financeiramente
Ensine seu filho a distinguir as coisas que compramos porque queremos daquelas que compramos por necessidade. Muito da habilidade financeira depende disso
Faça seu filho compreender que é importante não desperdiçar dinheiro. Apresente moedas e cédulas a ele, mostrando diferenças de tamanho e cor. Só se respeita o que se conhece
Compras devem respeitar listas. Chame seu filho para elaborar a lista do supermercado e deixe-o responsável por checá-la
Provoque a atenção de seu filho para coisas caras e baratas. É o primeiro passo que leva à racionalidade na hora de usar dinheiro
Se seu orçamento permitir, dê a seu filho uma semanada. Assim, a criança aprende a tomar decisões desde cedo. Comece com R$ 1 por ano de idade por semana
Troque a semanada por uma mesada
Aprender a lidar com dinheiro leva tempo e exige persistência. Não se sinta desanimado se seu filho 'falir'. Pequenos erros vão ensiná-lo a não cometer outros no futuro
Não se torture por não poder dar ao seu filho tudo o que ele quer, entenda que será muito melhor pra ele. Se seu filho ganhar tudo o que deseja não saberá o valor que tem.
Resista à tentação de presentear seu filho a todo momento. Faça isso somente em ocasiões propícias
Quando seu filho estiver maduro, ensine-o que a mesada pode ser dividida em duas partes: uma para gastar e outra para poupar
Proponha metas, as crianças precisam ser estimuladas a ganhar seu próprio dinheiro, principalmente quando menos precisam.
E não esqueça é importante que eles sigam uma profissão pela qual eles tenham habilidade.
Para os pais 2-Meu pai, meu melhor discipulador
Nos dias atuais temos observado que a família tem transferido a responsabilidade da educação dos filhos para as instituições. A educação humanista, secular é responsabilidade da escola, a educação religiosa é responsabilidade da igreja, mas os pais não se dão conta de que a responsabilidade maior pela formação do caráter de uma criança é deles. Não que as instituições não tenham participação relevante nesse processo, porém, é na família que a criança terá todas as referências necessárias para a formação e desenvolvimento da sua personalidade.
Provérbios 22:6 diz: "Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" . O grande problema é que na maioria das vezes, os pais entendem que a fase da criança aprender só começa aos 3 ou 4 anos, ou acham que a criança só começa a entender alguma coisa nesta idade. Eles não percebem que antes disso ela aprendeu a andar, a falar, a reivindicar a satisfação da sua vontade, a bater o pé quando é confrontada, etc., e quando a Bíblia nos diz "ensina a criança", ela esta dizendo que é desde o útero que esta criança pode e deve ser ensinada.
Nós, os pais, quando transferimos para outros a educação, ou o discipulado, dos nossos filhos, corremos o risco de ver impresso no caráter deles a marca de um educador ou discipulador que pode ser bom ou ruim, dependendo dos valores que tal pessoa tem, sem contar que muitas crianças, por não terem no pai um bom referencial de autoridade (Ef. 6:4) , de amor, de carinho, e de disciplina (Pv .23:13 e 14) passam a ver como referencial os professores e pastores que, sem querer, ou de forma involuntária, acabam tirando a autoridade dos pais. Então, os filhos acabam honrando pessoas estranhas, quando, na verdade, essa honra deve ser dirigida aos pais, para que o filho possa atrair as bênçãos de Deus sobre si (Ef 6:2 ; Ex 20:12).
Nestes dias precisamos estar atentos a tudo aquilo que vem agredir aos nossos filhos, como os meios de comunicação, que declararam guerra contra as crianças, os adolescentes e os jovens, transmitindo "entretenimentos" degenerados e nocivos para dentro dos nossos lares, com anúncios publicitários que exploram os desejos e as fraquezas dos nossos filhos.
As crianças crescem muito rápido. Hoje, mal começam a respirar e já são lançadas num mundo adulto, agressivo e permissivo. A sociedade concentra-se cada vez mais nos desejos dos adultos e as crianças são as perdedoras.
Nós, pais, temos que entender que somos os melhores discipuladores dos nossos filhos e diante de Deus somos os responsáveis para ensinar-lhes os estatutos, os mandamentos e preceitos divinos. Em Deuteronômio 6:2 e 7 o Senhor nos diz "para que temas ao senhor teu Deus e guardes todos os meus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu e teu filho, e o filho do teu filho, todos os dias da tua vida e para que se prolonguem os teus dias" e "as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando nele pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te ".
Então, o Senhor responsabiliza a nós, os pais, para ensinarmos aos nossos filhos tudo aquilo que vai compor a personalidade, a alma e o caráter deles, para apresentarmos ao Senhor uma herança plantada na Sua casa, rendendo frutos para o reino, prontos para serem alistados no exército do Grande Rei (Sl 127:3) e não uma herança drogada, prostituída, com um mal testemunho como os filhos de Eli, Hofni e Fineias (1 Sm 2:12-17; 27-34) que se tornaram malditos aos olhos de Deus.
Nós, os pais, somos os responsáveis para ensinar aos nossos filhos a bondade e a misericórdia com que Deus nos trata. Devemos ter a consciência de que somos a janela pela qual eles verão a Deus, o espelho que vai refletir neles a imagem de Jesus. Então eles serão como árvores plantadas junto a ribeiros de águas, que darão fruto na estação própria, e, o que é melhor, tudo o que fizerem prosperará (Sl 1:3).
Você, papai, é o melhor discipulador do seu filho. Assuma isso e a sua descendência será alvo da graça de Deus.
Para os pais 1
Criando um Líder na Infância
Durante muito tempo a igreja teve a sua visão limitada no que diz respeito às crianças. A idéia geral era que deveria ter algum trabalho para elas porque vinham com os pais e, se ficassem no templo, atrapalhariam o culto. Poucos eram os que viam nelas pessoas tão importantes quanto quaisquer outras da congregação e que mereciam respeito e atenção da mesma maneira que os outros.
O Ministério Infantil, através da Rede de Crianças nos mostra que todos têm o seu lugar no Reino e têm a sua importância, desde o mais novo ao idoso. Todos precisam ser vistos de forma especial em suas necessidades e no potencial que têm para oferecer ao crescimento do reino.
Dentro desta visão, esta Rede tem como proposta mostrar às crianças que Deus é real, está presente em suas vidas em todos os instantes, em todas as atividades que desenvolvem durante o dia, e, quando dormem, esse mesmo Deus vela por elas.
A Rede trabalha com evangelismo nas células, além de tratarmos da formação de caráter. Temos cultos semanais, específicos para crianças, onde todas as coisas, ornamentação, recepção, músicas, ministração, levam em conta a própria criança, buscando ensiná-las a estar na casa do Senhor e ter prazer em servi-lO.
Temos ainda os Encontros, que trazem cura, libertação e batismo do Espírito Santo; além de outras atividades, como acampamentos, passeios e um trabalho social feito pelos líderes de células.
Jesus disse: "Não impeçais as crianças de virem a mim, pois delas é o reino dos céus. E se não tiverem o coração como o delas, não entrarão no meu reino". Não devemos impedir nossas crianças de chegarem a Jesus. Quando achamos que são muito imaturas para aprender as coisas do reino, ou que desperdiçamos tempo e dinheiro, que o gasto é sem retorno, quando olhamos para elas apenas como o "futuro", estamos impedindo que elas cheguem até Jesus.
Temos um sonho: formar um exército de crianças cheias do Espírito Santo, adestradas na Palavra, ousadas e destemidas, para saquear o inferno e implantar o reino de Deus na terra.
Conclamamos você, amado irmão, a sonhar juntamente conosco, e a fazer esse exército marchar sobre a terra.
Invista nas suas crianças. Olhe para elas como líderes de êxito, de sucesso, e você verá a grande diferença que isso fará nas famílias e em todo o Ministério. Contamos com você!
Prs. Luiz Renato e Regina Vasconcelos (adaptado)
Ser criança é assim... correr até acabar o fôlego, rolar pelo chão sem medo de se sujar, falar o que vier na cabeça e fazer de qualquer coisa uma brincadeira. Época da vida da qual temos saudades quando envelhecemos. E é exatamente nesta página dedicada a todos esses pequenos seres, que têm a inocência como principal característica, que devemos não só valorizar a vitalidade infantil, como também procurar resgatar a essência da criança.
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