terça-feira, 1 de abril de 2014

Precisamos Crescer e deixar a criancice

1 Coríntios 13:11 Ao meditarmos na passagem que o Apóstolo Paulo escreveu a Igreja de Corinto em 1 Coríntios 13:11, lemos “Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino”. Observamos uma comparação realizada por Paulo: Coisas de menino X Coisas de homem. Assim entendemos que quando somos meninos temos atitudes que uma criança tem, no entanto quando crescemos e nos tornamos homens, deixamos para trás tais atitudes, pois com a idade vem também a maturidade, maturidade essa que nos faz discernir nossas atitudes e palavras. A Palavra do Senhor em Filipenses 2:5-11 nos diz: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai ”. Dessa forma devemos observar nossas atitudes e palavras e vermos se estamos tendo o mesmo sentimento que ouve e há em Jesus. O Senhor nos instrui em sua Palavra: “Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém”. 2 Pedro 3:18. Ao olharmos para vida de Jesus vemos que desde cedo ele buscava aprender mais e mais de Deus, pois a Bíblia nos fala que ele crescia não só em estatura, mas na graça e no conhecimento da Palavra de Deus, temos o maior e mais belo exemplo a seguir, Mas porque não seguimos? Porque temos atitudes de crianças? nos irritamos facilmente, qualquer palavra dita ou deixada de ser falada já gera motivo para nos afastarmos do nosso irmão, e as vezes chegamos ao ponto de nos afastarmos da Casa de Deus, e do próprio Pai, nisso observamos que ainda “não deixamos para trás as coisas de meninos”. A Bíblia nos declara, que “se alguém está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo”. Mas infelizmente observamos muitos que dizem estar em Cristo, mas que levam consigo atitudes que tinham antes de conhecer Jesus, muitos falam: “Eu não vou mudar, eu sou assim, eu nasci e vou morrer assim”. No entanto sabemos que tais atitudes são reprovadas para Deus, pois ele diz: “Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos." Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca". Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça. Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; por suas feridas vocês foram curados. Pois vocês eram como ovelhas desgarradas, mas agora se converteram ao Pastor e Bispo de suas almas” 1 Pedro 2:21-25. Ele nos deixou exemplo para que seguíssemos, o maior exemplo de amor e perdão, tudo que ele suportou foi por mim e por você, e porque não somos capazes de suportarmos tais coisas que não se comparam a tudo que Jesus suportou em nosso lugar, porque não seguimos o exemplo de Cristo? Vamos a Casa de Deus para aprendermos mais dEle, para sermos transformados, para sermos melhores a cada dia. Em 2 Timóteo 3:14 está escrito “Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu”. Dê lugar para que o Espírito Santo de Deus habite em você, pois ele não habita em lugares sujos por sentimentos que não provém de Deus, por raízes de amargura, como está escrito “Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo”. Efésios 4:31-32. Deus nos perdoou em Cristo, perdoe também quem possa ter te ferido em alguma coisa, não perca sua salvação por permitir que tais sentimentos ruins “obras da carne” encontrem espaço no seu coração, mas se deixe encher dos Frutos do Espírito, esses devem se encontrar transbordando em suas vidas. Faça o que o Apóstolo Paulo instrui a Igreja de Éfeso a fazer “Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade. Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo.” Efésios 4:22-25. A Bíblia é a Palavra de Deus, e vemos Deus falando conosco de Gênesis a Apocalipse, o que devemos fazer é abrir nossos corações para receber a Palavra de Deus, ela nos instrui, nos ensina, nos adverte, cabe a nós estarmos sensíveis ao Espírito Santo de Deus, e como estaremos? Quando largarmos as práticas que desagradam a Deus, as atitudes imaturas, tudo aquilo que nos afasta de Deus, pois quando você guarda rancor do seu irmão, você também está gerando uma separação entre você e Deus, pois o Pai não se agrada de tal comportamento. “Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo, retendo firmemente a palavra da vida. Assim, no dia de Cristo eu me orgulharei de não ter corrido nem me esforçado inutilmente”. Filipenses 2:14-16, que naquele grande dia nós nos encontremos irrepreensíveis, santos, vivendo a Palavra de Deus, pois no dia do Senhor teremos a seguinte convicção não corri nem me esforcei inutilmente, pois guardei a Palavra do meu Deus. Pois para Deus somos: “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Antes vocês nem sequer eram povo, mas agora são povo de Deus; não haviam recebido misericórdia, mas agora a receberam”. 1 Pedro 2:9-10 Nós somos de Deus e se declaramos sermos de Deus, devemos abandonar a vã maneira de viver, as coisas do passado, as coisas de menino, pois nascemos de novo, nascemos de Deus “Respondeu Jesus: "Digo-lhe a verdade:Ninguém pode entrar no Reino de Deus, se não nascer da água e do Espírito. O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito”. João 3:5-6 Ariana Sampaio

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PALMADA OU BOA CONVERSA RESOLVE?

Para pastor a palmada é boa pra educar.Cris Polli já pensa diferente Por: Robson Morais - Redação Creio O desafio de educar os filhos é para sempre. Por mais que cresçam, serão sempre crianças aos olhos dos pais. Mas até que criem asas o esforço maior é a disciplina, entende-se aí a sempre polêmica palmada. Afinal, bater educa? O pastor norte americano Michael Pearl jura que sim. Não só isso; aconselha os pais a puxarem cabelo de recém-nascido, manter arma de fogo em casa e muito mais. Tudo pelo bem da formação do futuro cidadão, garante. Cada método aconselhado pelo pastor pode ser conferido em um manual, explicado em detalhes. ‘Como educar seu filho’ já está em circulação nos Estados Unidos e pode vir para o Brasil. “Os pais podem experimentar sentimentos que os impeçam de castigar os filhos, mas isso não é o amor de Deus, que criou as crianças e sabe o que é melhor para elas, ordenando aos pais que usem o chicote”, lê-se no livro. Específico, cada punição a ser aplicada depende da travessura. “Para crianças com menos de um ano, os pais devem usar apenas uma vara de salgueiro, entre 25 a 30 centímetros de comprimento e uma polegada de diâmetro, isenta de nós, pois estes podem cortar a pele”, segue. Especialista no assunto, a pedagoga Cris Poli se tornou famosa em todo o Brasil na pele da rigorosa Super Nanny. A versão brasileira do reality ainda fez, até 2010, enorme sucesso nas telas do SBT justamente pelos conselhos firmes da babá. Ela porém garante que nenhuma palmada agrega à educação. “O grande segredo é o diálogo, embora isso seja difícil. Dialogar e chegar num acordo”. Os métodos contrários ao de Pearl também podem ser conferido no livro ‘Pais responsáveis educam juntos’, lançado na 10ª edição da EXPOCRISTÃ.

Lei da Palmada, Projeto é adiado por pressão de bancada evangélica, que não concorda

Após pressão da bancada evangélica, a Câmara dos Deputados comunicou nesta terça-feira, 13, o adiamento da votação do projeto de lei que proíbe a aplicação de palmadas ou castigos físicos em crianças e adolescentes. A chamada Lei da Palmada, que seria votada em uma comissão especial da Casa, prevê, por exemplo, que professores, médicos ou funcionários públicos que souberem ou suspeitarem de agressões ou tratamento degradante contra pessoas com menos de 18 anos, incluindo xingamentos, e não denunciarem às autoridades, poderão ser multados em até R$ 11,2 mil (20 salários mínimos). "Na educação de crianças e adolescentes, nem suaves 'palmadinhas', nem beliscões, nem xingamentos, nem qualquer forma de agressão, tenha ela a natureza e a intensidade que tiver, pode ser admitida", afirmou a relatora do projeto, Teresa Surita (PMDB-RR). De acordo com a vice-presidente da comissão especial, Lilian Sá (PSD-RJ), ao pressionarem contra o projeto, os evangélicos argumentaram que o texto, se transformado em lei, poderia "trazer danos à família", uma vez que pequenos castigos não causariam dor nem teriam consequências perversas para a vida da criança. "Eles disseram que o projeto iria mudar a vida dos pais, que a 'palmadinha pedagógica' poderia trazer danos à família", afirmou. Conforme o projeto, que deverá voltar a ser debatido nesta quarta, 14, "a criança e o adolescente têm o direito de serem educados e cuidados sem o uso de castigo corporal ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou proteger". "Existe uma razão primeira para proibir e eliminar o uso da força física como forma de educação de crianças e adolescentes: é o reconhecimento de seus direitos humanos", disse Surita, em seu relatório. Para a presidente da comissão especial, Erika Kokay (PT-DF), o projeto que deveria ser votado nesta terça tem caráter "pedagógico", e não punitivo, contra a família. "A percepção (de se o castigo é violência ou não) não pode ser do adulto porque a criança perde o espaço da fala. Quem dá uma palmada de quando em quando pode deixar de dar", afirmou.

Crianças ‘viciadas’ em TV têm mais probabilidade de cometer crimes

Estudo conclui que existe forte correlação entre exposição excessiva de crianças à televisão e comportamentos anti-sociais de jovens adultos Publicado por AFP [via UOL] Uma pesquisa realizada na Nova Zelância aponta que crianças que assistem televisão em excesso são mais sujeitas do que outras a cometer crimes ou ter atitudes agressivas quando adultas. A Universidade de Otago acompanhou mais de mil adolescentes nascidos no início da década de 1970 desde os quinze anos de idade até os 26 para avaliar os potenciais impactos da televisão nos seus comportamentos. O estudo, publicado nesta semana na revista americana “Pediatrics”, conclui que existe uma forte correlação entre a exposição excessiva de crianças à televisão e comportamentos anti-sociais de jovens adultos. “O risco de ter um jovem adulto ter antecedentes criminais aumenta em 30% para cada hora que em assistiu televisão em média durante a semana quando criança”, disse Bob Hancox, co-autor da pesquisa. A pesquisa também apontou que o fato de assistir televisão em excesso está ligado a comportamentos agressivos a à tendência de sentir mais emoções negativas. Estas ligações são ainda mais significantes em termos de estatísticas quando são levados em conta fatores com a inteligência, a condição social e a educação dada pelos pais. “Ao mesmo tempo que não podemos dizer que a televisão leva diretamente a comportamentos antisociais, os resultados da nossa pesquisa sugerem que o fato de passar menos tempo assistindo televisão pode reduzir os comportamentos antisociais na sociedade”, analisou Hancox. Ele ainda disse que concordava com as recomendações Academia Americana de Pediatria, segundo a qual crianças não deveriam assistir a mais de uma ou duas horas de programas de televisão por dia. O estudo também aponta que é possível que crianças tenham desenvolvido comportamentos antisociais ao imitar o que viram na televisão. No entanto, os conteúdos assistidos não seriam o único fator que levaria a estes comportamentos. O isolamento social vivido por pessoas que ficam horas diante da TV também seria um agravante. “É possível que o fato de assistir televisão em excesso leve a comportamentos antisociais mesmo se a criança não está exposta a conteúdos violentos”, disse a pesquisa. “Si ficar tempo demais na frente da televisão, a criança pode ter menos relações sociais com amigos ou parentes além de um desempenho ruim na escola e correr assim mais risco de ficar desempregado”, explicou. Hancox ainda salientou que o estudo foi baseado em hábitos de crianças no fim da década de 1970 e no início da década de 1980, antes da chegada em massa de videogames. “Se a pessoa passa horas na frente de um jogo que não apenas a expõe a cenas violentas, mas tamém estimula a matar pessoas, isso pode ser pior ainda, mas não tenho nenhum dado concreto sobre este assunto”, disse Hancox em entrevista à Radio New Zealand. Fonte: Publicado por AFP [via UOL]

TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

Olá blogueiros! Vamos tratar de um assunto que preocupa muitos pais e tira muita paz das famílias pelo mundo: a Hiperatividade. Como saber se seu filho tem TDAH? Bem, de certa forma, os pais de crianças com hiperatividade sabem no fundo que algo está errado.
A Hiperatividade Orgânica e a Emocional No caso da Hiperatividade Orgânica a criança é agitada em casa, no colégio e com os amigos. Ela é assim o tempo todo. Já a criança com hiperatividade emocional fica agitada em locais onde as coisas negativas que a atingem estão ocorrendo. Exemplo: na escola, quando há algum problema de adaptação e a criança não se sente segura ali ou em casa, diante de algum problema com os pais, brigas ou separação. A criança orgânica recebe muita rejeição dos amigos e sociedade e todo mundo reclama do seu comportamento. Ela é inexplicavelmente difícil. Troca letras na escrita e na fala, mas ao mesmo tempo é extremamente inteligente. Isso acontece porque a criança quer escrever ou falar logo, por isso comete esses erros. Não consegue controlar algo que faz parte de seu organismo, por isso sofre muito com sentimentos de culpa. Ela precisa de ajuda para conseguir lidar com a situação. Crianças assim geralmente têm pavio curto: agem de forma agressiva que é seguida por sentimentos de culpa. No fundo, ela é uma ótima pessoinha, mas tomam atitudes intempestivas. Isso acontece porque as crianças orgânicas possuem uma alteração química no nível de dopamina, de serotonina e norepinefrina. São substâncias, ou seja, neurotransmissores cerebrais que mandam mensagens de uma célula nervosa para outra. A serotonina é uma substância sedativa e calmante. É também conhecida como a substância “mágica” que melhora o humor de um modo geral, principalmente em pessoas com depressão. Já, a dopamina e a noradrenalina proporcionam energia e disposição. Elas têm deficiência dessas substâncias químicas. Muitas vezes em algumas regiões do cérebro. Pode ser ainda um problema relacionado a tireóide, intoxicação por chumbo e outros. É preciso buscar o tratamento adequado. Colocar a criança em esportes para descarregar essa energia toda é legal, mas não vai adiantar se não houver um tratamento adequado. O esporte por si só não vai resolver. É preciso que a criança faça um tratamento junto a um psicólogo ou neurologista, juntamente com muita oração. Afinal, Deus pode todas as coisas.
O conselho é levar a criança a um profissional (psicólogo, neurologista ou pediatra). Ele provavelmente vai pedir alguns exames (se for um bom médico) e passar uma medicação para ajudar nesse desvio químico cerebral. Lembre-se: seu filho não consegue controlar isso sozinho. Geralmente as crianças com TDAH gostam de jogos e brinquedos que desafiam a sua capacidade, como quebra cabeças ou jogos de montar e decifrar enigmas. Um esporte muito legal é o judô, pois ele ensina disciplina e ajuda a dar vazão a essa energia exagerada. Sempre com acompanhamento médico. Dica de site sobre o assunto: Instituto Paulista de Déficit de Atenção É importante que, mesmo com TDAH a criança tenha limites. Crie regras para serem seguidas. A criança precisa saber respeitar leis desde pequena. Seja firme e seguro nessas regras, sem ser autoritário.

Conheça os Seus Alunos

A CRIANÇA ESTRESSADA "Série: Criando uma mente saudável” Criança não nasce estressada, ou agitada, ou malcriada, ela aprende tudo isso, com seus tutores, sejam eles pais biológicos ou secundários, que são seus primeiros e mais importantes educadores, seus primeiros instrutores. Imagine que, na fase mais importante de suas vidas, que são seus primeiros anos de condicionamento mental, quando tomam conhecimento das principais fraquezas ou virtudes dos outros, quando através da identificação, da imitação, irão ou não adotar para si tais comportamentos, na maioria das vezes, as deixamos aos cuidados de qualquer um.
E estes primeiros instrutores, que até podem ser seus pais, ou computadores, ou televisores, colocarão dentro da mente de cada uma dessas crianças, suas manias, fraquezas, suas preferências, conflitos, e talvez, virtudes. E tudo isso servirá de base, lastro para a construção de suas personalidades, seu modo peculiar de ver e viver o mundo.
Seus desejos, a raiz da maioria das frustrações humanas, também serão plantados nesse período. Ao se identificar com um personagem, que pode ser uma babá, um ídolo da moda, um educador, e tantos outros, a criança também se identifica com tudo que esteja relacionado com aquela pessoa. Isso inclui suas opiniões, seus gostos pessoais, suas crenças, seus ideais e assim por diante.Se como adultos, já experientes, ainda julgamos os indivíduos pelas aparências, qual a reação que devemos esperar de crianças inocentes? A lógica é simples, elas se identificam com alguma coisa, porque nessa coisa, que podem ser objetos ou pessoas, buscam segurança psicológica, a sensação de que estão protegidas. Uma criança nasce livre. Livre de crenças, de obrigações, sejam tarefas simples ou complexas. Não há vontade em suas pequenas mentes, estas, as suas vontades, nós lhes ensinaremos. Nos as ensinaremos a falar, a desejar, a preferir, a ficarem frustradas quando não conseguem obter aquilo que dizemos ser coisas importantes para elas. A importância das coisas, assim como suas reações diante de fracassos e sucessos, isso também lhes ensinamos. O mundo não ensina a ninguém. O mundo não tem língua, nem é capaz de falar, muito menos de cuidar de uma criança. Isso é nosso papel, dos adultos, sejam pais, educadores ou qualquer outro. Como adultos, ensinamos a estas crianças como funciona nosso mundo, que logo será o mundo delas, que no futuro o será dos filhos destas, num ciclo infinito, aparentemente incapaz de ser contido, ou modificado. Uma criança não nasce com raiva de alguma coisa, ou de alguém. Se como animal ela possui instintivamente, em si, a semente da violência, o modo como irá empregar essa violência em seus relacionamentos, este, fica por conta dos instrutores do mundo, ou seja, nós. Violência faz parte do instinto animal, serve como alicerce para a autopreservação. Faz parte do nosso medo primário, que é prudência diante dos perigos conhecidos. Diante de um abismo, sabemos das conseqüências de uma queda, isso não é medo, é prudência, é inteligência. Ao cairmos desse mesmo abismo, segurar em suas bordas com todas as nossas forças, isso é colocar para fora todo nosso instinto animal de sobrevivência, e estaremos dispostos a tudo para lograrmos êxito. Aqui não se pensa, apenas se age, mesmo que nossos dedos sangrem, e mesmo a dor é ignorada. Isso é violência, é o despertar da força de sobrevivência interior, ou como diziam os antigos, o despertar do instinto primário. A raiva é coisa dirigida, consciente, sabemos exatamente porque estamos com ela. É uma deformação do estado de violência primária, uma má aplicação causada pela falta de compreensão que temos desse estado natural. Ficamosinsatisfeitos com qualquer coisa, e naturalmente, logo desejamos nos livrar da causa ou causador. Assim nos foi ensinado, assim, de forma incondicional, também instruiremos aos nossos descendentes. Ensinar as crianças que o perder faz parte do seu aprendizado diante da vida, que na verdade não se perde, só o podemos fazê-lo, se nós mesmos já compreendemos bem essa coisa. Como podemos ganhar alguma coisa se ainda não sabemos o que é perder? Imagine um mundo onde todos ganham; como saberão que são vencedores se não houvessem os perdedores, aqueles que precisam perder ao menos uma vez, para então aprenderem o que significa uma vitória? Podemos ensinar isso às nossas crianças, o fato de que nada se perde, que o erro é imprescindível ao aprendizado. Como podemos ensinar o que é acerto se não tivermos um erro como referência? Decerto não podemos. Isso precisa ser compreendido, e explicado de uma forma clara, de modo que possam entender. Assim não mais temerão os erros, e cuidarão, naturalmente para que nunca se repitam. Usarão os mesmos como guias para seus acertos, sem frustrações, sem ressentimentos, sem raiva, sem ansiedades desnecessárias.Autor: Jon Talber - psicopedagogo, pesquisador e escritor de temas de auto-ajuda. O Estresse Também Pode Atingir as Crianças Tão comum em adultos, o estresse também pode atingir as crianças. O estresse é uma arma do corpo que surge em qualquer tipo de ambiente ou situação hostil e, portanto, não tem idade para se manifestar. A melhor maneira é preveni-lo desde cedo, para que o problema não fique ainda mais grave. Se o estresse no adulto tem a fonte nas relações de trabalho, no excesso de tarefas ou nas dificuldades familiares, na criança a origem da doença não é tão diferente, e concentra-se muitas vezes no ambiente escolar e familiar.A competitividade e a exigência do colégio, uma briga com os colegas, a mudança de casa, escola, cidade, as brigas dos pais, a chegada de um novo irmão são apenas alguns dos possíveis motivos apontados para o estresse infantil. Para que o estresse não atinja o rendimento da criança em suas atividades, e para que ela não fique irritada ou chorando constantemente, é fundamental que os pais identifiquem o problema e transmitam, em primeiro lugar, seu apoio afetivo. O próximo passo é procurar tratamento especializado, para que o estresse não se desenvolva em depressão. extraído de: www.sitededicas.uol.com.br www.abril.com.br/noticias/comportamento http://vilamulher.terra.com.br www.revistapontocom.org.br
Autora: Cássia Ravena Mulin de Assis Medel A sala de aula de Educação Infantil deve ser ampla e pode ser montada em um único ambiente ou em dois os três ambientes, por exemplo. Deve ser reservado um espaço para a “rodinha”, onde são realizadas atividades do cotidiano como: chamada; calendário; contação de histórias; canto de músicas e outras. A sala poderá conter os “cantinhos”: o cantinho da leitura, de matemática, das ciências, de historia e geografia, de artes, da psicomotricidade, da dramatização, por exemplo.
O cantinho da Leitura, incluindo livros de história de papel, de tecido, de plástico, e outros materiais; revistas em quadrinhos, por exemplo, e livros confeccionados pelos próprios alunos. O cantinho de Matemática, incluindo jogos relativos à disciplina, como, por exemplo: Dominós; baralho; jogo da memória; ábacos; cuisinaire; material dourado; numerais em lixa e outros que poderão ser adquiridos ou confeccionados pelo próprio professor e pelos alunos. Poderá ser montado um minimercado com estantes incluindo embalagens vazias de produtos e uma “caixa registradora”. O cantinho das Ciências, que poderá incluir livros referentes à disciplina; experiências realizadas pelos alunos como o plantio do feijão; um terrário; um aquário; por exemplo. O cantinho de História e Geografia, que poderá incluir materiais como um quebra-cabeças do mapa do município onde os alunos residem e outro do Brasil; confeccionados pelo professor e pelos alunos, no caso do 3º Período, e uma maquete dos Planetas da Galáxia, incluindo o Planeta em que vivemos A Terra, utilizando bolas de isopor de tamanhos diversos para representarem os planetas. O cantinho de Artes, incluindo, materiais necessários para os alunos realizarem atividades de artes, como, por exemplo: tinta guache, pintura a dedo, anilina dissolvida no álcool, massa de modelar, revistas para recorte, tesouras, cola, folhas brancas para desenho, lápis de cor, giz de cera, hidrocor e outros. O cantinho da Psicomotricidade, que poderá conter materiais como tênis (de madeira) com cadarço para o aluno aprender a amarrar, telaios (material montessoriano) com botões, colchete, velcron ( para as crianças aprenderem a utilizá-los), tabuleiro de areia, materiais e jogos de encaixe, de “enfiagem”, como, por exemplo, ( para enfiar os macarrões ou contas no barbante para trabalhar a motricidade refinada das crianças). O cantinho da Dramatização, que poderá incluir um espelho afixado de acordo com o tamanho das crianças, trajes dentro de um baú como, por exemplo, fantasias, acessórios como chapéus de mágico, de palhaço, enfim de diversos tipos, cachecóis, echarpes, bijouterias, estojo de maquiagem e outros. Poderá ser construído um pequeno tablado de madeira, onde as crianças poderão apresentar as dramatizações. O mobiliário deverá ser adequado ao tamanho das crianças: mesas, cadeiras, estantes, gaveteiro (para guardar o material pessoal dos alunos: escova de dentes, creme dental, pente ou escova, avental e outros), cavalete de pintura e outros. Os murais da sala podem ser confeccionados com materiais como cortiça, no estilo flanelógrafo, utilizando tecido próprio, onde deverão ser expostos os trabalhos dos alunos: pesquisas, exercícios, atividades de artes e outros. Quadro de giz afixado de acordo com tamanho dos alunos. Todo material que for afixado na parede, como por exemplo: murais, quadros de chamada de giz, linhas do tempo, janelinhas do tempo, cartazes, e outros deverão ser colocados de acordo com o tamanho dos alunos para que estes possam visualizar. As paredes da sala devem ser de cores claras, pois além de clarear o ambiente, “passam” tranqüilidade às crianças.
É fundamental que haja um cantinho reservado para colocar colchõezinhos, caso alguma criança adormeça, pois nessa fase algumas ainda dormem durante o dia. É necessário também o travesseirinho e uma manta ou edredon para os dias mais frios. Concluindo, a sala de aula de Educação Infantil deve ser clara, arejada e deve conter “estímulos” apropriados ao desenvolvimento integral da criança. Autora: Cássia Ravena Mulin de Assis Medel é professora e orientadora pedagógica do CIEP 277 João Nicoláo Filho “Janjão” e da Escola Municipal Professor Ewandro do Valle Moreira, localizadas no município de Cantagalo,RJ. Site de Origem da matéria: Site de dicas Uol