segunda-feira, 5 de agosto de 2013
A Saber...
• Jesus Cristo é o verbo eterno que se fez carne e habitou entre nós.
• Viveu uma vida santa, embora em tudo tenha sido tentado.
• Foi crucificado sob Poncio Pilatos.
• A sua morte nos reconciliou com o Pai.
• Ressuscitou ao terceiro dia.
• Foi recebido nos céus.
• Deus deu-lhe um nome que é sobre todo o nome.
• Voltará pra buscar o seu povo.
• E para nos ajudar, nos deixou um consolador, O Espírito Santo que também é Deus e nos capacita para toda boa obra.
Este é um tempo sem pais
Vivemos em um momento da historia onde pais e mães não sabem como criar filhos, estes novos pais, deveriam ter recebido um discipulado de seus pais como nos relata o salmista Asafe no Sl.78:3.4, “ O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos têm contado, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que ele tem feito.”
Porem muitos desses que ouviram, não ouviram com seus ouvidos espirituais e portanto, nenhuma instrução foi compartilhada com seus filhos, e desta forma, milhares vem de lares quebrados, marcados pelo divorcio, ou são filhos de pais ausentes, alcoólatras, ou fazem parte de famílias disfuncionais.
Esses jovens pais tem como pano de fundo um modelo inadequado de familia, e dessa forma nada tem para dar a geração que lhe sucederá. Em alguns casos encontramos avós que não sabem o seu lugar, não cortaram o cordão umbilical de seus filhos e vivem a interferir na educação de seus netos, quando poderiam ser uma benção de suporte e auxílio quando solicitados.
Como criar filhos saudáveis e obedientes?
Creio que esse é o grande desafio desta nova geração de papais e mamães.
Necessitamos colocar os nossos olhos nas sagradas escrituras e com o nosso coração ouvir e abraçar a Palavra de Deus sobre esta importante questão, portanto vamos ao texto sagrado.
Herança do Senhor
Salmos 127:3 Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão.
Os filhos que recebemos do nosso amado Senhor, não são um problema, são uma oportunidade dada por Deus, para um “momento especial” , “uma tarefa em casa”. Aqui a esposa é uma “Assessora Especial”, sem a ajuda de uma esposa sabia e sensata, a tarefa de educar as crianças, tornar-se-á mais difícil. O Pai é o responsável aqui, porém, frequentemente o pai empurra para a mamãe, tarefas que Deus deu ao homem, ao macho, aos pais (Ef.6:4 – pais aqui é pater). Que tremenda oportunidade nós como pais recebemos de exercer o discipulado primeiro em nossa casa e depois ate aos confins da terra. Como pais devemos aproveitar esses momentos especiais para demonstrar amor, graça, paciência, firmeza e segurança aos nossos filhos.
Ensina a Criança
Provérbios 22:6 Ensina a criança no caminho em que deve andar , e, ainda quando for velho , não se desviará dele.
Treina a criança, instrui a criança, como? A idéia aqui e “colocar água na boca”, provocando na criança o desejo pela instrução. Abrace seu filho 12 vezes ao dia, fale de suas qualidades, tenha interesse em suas tarefas, descubra qual a linguagem de amor de seu filho, declare que você o ama e que ele é muito importante para você e para Deus.
Pais procurem tornar Cristo conhecido de tal maneira que seus filhos queiram segui-lo.
Porque será que mais de 70% dos freqüentadores da Rua Aurora em SP são filhos de pais “crentes”?
Inculcar
A idéia aqui no texto não é ouvir, mas, ouvir com o coração, da mesma forma como fizeram os irmãos de Tessalonica na Macedônia (1ª.Ts.2:13).
Despertar na criança um ardente desejo de “mamar” no Senhor, assim como a criança tem um desejo natural de desejar os seios de sua mãe, a criança deve ser despertada para colocar sua vida no seio do Pai Celestial.
Agora, a questão é como você como pai e mãe, treina seus filhos dia após dia? Criar filhos é um treinamento que oferecemos a essa herança que Deus colocou em nossas mãos e também é um tempo onde o nosso Pai Celeste, treina a nossa vida, para gerar em nós os frutos do Espírito de Gálatas 5:19.21.
Os filhos de Pais incoerentes e hipócritas, isto é; pais que são atores na vida crista, não vivem o que falam e o que falam esta divorciado do que vivem, esses filhos experimentarão:
Depressão
Melancolia
Será crente de fachada
Desenvolvera a tendência de andar com Xiitas ou liberais
Pode ser tornar muçulmano
Pais – HOMENS
Que privilégio que nosso Pai do Céu deu a nós homens a responsabilidade da disciplina (paidéia) de nossos filhos, não e para mamães a tarefa, mas para os Papais. A palavra aqui para disciplina é paidéia, que nos da a idéia de “treinamento” .
Neste ponto e muito importante que Papai e Mamãe sejam muito firmes independente de quem esta vendo, quem esta por perto, no ambiente onde estamos.
Firmeza faz parte do caráter de nosso Senhor, o apostolo João nos diz que nosso Senhor Jesus era cheio de graça e verdade, graça tem a ver com sublimidade e verdade tem a ver com firmeza.
Em outras ocasiões nos encontramos nosso Senhor sendo firme, Isaias nos diz:”...fim o meu rosto como o seixo...”, como a rocha, um rosto firme, isso é caráter.
Quando pais são incoerentes na disciplina, o pai corrige e mãe protege, discorda; a criança fica indecisa e vai crescer com pouco discernimento da vida. É muito importante que pai e mãe tenham unidade nas disciplinas e correções da criança, lembrando que disciplina é diferente de castigo, disciplina segundo Deus, tem padrão, é coerente.
Manter Quente
Criar filhos é também criar uma atmosfera onde as crianças sintam-se aquecidas em meio aos invernos da vida e refrigeradas em meio as situações de pressão e crise.
Nosso irmão apostolo Paulo, escreve aos Tessalonicenses como mamãe (ama) que acaricia, que aquece, que mantém quente, os próprios filhos. 1 Ts 2:7 “...antes nos fizemos brandos no meio de vós, como a mãe que acaricia seus filhos...”
Que bendita e alegre tarefa o Deus Eterno nos deu, a mim pessoalmente ele deu quatro filhas, criei-as com alegria e expectativa, oração e temor a Deus, valeu a pena, hoje posso vê-las comprometidas com o evangelho, buscando conhecer a vontade de Deus para a suas vidas. Deus é bom, muito bom.
Queridos pais, papai e mamãe, não desanimem em meio as lutas e dificuldades para investir nos pequeninos que Deus colocou aos vossos cuidados, caminhem pela fé (Cl.2:6), confiem em Deus e dependam dele, pois o que ele prometeu “ate quando for velho não se desviara” (Pv.22:6), Ele há de cumprir, e o que Ele falou é certo que fará. Deus nunca erra.
Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá? (Nm. 23:19)
Postado por Josue Martin
Papai não é mamãe!
O pensamento politicamente correto contaminou a paternidade e exige dos homens um desempenho equivalente ao das mulheres no cuidado com os filhos. Mas isso vai contra os fatos da biologia
Todo homem que queira se manter competitivo no mercado das relações amorosas, atualmente, precisa demonstrar que reza pela cartilha do politicamente correto no quesito paternidade. Ou seja, ter disposição (ou pelo menos dizer que tem) para desempenhar toda e qualquer tarefa relacionada ao cuidado com os filhos. Dito assim, soa razoável. Em um mundo em que homens e mulheres trabalham e as famílias foram reduzidas ao núcleo formado por casal e filhos – com o resultado de que avós, tias e primas atuam cada vez menos como "segundas mães" –, é mesmo necessário ter uma participação maior do pai nos serviços domésticos. Já vai longe o tempo em que levantar as pernas para a mulher passar o aspirador era considerado uma grande ajuda. Esquentar a mamadeira, preparar a papinha, trocar a fralda e dar banho no bebê são atividades, entre muitas outras, que um pai pode perfeitamente desempenhar. Mas há excessos na concepção mais difundida de paternidade moderna. O principal deles é equiparar pai e mãe na capacidade de suprir as necessidades físicas e afetivas dos filhos. A influência que o pai pode ter sobre seus rebentos, especialmente quando eles ainda são bebês, é limitada por fatores biológicos. Forçá-lo a agir como se pudesse substituir a mãe pode ter efeitos devastadores. "Muitos homens se sentem emasculados nessa posição porque passam a acreditar que as formas tradicionais de masculinidade, com as quais eles se identificam no íntimo, são negativas", disse a VEJA o psiquiatra inglês Adrian Lord. "A insatisfação nessa troca de papéis pode até afetar o desempenho sexual do casal."
O excesso de expectativa – e ansiedade – em relação ao papel paterno pode ser verificado por meio dos resultados obtidos em uma enquete feita com 820 pais no site VEJA.com. Setenta e cinco por cento deles disseram que gostariam de passar mais tempo com os filhos, mas só 20% parecem achar possível realizar esse desejo num curto espaço de tempo (veja o quadro). É óbvio que cada casal tem o seu próprio equilíbrio na divisão das tarefas maternas e paternas. E é claro também que existem homens que se realizam como "pais totais", sem que isso interfira na sua masculinidade (pelo menos, eles não sentem os efeitos mais adversos). Analisados em conjunto, entretanto, os homens estão sendo submetidos a duas forças opostas. De um lado, a pressão das mulheres para que exerçam a paternidade de uma maneira historicamente inédita, em que várias das tarefas maternas lhes são confiadas. De outro, a limitação de ordem natural, que faz com que eles não se sintam totalmente à vontade nas novas funções.
Ordem natural? O pensamento de extração feminista atribui o desconforto dos homens nos cuidados com os filhos a aspectos culturais originados do machismo patriarcal. Por esse argumento, os pais não conseguem ter a mesma delicadeza, afetuosidade e disponibilidade que as mães simplesmente porque não se despem dos valores que lhes foram inculcados e que continuam a ser reproduzidos nas diferentes esferas da vida social. Não foram educados para cuidar de crianças e não encontram respaldo no ambiente de trabalho para ser pais participativos. Tudo isso é, em parte, verdadeiro. Meninos são ensinados a manter-se longe de bonecas, e é mais fácil para uma mãe do que para um pai convencer o chefe de que precisa sair mais cedo para levar o filho ao médico. Pais como Paulo de Queiroz Silveira, do Rio de Janeiro, que trabalha em casa e pode passar boa parte do dia com as crianças, frequentemente ouvem a pergunta "Onde está a mãe deles?", quando estão com os filhos no shopping ou vão sozinhos às reuniões na escola. Chegamos, então, à "ordem natural". Por mais que as pessoas acreditem na versão politicamente correta da paternidade, o fato é que a maioria estranha quando os homens desempenham tarefas tradicionalmente maternas. Isso é errado? Não. "As regras sociais e culturais não surgem do nada. Elas têm uma origem biológica", diz o psicólogo evolutivo americano David Barash, da Universidade de Washington.
Entre as características tipicamente masculinas que, em geral, são deixadas de lado quando se tenta cuidar de uma criança com a mesma dedicação de uma mãe, estão a autonomia, o gosto pela competição e a agressividade. A perda de virilidade experimentada pela maioria dos homens que se põem a realizar trabalhos associados a mulheres tem bases químicas. Experiências de laboratório mostram, por exemplo, que os níveis de testosterona no organismo caem quando o homem segura uma boneca nos braços. O efeito é o mesmo de quando o marmanjo embala um bebê de verdade. O hormônio masculino por excelência é aquele que, entre outras coisas, proporcionava aos machos humanos, nos tempos das cavernas, o ímpeto de caçar, acasalar-se – e dar uma bordoada na cabeça do inimigo.
Faz sentido, portanto, que a evolução tenha moldado o organismo do homem de forma tal a diminuir os níveis de testosterona na presença de crianças – não só as suas, como as de outros. Do contrário, eles representariam sempre um perigo para aqueles serzinhos adoráveis – e gritadores, e chorões, e... irritantes. Um estudo feito por antropólogos da Universidade Harvard indica que os níveis do hormônio em homens casados são, em média, mais baixos do que em solteiros. E, entre os casados que passavam todo o tempo livre com a mulher e os filhos, sem dar chance à cerveja com os amigos, a quantidade era ainda menor. A descoberta reforça a tese de que o natural para um homem é ser provedor e protetor – não um trocador de fraldas.
O psicólogo David Barash explica que o envolvimento do pai com os filhos é proporcional ao grau de certeza que o macho tem de que a prole carrega seus genes. É o contrário do que ocorre com as mulheres. A não ser nas novelas de televisão, elas jamais têm dúvida de que deram à luz aquele filho. "Em termos evolutivos, esse fato serviu para estreitar ainda mais a ligação entre mães e sua descendência", diz Barash. "Prova disso é que não há uma única sociedade em que os homens se dedicam a cuidar mais das crianças do que as mulheres." Tal especificidade também esclarece por que a natureza reservou às mulheres, e não aos homens, a capacidade de produzir leite. Se fosse o contrário, os homens poderiam ver-se na situação de amamentar os filhos dos outros (ou de recusar-se a fazê-lo caso descobrissem o engodo). Só o sexo que investiu nove meses na gestação e não questiona se o rebento é seu poderia ter uma função tão essencial quanto a de alimentá-lo nos primeiros anos de vida – garantindo, desse modo, a continuidade da espécie. O trato com as crianças, segundo a ordem natural, também diferenciou homens e mulheres quanto a outros aspectos. Centenas de milhares de anos acalentando e dando atenção a indivíduos que não se expressam verbalmente – os bebês – conferiram a elas capacidades cognitivas superiores às dos homens. Daí a vantagem feminina na compreensão da linguagem corporal. Já o homem, menos preso a laços afetivos familiares, se tornou mais apto para tecer alianças externas. Por esse motivo, os pais têm mais medo do que as mães de ver sua vida social reduzida com a chegada de um filho.
Evidentemente, não se trata de propor que os pais modernos voltem a se comportar como na idade da pedra. "O que não se pode é exigir que eles assumam o papel das mães", diz o psicólogo americano Aaron Rochlen, da Universidade do Texas, autor de um estudo sobre homens que se tornaram donos de casa. Uma maneira de incorrer nesse erro é esperar que o pai tenha sobre a criança a mesma influência afetiva e psicológica que a mãe. A ideia de que ele pode ter esse papel costuma ser difundida de modo inconsequente desde os cursos de gestantes para casais. O austríaco Sigmund Freud, o pai da psicanálise, considerava que no início de sua vida a criança percebe a mãe como um ser todo-poderoso, numa relação que não dá espaço para mais ninguém. Apenas depois de alguns meses do nascimento, o bebê consegue identificar a existência de um terceiro indivíduo – o pai – que disputa sua atenção com a mãe. No papel de "o outro", é o pai quem estabelece o vínculo da criança com o mundo externo e lhe permite ganhar independência da mãe. O pai é essencial na formação sexual da filha, por revelar a diferença, e do filho, por confirmá-la. Pais obrigados a agir como mães podem desequilibrar essa equação.
Os homens não são fisicamente adaptados para cuidar dos filhos com a mesma desenvoltura que as mulheres, mas estão sendo cobrados insistentemente para sê-lo, como se isso fosse... natural, volte-se a dizer (esta reportagem, aliás, deverá causar grande indignação entre as feministas). Como nem sempre conseguem atender à exigência, são criticados ou tratados com condescendência. O resultado é frustração: o homem ingressa na paternidade disposto a ser participativo, mas se sente um inútil quando não dá conta do recado. "Quando vai dar banho em nossa filha recém-nascida, meu marido a deixa escorregar. Por isso, eu fico sempre por perto, só vendo no que vai dar", diz a professora mineira Cláudia Santos, de 36 anos, mulher do publicitário Rafael Castro. Pois é. "As mulheres lutaram para conquistar seu espaço no mercado de trabalho e agora batalham para que os homens dividam as tarefas domésticas e o dia a dia com os filhos. A contradição é que elas parecem querer a ajuda de um clone de si próprias, não de um marido que faz as coisas dentro de suas limitações", diz a terapeuta de casais Magdalena Ramos, de São Paulo. "Não é de estranhar que eles se sintam falhos."
As mulheres batalharam para ter liberdade e igualdade. Mas, quanto à fraternidade com os homens, convenhamos... Não exija tanto do paizão, mamãe.
Com reportagem de Marina Yamaoka, Leonardo Coutinho e José Edward
A reportagem completa esta no site: http://veja.abril.com.br/091209/papai-nao-mamae-p-100.shtml
Dê a seu filho perspectiva sobre eternidade!
O que é necessário fazer para que seu filho veja em você um exemplo de vida? Afinal, é responsabilidade dos pais transmitirem essa dimensão importante da vida. A responsabilidade está em você!
Seu filho não vai se agarrar em algo que você não tenha. Na verdade, se o seu exemplo de vida foi fraco, ele pode imunizar o seu filho contra descobertas pessoais que seriam importantes durante a jornada.
Os pais que conseguem dar um bom exemplo de vida a seus filhos, o qual esteja além das necessidades e vontades imediatas da criança geralmente são ativos em outras áreas importantes. Que tal fazermos um levantamento pessoal e depois ver algumas sugestões práticas!
1- A minha própria vida é um bom exemplo a ser seguido? Em questões de caráter, sou um exemplo? (questões de caráter: pontualidade, diligência, perseverança, verdade, integridade, humildade, imparcialidade, justiça...) I Co. 11:1; Tito 2:7-8
2- O modo como disciplino meu filho cria nele um respeito equilibrado pela autoridade que o ajudará a submeter-se voluntariamente a uma autoridade maior? (você encontra neste blog em Artigos uma clara exposição sobre Disciplina) Hb 12:11
3- Dedico tempo para conversar com o meu filho sobre os problemas dele, as características positivas de personalidade que ele está adquirindo os acontecimentos do mundo que o preocupam ou perguntas sobre a vida?
4- Tenho naturalmente entusiasmo na leitura da Bíblia, na oração e no serviço ao Senhor? Ou na verdade é só apenas um habito adquirido ou escolhido? I Co. 9:27
Estudos psicológicos indicam que aproximadamente 85% do caráter do seu filho é formado até o 6 anos de idade. Portanto a sua maior oportunidade de ter sucesso é dar a ele os 4 “As” (aceitação, afeição, aprovação e auto-realização) já no inicio de sua vida que são os primeiros e crucias anos da vida. Com relação aos 15% restante, você pode fazer o seguinte:
1- Faça um diário sobre o seu filho. Fiquem atentos às necessidades especificas dele. Demonstre que se preocupa com ele. Fale com ele sobre preocupações futuras como vocação profissional, casamento e filhos.
2- Programe-se para ter tempo individual com cada e filho e seu cônjuge. Invista no tempo de qualidade tanto individualmente como com toda a família.
3- Crie em sua casa um clima propício para risada, aventura, surpresas, preocupação mútua, boa música e livros e bons amigos. Propicie um ambiente agradável para se viver. Uma boa maneira para descobrir se o ambiente de sua casa é saudável é ver se os filhos de amigos e vizinhos costumam se reunir aí!
4- Envolva sua família em reuniões para compartilhar a palavra e orar por necessidades familiares, de outras pessoas e pessoas ate que eles não conhecem, como missionários e povos que ainda não conhecem a Jesus. Estimule-o a contribuir para suprir as necessidades de outras pessoas. Prov. 22:6; Deut. 6:7
5- Incentive seu filho a participar das atividades na igreja e caso ele tenha atividades bíblicas para fazer em casa ofereça sua ajuda!
6- Leve a sério o questionamento de seu filho sobre assuntos espirituais. Não dê risada se ele quiser saber se os mosquitos vão para o céu. Aproveite a oportunidade para falar com ele sobre fé. Esta é uma ótima oportunidade para vocês estudarem a Bíblia juntos.
7- Aproveite datas especiais, como Páscoa, Natal e Aniversário para compartilhar do amor de Deus e agradecê-lO.
8- Estude com seus filhos sobre as necessidades do mundo. Utilize cartazes e mapas para mostrar visualmente.
Na adolescência, seu filho precisa começar a pensar e agir independentemente de você. Ele irá começar a questionar coisas que anteriormente aceitava sem problemas. Oriente-o para ler livros que possam dar boas respostas para as suas perguntas e que conversem com pessoas que tenham bom canal de comunicação com os jovens. Esteja aberto sempre para boas conversas e, mais do que nunca, pratique o que você prega.
Trecho tirado do livro: 40 Princípios na Formação da Criança e adaptado por Tamara Lima - http:investindonascriancas.blogspot.com
As 5 linguagem do amor das crianças
Recentemente eu e meu esposo participamos de um curso onde nos pediram para que mensurássemos o amor. Pois para cada um o amor pode ser medido e interpretado de formas diferentes. Tive mais certeza que o amor para mim é mais além do que um simples abraço, um beijo ou um presente. Para mim o amor é um ato de servir! Descobri já algum tempo que eu tenho uma linguagem de amor, que o meu marido tem uma linguagem de amor, o meu pai, a minha mãe tem uma linguagem de amor, ou melhor, cada pessoa tem uma linguagem de amor. Cada criança tem a sua linguagem de amor.
Fomos amados de alguma forma, talvez não da forma que esperássemos, mas fomos!
Talvez você estivesse ansioso por um tempo com seus pais, por um abraço diário ou um beijo, por uma ajuda, nem que fosse a de estar ao seu lado para lhe ajudar com a lição de casa, por um elogio: Parabéns! Você é lindo! Você é linda! Talvez pela presença de seu pai ou sua mãe em um momento difícil, enfim por momentos que você não recebeu da forma que esperava ou precisava.
É ai onde quero chegar. Você foi amado como o seu pai ou sua mãe entendiam que era amor. Talvez você ame os seus filhos como você entende o que é amor, mas quero convidá-lo a descobrir diferentes formas de amar. Tão diferentes que você poderá alcançar o coração de seu filho mais rápido e mais eficaz do que você pensa. Não é mágica, mas funciona! Alguns conselheiros e psicólogos dizem que temos um tanque emocional. Este tanque você pode visualizá-lo como um coração que precisa ser cheio. Alguns tanques precisam ser cheios diariamente, outros com mais intervalos de tempo. Esse tanque emocional é preenchido com os “4 As”; Afeição, Aceitação, Aprovação e Auto realização. Quero em um momento próximo falar mais sobre os “4 As”, mas não poderia deixar de citar. Se você não tem recebido os “4 As” talvez o seu tanque, de seu cônjuge ou de seu filho não esteja cheio e uma forma de enche-lo é através das Linguagens do Amor. São 5 Linguagens do Amor que conheceremos a seguir!
A primeira é Palavras de Afirmação. São palavras de elogio, incentivo e encorajamento. Algumas pessoas se sentem amadas quando as ouvem. As crianças também. Podemos dizer que fica mais fácil identificar na criança a Linguagem de Amor dela a partir dos 5 ou 6 aninhos de idade. Ela gosta de mostrar o que fez ou como está vestida para receber o incentivo ou elogio. Ela gosta de ouvir: Que desenho lindo! Como você está bonita! Que menino forte! Como você pula alto! E por ai vai.
Uma criança que é Palavra de Afirmação e ouve dos pais palavras que a humilham, ela como todas as outras crianças não se sentirá amada, mas para ela o peso dessas palavras será muito maior. Palavras como: Você é burra! Você nunca será nada! Você é uma menina preguiçosa e lenta! Você esta gorda, também só sabe comer! São frases pejorativas que não levam a lugar nenhum! As palavras utilizadas de forma negativa servem para que a criança se sinta rejeitada, menosprezada, desaprovada e sinta a indiferença.
As Palavras de Afirmação, como as demais linguagens servem para alcançar o coração da criança com o intuito dela se sentir amada. Veja bem, não é que você como pai ou mãe não pode corrigir, pelo contrario, a disciplina de forma correta produzirá segurança (veja no título Pais em meu blog mais sobre disciplina). Uma critica de forma construtiva ajudará seu filho a ouvir onde ele pode melhorar ou o que ele esta fazendo que não esta jóia, mas há maneiras de se falar porque o resultado que você busca é encorajá-lo a melhorar e não desanimá-lo.
Se você tem um filho com palavras de afirmação não perca tempo aproveite as oportunidades para falar a ele o quanto você o ama, que está feliz por tê-lo por perto e elogie situações que ele faz que lhe agrade e que muitas vezes passam despercebidas, pois assim ele se sentirá motivado em continuar a fazê-las! Afinal quem é que não gosta de um elogio?
A segunda linguagem é Presentes. Quem não gosta de ganhar presentes? Como diz o Dr. Gary Champan autor do livro que fala sobre As 5 Linguagens do Amor das Crianças: “Sou formado em antropologia, o estudo das culturas. Até hoje, ninguém encontrou uma cultura em que presentear não seja uma expressão de amor.”
Um presente diz: “Essa pessoa estava pensando em mim. Olha o que ela comprou para mim”.
A pessoa que tem a Linguagem de Amor Presentes não se importa com o valor do presente e sim por ter sido lembrada. Ela é aquela pessoa que dá valor ao embrulho e abre devagar porque o próprio embrulho para ela é um presente. Em criaças vemos esta linguagem quando elas com freqüência fazem desenhos para dar de presente, aparecem com uma flor para nos dar, fazem tortinhas de morango imaginarias e nos convidam para comer um pedaço. Criam carrinhos com rolo de papelão e botões e nos dão de presente. Enfim, simplesmente são formas de presentear para demonstrar que nos amam.
Esta linguagem como as demais são fundamentais. Não é porque você se identificou ou porque identificou seu cônjuge ou seu filho que somente irá demonstrar amor desta forma, pois para encher o seu tanque emocional, de seu cônjuge ou de seu filho você precisará de todas, sendo que uma delas será mais essencial. Você descobriu que seu filho é Presente? Traga a ele de presente algo que você possa dizer: “Comprei porque lembrei de você!” Faça bilhetinhos e espalhe pelo quarto ou casa para que ele se surpreenda com cada presente escrito por você! Certamente você ficará surpreso com os resultados!
Aqui vai uma dica! Como esta linguagem não é tão fácil de ser descoberta, agora quando recebo presentes tomo cuidado para abrir o embrulho, pois quem está me dando pode ter tido o cuidado de prepará-lo porque para esta pessoa pode ser importante não somente o que está dentro, mas também o embrulho, por isso rasgá-lo ser desastroso!
Uma caixa de beijos
A estória começa algum tempo atrás, quando um homem castigou sua filha de 3 anos de idade por gastar um rolo de papel embrulho dourado.
O dinheiro estava escasso e ele se enfureceu quando a criança tentou decorar a caixa para colocar debaixo da árvore de Natal.
Apesar disso, a garotinha trouxe o presente para seu pai na manhã seguinte e disse: “Isso é para você papai.”
Ele estava envergonhado da sua reação anterior, mas sua raiva voltou de novo quando ele descobriu que a caixa estava vazia.
Ele gritou com ela: “Você não sabe que quando se dá um presente alguém, na verdade tem que haver algo dentro?”
A garota olhou para ele com lágrimas nos olhos e disse: “Oh papai, não está vazia, eu coloquei beijos dentro da caixa. Tudo para você papai.”
O pai ficou arrasado. Ele colocou seu braços ao redor da garotinha e implorou por seu perdão.
Um acidente levou a vida da criança pouco tempo depois e conta a estória que o homem guardou aquela caixa dourada ao lado da sua cama por muitos e muitos anos e todas as vezes que ele se desanimava, ele tirava um beijo imaginário dela e lembrava-se do amor que a criança tinha colocado ali dentro.
A terceira é Atos de Serviço. Esta sou eu! Como é verdade para mim a frase: “Um gesto vale mais do que mil palavras”.
Para algumas pessoas como eu fazer algo por alguém é uma profunda expressão de amor. Preparar as refeições, lavar a louça, passar aspirador, dobrar roupas, limpar o banheiro – todas essas tarefas são Atos de Serviço. Que prazer!
Claro que como as outras exige esforço, mas esta especificamente exige energia e, por algumas vezes, habilidade. Se seu filho é Atos de Serviço certamente ele sempre deseja ajudar, como tirar os pratos, lavar ou limpar algo, levar o carrinho do mercado, pegar algo para você. Esta é a forma dele de expressar o seu amor. Se o seu filho é Atos de Serviço certamente ele ficará muito feliz com seu apoio e ajuda no incentivo da lição de casa. Veja bem, não é fazer por ele, mas sim sentar ao seu lado e ajudá-lo. Conferir a lição e perguntar se deseja ajuda para revisar algo. Olha, tenha certeza que você alcançará o coração dele e o seu tanque emocional será cheio rapidamente!
A quarta é Tempo de Qualidade. Todo ser humano precisa de tempo dedicado exclusivamente para si mesmo. Com quem é Tempo de Qualidade não é diferente, pode ser 5 minutos, mas que seja com 100% de tempo disponível seu para quem está pedindo a sua atenção. Não é apenas estar no mesmo cômodo ou na mesma casa que ele. É prestar atenção total a quem esta falando. É sair para comer, olhar olho no olho, ouvir e falar. Se seu filho é Tempo de Qualidade ele anseia para que você preste atenção ao que ele esta dizendo. Se você está na frente da TV ou lendo algo, certamente ele pulará no seu colo ‘‘clamando” por atenção. Quer encher o tanque dele? Desligue a TV, pare de ler, olhe para ele e ouça atentamente o que ele esta dizendo. O que ele irá pensar? “Meu pai me escutou, ele prestou atenção no que falei”. “Ele se importa comigo.”
A quinta é Toque Físico. Não é de hoje que se conhece o poder do Toque Físico. De acordo com várias pesquisas, bebês tocados com afeto são emocionalmente mais saudáveis do que bebês privados desse toque. O mesmo se aplica a mim e a você. Um aperto de mão, um abraço, um tapinha nas costas enchem o tanque de amor de muitas pessoas solitárias. Normalmente os homens dizem “Ah! Eu sou toque físico”. Mas quem é Toque Físico pode ter relações sexuais mesmo depois de uma briga. É a forma de se sentir amado, então é como se estivesse já tratando do que aconteceu. A criança que é Toque Físico quando encontra você não irá simplesmente querer um beijo, mas um abraço apertado. Ela se sente amada com o toque. Percebo quando uma criança é toque pelo tempo que demora no abraço comigo e pela freqüência em que toda vez que me vê ela me abraça. Não diz nada, simplesmente chega perto e abraça. É nesta hora que ela diz: “ Me ame, me abrace!” Se você tem um filho que deseja sempre abraçar, beijar (aqueles beijos no rosto demorados), ele pode ser Toque Físico. Lembrem-se todos nós precisamos de todas as linguagens, então isto não lhe ausenta de aplicar todas elas com seu filho, mas se você percebeu que ele é Toque Físico, não perca tempo saia daí agora e dê um abraço bem apertado nele!
Gostaria de ressaltar que para identificar a Linguagem de Amor de seu filho ou mesmo a sua é necessário observação, e se caso você não tem demonstrado a Linguagem de Amor dele, provavelmente ele deve estar lhe cobrando de alguma forma. Você perceberá que é Vital! Você não conseguiria viver sem! Uma criança pode ser bilíngüe, ou seja, pode ter duas linguagens que são vitais, mas isso é mais raro. Talvez você pense: “ Ah! Meu filho é todas estas”. Se ele esta no período de formação 0 aos 6 anos a criança realmente deseja todas elas o dia todo porque afinal está em formação. Nós mesmos precisamos de todas elas, mas com freqüência de necessidades diferentes, por isso talvez você precise esperar um pouco mais para saber, mas enquanto isso, faça deste tempo uma oportunidade de fornecer os “4 As” utilizando estas linguagens para que o tanque emocional de seu filho fique sempre cheio! Afinal quem dá amor recebe amor!
Você já sabe qual é a sua Linguagem de Amor? Conseguiu identifica-la? E a de seu cônjuge? E de seu filho? Comente e compartilhe conosco sobre essa descoberta e como tem sido para você colocar em prática.
Estas informações foram retiradas dos livros: As Cinco Linguagens do Amor e As Cinco Linguagens do Amor das Crianças, ambos escritos por Dr. Gary Champman. Editora Mundo Cristão.
Se você ainda não leu estes livros, vale a pena! Estes eu recomendo!
Evitando Birras Infantis
Os pais que nos tornamos têm origem no modelo de pais que tivemos, seja para imitá-los ou para refutar suas atitudes e comportamentos.
Isto acontece com cada um dos responsáveis pela criança separadamente, enquanto indivíduos com sua própria história e, enquanto casal, quando unem suas diferentes e singulares histórias ao formar uma família.
É por este motivo que não há um manual que ensine a educar uma criança, visto que são infindáveis as variantes que fazem parte da relação familiar, bem como o contexto em que são inseridas.
Geralmente, a questão maior se encontra na dinâmica do casal após o nascimento do bebê. Cada um, consciente e inconscientemente, reativa e revive sua própria infância e o modo como experienciou esta fase, certamente influenciará a relação pais-filhos.
Assim, o que serve como orientação para uma família não serve para outra, porque antes deve-se estudar e compreender o funcionamento do casal entre si e como pais.
Vejamos como podemos evitar as famosas birras infantis, que provocam tanto mal-estar e constrangimento, preferencialmente em lugares públicos como lojas, restaurantes, supermercados e afins.
Evidentemente que os pequenos escolhem tais locais porque já perceberam que é mais fácil conseguir o que desejam. E os pais caem direitinho, também porque não querem incomodar os outros. Este tipo de comportamento acontece quando a criança (desde muito cedo), não percebe a diferença entre o tom de voz que ordena e o que pede e que pode ser negociado e, portanto, testado a cada situação que lhe convenha. E o mais interessante, é que aquilo que a criança tem vontade não é essencial e nem necessário. Funciona apenas como um confronto de poderes entre ela e os pais. Como um cabo de força.
Os adultos ainda subestimam a inteligência do próprio filho e acreditam que por ser muito novo não tem capacidade de manipulá-los para conseguir satisfação.
Por outro lado, não se pode perder de vista que entre dois e cinco anos, a criança ainda está assimilando o que sejam regras sociais e limites, como também não tem controle sobre suas emoções mais fortes. É totalmente dependende de um adulto que contenha seus impulsos desenfreados, mas sem agressividade.
Assim, evite levar seu filho para fazer compras ou comer em restaurante bem na hora que deveria estar dormindo em sua caminha aconchegante.
Se for fazer uma visita, peça para seu filho escolher um ou dois brinquedos para levar, o que a ajudará a passar o tempo se distraindo também.
Não fique longos períodos em lugares agitados ou cheios de gente estranha ou que não sejam de grande interesse para a criança, pois fará com que se assuste e se irrite mais facilmente. Afinal, programa de adulto é para adulto. Não espere que seu filho se comporte adequadamente por horas a fio, que não acontecerá.
Caso tenha que lhe chamar a atenção, não o faça na frente de outras pessoas. Leve-o para um lugar afastado e esclareça que não tem o direito de magoar ou irritar as pessoas. Evite grandes discursos, pois após um ou dois minutos, a criança se cansará e deixará de ouvir. Se tiver que impor um castigo, para cada ano de vida, um minuto correspondente, sempre dizendo o motivo pelo qual está sendo punida. É suficiente para aprender.
Porém, se ela se comportar como esperado, não se esqueça de elogiá-la, incentivando-a sempre.
Lembre-se sempre: ser pai ou mãe exige tempo, disponibilidade e paciência. Muito tempo, muita disponibilidade e muita paciência.
reportagem retirada do site: http://guiadobebe.uol.com.br/bb3a4/evitando_as_birras_infantis.htm
Especialistas dão dicas de como identificar vítimas de pedofilia
Pais devem estar atentos ao comportamento da criança e procurar ajuda especializada
O número de casos de pedofilia tem crescido porque as vítimas e seus familiares estão denunciando mais, de acordo a DCAV (Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima) da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que prendeu nesta quinta-feira (13) o dono de uma creche suspeito de abusar de cinco crianças. A reportagem do R7 ouviu especialistas sobre como reconhecer possíveis vítimas de pedofilia.
Por meio das investigações, policiais da DCAV conseguiram identificar alguns comportamentos de crianças que já foram vítimas de abusos. Um dos casos ocorreu com uma menina de três anos que, toda vez que era pega no colo por um homem, passava a mão no pênis dele. Os pais acharam estranho e procuraram um psicólogo, que descobriu o abuso. A polícia foi acionada.
A psicanalista e psicóloga jurídica Tamara Brockhausen, especialista em reconhecer crianças que sofreram abuso sexual, pondera que são muitos os sintomas que podem se apresentar, mas nem sempre eles significam que o menor foi violentado de fato. Uma das principais características é a mudança brusca de comportamento.
Entre os sinais, estão dificuldade de contato com pessoas do mesmo sexo do abusador – se foi um homem, a criança pode ter medo de se aproximar de pessoas do sexo masculino –; comportamento regressivo – quando ela volta a fazer xixi na cama ou chupar o dedo, por exemplo -; atitude sexualizada excessiva; medo de sair de casa ou da escola; alterações de apetite; raiva e depressão.
A recomendação para os pais que estão desconfiados é procurar imediatamente a ajuda de um psicólogo especialista no assunto. Também ajuda conversar com outras pessoas que convivem com a criança, como as professoras da escola, que podem identificar mudanças de comportamento.A delegacia recomenda que, assim que descobrirem o caso, os pais procurem imediatamente a polícia e o Conselho Tutelar.
Perfil do pedófilo
De acordo com a DCAV, o perfil dos pedófilos, tanto os que distribuem fotos pela internet, como aqueles que praticam sexo com menores, é o mesmo. Normalmente, são pessoas casadas ou solitárias.
Tamara explica que, ao contrário do que muitos podem pensar, o pedófilo não costumar ter um perfil agressivo. Muito pelo contrário. Ele se apresenta como uma pessoa doce, que dá carinho e atenção, conquistando a confiança do violentado. Muitas são pessoas que trabalham diretamente com crianças.
Falsa alegação
São cada vez mais comuns os casos de falsa alegação de abuso sexual e a incidência é ainda maior após o divórcio, alerta Tamara. Muitas vezes, a mãe tem a ilusão de que o filho está sofrendo abuso por parte do pai e pode acabar, mesmo que sem a intenção, levando a criança a desenvolver tais características.
- Às vezes, a mãe surge com uma ansiedade muito grande em relação à criança e pode, sem querer, acabar alterando a percepção dela. A mãe muito preocupada pode fazer a criança produzir a resposta que ela quer.
Reportagem retirada do site: http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/especialistas-dao-dicas-de-comoidentificar-vitimas-de-pedofilia-20100114.html
segunda-feira, 22 de julho de 2013
A CRIANÇA ESTÁ NA IDADE IDEAL PARA VIR A CRISTO
A CRIANÇA ESTÁ NA IDADE IDEAL PARA VIR A CRISTO
Uma criança têm a vida inteira para servir a Deus.
“Uma criança de 5 anos, se devidamente instruída, pode crer para salvação tanto quanto um adulto. Minha convicção é que as crianças que se convertem estão entre os melhores crentes que temos na igreja. Devo crer que são decisões genuínas e em maior número do que qualquer outro grupo, além de serem mais constantes e, ao longo prazo, mas sólidas”. (Charles Spurgeon).
Em Mateus 13:18-23 temos a explicação dada por Jesus aos vários tipos de terrenos onde a semente (a Palavra de Deus) é semeada: Terreno beira do caminho; Terreno pedregoso; Terreno espinhoso e Terreno bom.
Faça uma comparação dos tipos de solo onde a semente foi lançada, com as faixas etárias da existência humana: os jovens, atraídos pelos prazeres deste mundo (entre os espinhos), os adultos (terreno pedregoso) e os anciãos (chão batido à beira do caminho), faixas etárias onde rapidamente os corações vão ficando “endurecidos pelo engano do pecado”. Hb 3:13b
O solo onde houve 100% de aproveitamento no processo semeadura-colheita, foi a “boa terra”, ou seja, o solo do coração da criança.
A criança é simples, confiante e humilde. Como ela está no início da vida, seu coração é mais sensível à voz do Espírito Santo e pronta a reconhecer sua necessidade de salvação.
Devemos ensinar nossas crianças a adorar, não por causa de tradição ou sentimento, mas porque fomos criados para adorar e glorificar a Deus, e se alegrar n’Ele para sempre. Nós, pais e educadores, devemos estabelecer expectativas de acordo com esta máxima e tomar a iniciativa em ensinar a esta geração a adorar com reverência e amor.
DEVE-SE ENSINAR A CRIANÇA ...
Deve-se ensinar as crianças através de:
Exemplos: as palavras convencem, os exemplos arrastam.
Incentivos: que tipos de atos e atitudes estou incentivando, e que tipos não, com meus elogios e palavras de apreciação? Cuidado com palavreado negativo, faça a transição para o positivo;
Explicações: é preciso fornecer a razão das coisas, os porquês, pois isto instrui o coração. Não responder nada é dar uma explicação. Falar a verdade sempre;
Experiências: aprender com os acontecimentos negativos e positivos. Usar as circunstâncias para aprendizado. Por exemplo, desobediência traz conseqüências, existem perigos e prazeres, aprender a confiar e a temer, a absorver decepções, saber que nem todos gostam de nós;
Correções: último item e aplicadas mais nos primeiros anos. Não são a única ferramenta, pois as outras lhe antecedem, porém alguns acham mais fácil por preguiça. Correção nem sempre é castigo físico, as vezes basta uma palavra, outras vezes basta privar a criança de privilégios, botar para pensar, isolá-lo no quarto.
VOCÊ SABIA?
Informações coletadas de uma pesquisa sugerem fortemente que METADE das crianças presentes hoje na igreja irão deixar a fé para trás quando se tornarem adultas. E o problema não é a igreja, mas nossos lares...
TEMPO DA IGREJA REPENSAR COMO ANDA A FÉ EM CASA, NO DIA A DIA DA FAMILIA, Cristianismo de final de semana não transforma ninguém... muito menos esta geração.
Por que pessoas aceitam o desafio de trabalhar com crianças?
Por que pessoas aceitam o desafio de trabalhar com crianças?
Parece uma tarefa humilde, sem muita recompensa, mas é uma tarefa importantíssima. As crianças precisam de orientação espiritual. Elas têm valor aos olhos de Deus. O que falta é uma disponibilidade de pessoas que queiram trabalhar seriamente com os pequeninos.
Jesus falou (leia João 10:27).
Podemos e devemos seguir o exemplo de Jesus, ensinando a criança.
Lembre-se:
... Um médico pode curar doenças
... Um dentista pode cuidar dos dentes
... Seus pais podem lhe dar carinho e amor
... Seus amigos podem ensiná-la a brincar em conjunto
... Seus avós podem falar-lhes sobre o passado
... A televisão pode mostrar-lhes o mundo
Mas...
Quem vai ensinar essa criança que Deus amou o mundo e enviou-lhe seu Filho? Quem?
A CRIANÇA PRECISA SER SALVA
A CRIANÇA PRECISA SER SALVA
“Sei que sou pecador desde que nasci, sim desde que me concebeu minha mãe.” Sl 51.5
“Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.” Sl 58.3.
“Da mesma forma, o Pai de vocês, que está nos céus, não quer que nenhum destes pequeninos se perca”. Mt 18.14
CRIANÇA É BENÇÃO
CRIANÇA É BÊNÇÃO!
“Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor”. Mt 21.16
“Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos, e as revelaste aos pequeninos.” Mt 11.25.
As crianças estão com o coração aberto a aceitar e reter os ensinamentos bíblicos. Elas devem ser contadas como membros da igreja, pois fazem parte do corpo de Cristo.
Para ser salvo não é preciso entender tudo, basta crer e aceitar pela fé a palavra de Deus. “Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação” Rm 10.10.
As crianças dependem de nós para mostrar-lhes o caminho: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Pv 22.6.
quinta-feira, 28 de março de 2013
OLHANDO PARA O ESPELHO
"Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" (1 Tessalonicenses 5:18).
Uma família se sentou à mesa, em determinada manhã, para tomar o café. Como era costume, o pai fez a oração de agradecimento pelo alimento, pedindo a Deus que abençoasse o que estavam comendo. Logo a seguir, porém, como era seu mau costume, começou a murmurar sobre os tempos difíceis e as lutas pelas quais estavam passando.
Reclamou da péssima comida que eram forçados a comer, da forma como ela era preparada e muito mais. Sua filha pequena, interrompendo-o, falou: "Pai, você acha que Deus ouviu o que disse há alguns minutos atrás"? "Certamente", respondeu o pai com ar confiante de um bom instrutor.
"E Ele ouviu o que você disse sobre o café e o que comemos com ele"? "Claro" o pai respondeu, mas não com tanta confiança como antes. Então, sua pequena filha perguntou novamente: " Então, pai, em qual de suas duas palavras Deus acreditou"?
Será que temos o mesmo hábito ruim do homem de nossa ilustração? Ou confiamos em Deus ou não confiamos.
Não podemos agradecer por seus cuidados e por suas bênçãos e continuar reclamando de tudo e de todos. Ou a nossa fé está firmada no Senhor, crendo que todas as coisas cooperam para o nosso bem ou precisamos rever a nossa conversão e o que é, de fato, real em nossa vida espiritual.
Quando o Senhor Jesus está em nossos corações, toda a nossa vida é repleta de prazer.
Alegramo-nos tanto quando passamospor momentos de grandes vitórias e fartura como quando enfrentamos fracassos e escassez. A nossa felicidade não depende do muito ou do pouco, de bonança ou de batalhas, de glórias ou anonimato, mas simplesmente de ter Jesus como Senhor e Salvador de nossas almas. O Senhor é a nossa alegria. Glórias a Ele por tudo!
EDUCAÇÃO INFANTIL
A Formação do Caráter cristão na Educação infantil.
Prof. Joany Bentes
Como educadores cristão, não podemos de forma alguma descurar da responsabilidade em preparar nossas crianças a viverem num mundo globalizado, cuja ênfase é a busca por mais conhecimento. Nossa missão, apesar de difícil, tem de ser integralmente cumprida, a fim de que nossos filhos destaquem-se como testemunhas de nosso Senhor Jesus.
Para chegarem à estatura de “varão perfeito” Ef 4:13, os pequenos dependem da orientação correta, embasada na Bíblia Sagrada, pois é na infância que se dá a formação do caráter.
Então surge a pergunta: O que é caráter?
Existem centenas de definições para caráter, mas após muitas pesquisas podemos concluir que caráter é a capacidade de ação e reação mediante fatos sejam estes bons ou maus. São traços da natureza humana que podem ser alterados e que se constituem a partir das relações familiares, ambientais, pedagógicas e sociais.
É imprescindível que pais e professores da EBD estejam cientes de seus papeis como educadores e influenciadores do caráter de seus filhos, para isso Salomão aconselha: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, quando envelhecer não se desviara dele” (Pv.22.6).
Qualidades que contribuem para formação do caráter:
Humildade - "Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz". Filipenses 2:7;8
Mansidão – “Que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda a mansidão para com todos os homens”. Tito 3:2
Longanimidade – “O Senhor é longânimo e grande em misericórdia, que perdoa a iniqüidade e a transgressão, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta gerações”. Números 14.18.
Pode-se citar também os frutos do espírito, que se observados contribuíram na formação do caráter da criança.
Foi assim com o menino Jesus, ele “...crescia em sabedoria estatura e graça diante de Deus e dos homens” (Lc. 2 . 52)
Desde o primeiro momento da vida o ser humano começa a aprender. Quando a criança é pequena (dois a três anos) ela aprende a escolher entre o que é bom e que não é. Nessa idade se desenvolve a parte moral do caráter. Também aprende auto-controle, auto-segurança e desenvolve a coragem.
Atenção dobrada as crianças de 0 a 6 anos, período em que incide a educação infantil, o desenvolvimento emocional, cognitivo e o crescimento sensório-motor da criança estão em ampliação e os infantes carecem de uma atenção maior na sua orientação educativa.
É importante que professor e aluno tenham um bom relacionamento e para isso o professor precisa ter uma postura que compreenda.
a) Saber ouvir os membros do grupo;
b) Facilitar a integração do grupo;
c) Não ser intransigente ou repressor;
d) Estabelecer limites para o grupo;
e) Não marginalizar ou rejeitar alguém do grupo;
f) Agir de acordo com suas palavras;
g) Não usar o grupo para seus interesses pessoais;
h) Evitar descarregar os seus problemas no grupo;
i) Ser sincero com o grupo.
A eficácia do aprendizado depende do professor que deve conservar em mente as qualidades indispensáveis a um bom professor, sem as quais nem métodos criativos, recursos pedagógicos ou didáticos terão qualquer efeito, são eles:
a) Ter Cristo como salvador: e senhor da sua vida;
b) Ter liderança;
c) Ter amor e interesse pelas crianças;
d) Ser organizado;
e) Cuidar de sua aparência pessoal;
f) Praticar o que ensina;
g) Pensar nos mínimos detalhes;
h) Não desanimar diante de opiniões de pessoas que fazem oposição ao seu trabalho.
Importante:
O professor da EBD tem que tomar uma postura ,frente as investidas do mundo através das mídias de comunicação,pois as nossas crianças são invadidas e violentadas diariamente com pornografia audiovisual, além de outros conteúdos que deturpam os valores morais que alicerçam a fé cristã.
A formação do caráter cristão vai além das limitações humanas, está ligada à ação do Espírito Santo na vida das crianças, fato que só será possível se a criança for estimulada a confiar em Deus.
A fé das crianças e a Escola Bíblica Dominical
O professor da EBD, que trabalha com os pequenos, precisa estar ciente do seu compromisso e deve ter como objetivo principal “a fé das crianças” LEFEVER, M. (2003).
As crianças precisam aprender a falar com Deus, amar ao próximo, amar a Deus, e obedecer a sua palavra. Tais ensinamentos devem ser transmitidos na EBD.
LEFEVER observa o desenvolvimento da fé das crianças por fases:
A FÉ DO BEBÊ
Conceito-chave: Confiança
Relacionamentos significantes: Mãe e Pai.
Para uma criança desta faixa etária, somos as mãos e o rosto de Jesus.
II – A FÉ DAS CRIANÇAS DE 1 A 3 ANOS
Conceito-chave: Autonomia
Relacionamentos significantes: Pais e professores da Escola Dominical.
Tais crianças:
• Aprendem através de encenações de histórias bíblicas.
• São capazes de aprender que Deus criou todas as coisas.
• Compreendem que a Bíblia é um livro maravilhoso, cheio de histórias especiais; é o Livro de Deus.
• Aprendem sobre Jesus enquanto se movimentam. Aprendizes tátil-cinestésicos.
• Aprendem a orar.
III – A FÉ DAS CRIANÇAS DE 3 E 4 ANOS
Conceito-chave: Amor e Iniciativa
Relacionamentos significantes: Professores da Escola Dominical, pastor, família
Tais crianças:
• Gostam de frequentar “a própria igreja” (Escola Dominical).
• Aprendem a orar.
• Gostam de recontar histórias sobre Jesus.
• Aprendem a fazer mímicas de histórias bíblicas e de atitudes de Jesus.
• Interessam-se por Deus.
• Confundem Jesus e Deus.
• Desenvolvem uma consciência sensível.
• Perguntam sobre Jesus mais para interagirem com os professores do que para ouvirem respostas.
• Desenvolvem conhecimentos bíblicos.
• Permanecem apredendo a respeito de Jesus enquanto se movimentam.
• Desenvolvem bons hábitos da vida cristã.
• Aceitam Jesus como Salvador pessoal.
IV – A FÉ DAS CRIANÇAS DE 5 E 6 ANOS
Conceito-chave: Amor e Diligência
Relacionamentos significantes: Vizinhança, escola e igreja.
Tais crianças:
• Podem compreender o conceito de Deus como Criador.
• Costumam fazer perguntas.
• Temem a Deus porque Ele vê tudo que fazem.
• Desenvolvem o conceito de Deus e Jesus como pessoas reais.
• Identificam os personagens da Bíblia como reais.
• Consideram a oração importante.
• Orgulham-se da capacidade de ler em sua própria Bíblia.
• Começam a compreender a “Adoração”.
• Podem envolver-se em projetos simples, como “ajudar”.
• 40% passam da aprendizagem bíblica tátil-cinestésica para a leitura visual (palavras e imagens).
V – A FÉ DAS CRIANÇAS DE 7 E 8 ANOS
Conceito-chave: Aprender a amar.
Tais crianças:
• Estão esclarecidas quantos aos conceitos de certo e errado.
• Desejam ser boas.
• Começam a perceber a influência da consciência e os erros dos outros.
• São capazes de sentir vergonha, podem admitir seus erros, mas frequentemente transferem a culpa de seus erros para “outros”.
• Têm seu interesse por Deus aumentado gradativamente.
• Estão amadurecendo os conceitos acerca da morte e da ressurreição de Jesus.
• São capazes de estudar a Bíblia sozinhos.
• Usam de modo coerente o conteúdo das Escrituras e o que ouvem na Igreja.
• Já possuem um desenvolvimento significativo na área do pensamente simbólico.
• Estão ampliando sua visão de mundo.
VI – A FÉ DAS CRIANÇAS DE 9 A 11 ANOS
Conceito-chave: Justiça
Relacionamentos significantes: Grupos de mesmo nível, igreja e modelos de lideranças seculares.
Tais crianças:
• Correspondem ao ensino sobre o caráter de Deus.
• Aprendem mais facilmente a respeito da vida cristã por intermédio de projetos do que por exposição.
• Começam a constatar que devem seguir suas próprias convicções acerca de Jesus.
• Propõe perguntas mais difíceis do que as dos adultos.
• São capazes de compreender o plano da salvação.
• Compreendem o propósito da oração.
• Desenham heróis da Bíblia e da igreja local.
• Possuem uma necessidade de pertencer ao grupo.
• Personalizam sua sexualidade a partir de uma perspectiva cristã.
• Adquirem uma compreensão básica da ética bíblica.
• São capazes de julgar suas póprias ações à luz das atitudes de Jesus.
• Frequentemente fazem confusão entre o certo e o errado.
VII – A FÉ DOS ADOLESCENTES
Conceito-chave: Fidelidade
A maioria das pessoas que consolida sua fé até os 12 anos permanece fiel pelo resto de sua vida.
Conclusão
É inegável que a criança que tem uma fé alicerçada em Cristo terá seu caráter formado dentro dos padrões espirituais e nesse sentido a EBD é em todos os aspectos um centro de influência positiva.
O professor da EBD deve buscar em Deus e na sua palavra a sabedoria necessária para conduzir os pequenos ao principal objetivo da vida cristã, “o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” Efésios 4:12,13.
REFERÊNCIAS
BÍBLIA SAGRADA. Tradução de João Ferreira de Almeida. Versão corrigida.
LEFEVER,M.Métodos Criativos de ensino: como ser um professor eficaz.Rio de Janeiro:CPAD,2003
Alcançar Crianças para Cristo - Um Grande Desafio!
Todas as crianças têm almas imortais e geralmente têm muitos anos de vida à sua frente. Que usemos cada oportunidade para levá-las ao Senhor Jesus, o Pão da Vida que dá o sustento pra que elas tenham vidas bem sucedidas!
As crianças estão por toda parte e também precisam de salvação, independente de sexo ou raça, idade, religião ou situação financeira.
Evangelize-as cedo!
Infelizmente, no mundo em que vivemos, em meio a tanta violência, manipulações da mídia e injustiças, as crianças perdem sua inocência tão cedo e passam a carregar sobre os seus ombros o peso do pecado, sendo lançadas no mundo das drogas, dos roubos, da prostituição, etc...
Pra que nossos pequeninos se tornem forte e resistam aos dias maus, elas precisam conhecer a Jesus, elas precisam ser sustentadas por Cristo!
As crianças estão tão pertinho de nós, entre nós e carecem da nossa ajuda amorosa, levando a elas as Boas-novas de salvação! Permita que elas saibam que Deus as ama e que vc as ama também. Peça ao Espírito Santo para amar as crianças por seu intermédio!
A alma da criança é tão valiosa aos olhos de Deus quanto a de um adulto, pois cada uma delas viverá eternamente. Ganhar uma criança para Cristo, é salvar tanto uma alma quanto uma vida, pois ela ainda tem uma vida inteira para viver com Jesus!
Que nesse ano de 2009, possamos refletir sobre as ações do Ministério infantil, fazendo prevalecer sobre todas essas ações o amor e a dedicação, a compaixão pelas almas perdidas! Cumpramos o Ide do senhor Jesus!
Façamos valer todo esforço, todo empenho, em santidade, na obra de Deus!!
Taty Amaral
IMPORTÂNCIA DO CULTO INFANTIL
FONTE: PROF.IZA
Introdução
Você já parou para pensar o que vem a ser Culto Infantil? Para respondermos a essa questão, primeiramente precisamos pensar no significado da palavra "culto".
Segundo o dicionário Aurélio, culto significa: "adoração ou homenagem à divindade". A Bíblia usa a palavra culto para se referir tanto ao culto ao único e verdadeiro Deus, como também a deuses falsos e imagens de esculturas (Ex 20:5).
Para nós cristãos, culto é serviço da nossa alma ao nosso Deus. Pensando dessa forma, será que cremos realmente que crianças podem cultuar a Deus?
"Cuidado, não desprezem nenhum destes pequeninos! (Mt 18:10-NTLH)
É claro que as crianças podem e oferecem culto genuíno a Deus. Por isso, precisamos ter cuidado para não desprezá-las. Não usem nunca a palavra "cultinho" para se referir ao culto infantil, pois elas não oferecem culto menor que os adultos.
Um fato importante que devemos observar é que as crianças estavam presentes nas principais celebrações do povo de Israel (Js 8:35, 2 Cr 20:13, Ne 12:43). Elas louvaram a Jesus em sua entrada triunfal em Jerusalém (Mt 21:15). Com isso concluímos que as crianças tem lugar importante no culto a Deus.
Culto = Escola Bíblica Dominical? Não! O culto é diferente da Escola Dominical, como o próprio nome diz, é uma escola onde a criança irá estudar e aprender sobre Deus e Sua Palavra. No culto infantil, ela cultua a Deus, ela apresenta todo o seu ser ao Senhor em atitude de adoração. É claro que também há estudo e aprendizagem, porém a ênfase é dada na adoração e no culto a Deus.
1. Liturgia do culto infantil
Tendo a visão correta do que é o culto infantil, precisamos planejá-lo e organizá-lo de maneira que levemos as crianças a terem comunhão com Deus através da oração, do ensino da Palavra, do louvor e de outras atividades onde vivenciem a verdadeira adoração.
Para atingir esses propósitos, precisamos dar atenção especial à liturgia do culto infantil.
O culto deve ser adequado à liturgia e à idade das crianças, e deve ter:
1.1 Oração
Durante o culto deve-se designar tempo especial à oração. Oração é a nossa conversa com Deus e pode ser: de adoração (exaltar o caráter de Deus), confissão, gratidão, petição e intercessão. É muito importante variar os métodos de oração. Por exemplo, pode-se fazer cadernetas, murais, cartões, amigos secretos de oração, fichas de diversos modelos, etc.
1.2 Leitura da Bíblia
A leitura deve ser de acordo com o objetivo a ser atingido no culto, sempre com textos curtos e simples de maneira que as crianças possam acompanhar e entender a leitura. Também se deve fazer a leitura de forma diversificada. Por exemplo: lida somente pelos meninos, pelas meninas, leitura alternada, etc. Nunca deixe de usar a Bíblia no culto infantil (grifo meu). Procure também utilizar cartazes, painés grandes e coloridos para fixação da mensagem do Grupo "maiores".
1.3 Mensagem
É a forma da aplicação da Palavra, quando ouvimos o que Deus tem a nos dizer. Deve ser ministrada de forma dinâmica e diversificada. Nessa hora, o dirigente deve ser criativo pra atrair a atenção da criança.
1.4 Música
Não use esse momento como um passatempo, frise sobre louvor e adoração a Deus. Use cânticos apropriados à idade das crianças e que contenham mensagens relevantes.
1.5 Atividade complementar
São atividades com diversas finalidades e objetivos como: ofertas, testemunhos, concursos, apresentações especiais, aconselhamento, etc.
1.6 Atividades de integração com a Igreja
Sugerimos que uma vez por mês as crianças participem do culto com os adultos. Nesses momentos pode haver participação especial das crianças, como: música, leitura da Bíblia, versículos memorizados, dramatizações, etc.
1.7 Atividade de integração com os pais
Ter no programa do culto infantil atividades que incentivem os pais a fazerem o culto doméstico. Planeje atividades semanais para que as crianças façam com os pais. Organize algumas reuniões com o objetivo de mostrar a importância dessas atividades.
* É muito importante que as crianças recebam atividades para serem feitas com a família, reforçando a mensagem do culto. As crianças normalmente gostam de contarem aos pais as historinhas que ouviram. Estimule também aos pais a se envolveram nessas atividades extra-culto. (grifo meu)
1.8 Atividades de fixação e verificação do ensino
É de extrema importância ter uma atividade em que o professor possa reforçar o ensino e também verificar se os seus objetivos foram alcançados. Essas atividades podem ser em forma de concursos, dinâmicas, brincadeiras, dramatizações, etc.
2. Como organizar o culto infantil na sua Igreja
2.1 Faça a divisão das crianças por faixa etária
Sugerimos:
Berçário - 0 a 1 anos
Maternal - 2 a 3 anos
Grupo de crianças menores - 4 a 6 anos
Grupo de crianças maiores - 7 a 10 anos
Esses grupos podem variar de acordo com o número de crianças que freqüentam a Igreja. Se não houver muitas crianças na faixa etária de 4 a 10 anos, você pode fazer apenas um grupo e usar o material mais apropriado à maioria das crianças ou se ao contrário, sua igreja possui um grande número de crianças, você pode subdividir os grupos.
2.2 Forme um equipe
a. Procure pessoas que:
sejam vocacionadas para o trabalho com crianças;
tenham disponibilidade para trabalhar com crianças pelo menos durante um quadrimestre. Não é interessante que se mude o dirigente a cada domingo, pois ele não formará vínculo com as crianças e não terá uma visão geral do que está sendo ensinado, nem poderá traçar objetivos em longo prazo;
estejam dispostas a aprender sempre.
b. A equipe deve ser composta por:
Coordenador
Programa a escala dos dirigentes e auxiliares para todo o ano.
Organiza o material que será utilizado
Promove reuniões com toda a equipe para traçar objetivos e para avaliação do trabalho desenvolvido.
Dirigente (1 ou 2 para cada faixa etária)
Divide os trabalhos e programa os cultos com a equipe.
Coordena e orienta as tarefas dos auxiliares.
Dirige o culto.
Auxiliar
Ajuda na disciplina.
Ajuda nos cânticos.
Ajuda nos trabalhos e atividades de fixação do ensino.
Músico
Acompanha o período de louvor, tocando algum instrumento ou apenas dirigindo os cânticos.
Ensina novos cânticos.
É muito importante que essa equipe sempre se reúna para orar, compartilhar bênçãos, necessidades e dificuldades do trabalho.
2.3 Adote um material de qualidade
Você pode criar o seu próprio currículo, planejando os temas que serão abordados durante todo o ano e buscando materiais existentes no mercado que o auxiliem na abordagem desse currículo.
Conclusão
No culto infantil a criança deve ser sempre incentivada para que ore, leia a Bíblia, aprenda e adore ao único e verdadeiro Deus.
CRIANDO FILHOS PARA DEUS
Os pais são os representantes de Deus, e a obra de preparar os filhos tanto para esta vida como para a vida eterna, pertence aos pais. Porque o lar é a primeira escola, e os pais os primeiros professores. Já nos tempos do Antigo Testamento Deus instruiu os pais de família, dizendo: "Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-se e ao levantar-se. Também as atarás como sinal na tua mão e serão por frontal entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas". Deuteronômio 6:6-9 .Mais de mil e quinhentos anos mais tarde, o apóstolo Paulo escreveu: " Pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestações do Senhor." Efésios 6:4 .
Quando se deve começar a educação? Na infância evidentemente. Logo que uma criança é capaz de formar uma idéia, deve começar sua educação. Educação quer dizer o processo pelo qual a criança é instruída, desde o berço à infância, da infância à juventude, e da juventude à maturidade. A Palavra de Deus recomenda: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele." Provérbios 22:6
"As lições que a criança aprende durante os primeiros sete anos de vida, tem mais a ver com a formação do seu caráter, que tudo o que ela possa aprender nos anos posteriores.(Orientação da Criança, 193). Na verdade os três primeiros anos são os mais expressivos, daí a importância da companhia da mãe de maneira especial nesta etapa da vida da criança. Os componentes do relacionamento nos primeiros anos não podem ser supridos por mães substitutas, ou mesmo por creches. O papel desempenhado pela mãe nos primeiros anos tem efeito decisivo sobre a inteligência da criança. Em resumo: o papel dos pais e principalmente o da mãe, na educação dos filhos, é da mais alta importância e insubstituível.
Que lições devem ser ensinadas aos filhos?
1. A primeira lição que deve ser ensinada à criança é que Deus é o nosso pai. O pai e mãe terrestres, são representantes do Pai celestial. Esta é uma grande responsabilidade que repousa sobre os pais. Devem ensinar à criança que Deus é amor e que Ele é também a fonte de todo o bem, devem os pais ensinar ao bebê, à criança e ao jovem, o amor de Jesus. Outro ensino fundamental a ser ensinado é o amor ao próximo. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo é das regras mais importantes da vida.
2. Em segundo lugar deve-se ensinar à criança, as lições de obediência e respeito aos pais, bem como o domínio próprio. Pais que deixam passar vários anos para depois ensinar aos filhos que devem ser obedientes, estão perdendo a chance de educar, pois depois dos primeiros anos se torna impossível ensinar lições de obediência. O santo Livro diz: "A criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe. . . Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma." Provérbios 29:15 e 17.
3. Em terceiro lugar deve-se ensinar á criança, lições sobre saúde. A importância de ingerir alimentos saudáveis, em horas certas; o asseio pessoa; o dormir em ambiente ventilado; o evitar o uso de drogas que destroem a saúde, como o fumo o álcool e os tóxicos em geral. As potencialidades de uma criança podem ser incalculáveis. Se os filhos forem bem educados, poderão ser uma alegria para os pais, uma bênção para a comunidade e acima de tudo, honra e glória para Deus.
4. Um outro elemento que deve fazer parte da educação da criança é o espírito de serviço. A criança deve ser estimulada a auxiliar o pai e mãe, estimulada a ser abnegada e dominar-se a si mesmo. Os nossos filhos são um precioso tesouro que o céu nos confiou. No Salmo 127:3, A Bíblia diz que os filhos são a herança do Senhor. Uma grande educadora escreveu o seguinte: "Os pais devem ser a mão humana de Deus, preparando a si mesmos e aos filhos para a vida sem fim. É como se Deus nos dissesse: Eduquem esta criança para mim, a fim de que ela possa um dia brincar nas cortes eternas." Poderia citar vários exemplos de crianças que foram educadas dentro dos padrões da orientação de Deus.
Vamos citar apenas dois exemplos:
a) Moisés - Tornou-se o líder do povo de Deus. Como historiador, poeta, filósofo legislador e líder - excedeu todos o homens da antiguidade.
b) Samuel - Dedicado a Deus desde a concepção. Serviu a Deus nos dias dos primeiros reis de Israel. Tornou-se um grande profeta do Senhor. Certa vez numa igreja, o ancião chegou ao pastor e propôs um severo castigo para dois meninos que estavam estragando um tapete do tempo. - Deixe os meninos disse o pastor: Uma polegada de meninos vale mais que quilômetros de tapetes. Amados pais: Nosso filhos são preciosos presentes de Deus. São a herança do Senhor. Como pais, devemos saber que um dia Deus vai perguntar: "Onde está o rebanho que te foi confiado, o teu lindo rebanho?" Jeremias 13:20.
Ou em outras palavras: Onde estão os filhos que eu te dei? Cada um de nós terá que responder, queiramos ou não. Permita Deus, que nossa resposta possa ser a que está em Isaías 8.18, "Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu." Repetida em outras palavras em Hebreus 2:13: "Eis aqui eu, e os filhos que Deus me deu." Logo Jesus voltará a este mundo para reunir a família da terra com família do céu. Cada filho da família terrestre deverá receber as boas vindas no lar de glória. Permita Deus que todos nós, pais e filhos sejamos recebidos por Jesus quando Ele vier. O meu grande desejo é que vocês pais possam ser abençoados ao educar.
E um dia Deus os recompense com a herança do Senhor. Uma Herança Celestial Você está encontrando dificuldades para educar o seu filho, ou sua filha? Alguma vez já pensou que talvez seria melhor não tido filhos? Você fica preocupado com o futuro de seu filho ou sua filha? Havia um príncipe árabe que ficava espantado com as reclamações que seus colegas casados faziam, relacionadas com a educação dos filhos. A todos, ele dizia, que tinha seis regras infalíveis para educar os filhos. Passados alguns anos ele se casou. Depois de um certo tempo de casado, em conversa com seus amigos, um deles recordou-lhe o assunto das seis regras infalíveis e perguntou como elas eram aplicadas, já que agora ele tinha filhos.
O príncipe sorriu, e após alguns instantes condenou-se , dizendo: "eu agora tenho 6 filhos e nenhuma regra. Educar filhos, quando não se tem filhos é fácil, assim como é mais fácil educar os filhos dos outros. Embora haja dificuldades no lidar com as crianças, elas estavam no plano de Deus desde a criação. Em Gênesis 1:27-28, a Bíblia na Linguagem de Hoje declara: "Tenham muitos e muitos filhos.
" Aquele que deu Eva a Adão por companheira. . .ordenou que homens e mulheres se unissem em santo matrimônio, para constituir famílias cujos membros, coroados de honra, fossem reconhecidos como membros da família celestial. Na Europa, que é o continente que foi duramente afetado pelas duas guerras mundiais os pais estão diminuíndo ao máximo o número de filhos. Na Alemanha, o país que mais sofreu com os horrores das guerras está se tornando um país de velhos. Em muitos países um bom número de hotéis aceitam cachorros, mas não concordam em hospedar crianças. Na Bíblia lemos: "Herança do Senhor, são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão." Salmo 127:3.
Mas o que significa: Os filhos são a herança do Senhor? O significado da palavra herança é algo passado para descendentes esperando que eles administrem, como o mesmo empenho dos antepassados. Os Filhos são a herança do Senhor.
Vieram das mãos do Senhor e são confiados aos cuidados dos pais. E Deus, espera receber os filhos das mãos de seus pais, na volta de Cristo. Os filhos são entregues aos seus pais como um precioso depósito, o qual Deus requererá um dia de suas mãos. Devemos dedicar à sua educação mais tempo, mais cuidado e mais oração. Uma boa parte dos filhos são apenas colocados no mundo e a partir de então eles próprios tem que tomar as suas decisões Toda casa, para progredir deve ter uma legislação própria. Cabe aos pais definir as leis da casa e torná-las conhecidas dos filhos.
Cabe aos filhos seguí-las totalmente. Deus deu aos pais toda a autoridade necessária para a educação dos filhos. A Bíblia declara: "Coroa dos velhos são os filhos dos filhos, e a glória dos filhos são os pais." Provérbios 17:6 "Filhos que desonram e desobedecem aos pais e não levam em conta seus conselhos e instruções não podem ter parte na terra feita nova. A terra purificada nãos será lugar para filhos rebeldes, desobedientes e ingratos. Nenhum transgressor pode herdar o reino de Deus." LA 294: 2,3. Na Bíblia encontramos uma história de um pai que tinha sérios problemas com os seus filhos. Esta história está relatada em I Samuel, capítulo 2.
Eli era sacerdote, juiz e pai em Israel. Como sacerdote e juiz, Eli ocupava as mais altas posições e responsabilidades diante de Israel. Nestas funções, ele era olhado como exemplo e exercia grande influência sobre as tribos de Israel. Como pai Eli tinha sérios problemas. Ele não governava bem a sua casa: Era um pai transigente, em vez de contender com eles ou castigá-los submetia-se às suas vontades e os deixava seguir seu próprio caminho. Não corrigia os maus hábitos e paixões de seus filhos. Por amar a comodidade, considerou a educação de seus filhos como algo de pouca importância. Eli não dirigiu sua casa segundo as regras de Deus para o governo da família. Seguiu seu próprio juízo. Ele deixou de tomar em consideração as faltas e os pecados de seus filhos em sua meninice, comprazendo-se com o pensamento de que após algum tempo eles perderiam suas más tendências. Muitos hoje estão a cometer erro semelhante.
Julgam que conhecem um meio melhor para educar os filhos. Não procuram a sabedoria de Deus através de Sua Santa Palavra. Esperam que os filhos fiquem mais velhos, para que assim possam entende-los. Fazendo assim, os maus hábitos dos filhos são fortalecidos até se tornarem uma segunda natureza. Os filhos crescem sem sujeição, com traços de caráter que são para eles uma maldição por toda a vida, e que podem reproduzir-se em outros. Por causa da negligência de Eli, seus filhos não seguiram o caminho que deveriam ter seguido. O final para Eli foi muito triste. Quando soube da morte de seus filhos e do desaparecimento da Arca de Deus, foi tão grande o susto que Ele levou, que caiu de uma cadeira, quebrou o pescoço e morreu.
Hoje eu posso estar falando à pais que estão desesperados por que não sabem mais o que fazer com seus filhos rebeldes. Ou também posso estar falando para jovens que estão esperando o primeiro filho, e que estão ansiosos de como devem agir em relação à educação do bebê que irá nascer, ou então para pais que tem filhos pequenos, e desejam dar uma melhor educação para seus filhos. Creiam, o maior desejo de Deus, é que devolvamos os nosso filhos, a herança que Ele nos deu, no dia da volta de Cristo. Para isso é preciso que busqemos a sabedoria que vem do alto. Com toda certeza o Pai que está no céu nos dará o conforto. Deus em seu infinito amor nos mostrará como agir, como falar como os nossos filhos e como ensiná-los no caminho que conduz à eternidade.
Fonte: www cvvnet.org
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