segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Este é um tempo sem pais

Vivemos em um momento da historia onde pais e mães não sabem como criar filhos, estes novos pais, deveriam ter recebido um discipulado de seus pais como nos relata o salmista Asafe no Sl.78:3.4, “ O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos têm contado, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que ele tem feito.” Porem muitos desses que ouviram, não ouviram com seus ouvidos espirituais e portanto, nenhuma instrução foi compartilhada com seus filhos, e desta forma, milhares vem de lares quebrados, marcados pelo divorcio, ou são filhos de pais ausentes, alcoólatras, ou fazem parte de famílias disfuncionais. Esses jovens pais tem como pano de fundo um modelo inadequado de familia, e dessa forma nada tem para dar a geração que lhe sucederá. Em alguns casos encontramos avós que não sabem o seu lugar, não cortaram o cordão umbilical de seus filhos e vivem a interferir na educação de seus netos, quando poderiam ser uma benção de suporte e auxílio quando solicitados. Como criar filhos saudáveis e obedientes? Creio que esse é o grande desafio desta nova geração de papais e mamães. Necessitamos colocar os nossos olhos nas sagradas escrituras e com o nosso coração ouvir e abraçar a Palavra de Deus sobre esta importante questão, portanto vamos ao texto sagrado. Herança do Senhor Salmos 127:3 Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão. Os filhos que recebemos do nosso amado Senhor, não são um problema, são uma oportunidade dada por Deus, para um “momento especial” , “uma tarefa em casa”. Aqui a esposa é uma “Assessora Especial”, sem a ajuda de uma esposa sabia e sensata, a tarefa de educar as crianças, tornar-se-á mais difícil. O Pai é o responsável aqui, porém, frequentemente o pai empurra para a mamãe, tarefas que Deus deu ao homem, ao macho, aos pais (Ef.6:4 – pais aqui é pater). Que tremenda oportunidade nós como pais recebemos de exercer o discipulado primeiro em nossa casa e depois ate aos confins da terra. Como pais devemos aproveitar esses momentos especiais para demonstrar amor, graça, paciência, firmeza e segurança aos nossos filhos. Ensina a Criança Provérbios 22:6 Ensina a criança no caminho em que deve andar , e, ainda quando for velho , não se desviará dele. Treina a criança, instrui a criança, como? A idéia aqui e “colocar água na boca”, provocando na criança o desejo pela instrução. Abrace seu filho 12 vezes ao dia, fale de suas qualidades, tenha interesse em suas tarefas, descubra qual a linguagem de amor de seu filho, declare que você o ama e que ele é muito importante para você e para Deus. Pais procurem tornar Cristo conhecido de tal maneira que seus filhos queiram segui-lo. Porque será que mais de 70% dos freqüentadores da Rua Aurora em SP são filhos de pais “crentes”? Inculcar A idéia aqui no texto não é ouvir, mas, ouvir com o coração, da mesma forma como fizeram os irmãos de Tessalonica na Macedônia (1ª.Ts.2:13). Despertar na criança um ardente desejo de “mamar” no Senhor, assim como a criança tem um desejo natural de desejar os seios de sua mãe, a criança deve ser despertada para colocar sua vida no seio do Pai Celestial. Agora, a questão é como você como pai e mãe, treina seus filhos dia após dia? Criar filhos é um treinamento que oferecemos a essa herança que Deus colocou em nossas mãos e também é um tempo onde o nosso Pai Celeste, treina a nossa vida, para gerar em nós os frutos do Espírito de Gálatas 5:19.21. Os filhos de Pais incoerentes e hipócritas, isto é; pais que são atores na vida crista, não vivem o que falam e o que falam esta divorciado do que vivem, esses filhos experimentarão: Depressão Melancolia Será crente de fachada Desenvolvera a tendência de andar com Xiitas ou liberais Pode ser tornar muçulmano Pais – HOMENS Que privilégio que nosso Pai do Céu deu a nós homens a responsabilidade da disciplina (paidéia) de nossos filhos, não e para mamães a tarefa, mas para os Papais. A palavra aqui para disciplina é paidéia, que nos da a idéia de “treinamento” . Neste ponto e muito importante que Papai e Mamãe sejam muito firmes independente de quem esta vendo, quem esta por perto, no ambiente onde estamos. Firmeza faz parte do caráter de nosso Senhor, o apostolo João nos diz que nosso Senhor Jesus era cheio de graça e verdade, graça tem a ver com sublimidade e verdade tem a ver com firmeza. Em outras ocasiões nos encontramos nosso Senhor sendo firme, Isaias nos diz:”...fim o meu rosto como o seixo...”, como a rocha, um rosto firme, isso é caráter. Quando pais são incoerentes na disciplina, o pai corrige e mãe protege, discorda; a criança fica indecisa e vai crescer com pouco discernimento da vida. É muito importante que pai e mãe tenham unidade nas disciplinas e correções da criança, lembrando que disciplina é diferente de castigo, disciplina segundo Deus, tem padrão, é coerente. Manter Quente Criar filhos é também criar uma atmosfera onde as crianças sintam-se aquecidas em meio aos invernos da vida e refrigeradas em meio as situações de pressão e crise. Nosso irmão apostolo Paulo, escreve aos Tessalonicenses como mamãe (ama) que acaricia, que aquece, que mantém quente, os próprios filhos. 1 Ts 2:7 “...antes nos fizemos brandos no meio de vós, como a mãe que acaricia seus filhos...” Que bendita e alegre tarefa o Deus Eterno nos deu, a mim pessoalmente ele deu quatro filhas, criei-as com alegria e expectativa, oração e temor a Deus, valeu a pena, hoje posso vê-las comprometidas com o evangelho, buscando conhecer a vontade de Deus para a suas vidas. Deus é bom, muito bom. Queridos pais, papai e mamãe, não desanimem em meio as lutas e dificuldades para investir nos pequeninos que Deus colocou aos vossos cuidados, caminhem pela fé (Cl.2:6), confiem em Deus e dependam dele, pois o que ele prometeu “ate quando for velho não se desviara” (Pv.22:6), Ele há de cumprir, e o que Ele falou é certo que fará. Deus nunca erra. Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá? (Nm. 23:19) Postado por Josue Martin

Papai não é mamãe!

O pensamento politicamente correto contaminou a paternidade e exige dos homens um desempenho equivalente ao das mulheres no cuidado com os filhos. Mas isso vai contra os fatos da biologia Todo homem que queira se manter competitivo no mercado das relações amorosas, atualmente, precisa demonstrar que reza pela cartilha do politicamente correto no quesito paternidade. Ou seja, ter disposição (ou pelo menos dizer que tem) para desempenhar toda e qualquer tarefa relacionada ao cuidado com os filhos. Dito assim, soa razoável. Em um mundo em que homens e mulheres trabalham e as famílias foram reduzidas ao núcleo formado por casal e filhos – com o resultado de que avós, tias e primas atuam cada vez menos como "segundas mães" –, é mesmo necessário ter uma participação maior do pai nos serviços domésticos. Já vai longe o tempo em que levantar as pernas para a mulher passar o aspirador era considerado uma grande ajuda. Esquentar a mamadeira, preparar a papinha, trocar a fralda e dar banho no bebê são atividades, entre muitas outras, que um pai pode perfeitamente desempenhar. Mas há excessos na concepção mais difundida de paternidade moderna. O principal deles é equiparar pai e mãe na capacidade de suprir as necessidades físicas e afetivas dos filhos. A influência que o pai pode ter sobre seus rebentos, especialmente quando eles ainda são bebês, é limitada por fatores biológicos. Forçá-lo a agir como se pudesse substituir a mãe pode ter efeitos devastadores. "Muitos homens se sentem emasculados nessa posição porque passam a acreditar que as formas tradicionais de masculinidade, com as quais eles se identificam no íntimo, são negativas", disse a VEJA o psiquiatra inglês Adrian Lord. "A insatisfação nessa troca de papéis pode até afetar o desempenho sexual do casal." O excesso de expectativa – e ansiedade – em relação ao papel paterno pode ser verificado por meio dos resultados obtidos em uma enquete feita com 820 pais no site VEJA.com. Setenta e cinco por cento deles disseram que gostariam de passar mais tempo com os filhos, mas só 20% parecem achar possível realizar esse desejo num curto espaço de tempo (veja o quadro). É óbvio que cada casal tem o seu próprio equilíbrio na divisão das tarefas maternas e paternas. E é claro também que existem homens que se realizam como "pais totais", sem que isso interfira na sua masculinidade (pelo menos, eles não sentem os efeitos mais adversos). Analisados em conjunto, entretanto, os homens estão sendo submetidos a duas forças opostas. De um lado, a pressão das mulheres para que exerçam a paternidade de uma maneira historicamente inédita, em que várias das tarefas maternas lhes são confiadas. De outro, a limitação de ordem natural, que faz com que eles não se sintam totalmente à vontade nas novas funções. Ordem natural? O pensamento de extração feminista atribui o desconforto dos homens nos cuidados com os filhos a aspectos culturais originados do machismo patriarcal. Por esse argumento, os pais não conseguem ter a mesma delicadeza, afetuosidade e disponibilidade que as mães simplesmente porque não se despem dos valores que lhes foram inculcados e que continuam a ser reproduzidos nas diferentes esferas da vida social. Não foram educados para cuidar de crianças e não encontram respaldo no ambiente de trabalho para ser pais participativos. Tudo isso é, em parte, verdadeiro. Meninos são ensinados a manter-se longe de bonecas, e é mais fácil para uma mãe do que para um pai convencer o chefe de que precisa sair mais cedo para levar o filho ao médico. Pais como Paulo de Queiroz Silveira, do Rio de Janeiro, que trabalha em casa e pode passar boa parte do dia com as crianças, frequentemente ouvem a pergunta "Onde está a mãe deles?", quando estão com os filhos no shopping ou vão sozinhos às reuniões na escola. Chegamos, então, à "ordem natural". Por mais que as pessoas acreditem na versão politicamente correta da paternidade, o fato é que a maioria estranha quando os homens desempenham tarefas tradicionalmente maternas. Isso é errado? Não. "As regras sociais e culturais não surgem do nada. Elas têm uma origem biológica", diz o psicólogo evolutivo americano David Barash, da Universidade de Washington. Entre as características tipicamente masculinas que, em geral, são deixadas de lado quando se tenta cuidar de uma criança com a mesma dedicação de uma mãe, estão a autonomia, o gosto pela competição e a agressividade. A perda de virilidade experimentada pela maioria dos homens que se põem a realizar trabalhos associados a mulheres tem bases químicas. Experiências de laboratório mostram, por exemplo, que os níveis de testosterona no organismo caem quando o homem segura uma boneca nos braços. O efeito é o mesmo de quando o marmanjo embala um bebê de verdade. O hormônio masculino por excelência é aquele que, entre outras coisas, proporcionava aos machos humanos, nos tempos das cavernas, o ímpeto de caçar, acasalar-se – e dar uma bordoada na cabeça do inimigo. Faz sentido, portanto, que a evolução tenha moldado o organismo do homem de forma tal a diminuir os níveis de testosterona na presença de crianças – não só as suas, como as de outros. Do contrário, eles representariam sempre um perigo para aqueles serzinhos adoráveis – e gritadores, e chorões, e... irritantes. Um estudo feito por antropólogos da Universidade Harvard indica que os níveis do hormônio em homens casados são, em média, mais baixos do que em solteiros. E, entre os casados que passavam todo o tempo livre com a mulher e os filhos, sem dar chance à cerveja com os amigos, a quantidade era ainda menor. A descoberta reforça a tese de que o natural para um homem é ser provedor e protetor – não um trocador de fraldas. O psicólogo David Barash explica que o envolvimento do pai com os filhos é proporcional ao grau de certeza que o macho tem de que a prole carrega seus genes. É o contrário do que ocorre com as mulheres. A não ser nas novelas de televisão, elas jamais têm dúvida de que deram à luz aquele filho. "Em termos evolutivos, esse fato serviu para estreitar ainda mais a ligação entre mães e sua descendência", diz Barash. "Prova disso é que não há uma única sociedade em que os homens se dedicam a cuidar mais das crianças do que as mulheres." Tal especificidade também esclarece por que a natureza reservou às mulheres, e não aos homens, a capacidade de produzir leite. Se fosse o contrário, os homens poderiam ver-se na situação de amamentar os filhos dos outros (ou de recusar-se a fazê-lo caso descobrissem o engodo). Só o sexo que investiu nove meses na gestação e não questiona se o rebento é seu poderia ter uma função tão essencial quanto a de alimentá-lo nos primeiros anos de vida – garantindo, desse modo, a continuidade da espécie. O trato com as crianças, segundo a ordem natural, também diferenciou homens e mulheres quanto a outros aspectos. Centenas de milhares de anos acalentando e dando atenção a indivíduos que não se expressam verbalmente – os bebês – conferiram a elas capacidades cognitivas superiores às dos homens. Daí a vantagem feminina na compreensão da linguagem corporal. Já o homem, menos preso a laços afetivos familiares, se tornou mais apto para tecer alianças externas. Por esse motivo, os pais têm mais medo do que as mães de ver sua vida social reduzida com a chegada de um filho. Evidentemente, não se trata de propor que os pais modernos voltem a se comportar como na idade da pedra. "O que não se pode é exigir que eles assumam o papel das mães", diz o psicólogo americano Aaron Rochlen, da Universidade do Texas, autor de um estudo sobre homens que se tornaram donos de casa. Uma maneira de incorrer nesse erro é esperar que o pai tenha sobre a criança a mesma influência afetiva e psicológica que a mãe. A ideia de que ele pode ter esse papel costuma ser difundida de modo inconsequente desde os cursos de gestantes para casais. O austríaco Sigmund Freud, o pai da psicanálise, considerava que no início de sua vida a criança percebe a mãe como um ser todo-poderoso, numa relação que não dá espaço para mais ninguém. Apenas depois de alguns meses do nascimento, o bebê consegue identificar a existência de um terceiro indivíduo – o pai – que disputa sua atenção com a mãe. No papel de "o outro", é o pai quem estabelece o vínculo da criança com o mundo externo e lhe permite ganhar independência da mãe. O pai é essencial na formação sexual da filha, por revelar a diferença, e do filho, por confirmá-la. Pais obrigados a agir como mães podem desequilibrar essa equação. Os homens não são fisicamente adaptados para cuidar dos filhos com a mesma desenvoltura que as mulheres, mas estão sendo cobrados insistentemente para sê-lo, como se isso fosse... natural, volte-se a dizer (esta reportagem, aliás, deverá causar grande indignação entre as feministas). Como nem sempre conseguem atender à exigência, são criticados ou tratados com condescendência. O resultado é frustração: o homem ingressa na paternidade disposto a ser participativo, mas se sente um inútil quando não dá conta do recado. "Quando vai dar banho em nossa filha recém-nascida, meu marido a deixa escorregar. Por isso, eu fico sempre por perto, só vendo no que vai dar", diz a professora mineira Cláudia Santos, de 36 anos, mulher do publicitário Rafael Castro. Pois é. "As mulheres lutaram para conquistar seu espaço no mercado de trabalho e agora batalham para que os homens dividam as tarefas domésticas e o dia a dia com os filhos. A contradição é que elas parecem querer a ajuda de um clone de si próprias, não de um marido que faz as coisas dentro de suas limitações", diz a terapeuta de casais Magdalena Ramos, de São Paulo. "Não é de estranhar que eles se sintam falhos." As mulheres batalharam para ter liberdade e igualdade. Mas, quanto à fraternidade com os homens, convenhamos... Não exija tanto do paizão, mamãe. Com reportagem de Marina Yamaoka, Leonardo Coutinho e José Edward A reportagem completa esta no site: http://veja.abril.com.br/091209/papai-nao-mamae-p-100.shtml

Dê a seu filho perspectiva sobre eternidade!

O que é necessário fazer para que seu filho veja em você um exemplo de vida? Afinal, é responsabilidade dos pais transmitirem essa dimensão importante da vida. A responsabilidade está em você! Seu filho não vai se agarrar em algo que você não tenha. Na verdade, se o seu exemplo de vida foi fraco, ele pode imunizar o seu filho contra descobertas pessoais que seriam importantes durante a jornada. Os pais que conseguem dar um bom exemplo de vida a seus filhos, o qual esteja além das necessidades e vontades imediatas da criança geralmente são ativos em outras áreas importantes. Que tal fazermos um levantamento pessoal e depois ver algumas sugestões práticas! 1- A minha própria vida é um bom exemplo a ser seguido? Em questões de caráter, sou um exemplo? (questões de caráter: pontualidade, diligência, perseverança, verdade, integridade, humildade, imparcialidade, justiça...) I Co. 11:1; Tito 2:7-8 2- O modo como disciplino meu filho cria nele um respeito equilibrado pela autoridade que o ajudará a submeter-se voluntariamente a uma autoridade maior? (você encontra neste blog em Artigos uma clara exposição sobre Disciplina) Hb 12:11 3- Dedico tempo para conversar com o meu filho sobre os problemas dele, as características positivas de personalidade que ele está adquirindo os acontecimentos do mundo que o preocupam ou perguntas sobre a vida? 4- Tenho naturalmente entusiasmo na leitura da Bíblia, na oração e no serviço ao Senhor? Ou na verdade é só apenas um habito adquirido ou escolhido? I Co. 9:27 Estudos psicológicos indicam que aproximadamente 85% do caráter do seu filho é formado até o 6 anos de idade. Portanto a sua maior oportunidade de ter sucesso é dar a ele os 4 “As” (aceitação, afeição, aprovação e auto-realização) já no inicio de sua vida que são os primeiros e crucias anos da vida. Com relação aos 15% restante, você pode fazer o seguinte: 1- Faça um diário sobre o seu filho. Fiquem atentos às necessidades especificas dele. Demonstre que se preocupa com ele. Fale com ele sobre preocupações futuras como vocação profissional, casamento e filhos. 2- Programe-se para ter tempo individual com cada e filho e seu cônjuge. Invista no tempo de qualidade tanto individualmente como com toda a família. 3- Crie em sua casa um clima propício para risada, aventura, surpresas, preocupação mútua, boa música e livros e bons amigos. Propicie um ambiente agradável para se viver. Uma boa maneira para descobrir se o ambiente de sua casa é saudável é ver se os filhos de amigos e vizinhos costumam se reunir aí! 4- Envolva sua família em reuniões para compartilhar a palavra e orar por necessidades familiares, de outras pessoas e pessoas ate que eles não conhecem, como missionários e povos que ainda não conhecem a Jesus. Estimule-o a contribuir para suprir as necessidades de outras pessoas. Prov. 22:6; Deut. 6:7 5- Incentive seu filho a participar das atividades na igreja e caso ele tenha atividades bíblicas para fazer em casa ofereça sua ajuda! 6- Leve a sério o questionamento de seu filho sobre assuntos espirituais. Não dê risada se ele quiser saber se os mosquitos vão para o céu. Aproveite a oportunidade para falar com ele sobre fé. Esta é uma ótima oportunidade para vocês estudarem a Bíblia juntos. 7- Aproveite datas especiais, como Páscoa, Natal e Aniversário para compartilhar do amor de Deus e agradecê-lO. 8- Estude com seus filhos sobre as necessidades do mundo. Utilize cartazes e mapas para mostrar visualmente. Na adolescência, seu filho precisa começar a pensar e agir independentemente de você. Ele irá começar a questionar coisas que anteriormente aceitava sem problemas. Oriente-o para ler livros que possam dar boas respostas para as suas perguntas e que conversem com pessoas que tenham bom canal de comunicação com os jovens. Esteja aberto sempre para boas conversas e, mais do que nunca, pratique o que você prega. Trecho tirado do livro: 40 Princípios na Formação da Criança e adaptado por Tamara Lima - http:investindonascriancas.blogspot.com

As 5 linguagem do amor das crianças

Recentemente eu e meu esposo participamos de um curso onde nos pediram para que mensurássemos o amor. Pois para cada um o amor pode ser medido e interpretado de formas diferentes. Tive mais certeza que o amor para mim é mais além do que um simples abraço, um beijo ou um presente. Para mim o amor é um ato de servir! Descobri já algum tempo que eu tenho uma linguagem de amor, que o meu marido tem uma linguagem de amor, o meu pai, a minha mãe tem uma linguagem de amor, ou melhor, cada pessoa tem uma linguagem de amor. Cada criança tem a sua linguagem de amor. Fomos amados de alguma forma, talvez não da forma que esperássemos, mas fomos! Talvez você estivesse ansioso por um tempo com seus pais, por um abraço diário ou um beijo, por uma ajuda, nem que fosse a de estar ao seu lado para lhe ajudar com a lição de casa, por um elogio: Parabéns! Você é lindo! Você é linda! Talvez pela presença de seu pai ou sua mãe em um momento difícil, enfim por momentos que você não recebeu da forma que esperava ou precisava. É ai onde quero chegar. Você foi amado como o seu pai ou sua mãe entendiam que era amor. Talvez você ame os seus filhos como você entende o que é amor, mas quero convidá-lo a descobrir diferentes formas de amar. Tão diferentes que você poderá alcançar o coração de seu filho mais rápido e mais eficaz do que você pensa. Não é mágica, mas funciona! Alguns conselheiros e psicólogos dizem que temos um tanque emocional. Este tanque você pode visualizá-lo como um coração que precisa ser cheio. Alguns tanques precisam ser cheios diariamente, outros com mais intervalos de tempo. Esse tanque emocional é preenchido com os “4 As”; Afeição, Aceitação, Aprovação e Auto realização. Quero em um momento próximo falar mais sobre os “4 As”, mas não poderia deixar de citar. Se você não tem recebido os “4 As” talvez o seu tanque, de seu cônjuge ou de seu filho não esteja cheio e uma forma de enche-lo é através das Linguagens do Amor. São 5 Linguagens do Amor que conheceremos a seguir! A primeira é Palavras de Afirmação. São palavras de elogio, incentivo e encorajamento. Algumas pessoas se sentem amadas quando as ouvem. As crianças também. Podemos dizer que fica mais fácil identificar na criança a Linguagem de Amor dela a partir dos 5 ou 6 aninhos de idade. Ela gosta de mostrar o que fez ou como está vestida para receber o incentivo ou elogio. Ela gosta de ouvir: Que desenho lindo! Como você está bonita! Que menino forte! Como você pula alto! E por ai vai. Uma criança que é Palavra de Afirmação e ouve dos pais palavras que a humilham, ela como todas as outras crianças não se sentirá amada, mas para ela o peso dessas palavras será muito maior. Palavras como: Você é burra! Você nunca será nada! Você é uma menina preguiçosa e lenta! Você esta gorda, também só sabe comer! São frases pejorativas que não levam a lugar nenhum! As palavras utilizadas de forma negativa servem para que a criança se sinta rejeitada, menosprezada, desaprovada e sinta a indiferença. As Palavras de Afirmação, como as demais linguagens servem para alcançar o coração da criança com o intuito dela se sentir amada. Veja bem, não é que você como pai ou mãe não pode corrigir, pelo contrario, a disciplina de forma correta produzirá segurança (veja no título Pais em meu blog mais sobre disciplina). Uma critica de forma construtiva ajudará seu filho a ouvir onde ele pode melhorar ou o que ele esta fazendo que não esta jóia, mas há maneiras de se falar porque o resultado que você busca é encorajá-lo a melhorar e não desanimá-lo. Se você tem um filho com palavras de afirmação não perca tempo aproveite as oportunidades para falar a ele o quanto você o ama, que está feliz por tê-lo por perto e elogie situações que ele faz que lhe agrade e que muitas vezes passam despercebidas, pois assim ele se sentirá motivado em continuar a fazê-las! Afinal quem é que não gosta de um elogio? A segunda linguagem é Presentes. Quem não gosta de ganhar presentes? Como diz o Dr. Gary Champan autor do livro que fala sobre As 5 Linguagens do Amor das Crianças: “Sou formado em antropologia, o estudo das culturas. Até hoje, ninguém encontrou uma cultura em que presentear não seja uma expressão de amor.” Um presente diz: “Essa pessoa estava pensando em mim. Olha o que ela comprou para mim”. A pessoa que tem a Linguagem de Amor Presentes não se importa com o valor do presente e sim por ter sido lembrada. Ela é aquela pessoa que dá valor ao embrulho e abre devagar porque o próprio embrulho para ela é um presente. Em criaças vemos esta linguagem quando elas com freqüência fazem desenhos para dar de presente, aparecem com uma flor para nos dar, fazem tortinhas de morango imaginarias e nos convidam para comer um pedaço. Criam carrinhos com rolo de papelão e botões e nos dão de presente. Enfim, simplesmente são formas de presentear para demonstrar que nos amam. Esta linguagem como as demais são fundamentais. Não é porque você se identificou ou porque identificou seu cônjuge ou seu filho que somente irá demonstrar amor desta forma, pois para encher o seu tanque emocional, de seu cônjuge ou de seu filho você precisará de todas, sendo que uma delas será mais essencial. Você descobriu que seu filho é Presente? Traga a ele de presente algo que você possa dizer: “Comprei porque lembrei de você!” Faça bilhetinhos e espalhe pelo quarto ou casa para que ele se surpreenda com cada presente escrito por você! Certamente você ficará surpreso com os resultados! Aqui vai uma dica! Como esta linguagem não é tão fácil de ser descoberta, agora quando recebo presentes tomo cuidado para abrir o embrulho, pois quem está me dando pode ter tido o cuidado de prepará-lo porque para esta pessoa pode ser importante não somente o que está dentro, mas também o embrulho, por isso rasgá-lo ser desastroso! Uma caixa de beijos A estória começa algum tempo atrás, quando um homem castigou sua filha de 3 anos de idade por gastar um rolo de papel embrulho dourado. O dinheiro estava escasso e ele se enfureceu quando a criança tentou decorar a caixa para colocar debaixo da árvore de Natal. Apesar disso, a garotinha trouxe o presente para seu pai na manhã seguinte e disse: “Isso é para você papai.” Ele estava envergonhado da sua reação anterior, mas sua raiva voltou de novo quando ele descobriu que a caixa estava vazia. Ele gritou com ela: “Você não sabe que quando se dá um presente alguém, na verdade tem que haver algo dentro?” A garota olhou para ele com lágrimas nos olhos e disse: “Oh papai, não está vazia, eu coloquei beijos dentro da caixa. Tudo para você papai.” O pai ficou arrasado. Ele colocou seu braços ao redor da garotinha e implorou por seu perdão. Um acidente levou a vida da criança pouco tempo depois e conta a estória que o homem guardou aquela caixa dourada ao lado da sua cama por muitos e muitos anos e todas as vezes que ele se desanimava, ele tirava um beijo imaginário dela e lembrava-se do amor que a criança tinha colocado ali dentro. A terceira é Atos de Serviço. Esta sou eu! Como é verdade para mim a frase: “Um gesto vale mais do que mil palavras”. Para algumas pessoas como eu fazer algo por alguém é uma profunda expressão de amor. Preparar as refeições, lavar a louça, passar aspirador, dobrar roupas, limpar o banheiro – todas essas tarefas são Atos de Serviço. Que prazer! Claro que como as outras exige esforço, mas esta especificamente exige energia e, por algumas vezes, habilidade. Se seu filho é Atos de Serviço certamente ele sempre deseja ajudar, como tirar os pratos, lavar ou limpar algo, levar o carrinho do mercado, pegar algo para você. Esta é a forma dele de expressar o seu amor. Se o seu filho é Atos de Serviço certamente ele ficará muito feliz com seu apoio e ajuda no incentivo da lição de casa. Veja bem, não é fazer por ele, mas sim sentar ao seu lado e ajudá-lo. Conferir a lição e perguntar se deseja ajuda para revisar algo. Olha, tenha certeza que você alcançará o coração dele e o seu tanque emocional será cheio rapidamente! A quarta é Tempo de Qualidade. Todo ser humano precisa de tempo dedicado exclusivamente para si mesmo. Com quem é Tempo de Qualidade não é diferente, pode ser 5 minutos, mas que seja com 100% de tempo disponível seu para quem está pedindo a sua atenção. Não é apenas estar no mesmo cômodo ou na mesma casa que ele. É prestar atenção total a quem esta falando. É sair para comer, olhar olho no olho, ouvir e falar. Se seu filho é Tempo de Qualidade ele anseia para que você preste atenção ao que ele esta dizendo. Se você está na frente da TV ou lendo algo, certamente ele pulará no seu colo ‘‘clamando” por atenção. Quer encher o tanque dele? Desligue a TV, pare de ler, olhe para ele e ouça atentamente o que ele esta dizendo. O que ele irá pensar? “Meu pai me escutou, ele prestou atenção no que falei”. “Ele se importa comigo.” A quinta é Toque Físico. Não é de hoje que se conhece o poder do Toque Físico. De acordo com várias pesquisas, bebês tocados com afeto são emocionalmente mais saudáveis do que bebês privados desse toque. O mesmo se aplica a mim e a você. Um aperto de mão, um abraço, um tapinha nas costas enchem o tanque de amor de muitas pessoas solitárias. Normalmente os homens dizem “Ah! Eu sou toque físico”. Mas quem é Toque Físico pode ter relações sexuais mesmo depois de uma briga. É a forma de se sentir amado, então é como se estivesse já tratando do que aconteceu. A criança que é Toque Físico quando encontra você não irá simplesmente querer um beijo, mas um abraço apertado. Ela se sente amada com o toque. Percebo quando uma criança é toque pelo tempo que demora no abraço comigo e pela freqüência em que toda vez que me vê ela me abraça. Não diz nada, simplesmente chega perto e abraça. É nesta hora que ela diz: “ Me ame, me abrace!” Se você tem um filho que deseja sempre abraçar, beijar (aqueles beijos no rosto demorados), ele pode ser Toque Físico. Lembrem-se todos nós precisamos de todas as linguagens, então isto não lhe ausenta de aplicar todas elas com seu filho, mas se você percebeu que ele é Toque Físico, não perca tempo saia daí agora e dê um abraço bem apertado nele! Gostaria de ressaltar que para identificar a Linguagem de Amor de seu filho ou mesmo a sua é necessário observação, e se caso você não tem demonstrado a Linguagem de Amor dele, provavelmente ele deve estar lhe cobrando de alguma forma. Você perceberá que é Vital! Você não conseguiria viver sem! Uma criança pode ser bilíngüe, ou seja, pode ter duas linguagens que são vitais, mas isso é mais raro. Talvez você pense: “ Ah! Meu filho é todas estas”. Se ele esta no período de formação 0 aos 6 anos a criança realmente deseja todas elas o dia todo porque afinal está em formação. Nós mesmos precisamos de todas elas, mas com freqüência de necessidades diferentes, por isso talvez você precise esperar um pouco mais para saber, mas enquanto isso, faça deste tempo uma oportunidade de fornecer os “4 As” utilizando estas linguagens para que o tanque emocional de seu filho fique sempre cheio! Afinal quem dá amor recebe amor! Você já sabe qual é a sua Linguagem de Amor? Conseguiu identifica-la? E a de seu cônjuge? E de seu filho? Comente e compartilhe conosco sobre essa descoberta e como tem sido para você colocar em prática. Estas informações foram retiradas dos livros: As Cinco Linguagens do Amor e As Cinco Linguagens do Amor das Crianças, ambos escritos por Dr. Gary Champman. Editora Mundo Cristão. Se você ainda não leu estes livros, vale a pena! Estes eu recomendo!

Evitando Birras Infantis

Os pais que nos tornamos têm origem no modelo de pais que tivemos, seja para imitá-los ou para refutar suas atitudes e comportamentos. Isto acontece com cada um dos responsáveis pela criança separadamente, enquanto indivíduos com sua própria história e, enquanto casal, quando unem suas diferentes e singulares histórias ao formar uma família. É por este motivo que não há um manual que ensine a educar uma criança, visto que são infindáveis as variantes que fazem parte da relação familiar, bem como o contexto em que são inseridas. Geralmente, a questão maior se encontra na dinâmica do casal após o nascimento do bebê. Cada um, consciente e inconscientemente, reativa e revive sua própria infância e o modo como experienciou esta fase, certamente influenciará a relação pais-filhos. Assim, o que serve como orientação para uma família não serve para outra, porque antes deve-se estudar e compreender o funcionamento do casal entre si e como pais. Vejamos como podemos evitar as famosas birras infantis, que provocam tanto mal-estar e constrangimento, preferencialmente em lugares públicos como lojas, restaurantes, supermercados e afins. Evidentemente que os pequenos escolhem tais locais porque já perceberam que é mais fácil conseguir o que desejam. E os pais caem direitinho, também porque não querem incomodar os outros. Este tipo de comportamento acontece quando a criança (desde muito cedo), não percebe a diferença entre o tom de voz que ordena e o que pede e que pode ser negociado e, portanto, testado a cada situação que lhe convenha. E o mais interessante, é que aquilo que a criança tem vontade não é essencial e nem necessário. Funciona apenas como um confronto de poderes entre ela e os pais. Como um cabo de força. Os adultos ainda subestimam a inteligência do próprio filho e acreditam que por ser muito novo não tem capacidade de manipulá-los para conseguir satisfação. Por outro lado, não se pode perder de vista que entre dois e cinco anos, a criança ainda está assimilando o que sejam regras sociais e limites, como também não tem controle sobre suas emoções mais fortes. É totalmente dependende de um adulto que contenha seus impulsos desenfreados, mas sem agressividade. Assim, evite levar seu filho para fazer compras ou comer em restaurante bem na hora que deveria estar dormindo em sua caminha aconchegante. Se for fazer uma visita, peça para seu filho escolher um ou dois brinquedos para levar, o que a ajudará a passar o tempo se distraindo também. Não fique longos períodos em lugares agitados ou cheios de gente estranha ou que não sejam de grande interesse para a criança, pois fará com que se assuste e se irrite mais facilmente. Afinal, programa de adulto é para adulto. Não espere que seu filho se comporte adequadamente por horas a fio, que não acontecerá. Caso tenha que lhe chamar a atenção, não o faça na frente de outras pessoas. Leve-o para um lugar afastado e esclareça que não tem o direito de magoar ou irritar as pessoas. Evite grandes discursos, pois após um ou dois minutos, a criança se cansará e deixará de ouvir. Se tiver que impor um castigo, para cada ano de vida, um minuto correspondente, sempre dizendo o motivo pelo qual está sendo punida. É suficiente para aprender. Porém, se ela se comportar como esperado, não se esqueça de elogiá-la, incentivando-a sempre. Lembre-se sempre: ser pai ou mãe exige tempo, disponibilidade e paciência. Muito tempo, muita disponibilidade e muita paciência. reportagem retirada do site: http://guiadobebe.uol.com.br/bb3a4/evitando_as_birras_infantis.htm

Especialistas dão dicas de como identificar vítimas de pedofilia

Pais devem estar atentos ao comportamento da criança e procurar ajuda especializada O número de casos de pedofilia tem crescido porque as vítimas e seus familiares estão denunciando mais, de acordo a DCAV (Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima) da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que prendeu nesta quinta-feira (13) o dono de uma creche suspeito de abusar de cinco crianças. A reportagem do R7 ouviu especialistas sobre como reconhecer possíveis vítimas de pedofilia. Por meio das investigações, policiais da DCAV conseguiram identificar alguns comportamentos de crianças que já foram vítimas de abusos. Um dos casos ocorreu com uma menina de três anos que, toda vez que era pega no colo por um homem, passava a mão no pênis dele. Os pais acharam estranho e procuraram um psicólogo, que descobriu o abuso. A polícia foi acionada. A psicanalista e psicóloga jurídica Tamara Brockhausen, especialista em reconhecer crianças que sofreram abuso sexual, pondera que são muitos os sintomas que podem se apresentar, mas nem sempre eles significam que o menor foi violentado de fato. Uma das principais características é a mudança brusca de comportamento. Entre os sinais, estão dificuldade de contato com pessoas do mesmo sexo do abusador – se foi um homem, a criança pode ter medo de se aproximar de pessoas do sexo masculino –; comportamento regressivo – quando ela volta a fazer xixi na cama ou chupar o dedo, por exemplo -; atitude sexualizada excessiva; medo de sair de casa ou da escola; alterações de apetite; raiva e depressão. A recomendação para os pais que estão desconfiados é procurar imediatamente a ajuda de um psicólogo especialista no assunto. Também ajuda conversar com outras pessoas que convivem com a criança, como as professoras da escola, que podem identificar mudanças de comportamento.A delegacia recomenda que, assim que descobrirem o caso, os pais procurem imediatamente a polícia e o Conselho Tutelar. Perfil do pedófilo De acordo com a DCAV, o perfil dos pedófilos, tanto os que distribuem fotos pela internet, como aqueles que praticam sexo com menores, é o mesmo. Normalmente, são pessoas casadas ou solitárias. Tamara explica que, ao contrário do que muitos podem pensar, o pedófilo não costumar ter um perfil agressivo. Muito pelo contrário. Ele se apresenta como uma pessoa doce, que dá carinho e atenção, conquistando a confiança do violentado. Muitas são pessoas que trabalham diretamente com crianças. Falsa alegação São cada vez mais comuns os casos de falsa alegação de abuso sexual e a incidência é ainda maior após o divórcio, alerta Tamara. Muitas vezes, a mãe tem a ilusão de que o filho está sofrendo abuso por parte do pai e pode acabar, mesmo que sem a intenção, levando a criança a desenvolver tais características. - Às vezes, a mãe surge com uma ansiedade muito grande em relação à criança e pode, sem querer, acabar alterando a percepção dela. A mãe muito preocupada pode fazer a criança produzir a resposta que ela quer. Reportagem retirada do site: http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/especialistas-dao-dicas-de-comoidentificar-vitimas-de-pedofilia-20100114.html

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A CRIANÇA ESTÁ NA IDADE IDEAL PARA VIR A CRISTO

A CRIANÇA ESTÁ NA IDADE IDEAL PARA VIR A CRISTO Uma criança têm a vida inteira para servir a Deus. “Uma criança de 5 anos, se devidamente instruída, pode crer para salvação tanto quanto um adulto. Minha convicção é que as crianças que se convertem estão entre os melhores crentes que temos na igreja. Devo crer que são decisões genuínas e em maior número do que qualquer outro grupo, além de serem mais constantes e, ao longo prazo, mas sólidas”. (Charles Spurgeon). Em Mateus 13:18-23 temos a explicação dada por Jesus aos vários tipos de terrenos onde a semente (a Palavra de Deus) é semeada: Terreno beira do caminho; Terreno pedregoso; Terreno espinhoso e Terreno bom. Faça uma comparação dos tipos de solo onde a semente foi lançada, com as faixas etárias da existência humana: os jovens, atraídos pelos prazeres deste mundo (entre os espinhos), os adultos (terreno pedregoso) e os anciãos (chão batido à beira do caminho), faixas etárias onde rapidamente os corações vão ficando “endurecidos pelo engano do pecado”. Hb 3:13b O solo onde houve 100% de aproveitamento no processo semeadura-colheita, foi a “boa terra”, ou seja, o solo do coração da criança. A criança é simples, confiante e humilde. Como ela está no início da vida, seu coração é mais sensível à voz do Espírito Santo e pronta a reconhecer sua necessidade de salvação.