quinta-feira, 28 de março de 2013
MOTIVAR FAZ A DIFERENÇA
Dicas para melhorar a motivação em sala de aula.
Fonte: Revista Nova Escola.
Dicas:
• Estabeleça metas individuais. Isso permite que os alunos desenvolvam seu próprio critério de sucesso.
• Emoções positivas melhoram a motivação. Se você pode tornar alguma coisa engraçada ou emocionante, sua turma tende a aprender muito mais.
• Demonstre por meio de suas ações que o aprendizado pode ser agradável.
• Desperte na criança o desejo de aprender.
• Dê atenção. Mostre ao aluno que você se importa com o progresso dele. Ser indiferente a uma criança/adolescente é um poderoso desmotivador.
• Negocie regras para o desenvolvimento do trabalho.
• Mostre como o conteúdo pode ser aplicado na vida real.
• Explique sempre os objetivos da atividade.
• Em vez de recriminar respostas ou atitudes erradas, reconheça o trabalho bem-feito.
• Sempre que possível ofereça opções de atividades.
• Seja flexível ao ensinar. Apresente exemplos para estimular a reflexão.
• Use recursos visuais, como desenhos, fotos, gráficos, objetos.
Suas atitudes, decisões e ações em sala de aula são essenciais para criar um ambiente motivador.
DICAS PARA RESOLVER A INDISCIPLINA
Vinte passos para combater a indisciplina com alunos
1 - Estabeleça regras claras
2 - Faça com que seus alunos as compreendam
3 - Determine uma sanção para a quebra das mesmas
4 - Determine uma recompensa para seu cumprimento
5 - Peça apoio de seus colegas de equipe
6 - Estabeleça estratégias em conjunto com a equipe; os alunos precisam perceber a hegemonia das atitudes
7 - Respeite seus alunos
8 - Ouça-os
9 - Responda ao que lhe for perguntado com educação e paciência
10 - Elogie boas condutas
11 - Seja claro e objetivo em suas intervenções
12 - Deixe claro que o que é errado é o comportamento, não o aluno
13 - Seja coerente em suas expectativas
14 - Reconheça os sentimentos de seus alunos e respeite-os
15 - Não lhes diga o que fazer; permita que cheguem às suas próprias conclusões
16 - Não descarregue a sua metralhadora de mágoas em cima deles
17 - Encoraje sempre
18 - Acredite no potencial de cada um e no seu
19 - Trabalhe crenças negativas transformando-as em positivas
20 - Seja afetuoso(a)
JEQUITIBÁS OU EUCALIPTOS ?IDENTIFICANDO O AUTÊNTICO EDUCADOR CRISTÃO
Por: Marcos Tuler
Certamente você já ouviu esta celebre frase: “Educação não é profissão, é vocação.” O que quer dizer isto? Educar não é somente professar, instruir, ensinar? Absolutamente não! A nobre tarefa de educar vai além das raias da informação ou simples instrução. Educar tem a ver com transmissão; assimilação de valores culturais, sociais e espirituais. Quem exerce apenas tecnicamente a função de ensinar não tem consciência de sua missão educativa, formadora de pessoas e de “mundos”. Se educar não é sinônimo de ensinar, nos vemos no dever de refletir: Quem ensina? E quem realmente educa? Em que categoria e sentido as funções do professor diferem das do educador?
Professores são como eucaliptos
O educador não deve ser considerado um simples professor, na acepção daquele que apenas ensina uma ciência, técnica ou disciplina. Educadores e professores possuem função e natureza distintas. Eles não são forjados no mesmo forno. E se de fato não são de mesma natureza, de onde vem o educador? Qual a sua procedência? Tem ele o direito de existir? Como pode ser constituído? “Não se trata de formar o educador, como se ele não existisse”, diz o professor Rubens Alves. “Como se houvesse escolas capazes de gerá-lo ou programas que pudessem trazê-lo à luz. Eucaliptos não se transformarão em jequitibás, a menos que em cada eucalipto haja um jequitibá adormecido: os eucaliptos são árvores majestosas, bonitas, porém absolutamente idênticas umas às outras, que podem ser substituídas com rapidez sem problemas. Ficam todas enfileiradas em permanente posição de sentido, preparadas para o corte e o lucro”.
Educadores são como jequitibás
Prossegue o mestre Alves, “os eucaliptos são símbolos dos professores, que vivem no mundo da organização, das instituições e das finanças. Os eucaliptos crescem depressa para substituírem as velhas árvores seculares que ninguém viu nascer e nem plantou. Aquelas árvores misteriosas que produzem sombras não penetradas, desconhecidas, onde reside o silêncio nos lugares não visitados. Tais árvores possuem até personalidade como dizem os antigos”. Os educadores são como árvores velhas, como jequitibás, possuem um nome, uma face, uma história. Educador não pode ser confundido com professor. Da mesma forma que jequitibás e eucaliptos não são as mesmas árvores, não fornecem a mesma madeira.
Como identificar os autênticos educadores cristãos
Há diferença entre professores e educadores no que se refere a práxis do ensino cristão? Como podemos distingui-los, identificá-los? É suficiente dominar métodos, procedimentos e técnicas didáticas ou ser um expert em comunicação? Óbvio que não!
Este tema, romanticamente discutido e refletido no âmbito da educação secular, assume maior importância e dimensão no da educação cristã. Nenhum educador cristão deve fracassar diante da tentação de apenas manter seus alunos informados a respeito da Bíblia e da vontade de Deus. Antes deve torná-los, através da influência do próprio exemplo, praticantes da Palavra e perseguidores da vontade divina.
Educadores têm convicção de sua chamada
Com o intuito de edificar e aperfeiçoar sua Igreja, Cristo concedeu vários dons aos homens e, dentre eles, o de mestre: “E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo” (Ef 4.11,12). Segundo o comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal, “mestres são aqueles que recebem de Deus um dom especial para esclarecer, expor e proclamar a Palavra de Deus”. Isto significa que, além da vocação e das aptidões naturais para o magistério, o ensinador cristão precisa ter convicção plena de sua chamada específica para o ministério de ensino cristão.
Educadores são dedicados ao ministério de ensino
Muitos são freqüentemente colocados à frente de uma classe por seus líderes, mas não receberam de Deus a confirmação de sua chamada. Não sabem realmente porque foram colocados naquela função. Como identificar os professores genuinamente chamados para serem educadores? Os chamados, enquanto ensinam, sentem seus corações inflamarem pela atuação poderosa do Espírito Santo. Eles amam intensamente sua missão. Têm dedicação em sua prática docente: “...se é ensinar, haja esmero ao ensino” (Rm 12.7b). E o que significa esmero? Esmero significa integralidade de tempo no ministério de ensino, ou seja, estar com a mente, o coração e a vida totalmente voltados para esse mister. Ser ensinador cristão é diferente de ocupar o cargo de professor. Envolve chamada específica e capacitação divina.
Educadores mantêm comunhão real com Cristo
Outra característica que diferencia o educador cristão de um simples técnico de ensino, é que o primeiro, mantém um relacionamento real com o Senhor Jesus. Em outras palavras, significa que Cristo é, em primeiro lugar, seu salvador pessoal, salvou-o de todo o pecado e é também Senhor e dono da sua vida. Há professores que não têm certeza da própria salvação, como poderão ensinar Soteriologia? Outros não oram, não lêem a Bíblia e não têm vida devocional. São técnicos! No magistério cristão, de nada adianta ensinar o que não sente e não vive. O educador nunca ensinar aquilo que não está disposto a obedecer.
Educadores seguem o exemplo de Cristo
A melhor maneira de unirmos as funções de professor e educador é seguirmos o exemplo de Jesus. Ele foi, em seu ministério terreno, o maior professor e pedagogo de todos os tempos; usou todos os métodos didáticos disponíveis para ensinar: costumava, por exemplo, fazer perguntas para induzir a audiência a dar a resposta correta que Ele buscava; fazia indagações indiretas exigindo que seus discípulos comparassem, examinassem, relembrassem e avaliassem todos os conteúdos; exemplificava com parábolas, contava histórias e usava vários métodos criativos. Conforme declarou LeBar, citado por Howard Hendricks no Manual de Ensino, CPAD, “Jesus Cristo era o Mestre por excelência, porque ele mesmo encarnava perfeitamente a verdade. [...] Ele entendia perfeitamente seus discípulos, e usava métodos perfeitos para mudar as pessoas individualmente e sabia como era a natureza humana e o que havia genericamente no homem (Jo 2.24,25).”
Jesus ensinava complexidades usando a linguagem simples das coisas do dia-a-dia. Sua linguagem sempre era tangível à experiência das pessoas – emprego, problemas pessoais, costumes, vida familiar, natureza, conceitos religiosos etc. Seus instrumentos pedagógicos eram os campos, as montanhas, os pássaros, as tempestades, as ovelhas. Em suma, qualquer coisa que estivesse ao seu alcance Ele usava como ferramenta de ensino.
Educadores nunca cessam de aprender
Um autêntico educador, ao contrário de certos professores que se sentem “donos do saber”, são humildes e estão sempre com disposição para aprender. Ele não se esquece que o homem é um ser educável e nunca se cansa de aprender. Aprendemos com os livros, com nossos alunos, com as crianças, com os idosos, com os iletrados, enfim, aprendemos enquanto ensinamos.
Não há melhor maneira de aprender do que tentar ensinar outra pessoa. O professor-educador deve estar atento a qualquer oportunidade de aprender. Quando não souber uma resposta, é melhor ser honesto e dizer que não sabe. A ausência do orgulho diante da realidade de “não saber”, facilita e promove a aprendizagem.
Educadores exercem liderança positiva
Liderança positiva é outra peça-chave na constituição dos educadores cristãos autênticos. Tendo consciência ou não, quem ensina sempre exerce liderança sobre quem aprende. Essa liderança, será positiva ou negativa, em função da postura espiritual assumida pelo educador. Os ensinamentos, conceitos, princípios e conselhos ministrados aos seus alunos, dificilmente deixarão de influenciá-los. De que modo pode o professor evidenciar liderança positiva? Eis algumas dicas:
a) Apoiando o pastor de sua igreja;
b) Dando assistência aos cultos;
c) Participando efetivamente no sustento financeiro da obra de Deus (dízimos e ofertas);
d) Integrando-se à igreja: presença e atividades nos cultos;
e) Mantendo-se distante dos “ventos de doutrinas”;
f) Sendo eticamente correto;
g) Vivendo o que ensina (personificar a lição);
h) Tendo um lar cristão exemplar;
i) Apoiando a missão e a visão da igreja local;
j) Não usando a sala de aula para promover revoltas e dissoluções.
l) Colocando como alvo o nascimento de uma nova classe a cada ano.
m) Colocando como alvo a geração de novos professores a cada ano.
Como nos referimos em tópico anterior, o ministério de ensino exige dedicação integral do professor: “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de pregar Jesus Cristo” (At 5.42). Cabe aos educadores cristãos a responsabilidade de instruir, guiar e orientar o caminho de outros servos de Deus. O professor que não se limita a dar instruções, precisa ser cada vez mais consciente de sua tarefa, não no sentido de mera assistência, mas em suas atitudes e atos em relação à obra de Deus e a Cristo. O resultado desta missão será energicamente cobrado. Chegará o dia em que cada obreiro do ensino dará contas de si mesmo a Deus: “...cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Rm 14.12).
Podemos fazer a diferença
(Autor desconhecido)
Relata a Sra. Teresa, que no seu primeiro dia de aula, parou em frente aos seus alunos da 5ª série e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que, na primeira fila, estava sentado um pequeno garoto chamado “Ricardo...”
Morava em pequeno vilarejo na zona rural e a professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e, muitas vezes, suas roupas estavam sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos...
Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor, que lesse, com atenção, a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações. Ela deixou a ficha de Ricardo por último. Mas quando a leu, foi grande a sua surpresa...
Ficha do 1º ano: “Ricardo é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele...”
Ficha do 2º ano: “Ricardo é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe, que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil...”
Ficha do 3º ano: “A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada, se ninguém tomar providências para ajudá-lo...”
Ficha do 4º ano: “Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula...”
Deu-se conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Piorou, quando lembrou dos lindos presentes de Natal, que os alunos lhe haviam dado, com papéis coloridos, exceto o de Ricardo, que estava enrolado num papel de supermercado...
Lembrou que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade...
Apesar das piadas, ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquele dia, Ricardo ficou um pouco mais tempo na escola que o de costume. Relembra, ainda, que ele lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe...
Nesse mesmo dia, depois que todos se foram, a professora chorou por longo tempo. Em seguida, decidiu mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Ricardo...
Seis anos depois, recebeu uma carta de Ricardo, contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora da vida dele...
As notícias se repetiram, até que, um dia, ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo...
Tempos depois, recebeu o convite de casamento e, nesse dia, ela usou a pulseira e o perfume, que ganhou de Ricardo, anos antes...
Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Ricardo lhe disse ao ouvido: “Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença...”
E com os olhos banhados em lágrimas sussurrou: “Engano seu....! Depois que o conheci, aprendi a lecionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma daquelas crianças. Mais do que avaliar as provas e dar notas, o importante é ensinar com amor, mostrando que, sempre, é possível fazer a diferença...”
Ensinando a criança a orar
É importante orar na Escola domoinical, a fim de trazer benção ao nosso programa e ao ensino às crianças. Nós também oramos na Escola dominical para estabelecer exemplo para as crianças,33 mostrando-lhes como podem orar em casa. Muitas vezes, as crianças que vão à Esc3ola dominical têm visto muito maus exemplos. Têm visto os adultos orar de formas que não estão de acordo com a Bíblia. Por exemplo, têm visto pessoas orar a santos, orar a Deus no nome de outros lideres religiosos, orar a espíritos de ancestrais ou espíritos da natureza. Elas não têm ideia de como a Bíblia diz que os crentes devem orar.
As crianças precisam de aprender como e sobre o que devem orar. A oração e o ensino são muito importantes na nossa Escola dominical. Ali, as crianças podem aprender os princípios bíblicos sobre a oração e ver a oração demonstrada de forma bíblica.
COMO DEVEMOS ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR?
1. Use uma canção especial para introduzir o tempo de oraçãoEscolha uma canção que fale sobre oração, ou uma canção que seja uma oração. Use a mesma canção semana após semana como introdução ao tempo deOração.
2. Numa Escola dominical nova, o professor deve ser o primeiro a orar.Quando uma igreja começa uma nova Escola Dominical, no início as crianças podem ficar assustadas ou envergonhadas àcerca da oração em frente de outros. Podem não saber orar. Para evitar problemas, o professor deve orar no princípio. Isto permite às crianças ouvirem como podem orar. O professor deve fazer uma oração pequena, natural, de forma simples. Então, as crianças vão saber que podem falar com Deus da mesma forma. Ele deve estar familiarizado com os princípios bíblicos sobre a oração para que não viole nenhum deles. Mas não deve ser sempre o professor a orar. Não queremos que as crianças pensem que a oração é exclusivamente para professores. Elas devem começar a orar o mais cedo possível.
3. Ensine um princípio sobre a oração de cada vez.
Fizémos uma lista de muitos princípios de oração.Escolha um que possa ajudar os seus alunos, e ensine um só princípio de cada vez. Continue a rever e a explicá-lo até que as crianças o compreendam e comecem a usá-lo. Cada princípio deve tomar entre duas a cinco semanas a ser interiorizado, dependendo da compreensão das crianças.
4. Continue a rever os pricípios que já ensinou
Todas as semanas, use uma parte do programa para rever rapidamente 3 ou 4 princípios de oração que elas já aprenderam. Isto pode ser feito fazendo perguntas ou começando uma frase e elas terem que a terminar. Ou, você pode dizer-lhes que vai dar um mau exemplo de oração e depois pedir-lhes que elas corrijam, e digam qual o princípio que foi violado. Depois de ter ensinado muitos dos princípios, não os reveja todos , todas as semanas. Escolha poucos de cada vez para revisão.
5. Coloque imediatamente em prática o princípio, logo que as crianças o aprendam.Depois de ter ensinado um princípio de oração, comece a demonstrar e a usar esse princípio. Exemplo: Se ensinou o princípio de que deve orar pelos lideres da sua igreja, durante a oração desse dia, certifique-se de que menciona os lideres da sua igreja local. Nas semanas seguintes, continue a lembrá-los na sua oração.
6. O que deve fazer se as suas crianças têm hábitos de oração que não são bíblicos?Se as crianças que tem na sua Escola Dominical vêem de campos não bíblicos, então elas podem estar a orar de formas que a Bíblia não aprova, mesmo na Escola dominical. Nos primeiros anos do meu ministério em África, uma vez, uma criança levantou-se na Escola dominical e orou fervorosamente a Maria. Contudo, não lhe vai acontecer muito destas situações se você ensinar sobre oração. Antes das crianças começarem a orar, pergunte-lhes: “A quem devemos orar?” (Ao nosso Deus Pai) “Em Nome de quem oramos?” (No Nome de Jesus)
Não podemos controlar o que as crianças fazem em casa, ou nas igrejas que possam frequentar ao mesmo tempo que vão à Escola dominical, mas você pode ser um bom exemplo na Escola Dominical. Se uma criança começar a orar de uma maneira não bíblica diante de toda a classe, não a envergonhe. Não se zangue nem a repreenda. No entanto, termine, imediatamente com essa oração. Pode fazer algo como isto: “Desculpa.” (Diga-o de forma firme mas não com uma voz zangada) ponha a mão sobre o seu ombro se ele continuou a orar. Depois diga mais ou menos isto: “Desculpa, Tu não sabes como nós costumanos orar ou esqueceste-te. Na Escola Dominical, nós só oramos como a Bíblia diz. Nós oramos (então mostre-lhe a forma correcta, por exemplo: A Deus, no Nome de Jesus.Amen. Dê-lhe uma outra oortunidade, se ele quiser, e, no fim da Escola dominical, fale com ele em privado, fazendo-o compreender porque é que você o interrompeu, e que não está zangado com ele. Talvez até o possa elogiar pela forma como acabou por orar. Tente terminar a sua conversa de forma positiva. Se as crianças o informarem de que, em casa, oram de forma diferente, pode dizer: “Na nossa Escola dominical, gostamos de orar como a Bíblia diz”.
7. Peça voluntários para orar, em vez de forçar
Pode perguntar quem quer orar, e só depois escolher uma criança. Ou pode perguntar com antecedência a algumas crianças se elas querem orar. Deixe várias crianças orarem, não sempre as mesmas.
8. Encoraje as crianças que oram bem
Quando as crianças estão a usar bem os princípios que você ensinou, reconheça o esforço delas e encoraje-as. Pode dizer isto: “Foi uma óptima oração. Lembraste-te … … “(seja qual fôr o princípio que a criança usou)
9. Dê às crianças boas ideias sobre assuntos de oração
Você pode trazer à frente 3 ou 4 crianças para orar. Dê a cada uma, um assunto de oração. Exemplo: primeira criança – somente louva a Deus. Segunda criança: Ora pelo nosso pastor e lideres da igreja. Terceira criança: ora pelos que estão doentes. Quarta criança: Ora pelas crianças da vila que não são salvas. Quinta criança – Ora pelas crianças noutros países onde é difícil ser-se cristão, como a Líbia, Sudão etc.
10. De tempos a tempos, use canções como orações
Uma canção pode ser, ela própria, uma oração. As crianças podem cantá-la numa atitude de oração, e no seu coração vai tornar-se uma oração. Exemplo: Uma canção pode ser uma oração que busca cura. À medida que as crianças cantam, peça às que estão doentes que se levantem ou levantem as suas mãos. Uma canção pode falar de perdão. Peça às crianças que, em silêncio, pensem nos seus pecados e depois cantem todos juntos, pedindo que Deus as perdoe.
ALGUNS PRINCÍPIOS BÍBLICOS SOBRE ORAÇÃO (Lembre-se, em qualquer ordem)
1. É muito importante que os cristãos orem Marcos 13:33, Lucas 6:12, Tiago 5:16-18
2. Deus está desejoso para nos ajudar, mas Ele espera que Lhe peçamos.Mateus 7:11, Salmos 65:2, Jeremias 33:3
3. Podemos orar a qualquer altura,em qualquer lugarSalmos 55:17, I Timóteo 2:8
4. Podemos pedir ajuda a Deus nos momentos difíceis ou em tempos de problemas.Salmos 27:5, 91:15
5. Devemos orar somente a Deus, e a mais ninguém nem a nada.Mateus 6:9, Lucas 4:8
6. Devemos orar a Deus no Nome de JesusI Timóteo 22:5, João 14:13
7. Devemos agradecer e louvar a Deus I Tessalonissences 5:16-18
8. Devemos orar até que venha a resposta, mesmo que demore muito tempo. Lucas 18:1, I Tessalonissences 5:17
9. Podemos orar de joelhos (Lucas 22:4) de pé (Marcos 11:25) com as mãos unidas ou com as mãos levantadas (I Timóteo 2:8), ou sejaa, em qualquer posição.
10. Podemos orar a Deus cantando (Salmos 9:1-2, Tiago 5:13) ou chorando (Salmos 39:12)
11. Devemos estar preparados para aceitar a vontade de Deus em todos os assuntos que orarmos. (Lucas 22:42, I João 5:14)
12. Devemos perdoar os que nos fizeram mal ou nos feriram se queremos que Deus responda às nossas orações. (Mqteus 6:14-15)
13. Devemos confessar os nossos pecados, senão eles podem impedir que as nossas orações sejam respondidas. (Isaías 59:1-2, João 9:31)
Postado por Arca da Garotada
domingo, 17 de março de 2013
OS 10 MANDAMENTOS DAS CRIANÇAS AOS PAIS
Os 10 mandamentos das crianças aos pais
1. As minhas mãos são pequenas. Por favor, não esperem a perfeição ao fazer a cama, desenhar, atirar e agarrar uma bola. As minhas pernas são pequenas. Por favor, abrandem para eu vos poder acompanhar;
2. Preciso de encorajamento para crescer. Por favor, sejam brandos nas vossas críticas. Lembrem-se: podem criticar o que faço sem criticarem a mim;
3. Os meus olhos não vêem o mundo do mesmo modo que os vossos. Por favor, deixem-me explorá-lo em segurança. Não me impeçam de o fazer sem necessidade;
4. Os meus sentimentos ainda são tenros. Não impliquem comigo o tempo todo. Tratem-me como desejariam ser tratados;
5. As tarefas domésticas sempre precisarão ser feitas. Só sou pequeno por pouco tempo. Por favor, percam tempo a explicar-me as coisas deste fantástico mundo em que vivemos e façam-no de boa vontade;
6. Por favor, não vão "fazer por cima" tudo o que eu faço. Isso me dá a idéia de que os meus esforços nunca alcançam as vossas expectativas. Sei que é difícil, mas não me comparem a outras crianças;
7. A minha existência é uma dádiva. Cuidem de mim como é esperado, responsabilizando-me pelas minhas ações, dando-me linhas de orientação e disciplinem-me de um modo afetuoso;
8. Por favor, não tenham medo de ir passar fora um fim-de-semana. Os filhos precisam de férias dos pais como os pais precisam de férias dos filhos. É uma bela maneira de mostrarem como a relação de vocês é especial;
9. Por favor, me dêem liberdade para tomar decisões que me dizem respeito. Me deixem falhar, para que eu possa aprender com os meus erros. Assim, um dia estarei preparado para tomar as decisões que a vida me exigirá;
10. Por favor, me dêem todas as oportunidades para eu aprender e bons exemplos para eu seguir. Assim, poderei tornar-me uma pessoa verdadeira, reta e humana.
Extraído e adaptado do blog http://magia-de-educar.blogspot.com.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
ENSINANDO CRIANÇAS DE LARES PROBLEMÁTICOS
Nenhum lar está isento de problemas.
Porém, um número cada vez maior de famílias, em nossos dias são disfuncionais.
As famílias entram às vezes em crise quando um dos pais falta, seja por causa de morte, suicídio, ou divórcio. Padrões destrutivos também são encontrados até mesmo nos lares em que os dois, pai e mãe, estão presentes. Alguns pais tão traumatizados por eventos penosos que viveram no passado que não conseguem satisfazer as necessidades dos filhos.
É enorme o número de crianças obrigadas a viver em ambientes negativos devido irá crônica, negligência, ou outras formas de abuso.
Procure Entender a Percepção das Crianças de Lares com Problemas
As crianças de lares com problemas são muitas vezes perseguidas por sentimentos de medo ou desespero. Muitas sentem solidão e isolamento, pensando que seus problemas são únicos. Elas ficam confusas porque amam os pais, porém sentem-se geralmente impelidas pelo desejo de obter a aceitação dos pais – mesmo que essa seja impossível.
Quando fracassam em suas tentativas de agradar, sua falsa culpa (sentir-se mal sobre o que pensam ter feito) se transforma em vergonha (sentir-se mal sobre quem pensam que são) e acabam convencidas de que não têm valor.
Fique Atento aos Sintomas das Crianças Magoadas
As crianças de lares com problemas aprendem três regras:
NÃO CONFIE /NÃO SINTA /NÃO FALE.
Muitas delas transferem essas regras para o relacionamento fora de casa. Embora muitos desses meninos e meninas vivam continuamente em um estado de negação, construindo mundos de fantasia para bloquear os seus problemas, outros podem torna-se calados, não se comunicando com naturalidade. Num grupo, essas crianças muitas vezes parecem desatentas ou retraídas. Elas talvez tenham dificuldade em prestar atenção ou não queiram participar das atividades. Algumas crianças magoadas podem demonstrar irá ou agressividade.
Outras podem se agarrar ás pessoas ou bancar o palhaço, mostrando sua necessidade de aceitação e afeto ao solicitar atenção permanente – de maneira positiva ou negativa.
Um desafio enfrentando pelos que trabalham com crianças é discernir a razão do comportamento delas. Precisamos de ajuda do Espírito Santo para descobrir quais as crianças cujos problemas exigem tratamento especial.
Devemos lembrar que as necessidades de todas as crianças (de todo mundo, por sinal) são basicamente as mesmas. Todos precisam de respeito e atenção, incentivo e amor. O professor desempenha às vezes um papel vital como o único adulto capaz de ajudar crianças carentes, a ver o seu valor aos olhos de Deus.
Permita que Deus use Você para Satisfazer as Necessidades das Crianças Perturbadas.
1. Planeje sua aula de modo que Cristo seja o tema Central. Ao trabalhar com crianças necessitadas, compreenda que a melhor maneira de resolver os problemas delas é fazê-las conhecer a Deus, recebendo Jesus Cristo como Salvador e Senhor.
Evangelize e discipule: apresente às crianças Aquele que irá acompanhá-las vida a fora para satisfazer cada necessidade.
2. Faça cada criança sentir-se bem-vinda e aceita. Neutralize os sentimentos de rejeição que as crianças possam ter, cumprimentando cada uma com um sorriso amigo, uma palavra amável, e a mão no ombro. Demonstre-lhes que você está contente com a presença delas. Trate cada uma com respeito. O amor de Deus por nós não se baseia em nossa aparência ou no que fazemos.
3. Torne sua classe um lugar seguro e estável. Para as crianças cuja situação familiar é caótica, um ambiente agradável e ordeiro, com certa rotina, pode ser um oásis. Peça ajuda de Deus para capacitá-lo a ser bem–humorado e mostrar amor.
4. Discipline adequadamente. Os lares com problemas são freqüentemente caracterizados por padrões de disciplina rígidos, inconsistentes ou permissivos. Estabeleça, explique e reforce regras simples para classe, com palavras bondosas, firmes e consistentes. Quando for necessária correção, critique o comportamento e não a criança. Deixe que esta saiba que você acredita que ela pode melhorar.
5. Ofereça um programa interessante e desafiador. As crianças com problemas dificilmente tem oportunidade de participar de divertimentos saudáveis. Procure envolve-las em atividades criativas que lhes irão estimular o crescimento. Ajude as crianças carentes a preencher os vazios em sua vida diária, sugerindo maneiras de passar as horas de lazer ou solidárias em atividades que agradem ao senhor. Ensine-as a escolher os amigos com sabedoria. Ajude-as a conhecer livros cristãos. Considere levá-las a passeios e excursões no campo.
6. Modele a vida cristã vitoriosa. Você pode ser o único adulto salvo na vida de uma criança necessitada. Deixe que os meninos e meninas vejam Cristo em você. Não tente dar ás crianças a falsa impressão de que você é perfeito; em vez disso, seja transparente. Quando apropriados, conte as dificuldades que enfrentou e explique as maneiras como foi ajudado por Deus durante as crises.
7. Ouça as crianças e incentive-as a falar. As crianças que passam por problemas quase sempre precisam expressar seus temores e preocupações. Fique à disposição delas e tome tempo para ouvi-las com atenção. Pergunte às crianças sobre os seus interesses e atividades. Enquanto falam, faça comentários positivos. Não force detalhes, mas mostre que se importa sinceramente. Ajude as crianças a pensarem positivamente sobre elas mesmas e a desenvolverem alvos para o futuro. Ganhe a confiança delas, mantendo em sigilo as informações recebidas delas.
8. Assegure e encoraje as crianças. Assegure as crianças do amor e aceitação de Deus. Conte a elas que Ele deseja perdoar e salvar. Ajude-as a compreender que não precisam sentir culpa quando outros agem errado (membros mais velhos da família ou vizinho). Faça elas se sentirem especiais e dignas, elogiando a sua resistência. Compartilhe Escrituras que falem dos planos especiais de Deus para a vida de cada criança (por exemplo, Jeremias 29.11).
9. Desenvolva confiança. Mostre às crianças, pelas reações consistentes e piedosas, que você é digno da confiança delas. Evite criticar as crianças ou os pais. Não desperte as defesas delas nem aumente o conflito que já sentem. Sentem que fizer uma promessa, não deixe de cumpri-la rapidamente
.10. Ensine às crianças versículos-chave aos quais possam recorrer. Os meninos e meninas em situações difíceis precisam saber o que é errado e como agir certo. Eles necessitam do consolo das promessas de Deus. Ajude-os a guardar no coração versículos que falem dos padrões de Deus e os assegure do Seu amor e proteção.
11. Ore com as crianças e pro elas. As crianças de lares com problemas muitas vezes se sentem engaioladas, solitárias e com medo. Ajude-as a compreender que Deus está sempre vigilante e atento. Encoraje-as a se voltarem para Ele quando precisarem de ajuda. Mostre sua preocupação sincera, ore pelas necessidades especificas das crianças.
Estabeleça uma Política para tratar dos Problemas Graves de abuso
Uma criança pode precisar de mais ajuda do que você pode dar. Prepare uma política-padrão para tratar dos casos de abuso severo. Se achar que uma criança está sendo fisicamente maltratada ou abusada sexualmente, é necessário notificar às autoridades. Consulte o seu supervisor ou Pastor.
Ajude a criança a compreender que você tem a responsabilidade de protegê-la. Assegure-a do seu amor e apoio contínuos.
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