Preocupação em localizar as formas no espaço relacionando-as; As formas começam a se organizar sobre a linha; Usa o limite da folha como limite de base; A forma desce, cresce e o desafio e preenchê-lo.
Começa a estruturar o seu desenho como linguagem (bonecos, flores, girinos, sol, etc); Encontra-se no período pré-operatório (4 a 6/7 anos); Os símbolos estão relacionados com a criança que é o centro do universo; Preocupação com a linha de base.
PRÉ ESQUEMA ( 2 FASE) Perde-se a relação com os movimentos corporais; "O olho que no começo segue a mão, passa a guiá-la"; Início de uma preocupação coma ocupação do espaço (ainda sem linha de base); Ainda cor arbitrária (preocupação com a diversidade); Forma mais estruturada; Procura símbolos que representem o ambiente.
PRÉ ESQUEMA ( I FASE) Confundido com a garatuja circular; A ocupação do espaço não obedece a nenhuma regra (sem linha de base, solto); Cor ainda arbitrária (uma só cor); Desenha o que sabe do objeto, mas não o que vê; Lembra formas geométricas.
Pode ocorrer a mistura de uma etapa com outra ou todas ao mesmo tempo; Saída do pensamento motor para o pensamento representativo; A linguagem motora está ligada com a linguagem oral; A criança conta a história do desenho através de frases.
GARATUJA ORDENADA ( CIRCULAR) Conquista do movimento circular; Início de uma representatividade, com o que marcou no papel associando, seu desenho a uma imagem mental; Embrião da conquista da forma.
Coordena sua atividade visual e motora (explora o sentido longitudinal do papel); Ainda não há intenção representativa; Os traços são mais fortes; Relação espacial delimitada; Apropriação dos instrumentos que usa (papel, giz de cera etc.).