quinta-feira, 15 de março de 2012

FASES DO DESENHO INFANTIL 6



PRÉ ESQUEMA ( 2 FASE)
Perde-se a relação com os movimentos corporais; "O olho que no começo segue a mão,
passa a guiá-la";
Início de uma preocupação coma ocupação do espaço (ainda sem linha de base);
Ainda cor arbitrária (preocupação com a diversidade);
Forma mais estruturada;
Procura símbolos que representem o ambiente.

FASES DO DESENHO INFANTIL 5


PRÉ ESQUEMA ( I FASE)
Confundido com a garatuja circular;
A ocupação do espaço não obedece a nenhuma regra (sem linha de base, solto);
Cor ainda arbitrária (uma só cor);
Desenha o que sabe do objeto, mas não o que vê;
Lembra formas geométricas.

FASES DO DESENHO INFANTIL


GARATUJA NOMINADA (MESCLA)

Pode ocorrer a mistura de uma etapa com outra ou todas ao mesmo tempo;
Saída do pensamento motor para o pensamento representativo;
A linguagem motora está ligada com a linguagem oral;
A criança conta a história do desenho através de frases.

FASES DO DESENHO INFANTIL


GARATUJA ORDENADA ( CIRCULAR)
Conquista do movimento circular;
Início de uma representatividade, com o que marcou no papel associando, seu desenho a uma imagem mental;
Embrião da conquista da forma.

FASES DO DESENHO INFANTIL


GARATUJA ORDENADA(LONGITUDINAL)

Coordena sua atividade visual e motora (explora o sentido longitudinal do papel);
Ainda não há intenção representativa;
Os traços são mais fortes;
Relação espacial delimitada;
Apropriação dos instrumentos que usa (papel, giz de cera etc.).

FASES DO DESENHO INFANTIL


GARATUJA DESORDENADA

Primeiro contato da criança com o lápis e o papel;
Desenha pelo prazer do movimento;
Aparece com o traço leve, pois não há controle motor dos movimentos;
Variam as formas de segurar o lápis;
A criança não faz ligação do olho com a mão;
Não há representação no desenho.

A CRIANÇA DO MATERNAL


Esse período de idade é marcado pela transição da criança de sua condição de dependência para uma situação de relativa independência.

A construção de sua linguagem é algo ainda mais predominante e fundamental, pois as crianças estabelecem trocas diversas, experimentando condutas, ações e comportamentos, explorando objetos numa intensa atribuição de significados.

A fala do outro é incorporada a sua própria fala, num exercício de imitação, construção e reconstrução, onde as crianças revelam a busca da nomeação, classificação, conceituação para entender o mundo que a circunda.

A necessidade de manipulação e exploração de objetos diversificados deve ser antevista pelos educadores que não só poderão possibilitar acesso e uso de materiais como organizar espaços com variedades desses materiais dando opção de escolha a criança.