Adaptação: Rev. Dr. José Kennedy de Freitas, Ph.D, e Rev. Dr. Claudio Antonio dos Santos, Th.D
1. SAIBA COMO PLANEJAR, COM EFICÁCIA, SUA AULA:
Conteúdo- deve ser de pleno conhecimento do professor, o primeiro a ser considerado no planejamento da aula.
Extensão e tempo- é necessário verificar a quantidade de informações e ensinamentos a serem transmitidos. É preciso fazer uma seleção de conteúdos, priorizar as informações e ensinamentos que mais se harmonizam com os objetivos da aula, de forma prática no tempo disponível.
A exposição de uma lição requer uma boa distribuição de tempo:
• Abertura (5%) – uma espécie de “quebra-gelo”.
• Introdução (10%) – estabelecimento de relações com o tema estudado na aula anterior. Desperta a disposição para a aprendizagem. É por isso que deve haver criatividade, por parte do professor, que, também, precisa utilizar notícias de jornal, fatos contemporâneos, ilustrações e experiências corriqueiras para que os alunos se familiarizem.
• Interpretação (30%) – a argumentação bíblica do professor deve ser consistente com as verdades contidas na Palavra de Deus, de tal modo que os alunos posam interpretá-las e aplicá-las.
• Aplicação (40%) – o aluno deve ser estimulado a mudar aspectos de sua vida para andar de acordo com o que está contido nas Escrituras: os princípios, leis, ensinamentos que devem ser levados em consideração, esclarecidos e assimilados para a formação do caráter cristão. É o momento no qual deve-se estimular a participação, o partilhar de experiências que propiciem edificação e aprendizado. Tudo isto deve ser feito com a supervisão e direcionamento do professor para que não se escape dos objetivos da aula.
• Conclusão (15%)- recapitulação das principais informações transmitidas e repasse de conhecimentos aprendidos. É o momento de fechar idéias, confirmar doutrinas e demonstrar a importância da mudança de atitudes e comportamentos. É momento de comunhão e edificação espiritual, por meio do qual os alunos farão uma introspecção para expor, diante do Senhor, a situação real de sua vida em busca de mudança.
A importância do planejamento e do ensino eficaz:
É o momento no qual o professor vai explorar, ao máximo, o seu potencial e criatividade, constatando o interesse dos alunos pela Palavra de Deus e o desejo de retribuir o que lhes foi ensinado. Para alcançar isto, o professor deve ser previdente e organizado, administrando o seu tempo semanal com a meditação da lição que vai ensinar.
Por meio do ensino, o professor desperta a mente do aluno para captar e reter a verdade, motivando-o a pensar por si mesmo, da seguinte forma:
1. O aluno precisa crer que não é o professor que o ensina.O professor tem que fazer que fazer com que o aluno pense por si mesmo, estimulando a sua atividade intelectual para que ele descubra as verdades implícitas na sua mensagem. Somente há aprendizagem com a atividade mental dos alunos. Para isto, devem ser guiados de tal forma que possam expressar com segurança seus novos pensamentos, com base nos resultados da leitura e observações do professor.
2. O professor deve explicar o novo com base no antigo, partindo do conhecido para o desconhecido, do claro para o obscuro, do fácil para o difícil. A eficiência do seu ensino está na apresentação de imagens já conhecidas para que os alunos façam associações, da mesma forma que Jesus o fazia com as parábolas.
3. Deve-se considerar a faixa etária, as condições sócio-econômicas, bem como os interesses do aluno para que possamos ensiná-lo de acordo com as suas necessidades, adaptando o ensino ao desenvolvimento moral e espiritual dos mesmos (ou seja, à altura espiritual dos alunos).
4. A verdade a ser ensinada deve provocar mudanças na vida do professor, permitir que o mesmo se emocione, sinta o impacto daquela palavra ensinada em sua vida e a pratique. Quem domina a lição e permite que ela o comova, também saberá comover os seus ouvintes.
5. Vejamos o que Myer Pearlman diz acerca do papel do eficiente professor:
“…Você, professor, tem de relacionar constantemente as partes das Escrituras – comparando as histórias com as doutrinas, as profecias com seu cumprimento, os livros com os livros, o Antigo Testamento com o Novo Testamento, os tipos com os arquétipos (modelos, anotação nossa), para que o aluno aprenda que a Bíblia não é uma coleção de textos e de fatos separados, estanques, mas uma unidade viva, cujas partes estão relacionadas vitalmente umas com as outras, como os membros do corpo humano. Vimos depois que o professor precisa aplicar continuamente a lição à vida individual, e à coletiva, para que o aluno fique sabendo que todo ensino bíblico está relacionado com os fatos de sua vida. Nenhum ensino bíblico é teórico, sem aplicação prática.”
2. COMO O PROFESSOR DEVE SE PREPARAR
1. Preparo espiritual – à frente da sala deve estar um verdadeiro cristão, alguém que tenha uma real experiência de conversão e que procura santificar sua vida. Tal serviço prestado ao Rei é resultado de uma vocação, um gesto de adoração. Não basta ser profissional, é necessária a submissão ao Senhor Jesus, uma vida de adoração, de execução da Sua vontade e busca pelas coisas de cima, tal como o salmista orou: “Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da Tua lei.” (Sl 119.18). É preciso reconhecer-se dependente do Senhor, incapaz de compreender a Palavra sem o Seu auxílio, moldando a sua vida de acordo com esta Palavra. O professor deve ser um depósito de verdades divinas e fiel guardião da sã doutrina à medida que viver em comunhão com a Palavra de Deus (Sl 119.97; Ex 3.1). Este amante da Palavra, certamente, vive com o seu coração a ferver com palavras boas, ensinamentos eternos e vivos que fazem toda a diferença (Sl 45.1).
2. Preparo bíblico eficaz - o preparo espiritual é um pré-requisito indispensável para se dar início ao preparo bíblico, num profundo mergulho nas Escrituras, que se apresenta nas seguintes atitudes:
• fazer diversas leituras do texto bíblico, comparando as diferentes versões;
• formar uma biblioteca pessoal que contenha dicionários, concordâncias, comentários e manuais bíblicos que auxiliarão na interpretação dos textos;
• fazer diversas perguntas ao texto para identificar promessas, ordens, mandamentos, princípios, doutrinas, orientações e lições. O descuido com a pesquisa traz inúmeros prejuízos à aula, o que contribui para desmotivar os alunos;
• fazer um esboço detalhado do texto bíblico – dividir o texto em partes menores permite a assimilação de novas informações;
• selecionar as lições mais importantes do texto – a Bíblia é como um poço de águas cristalinas que saciam a nossa sede; como uma caverna que contém inúmeros tesouros, os quais, para serem encontrados, requerem tempo, paciência e coragem de quem os busca. Deve haver prazer em meditar na Lei do Senhor (Sl 1.2) para efetuar este intenso trabalho de pesquisa.
3. Estudo da lição desde o início da semana – o ideal seria que todo professor reservasse, pelo menos, meia hora de cada dia, para estudar a lição. Dessa forma, resolveria aquelas questões que surgem, durante o estudo, antes de ministrá-lo à sala, encontrará melhores ilustrações e referências para o assunto, disporá de mais tempo para orar, bem como contar com a função cerebral subconsciente, segundo Rev. Dr. Kopinits:
“O subconsciente nos ajuda muito. Sabe-se que por meio do subconsciente aprendemos muito. Depois de havermos feito um estudo árduo e consciente de um assunto, nossa mente continuará trabalhando na questão, enquanto dormimos ou cuidamos de outras coisas. O ditado muito conhecido que diz ‘consulte o travesseiro’ acerca de uma decisão ou problema, está certo. É exemplo do que vimos dizendo sobre o subconsciente. Mas acima de tudo, lembre-se de que por meio da oração é possível estimular sobrenaturalmente as nossas faculdades mentais. ‘Ele os guiará em toda verdade’, diz-nos Cristo. Note que a palavra ‘guiar’ subentende que devemos estar procurando a verdade, ou em outras palavras: estudando.” (Dr. Marcos D' Kopinits - Anotações).
4. Estudo consciente
• O texto bíblico da lição deve ser averiguado, analisado, dissecado, experimentado antes da investigação profunda do comentário da revista.
• Ajuntar material além do necessário para a aula. Isso depende da aplicação e dedicação do professor que deseja inspirar amor pelo estudo, trazendo informações adicionais ao texto da lição para a classe.
• Estudar o texto e o contexto de forma detalhada.
5. Registro pessoal de seu estudo – o professor deve preparar-se em oração e fazer anotações pessoais (na escrita e na prática) que estejam relacionadas à edificação do caráter cristão e testemunho pessoal. A mensagem a ser transmitida deve provocar o efeito da transformação de vidas. Daí a necessidade do testemunho pessoal.
6. O estudo da lição – o planejamento da aula com base nos objetivos da lição é fundamental para que o professor ensine uma mesma verdade de várias maneiras. Tudo o que ele disser deve estar centrado no objetivo principal da lição. O tema principal será como um Sol, ao redor do qual se moverão todos os pensamentos a ele relativos, tais como os planetas o fazem ao redor da maior estrela
7. Apresentação da lição – o início da aula é o momento de negociação, momento no qual o professor vai lançar o anzol com uma isca bem apetitosa para atrair o aluno a si, mantendo-o fisgado. Para isto, ele deve elaborar estratégias que façam o aluno pensar, despertem o seu interesse, explicando verdades novas com o auxílio de verdades já assimiladas. O esboço não deve ser lido para a classe. Deve ser apresentado como um esqueleto que o professor vai revestir com a carne, usando os comentários necessários para revesti-lo e tornar a mensagem compreensível.
8. Ilustração da lição – o professor precisa estar atento ao limite de tempo que possui para que possa ministrar a aula de acordo com o objetivo principal. Myer Pearlman compara a ilustração da lição à edificação de uma casa:
• “ Dominar a matéria e determinar o objetivo correspondem, digamos, a fazer um desenho da casa pronta, e elaborar a descrição detalhada da planta. Pode incluir a decisão quanto ao material que se há de usar.
• A introdução da lição representa a abertura dos alicerces.
• Resumir a lição é levantar as estruturas de concreto.
• As perguntas correspondem às divisões revisadas. Pediu-se aos alunos que respondessem a algumas perguntas acerca do assunto.
• Por meio de trabalhos práticos, por escrito, ou por meio de diálogo, o professor dará o acabamento à obra.”
Ele ainda acrescenta:
• “As ilustrações correspondem às janelas e às lâmpadas elétricas que iluminam as dependências da casa. As ilustrações esclarecem o tema, ajudam o aluno a compreendê-lo, e assim mantém seu interesse. Por isso, é melhor o professor preparar uma lista de ilustrações. ”
Para fazer bom uso das ilustrações, o mesmo autor deixa-nos algumas sugestõesde como as ilustrações devem ser:
• mais claras que a verdade que ser ilustrar;
• interessarem o aluno e estar relacionada à sua experiência,
• relacionarem-se realmente com a lição;
• apresentadas com um certo limite, evitando-se o excesso;
• causar boa impressão;
• sugerirem boas idéias;
• aplicadas à verdade e a verdade aplicada à ilustração. Ex.: parábolas.
9. A conclusão da lição – é o momento no qual o professor vai trabalhar para despertar no aluno o firme desejo de colocar em prática tudo o que aprendeu, dando a ele oportunidades para memorizar a mensagem principal e amar a verdade ali ensinada. Pois o que mais importa é a aplicabilidade do conhecimento, o que nos faz recordar a unidade do homem como a apresenta Pestalozzi: espírito – coração – mão. Observando este aspecto, o professor possibilitará o desenvolvimento da tríplice atividade humana, contribuindo para o aprimoramento da inteligência, da moral e da técnica: conhecer – querer – agir: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl.119.11).
Fonte:www.prazerdapalavra.com.br
terça-feira, 29 de novembro de 2011
AULAS DINÂMICAS
"A dupla giz e quadro negro está cada vez mais ultrapassada." É o que garante um estudo realizado pelo NTL Institute for applied Behavioral Science, organização americana especializada em estudos sobre o comportamento humano.
Segundo o trabalho, a retenção das informações pelos alunos varia conforme o método utilizado pelo educador: aulas meramente expositivas são menos eficazes do que as enriquecidas com exemplos práticos, atividades lúdicas e discussões em grupo. 'Aprendemos mais quando somos levados a refletir e a estabelecer relações' explica o professor Sérgio Leite do Departamento de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas. Veja abaixo os números levantados pelo instituto americano: Palestra 5% Leitura 10% Audiovisual 20% Demonstrações 30% Grupos de discussão 50% Exercícios práticos 75% Ensinar aos outros e uso imadiato 80%
Sugestões e exemplos de atividades dinâmicas coletadas do Manual para o Culto Infantil 2000 - Ed. Sinodal.
- Colocar a criança na situação de um dos personagens. Antes de contar a história de Zaqueu propor que uma suba na mesa e observe as demais no chão e deixar que comentem suas reações; ou na história de um cego, antes de começar a história, proponha que fechem os olhos e tentem caminhar até o outro lado da sala ou abrir um pacote, e ouvir as descobertas e sentimentos. Na história da dracma perdida, esconder moedas na sala, para que as crianças procurem (pode ser moedas de chocolate também).
- Explorar o conhecimento prévio das crianças. Na mesma história de Zaqueu, ao invés de experimentar subir na mesa, perguntar e ouvir os relatos das crianças sobre quando já subiram em árvores e qual a sensação que tiveram. Se a história fala de um mendigo, perguntar sobre os mendigos que vêem na rua, como será que eles se sentem, etc... - permitir que participem durante a história.
1. combinar no início da aula, cada vez que aparecer o cachorro na história vocês devem dar dois latidos e cada vez que alguém bater à porta, vocês batem 3 vezes na mesa. (especificar bem a quantidade para evitar bagunça e dispersão).
2. distribua as figuras de personagens da história antes de começar e peça a cada criança que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na história. (Ex. na história da ovelha perdida, prepare as ovelhas antes da aula com as crianças e peça que as segurem; quando você falar que o pastor tinha muitas ovelhas, peça às crianças que as coloquem na mesa; quando uma fugir, você mesmo a tira e continua a história.
- Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)
1. Para fixação da história, divida a turma em grupos e peça que cada grupo encene, sem palavras ou com bonecos que eles mesmos façam usando sucata, uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é (você pode distribuir papéis com as cenas ou deixar que eles escolham as partes que mais gostaram).
2. Formar duplas, e cada dupla tem que inventar uma cena ou mímica, para que os outros adivinhem, sobre como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.
- Painel (em grupo)
1. Colagem - com recortes de revistas e papel colorido, sobre uma folha de papel bem grande, criar a cena mais interessante da história.
2. Colagem de palavras - depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.
- Fazer um objeto ou produto que seja importante para a história .Na parábola do fermento, preparar uma massa de pão no início da aula, no final observar quanto cresceu, e levar para casa para assar. Usar argila ou papier-machê para fazer objetos: cesta de papier-machê - inflar um balão, e alternar cola branca e tiras de jornal; na última camada usar papel colorido (revistas); deixar secar um pouco e estourar o balão. Cortar a borda superior e fazer as alças de tubos de papel de revista trançados.
- Envolver a comunidade
1. Trazer uma pessoa para ser entrevistada ou contar seus relatos na aula (ex. Batismo, trazer um pai com fotos do batismo de seus filhos; uma pessoa que esteve doente e sentiu Deus agir na sua cura, etc..)
2. Preparar cartões sobre a mensagem da história aprendida para serem distribuídos aos adultos após o culto. No domingo de Ramos, levar as crianças a enfeitar o pórtico da igreja, durante o culto, para surpreender a comunidade na saída. Preparar lembrancinhas para serem levadas a amigos na escola, ou a vizinhos; ou a pessoas doentes num hospital.
Autor Desconhecido
Nota: Se você é autor dessa postagem,me avise para que eu te dê o crédito,ou a retire se for o caso.
Segundo o trabalho, a retenção das informações pelos alunos varia conforme o método utilizado pelo educador: aulas meramente expositivas são menos eficazes do que as enriquecidas com exemplos práticos, atividades lúdicas e discussões em grupo. 'Aprendemos mais quando somos levados a refletir e a estabelecer relações' explica o professor Sérgio Leite do Departamento de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas. Veja abaixo os números levantados pelo instituto americano: Palestra 5% Leitura 10% Audiovisual 20% Demonstrações 30% Grupos de discussão 50% Exercícios práticos 75% Ensinar aos outros e uso imadiato 80%
Sugestões e exemplos de atividades dinâmicas coletadas do Manual para o Culto Infantil 2000 - Ed. Sinodal.
- Colocar a criança na situação de um dos personagens. Antes de contar a história de Zaqueu propor que uma suba na mesa e observe as demais no chão e deixar que comentem suas reações; ou na história de um cego, antes de começar a história, proponha que fechem os olhos e tentem caminhar até o outro lado da sala ou abrir um pacote, e ouvir as descobertas e sentimentos. Na história da dracma perdida, esconder moedas na sala, para que as crianças procurem (pode ser moedas de chocolate também).
- Explorar o conhecimento prévio das crianças. Na mesma história de Zaqueu, ao invés de experimentar subir na mesa, perguntar e ouvir os relatos das crianças sobre quando já subiram em árvores e qual a sensação que tiveram. Se a história fala de um mendigo, perguntar sobre os mendigos que vêem na rua, como será que eles se sentem, etc... - permitir que participem durante a história.
1. combinar no início da aula, cada vez que aparecer o cachorro na história vocês devem dar dois latidos e cada vez que alguém bater à porta, vocês batem 3 vezes na mesa. (especificar bem a quantidade para evitar bagunça e dispersão).
2. distribua as figuras de personagens da história antes de começar e peça a cada criança que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na história. (Ex. na história da ovelha perdida, prepare as ovelhas antes da aula com as crianças e peça que as segurem; quando você falar que o pastor tinha muitas ovelhas, peça às crianças que as coloquem na mesa; quando uma fugir, você mesmo a tira e continua a história.
- Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)
1. Para fixação da história, divida a turma em grupos e peça que cada grupo encene, sem palavras ou com bonecos que eles mesmos façam usando sucata, uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é (você pode distribuir papéis com as cenas ou deixar que eles escolham as partes que mais gostaram).
2. Formar duplas, e cada dupla tem que inventar uma cena ou mímica, para que os outros adivinhem, sobre como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.
- Painel (em grupo)
1. Colagem - com recortes de revistas e papel colorido, sobre uma folha de papel bem grande, criar a cena mais interessante da história.
2. Colagem de palavras - depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.
- Fazer um objeto ou produto que seja importante para a história .Na parábola do fermento, preparar uma massa de pão no início da aula, no final observar quanto cresceu, e levar para casa para assar. Usar argila ou papier-machê para fazer objetos: cesta de papier-machê - inflar um balão, e alternar cola branca e tiras de jornal; na última camada usar papel colorido (revistas); deixar secar um pouco e estourar o balão. Cortar a borda superior e fazer as alças de tubos de papel de revista trançados.
- Envolver a comunidade
1. Trazer uma pessoa para ser entrevistada ou contar seus relatos na aula (ex. Batismo, trazer um pai com fotos do batismo de seus filhos; uma pessoa que esteve doente e sentiu Deus agir na sua cura, etc..)
2. Preparar cartões sobre a mensagem da história aprendida para serem distribuídos aos adultos após o culto. No domingo de Ramos, levar as crianças a enfeitar o pórtico da igreja, durante o culto, para surpreender a comunidade na saída. Preparar lembrancinhas para serem levadas a amigos na escola, ou a vizinhos; ou a pessoas doentes num hospital.
Autor Desconhecido
Nota: Se você é autor dessa postagem,me avise para que eu te dê o crédito,ou a retire se for o caso.
MÉTODOS DE ENSINO NA EBD
"A dupla giz e quadro negro está cada vez mais ultrapassada." É o que garante um estudo realizado pelo NTL Institute for applied Behavioral Science, organização americana especializada em estudos sobre o comportamento humano."
Segundo o trabalho, a retenção das informações pelos alunos varia conforme o método utilizado pelo educador: aulas meramente expositivas são menos eficazes do que as enriquecidas com exemplos práticos, atividades lúdicas e discussões em grupo. 'Aprendemos mais quando somos levados a refletir e a estabelecer relações' explica o professor Sérgio Leite do Departamento de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas. Veja abaixo os números levantados pelo instituto americano: Palestra 5% Leitura 10% Audiovisual 20% Demonstrações 30% Grupos de discussão 50% Exercícios práticos 75% Ensinar aos outros e uso imadiato 80%
Sugestões e exemplos de atividades dinâmicas coletadas do Manual para o Culto Infantil 2000 - Ed. Sinodal.
- Colocar a criança na situação de um dos personagens. Antes de contar a história de Zaqueu propor que uma suba na mesa e observe as demais no chão e deixar que comentem suas reações; ou na história de um cego, antes de começar a história, proponha que fechem os olhos e tentem caminhar até o outro lado da sala ou abrir um pacote, e ouvir as descobertas e sentimentos. Na história da dracma perdida, esconder moedas na sala, para que as crianças procurem (pode ser moedas de chocolate também).
- Explorar o conhecimento prévio das crianças. Na mesma história de Zaqueu, ao invés de experimentar subir na mesa, perguntar e ouvir os relatos das crianças sobre quando já subiram em árvores e qual a sensação que tiveram. Se a história fala de um mendigo, perguntar sobre os mendigos que vêem na rua, como será que eles se sentem, etc... - permitir que participem durante a história.
1. combinar no início da aula, cada vez que aparecer o cachorro na história vocês devem dar dois latidos e cada vez que alguém bater à porta, vocês batem 3 vezes na mesa. (especificar bem a quantidade para evitar bagunça e dispersão).
2. distribua as figuras de personagens da história antes de começar e peça a cada criança que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na história. (Ex. na história da ovelha perdida, prepare as ovelhas antes da aula com as crianças e peça que as segurem; quando você falar que o pastor tinha muitas ovelhas, peça às crianças que as coloquem na mesa; quando uma fugir, você mesmo a tira e continua a história.
- Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)
1. Para fixação da história, divida a turma em grupos e peça que cada grupo encene, sem palavras ou com bonecos que eles mesmos façam usando sucata, uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é (você pode distribuir papéis com as cenas ou deixar que eles escolham as partes que mais gostaram).
2. Formar duplas, e cada dupla tem que inventar uma cena ou mímica, para que os outros adivinhem, sobre como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.
- Painel (em grupo)
1. Colagem - com recortes de revistas e papel colorido, sobre uma folha de papel bem grande, criar a cena mais interessante da história.
2. Colagem de palavras - depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.
- Fazer um objeto ou produto que seja importante para a história .Na parábola do fermento, preparar uma massa de pão no início da aula, no final observar quanto cresceu, e levar para casa para assar. Usar argila ou papier-machê para fazer objetos: cesta de papier-machê - inflar um balão, e alternar cola branca e tiras de jornal; na última camada usar papel colorido (revistas); deixar secar um pouco e estourar o balão. Cortar a borda superior e fazer as alças de tubos de papel de revista trançados.
- Envolver a comunidade
1. Trazer uma pessoa para ser entrevistada ou contar seus relatos na aula (ex. Batismo, trazer um pai com fotos do batismo de seus filhos; uma pessoa que esteve doente e sentiu Deus agir na sua cura, etc..)
2. Preparar cartões sobre a mensagem da história aprendida para serem distribuídos aos adultos após o culto. No domingo de Ramos, levar as crianças a enfeitar o pórtico da igreja, durante o culto, para surpreender a comunidade na saída. Preparar lembrancinhas para serem levadas a amigos na escola, ou a vizinhos; ou a pessoas doentes num hospital.
Autor Desconhecido
Nota: Se você é autor dessa postagem,me avise para que eu te dê o crédito,ou a retire se for o caso.
Segundo o trabalho, a retenção das informações pelos alunos varia conforme o método utilizado pelo educador: aulas meramente expositivas são menos eficazes do que as enriquecidas com exemplos práticos, atividades lúdicas e discussões em grupo. 'Aprendemos mais quando somos levados a refletir e a estabelecer relações' explica o professor Sérgio Leite do Departamento de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas. Veja abaixo os números levantados pelo instituto americano: Palestra 5% Leitura 10% Audiovisual 20% Demonstrações 30% Grupos de discussão 50% Exercícios práticos 75% Ensinar aos outros e uso imadiato 80%
Sugestões e exemplos de atividades dinâmicas coletadas do Manual para o Culto Infantil 2000 - Ed. Sinodal.
- Colocar a criança na situação de um dos personagens. Antes de contar a história de Zaqueu propor que uma suba na mesa e observe as demais no chão e deixar que comentem suas reações; ou na história de um cego, antes de começar a história, proponha que fechem os olhos e tentem caminhar até o outro lado da sala ou abrir um pacote, e ouvir as descobertas e sentimentos. Na história da dracma perdida, esconder moedas na sala, para que as crianças procurem (pode ser moedas de chocolate também).
- Explorar o conhecimento prévio das crianças. Na mesma história de Zaqueu, ao invés de experimentar subir na mesa, perguntar e ouvir os relatos das crianças sobre quando já subiram em árvores e qual a sensação que tiveram. Se a história fala de um mendigo, perguntar sobre os mendigos que vêem na rua, como será que eles se sentem, etc... - permitir que participem durante a história.
1. combinar no início da aula, cada vez que aparecer o cachorro na história vocês devem dar dois latidos e cada vez que alguém bater à porta, vocês batem 3 vezes na mesa. (especificar bem a quantidade para evitar bagunça e dispersão).
2. distribua as figuras de personagens da história antes de começar e peça a cada criança que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na história. (Ex. na história da ovelha perdida, prepare as ovelhas antes da aula com as crianças e peça que as segurem; quando você falar que o pastor tinha muitas ovelhas, peça às crianças que as coloquem na mesa; quando uma fugir, você mesmo a tira e continua a história.
- Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)
1. Para fixação da história, divida a turma em grupos e peça que cada grupo encene, sem palavras ou com bonecos que eles mesmos façam usando sucata, uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é (você pode distribuir papéis com as cenas ou deixar que eles escolham as partes que mais gostaram).
2. Formar duplas, e cada dupla tem que inventar uma cena ou mímica, para que os outros adivinhem, sobre como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.
- Painel (em grupo)
1. Colagem - com recortes de revistas e papel colorido, sobre uma folha de papel bem grande, criar a cena mais interessante da história.
2. Colagem de palavras - depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.
- Fazer um objeto ou produto que seja importante para a história .Na parábola do fermento, preparar uma massa de pão no início da aula, no final observar quanto cresceu, e levar para casa para assar. Usar argila ou papier-machê para fazer objetos: cesta de papier-machê - inflar um balão, e alternar cola branca e tiras de jornal; na última camada usar papel colorido (revistas); deixar secar um pouco e estourar o balão. Cortar a borda superior e fazer as alças de tubos de papel de revista trançados.
- Envolver a comunidade
1. Trazer uma pessoa para ser entrevistada ou contar seus relatos na aula (ex. Batismo, trazer um pai com fotos do batismo de seus filhos; uma pessoa que esteve doente e sentiu Deus agir na sua cura, etc..)
2. Preparar cartões sobre a mensagem da história aprendida para serem distribuídos aos adultos após o culto. No domingo de Ramos, levar as crianças a enfeitar o pórtico da igreja, durante o culto, para surpreender a comunidade na saída. Preparar lembrancinhas para serem levadas a amigos na escola, ou a vizinhos; ou a pessoas doentes num hospital.
Autor Desconhecido
Nota: Se você é autor dessa postagem,me avise para que eu te dê o crédito,ou a retire se for o caso.
DICAS CRIATIVAS
Fonte: http://escoladominical.net/forum/
Créditos:SandraMac
Quando a lição for sobre ovelha, Davi...
Faça máscaras de ovelhinhas na cartolina e coloque um e elástico fininho para prender na cabeça das crianças.
Cubra com algodão ou deixe só o desenho. Leve para a sala de aula uma camisa de um adulto para representar pastor, um cabo de vassoura para servir de cajado. Pronto para representar.
Quando a lição for sobre chuva:
Receba as crianças, vestida com capa de chuva e com guarda chuva aberto. Depois explique: “Sabe por que estou vestida assim crianças? A nossa história hoje fala sobre chuva, quem já tomou banho de chuva?”.
Você ainda pode utilizar a janela do tempo:
Em meia folha de papel cartão (ou papelão) monte a “janela do tempo”, use papel crepom para cortina. No centro da parte inferior faça um corte para introduzir a figura relacionada ao tempo. Conforme o clima do domingo, você colocará a figura de sol, nuvem, chuva, ensolarado, chuvoso, nublado.
Você pode louvar ao Senhor com um cântico ou recitar esses versos, caso não saiba a melodia (esse é o meu caso rs*).
Domingo eu acordei, fazia sol na cidade.
Tomei meu chocolate, era dia do Senhor.
Fiquei muito contente, vim à igreja com amor.
Domingo eu acordei, chovia na cidade.
A rua estava cheia, era lama de verdade.
Peguei meu guarda chuva, era dia do Senhor.
Fiquei muito contente, vim à igreja com amor.
Domingo eu acordei fazia frio na cidade
A rua estava cheia de agasalho de verdade
Vesti o meu casaco, era dia do Senhor.
Fiquei contente, vim à igreja com amor.
Para memorizar o versículo:
Numa folha ou em E.V.A. desenhe um menino ou uma menina só de short. Faça roupinhas com os versículos (cada peça de uma cor para ficar bem alegre), à medida que você for vestido o boneco, vá falando o versículo. Você pode utilizar o mesmo boneco várias vezes, se preferir coloque um nome no boneco.
Centro do livro:
Organize esse espaço com estantes pequenas (caso tenha espaço) com livros ilustrados, de preferência para a faixa etária com a qual com você trabalha. Peça ajuda dos pais e da igreja através de uma campanha. Numa mesa pequena e baixa, ou mesmo uma caixa pode servir de mesa. “Prepare uma Bíblia”. Faça referência sempre como: “Livro especial”, “o melhor livro de todos”. Esse cantinho deve ser visitado sempre por causa da Bíblia.
Quando a história falar sobre casamento:
Leve enfeites para as crianças: para as meninas um laço (pode ser de papel crepom) e para o meninos gravata borboleta,coloque a gravata e o laço em todas as crianças e diga que hoje vai ter uma festa.
BONECOS
Utilize aqueles bonecos que você tem em casa, como a Barbie ou Max Stel, vista com retalhos de forma a parecerem as roupas da época de Jesus e conte a história utilizando-os como personagens.
CENÁRIOS
Observe os brinquedos e seus filhos, sobrinhos, visinhos. Aquele brinquedo de casinha dá para fazer um cenário (caminha + cadeirinhas + mesinha) e usar em passagens como a de Marta e Maria que davam hospedagem a Jesus.
BICHINHOS
Veja se aquele bicinho de pelúcia serve para a sua história, como os leões onde Daniel foi lançado, os animais da arca entre outros.
PAINEL DE METAL
Se você não tem flanelógrafo, utilize um painel de metal (desses de colocar fotos), coloque as gravuras da história com pequenos imãs (cuidado para não deixar ao alcance dos pequenos).
PAINEL DE PAPEL CARTÃO DURO
Em lojas de artesanato é encontrada folha de papelão super duro e resistente, no formato 1,10 x 80 cm. O preço médio é de apenas R$ 4,50. É uma excelente opção para a criação de murais, painéis, cartazes para a sua sala de aula.
VÍDEO
Capture desenhos animados de história bíblica no site http://br.youtube.com/ e apresente através do computador ou DVD. Escreve "DESENHOS BIBLICOS" no campo de pesquisa. Não acho que seja pirataria gravar esses desenhos, pois se encontram disponível em um site de utilização pública.
Evitem enviar ou divulgar fotos que apareçam o rosto das crianças, pois isso, legalmente, é um direito autoral. Converse com os responsáveis e se julgar necessário faça uma autorização por escrito. Recentemente vi o caso de uma mãe que colocava as fotos da família em seu blog pessoal e acabou encontrando as fotos de suas filhas, que tirou durante as férias e elas estavam de biquini, em um site de pedofilia.
PUBLICAÇÕES
Sempre que enviar algum material que tenha sido impresso, informe o nome da publicação, edição e editora e, se houver, site e telefone. Assim dará a entender que é uma indicação. Evitar enviar o assunto completo, transmita em partes. O mesmo serve para algo que tenha pegado na Internet, informe a página e dê os devidos créditos a quem o fez. Tecnicamente o que está na Internet é domínio público e perde a característica de exclusividade, pois é impossível evitar que se façam cópias.
PAPELARIA
Verifique em escolas públicas/particulares a possibilidade de doarem aqueles pedacinhos de lápis, giz, papel, cola, tinta, etc. Muitos jogam fora quando fazem a limpeza de fim de ano e estamos na época certa para ir atrás. Em gráficas/editoras é possível conseguir a doação de papeis, pois é comum algum impressão sair errado e na maioria dá para utilizar o verso para fazer cartazes e outro. Em algumas fábricas há restos de materiais como couro, tecido, plásticos, etc. Há também algumas papelarias que jogam materiais fora, porque a embalagem estragou, o papel amassou ou sujou, o giz quebrou e eles não conseguem vender.
CAMPANHA
Independente do tamanho da sua igreja, peça autorização aos responsáveis, para fazer uma campanha de arrecadação ou de doações. Peça aos irmãos para fazerem aquela limpeza de fim de ano e verificar se há algum tipo de material de papelaria, livros, CD entre outros que eles não utilizam mais e possam doar. Vale lembrar que muitos já estão começando a comprar os materiais escolares para seus filhos e, de repente, Deus pode tocar no coração e alguém comprar uma caixa de lápis a mais, um pacote pequeno de folhas de sulfite, etc...
Comentei com minhas crianças que estava juntando tampinhas de garrafas para fazer um bonequinho para elas e de repente, há várias pessoas na igreja que estão trazendo tampinhas para mim. Quando pergunto como ela ficou sabendo elas dizem que é porque o filho falou e viu que algumas crianças estavam pegando e ela perguntou para quê?
LIÇÃO SOBRE REIS E RAINHAS
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
- Ensinado sobre a rainha Ester, peguei várias bonecas do tipo Barbie - algumas eu comprei, outras pedi emprestado, peguei bonecos do meu filho e transformei todos em personagens da história bíblica: Ester, as outras pretendentes, Mordecai, Hamã e Assuero. Comprei umas roupinhas de bonecas num camelô, especialmente para representar as moças, que deviam estar muito bem vestidas para se apresentar ao rei. E para as outras bonecas, improvisei com retalhos de tecidos. Pintei a carinha dos bonecos, para colocar barba e fazer cara de mau em Hamã com lápis de olho. Fiz uma coroa para Assuero e consegui emprestada uma coroa de boneca.
E para completar, minha irmã comprou numa loja de artesanato, um monte de mini-comidinhas, a coisa mais linda, para fazer o banquete que Ester preparou para o rei. Contei a história com os bonecos e depois, deixei que as crianças brincassem um pouco com eles. Depois, passamos o DVD dos Vegetais que conta a história de Ester, para fixar ainda mais. Demos uma coroa para os meninos, dessa de papelão e para as meninas uma tiara, que custou 0,40 cada, para que elas se tornassem a rainha Ester. Elas ficaram encantadas.
CENÁRIO REAL EM MINIATURA
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
Para a história de Débora e Baraque comprei nas lojas de R$1,99 alguns bonequinhos, tipo soldadinhos, custava R$2,99 pacotinho com 6. Fiz roupinhas para eles com retalhos de panos, no estilo da roupa dos israelitas e para os adversários, fiz as armaduras com papel laminado de cozinha, que é mais durinho. Os "carros de ferro" uma professora achou numa loja de festas infantis, era a carruagem da Cinderela. Tiramos a tampa e virou uma espécie de biga romana dos soldados inimigos. Peguei uma tampa de uma caixa de plástico e coloquei terra de jardim. Em outra tampa, de uma caixa de mil utilidades que tenho, coloquei uma peça de isopor, pintada em tom de terra, lá improvisei o monte onde Débora ficava e a palmeira, e também fizemos algo parecido com um curral, para os animais.
Fizemos Débora e Baraque, alguns israelitas e os inimigos, especialmente Sísera. Peguei uma garrafa de plástico dessas de água mineral e fiz uns furinhos. Colei a garrafa atrás de uma nuvem de EVA cinza. Na hora da história, coloquei água ali dentro. Fui contando a história e mexendo com os bonequinhos, as crianças vidradas na história e na hora da chuva, virei a garrafa, e a água saiu pelos furinhos, mas as crianças só viram a nuvem... Elas vibraram!!
LEVE ALIMENTO PARA A SUA SALA DE AULA
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
- Na história de Adão e Eva, levei muitas frutas em pedacinhos para eles comerem e fui explicando que Deus tinha criado muitas frutas gostosas, mas só uma é que Ele disse para não tocar... As crianças comeram todas as frutas que levei, houve até disputa no final e depois os pais falaram - mas em casa, minha filha não come nada disso, mas na igreja comeu!
Na história sobre a Páscoa, fizemos uma "ceia" com eles, levamos carne assada desfiada para representar a carne do cordeiro, levamos agrião picado para representar as ervas amargas e pão árabe para representar o pão sem fermento. Com crianças pequenas dá pra fazer assim, com as maiores, é legal comprar o próprio matzá nas lojas judaicas.
Sempre que a aula tem a ver com algo de comer, levamos a "comida" da história para eles comerem.
PRAGAS DO EGITO
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
Na história das pragas do Egito, uma professora nossa fez algo muito legal: pegou várias latas de leite em pó vazias e escreveu na tampa de cada uma o número de uma praga e dentro foi colocando algo que simbolizasse a praga. A do sangue, ela colocou tinta vermelha grossa, e derramou um pouco de água para fluidificar e as crianças viram "a água virar sangue", e foi colocando respectivamente nas outras: uma rã de plástico, gafanhotos, moscas, animais doentes tudo de plástico, encontrado em lojas de R$ 1,99. Improvisou os piolhos usando umas formigas de plástico - cortou com tesoura até ficar na forma de um piolho. Para simbolizar a praga da escuridão ela utilizou uma venda preta feita com papel crepom, para colocar nos olhos de todas as crianças. As feridas foram simbolizadas por cinzas e band-aids. E na última praga, colocamos um enorme papel pardo na parede, onde desenhamos uma porta. Pegamos uns rolinhos de tinta e demos para as crianças pintarem os umbrais com tinta vermelha, que era o sangue do cordeiro.
HERÓIS DA FÉ
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
Na aula de Davi, fizemos uma capa em TNT. Confeccionamos também um coração em cartolina laminada vermelha escrito dentro o nome de Jesus em dourado, no melhor estilo super-herói! Explicamos que quem tem Jesus no coração, assim como Davi, se torna um verdadeiro herói da fé.
Nessa faixa etária de 3 a 5 anos eles vivem num mundo de heróis e princesas, os brinquedos e desenhos giram sempre em torno disso e é muito legal você mostrar que existiram heróis de verdade, homens e mulheres de fé, e que eles também podem se tornar heróis de Jesus.
A BÍBLIA ESPECIAL
Preparei uma Bíblia com uma caixa de papelão que veio um aparelho telefônico. Encapei com papel camurça preto e dentro coloco a historinha de cada domingo. Antes de contar a história vou abrir a "Bíblia" e tirar de dentro um rolo com a lição. Assim, as crianças irão registrar que estão aprendendo lições de vida retiradas da Bíblia, a Palavra de Deus.
Créditos:SandraMac
Quando a lição for sobre ovelha, Davi...
Faça máscaras de ovelhinhas na cartolina e coloque um e elástico fininho para prender na cabeça das crianças.
Cubra com algodão ou deixe só o desenho. Leve para a sala de aula uma camisa de um adulto para representar pastor, um cabo de vassoura para servir de cajado. Pronto para representar.
Quando a lição for sobre chuva:
Receba as crianças, vestida com capa de chuva e com guarda chuva aberto. Depois explique: “Sabe por que estou vestida assim crianças? A nossa história hoje fala sobre chuva, quem já tomou banho de chuva?”.
Você ainda pode utilizar a janela do tempo:
Em meia folha de papel cartão (ou papelão) monte a “janela do tempo”, use papel crepom para cortina. No centro da parte inferior faça um corte para introduzir a figura relacionada ao tempo. Conforme o clima do domingo, você colocará a figura de sol, nuvem, chuva, ensolarado, chuvoso, nublado.
Você pode louvar ao Senhor com um cântico ou recitar esses versos, caso não saiba a melodia (esse é o meu caso rs*).
Domingo eu acordei, fazia sol na cidade.
Tomei meu chocolate, era dia do Senhor.
Fiquei muito contente, vim à igreja com amor.
Domingo eu acordei, chovia na cidade.
A rua estava cheia, era lama de verdade.
Peguei meu guarda chuva, era dia do Senhor.
Fiquei muito contente, vim à igreja com amor.
Domingo eu acordei fazia frio na cidade
A rua estava cheia de agasalho de verdade
Vesti o meu casaco, era dia do Senhor.
Fiquei contente, vim à igreja com amor.
Para memorizar o versículo:
Numa folha ou em E.V.A. desenhe um menino ou uma menina só de short. Faça roupinhas com os versículos (cada peça de uma cor para ficar bem alegre), à medida que você for vestido o boneco, vá falando o versículo. Você pode utilizar o mesmo boneco várias vezes, se preferir coloque um nome no boneco.
Centro do livro:
Organize esse espaço com estantes pequenas (caso tenha espaço) com livros ilustrados, de preferência para a faixa etária com a qual com você trabalha. Peça ajuda dos pais e da igreja através de uma campanha. Numa mesa pequena e baixa, ou mesmo uma caixa pode servir de mesa. “Prepare uma Bíblia”. Faça referência sempre como: “Livro especial”, “o melhor livro de todos”. Esse cantinho deve ser visitado sempre por causa da Bíblia.
Quando a história falar sobre casamento:
Leve enfeites para as crianças: para as meninas um laço (pode ser de papel crepom) e para o meninos gravata borboleta,coloque a gravata e o laço em todas as crianças e diga que hoje vai ter uma festa.
BONECOS
Utilize aqueles bonecos que você tem em casa, como a Barbie ou Max Stel, vista com retalhos de forma a parecerem as roupas da época de Jesus e conte a história utilizando-os como personagens.
CENÁRIOS
Observe os brinquedos e seus filhos, sobrinhos, visinhos. Aquele brinquedo de casinha dá para fazer um cenário (caminha + cadeirinhas + mesinha) e usar em passagens como a de Marta e Maria que davam hospedagem a Jesus.
BICHINHOS
Veja se aquele bicinho de pelúcia serve para a sua história, como os leões onde Daniel foi lançado, os animais da arca entre outros.
PAINEL DE METAL
Se você não tem flanelógrafo, utilize um painel de metal (desses de colocar fotos), coloque as gravuras da história com pequenos imãs (cuidado para não deixar ao alcance dos pequenos).
PAINEL DE PAPEL CARTÃO DURO
Em lojas de artesanato é encontrada folha de papelão super duro e resistente, no formato 1,10 x 80 cm. O preço médio é de apenas R$ 4,50. É uma excelente opção para a criação de murais, painéis, cartazes para a sua sala de aula.
VÍDEO
Capture desenhos animados de história bíblica no site http://br.youtube.com/ e apresente através do computador ou DVD. Escreve "DESENHOS BIBLICOS" no campo de pesquisa. Não acho que seja pirataria gravar esses desenhos, pois se encontram disponível em um site de utilização pública.
Evitem enviar ou divulgar fotos que apareçam o rosto das crianças, pois isso, legalmente, é um direito autoral. Converse com os responsáveis e se julgar necessário faça uma autorização por escrito. Recentemente vi o caso de uma mãe que colocava as fotos da família em seu blog pessoal e acabou encontrando as fotos de suas filhas, que tirou durante as férias e elas estavam de biquini, em um site de pedofilia.
PUBLICAÇÕES
Sempre que enviar algum material que tenha sido impresso, informe o nome da publicação, edição e editora e, se houver, site e telefone. Assim dará a entender que é uma indicação. Evitar enviar o assunto completo, transmita em partes. O mesmo serve para algo que tenha pegado na Internet, informe a página e dê os devidos créditos a quem o fez. Tecnicamente o que está na Internet é domínio público e perde a característica de exclusividade, pois é impossível evitar que se façam cópias.
PAPELARIA
Verifique em escolas públicas/particulares a possibilidade de doarem aqueles pedacinhos de lápis, giz, papel, cola, tinta, etc. Muitos jogam fora quando fazem a limpeza de fim de ano e estamos na época certa para ir atrás. Em gráficas/editoras é possível conseguir a doação de papeis, pois é comum algum impressão sair errado e na maioria dá para utilizar o verso para fazer cartazes e outro. Em algumas fábricas há restos de materiais como couro, tecido, plásticos, etc. Há também algumas papelarias que jogam materiais fora, porque a embalagem estragou, o papel amassou ou sujou, o giz quebrou e eles não conseguem vender.
CAMPANHA
Independente do tamanho da sua igreja, peça autorização aos responsáveis, para fazer uma campanha de arrecadação ou de doações. Peça aos irmãos para fazerem aquela limpeza de fim de ano e verificar se há algum tipo de material de papelaria, livros, CD entre outros que eles não utilizam mais e possam doar. Vale lembrar que muitos já estão começando a comprar os materiais escolares para seus filhos e, de repente, Deus pode tocar no coração e alguém comprar uma caixa de lápis a mais, um pacote pequeno de folhas de sulfite, etc...
Comentei com minhas crianças que estava juntando tampinhas de garrafas para fazer um bonequinho para elas e de repente, há várias pessoas na igreja que estão trazendo tampinhas para mim. Quando pergunto como ela ficou sabendo elas dizem que é porque o filho falou e viu que algumas crianças estavam pegando e ela perguntou para quê?
LIÇÃO SOBRE REIS E RAINHAS
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
- Ensinado sobre a rainha Ester, peguei várias bonecas do tipo Barbie - algumas eu comprei, outras pedi emprestado, peguei bonecos do meu filho e transformei todos em personagens da história bíblica: Ester, as outras pretendentes, Mordecai, Hamã e Assuero. Comprei umas roupinhas de bonecas num camelô, especialmente para representar as moças, que deviam estar muito bem vestidas para se apresentar ao rei. E para as outras bonecas, improvisei com retalhos de tecidos. Pintei a carinha dos bonecos, para colocar barba e fazer cara de mau em Hamã com lápis de olho. Fiz uma coroa para Assuero e consegui emprestada uma coroa de boneca.
E para completar, minha irmã comprou numa loja de artesanato, um monte de mini-comidinhas, a coisa mais linda, para fazer o banquete que Ester preparou para o rei. Contei a história com os bonecos e depois, deixei que as crianças brincassem um pouco com eles. Depois, passamos o DVD dos Vegetais que conta a história de Ester, para fixar ainda mais. Demos uma coroa para os meninos, dessa de papelão e para as meninas uma tiara, que custou 0,40 cada, para que elas se tornassem a rainha Ester. Elas ficaram encantadas.
CENÁRIO REAL EM MINIATURA
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
Para a história de Débora e Baraque comprei nas lojas de R$1,99 alguns bonequinhos, tipo soldadinhos, custava R$2,99 pacotinho com 6. Fiz roupinhas para eles com retalhos de panos, no estilo da roupa dos israelitas e para os adversários, fiz as armaduras com papel laminado de cozinha, que é mais durinho. Os "carros de ferro" uma professora achou numa loja de festas infantis, era a carruagem da Cinderela. Tiramos a tampa e virou uma espécie de biga romana dos soldados inimigos. Peguei uma tampa de uma caixa de plástico e coloquei terra de jardim. Em outra tampa, de uma caixa de mil utilidades que tenho, coloquei uma peça de isopor, pintada em tom de terra, lá improvisei o monte onde Débora ficava e a palmeira, e também fizemos algo parecido com um curral, para os animais.
Fizemos Débora e Baraque, alguns israelitas e os inimigos, especialmente Sísera. Peguei uma garrafa de plástico dessas de água mineral e fiz uns furinhos. Colei a garrafa atrás de uma nuvem de EVA cinza. Na hora da história, coloquei água ali dentro. Fui contando a história e mexendo com os bonequinhos, as crianças vidradas na história e na hora da chuva, virei a garrafa, e a água saiu pelos furinhos, mas as crianças só viram a nuvem... Elas vibraram!!
LEVE ALIMENTO PARA A SUA SALA DE AULA
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
- Na história de Adão e Eva, levei muitas frutas em pedacinhos para eles comerem e fui explicando que Deus tinha criado muitas frutas gostosas, mas só uma é que Ele disse para não tocar... As crianças comeram todas as frutas que levei, houve até disputa no final e depois os pais falaram - mas em casa, minha filha não come nada disso, mas na igreja comeu!
Na história sobre a Páscoa, fizemos uma "ceia" com eles, levamos carne assada desfiada para representar a carne do cordeiro, levamos agrião picado para representar as ervas amargas e pão árabe para representar o pão sem fermento. Com crianças pequenas dá pra fazer assim, com as maiores, é legal comprar o próprio matzá nas lojas judaicas.
Sempre que a aula tem a ver com algo de comer, levamos a "comida" da história para eles comerem.
PRAGAS DO EGITO
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
Na história das pragas do Egito, uma professora nossa fez algo muito legal: pegou várias latas de leite em pó vazias e escreveu na tampa de cada uma o número de uma praga e dentro foi colocando algo que simbolizasse a praga. A do sangue, ela colocou tinta vermelha grossa, e derramou um pouco de água para fluidificar e as crianças viram "a água virar sangue", e foi colocando respectivamente nas outras: uma rã de plástico, gafanhotos, moscas, animais doentes tudo de plástico, encontrado em lojas de R$ 1,99. Improvisou os piolhos usando umas formigas de plástico - cortou com tesoura até ficar na forma de um piolho. Para simbolizar a praga da escuridão ela utilizou uma venda preta feita com papel crepom, para colocar nos olhos de todas as crianças. As feridas foram simbolizadas por cinzas e band-aids. E na última praga, colocamos um enorme papel pardo na parede, onde desenhamos uma porta. Pegamos uns rolinhos de tinta e demos para as crianças pintarem os umbrais com tinta vermelha, que era o sangue do cordeiro.
HERÓIS DA FÉ
Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
Na aula de Davi, fizemos uma capa em TNT. Confeccionamos também um coração em cartolina laminada vermelha escrito dentro o nome de Jesus em dourado, no melhor estilo super-herói! Explicamos que quem tem Jesus no coração, assim como Davi, se torna um verdadeiro herói da fé.
Nessa faixa etária de 3 a 5 anos eles vivem num mundo de heróis e princesas, os brinquedos e desenhos giram sempre em torno disso e é muito legal você mostrar que existiram heróis de verdade, homens e mulheres de fé, e que eles também podem se tornar heróis de Jesus.
A BÍBLIA ESPECIAL
Preparei uma Bíblia com uma caixa de papelão que veio um aparelho telefônico. Encapei com papel camurça preto e dentro coloco a historinha de cada domingo. Antes de contar a história vou abrir a "Bíblia" e tirar de dentro um rolo com a lição. Assim, as crianças irão registrar que estão aprendendo lições de vida retiradas da Bíblia, a Palavra de Deus.
PRINCÍPIOS PARA LÍDERES DE MINISTÉRIO INFANTIL
PRIMEIRO princípio para Líderes de Ministério Infantil
1. Paixão – qualquer coisa que eu faça, farei bem porque a faço para o Senhor, não para a aprovação dos outros. Col. 3:23
A paixão produz:
a. Direção - entusiasmo que nos impulsiona adiante, energia suficiente para cruzar a linha de chegada da realização.
b. Possibilidades – o apaixonado faz coisas de maneira diferente: supera as dificuldades buscando soluções criativas juntamente com a equipe; percebe o fracasso como um degrau para o sucesso, refaz constantemente seus alvos e os alcança por meio de perseverança; aceita desafios que a impulsiona para os limites da perseverança, compreende que “se não houver dor, não há valor”; aceita a disciplina de Deus como uma preciosa demonstração do Seu amor.As duas maiores paixões de um líder dos MC devem ser: 1. ver uma criança aceitar a Jesus e vê-la crescer em maturidade espiritual 2. liderar, encorajar e inspirar os professores.
c. Mudança de vida – a mudança de atitude produz compromisso.
Características de uma pessoa apaixonada:
• Alegria e vigor – contagiam o ambiente. É ficar contente por fazer diferença no Reino, porque o que fazemos durará para sempre. “Quando você está bem próximo de Cristo, as coisas de Seu reino farão com que a paixão jorre em sua alma”.
• Entusiasmo e expectativa – “ao ministrarmos para as crianças e para a nossa família, precisamos ser as pessoas mais entusiasmadas do mundo, porque estamos vivendo dentro do laço do amor, da graça e do poder de Deus”.
• Resultados excepcionais – os resultados espirituais florescem em razão de sua paixão pelo ministério. As crianças se lembrarão de você como alguém cheio de paixão que as amava, as valorizava e as honrava. As crianças podem se esquecer das lições que você ensinou, mas se lembrarão de quem é você.
Venenos mortais contra a paixão:
• Rotina – monotonia e falta de criatividade.
• Frieza – gastar a maior parte do nosso tempo com pessoas apáticas.
• Incerteza – precisamos estar fixos em um foco. Só começamos a progredir quando falamos sobre passos, planos específicos e horários específicos.
• Vaguear – sem objetivos, você não tem em que se concentrar. Quando investimos essa paixão em objetivos específicos e trabalhamos neles com todas as nossas forças, uma dádiva de Deus, então se torna muito difícil desistirmos de nosso ministério.
• Dureza – se você é líder, com certeza alguém não gostará de você. Portanto, não se preocupe com que os outros pensam a seu respeito. Algumas pessoas são como vitral: ou são apenas um vidro ou alguém que reflete a luz.
Referência: Jutila, Craig. 4 Princípios Fundamentais para Líderes de Ministério Infantil. São Paulo: Editora Vida, 2004.
SEGUNDO princípio para Líderes de Ministério Infantil
2. Atitude – Nossa atitude determina nossa altitude. A atitude que você usa é a atitude que você escolhe e ela depende da sua capacidade de distinguir entre a resposta e a reação.O que causa minha atitude a escorregar:
• Turbulência – nossa auto-estima pode atravessar uma tempestade, devido a um corte brusco na igreja ou por um sentimento de baixa auto-estima. Como você se vê? E como Deus a vê? Se nós esquecemos de manter os olhos em nosso valor, nosso preço eterno, como Deus o vê, nossas atitudes terão tendência para apontar o “nariz para baixo”.
• Paralisia – pessoas que não se vêem como vencedoras são, com freqüência, obcecadas por perder.• Estressando-se – você pode estar usando energia demais. Sua atitude e desempenho podem realmente melhorar, se você reduzir sua velocidade. É preciso ter tempo para renovar-se e deleitar-se, ou seja, rejuvenescer.• Voltas, voltas e voltas – as expectativas de vida menores, são as pequenas destruidoras de atitudes. Os líderes eficazes enfrentam dificuldade, desencorajamento e desapontamento. Tiago 1:2-4. Precisamos manter uma clara perspectiva de vida, uma clara perspectiva de nossas expectativas. Muitas vezes é preciso trocá-las, para abrir espaço necessário, para que as boas atitudes floresçam.O que fazer quando sentir que sua atitude está para vacilar: 1. olhe para cima – mantenha-se focado no que Deus está fazendo no Reino. (Col. 3: 2,3);
2. Desacelere: todos fazemos escolhas mais acertadas quando paramos por um momento; Alcance pessoas – que o seu foco seja ajudar os outros a alcançar o potencial que têm. A vida das crianças e dos membros de sua equipe serão renovadas, e as pessoas se sentirão encorajadas, simplesmente pelo fato de estar em contato com você.
Referência: Jutila, Craig. 4 Princípios Fundamentais para Líderes de Ministério Infantil. São Paulo: Editora Vida, 2004.
TERCEIRO princípio para Líderes de Ministério Infantil
3. Trabalho em Equipe – As equipes têm um potencial criativo maior do que os indivíduos. “Todos nós juntos somos mais inteligentes do que apenas um de nós”.
Características de uma equipe dinâmica:
• Cooperação – isso requer saber e apreciar histórias uns dos outros, manter contato físico, atitudes de dar e receber, para que a unidade se transforme na poderosa realidade de nossos relacionamentos práticos de trabalho. Ler S.João 17:21.
• Flexibilidade – mudar para atender às necessidades. Flexibilidade para dar conta da demanda que lhe é requerida.
• Compromisso – os propósitos de evangelismo, comunhão, discipulado, serviço e adoração. Programas que ajudarão as crianças a crescer em profundidade, na caminhada espiritual.
• Lealdade - uma equipe pode fracassar porque algo discutido entre o grupo vazou para outras partes interessadas: a famosa fofoca. É muito difícil vencer a quebra de confiança entre os membros de uma equipe.
• Encorajamento - pessoas florescem sob o incentivo e murcham sob a crítica. Todas as vezes que apreciar algo em alguém ao seu lado, você está elevando seu valor, honrando essa pessoa, edificando a equipe e construindo o Reino. Ler I Tess. 5:11
Como cuidar das necessidades de manutenção de sua equipe:
• Deixe constantemente as expectativas bem claras – cada membro da equipe precisa sentir-se pertencente ao grupo e saber que seu papel é vital.
• Proporcione informações e treinamentos para habilidades de uma equipe.
• Abra espaço para compartilhar – não se preocupar apenas em desempenhar as tarefas, mas uns com os outros.
• Sempre dê ênfase à presença de Deus – iniciar cada encontro com uma oração. Desenvolver projetos de oração intercessória durante os encontros.
Referência: Jutila, Craig. 4 Princípios Fundamentais para Líderes de Ministério Infantil. São Paulo: Editora Vida, 2004.
QUARTO princípio para Líderes de Ministério Infantil
4. Honra- Ler Rom. 12:10. O valor que atribuímos às pessoas faz toda a diferença em como as tratamos e como somos tratados por elas. A honra determina o sucesso do nosso ministério. Valorize as pessoas através de cartões de aniversário, agradecimentos, telefonemas, visitas, etc. Nossa própria imagem influencia significativamente nossa “imagem” das pessoas. Quando vemos outros da maneira como Deus os vê, passamos a tratá-los como Deus os trata também.Servir em uma atmosfera de respeito mútuo e encorajamento torna o ministério gostoso e digno de todo esforço.
1. Paixão – qualquer coisa que eu faça, farei bem porque a faço para o Senhor, não para a aprovação dos outros. Col. 3:23
A paixão produz:
a. Direção - entusiasmo que nos impulsiona adiante, energia suficiente para cruzar a linha de chegada da realização.
b. Possibilidades – o apaixonado faz coisas de maneira diferente: supera as dificuldades buscando soluções criativas juntamente com a equipe; percebe o fracasso como um degrau para o sucesso, refaz constantemente seus alvos e os alcança por meio de perseverança; aceita desafios que a impulsiona para os limites da perseverança, compreende que “se não houver dor, não há valor”; aceita a disciplina de Deus como uma preciosa demonstração do Seu amor.As duas maiores paixões de um líder dos MC devem ser: 1. ver uma criança aceitar a Jesus e vê-la crescer em maturidade espiritual 2. liderar, encorajar e inspirar os professores.
c. Mudança de vida – a mudança de atitude produz compromisso.
Características de uma pessoa apaixonada:
• Alegria e vigor – contagiam o ambiente. É ficar contente por fazer diferença no Reino, porque o que fazemos durará para sempre. “Quando você está bem próximo de Cristo, as coisas de Seu reino farão com que a paixão jorre em sua alma”.
• Entusiasmo e expectativa – “ao ministrarmos para as crianças e para a nossa família, precisamos ser as pessoas mais entusiasmadas do mundo, porque estamos vivendo dentro do laço do amor, da graça e do poder de Deus”.
• Resultados excepcionais – os resultados espirituais florescem em razão de sua paixão pelo ministério. As crianças se lembrarão de você como alguém cheio de paixão que as amava, as valorizava e as honrava. As crianças podem se esquecer das lições que você ensinou, mas se lembrarão de quem é você.
Venenos mortais contra a paixão:
• Rotina – monotonia e falta de criatividade.
• Frieza – gastar a maior parte do nosso tempo com pessoas apáticas.
• Incerteza – precisamos estar fixos em um foco. Só começamos a progredir quando falamos sobre passos, planos específicos e horários específicos.
• Vaguear – sem objetivos, você não tem em que se concentrar. Quando investimos essa paixão em objetivos específicos e trabalhamos neles com todas as nossas forças, uma dádiva de Deus, então se torna muito difícil desistirmos de nosso ministério.
• Dureza – se você é líder, com certeza alguém não gostará de você. Portanto, não se preocupe com que os outros pensam a seu respeito. Algumas pessoas são como vitral: ou são apenas um vidro ou alguém que reflete a luz.
Referência: Jutila, Craig. 4 Princípios Fundamentais para Líderes de Ministério Infantil. São Paulo: Editora Vida, 2004.
SEGUNDO princípio para Líderes de Ministério Infantil
2. Atitude – Nossa atitude determina nossa altitude. A atitude que você usa é a atitude que você escolhe e ela depende da sua capacidade de distinguir entre a resposta e a reação.O que causa minha atitude a escorregar:
• Turbulência – nossa auto-estima pode atravessar uma tempestade, devido a um corte brusco na igreja ou por um sentimento de baixa auto-estima. Como você se vê? E como Deus a vê? Se nós esquecemos de manter os olhos em nosso valor, nosso preço eterno, como Deus o vê, nossas atitudes terão tendência para apontar o “nariz para baixo”.
• Paralisia – pessoas que não se vêem como vencedoras são, com freqüência, obcecadas por perder.• Estressando-se – você pode estar usando energia demais. Sua atitude e desempenho podem realmente melhorar, se você reduzir sua velocidade. É preciso ter tempo para renovar-se e deleitar-se, ou seja, rejuvenescer.• Voltas, voltas e voltas – as expectativas de vida menores, são as pequenas destruidoras de atitudes. Os líderes eficazes enfrentam dificuldade, desencorajamento e desapontamento. Tiago 1:2-4. Precisamos manter uma clara perspectiva de vida, uma clara perspectiva de nossas expectativas. Muitas vezes é preciso trocá-las, para abrir espaço necessário, para que as boas atitudes floresçam.O que fazer quando sentir que sua atitude está para vacilar: 1. olhe para cima – mantenha-se focado no que Deus está fazendo no Reino. (Col. 3: 2,3);
2. Desacelere: todos fazemos escolhas mais acertadas quando paramos por um momento; Alcance pessoas – que o seu foco seja ajudar os outros a alcançar o potencial que têm. A vida das crianças e dos membros de sua equipe serão renovadas, e as pessoas se sentirão encorajadas, simplesmente pelo fato de estar em contato com você.
Referência: Jutila, Craig. 4 Princípios Fundamentais para Líderes de Ministério Infantil. São Paulo: Editora Vida, 2004.
TERCEIRO princípio para Líderes de Ministério Infantil
3. Trabalho em Equipe – As equipes têm um potencial criativo maior do que os indivíduos. “Todos nós juntos somos mais inteligentes do que apenas um de nós”.
Características de uma equipe dinâmica:
• Cooperação – isso requer saber e apreciar histórias uns dos outros, manter contato físico, atitudes de dar e receber, para que a unidade se transforme na poderosa realidade de nossos relacionamentos práticos de trabalho. Ler S.João 17:21.
• Flexibilidade – mudar para atender às necessidades. Flexibilidade para dar conta da demanda que lhe é requerida.
• Compromisso – os propósitos de evangelismo, comunhão, discipulado, serviço e adoração. Programas que ajudarão as crianças a crescer em profundidade, na caminhada espiritual.
• Lealdade - uma equipe pode fracassar porque algo discutido entre o grupo vazou para outras partes interessadas: a famosa fofoca. É muito difícil vencer a quebra de confiança entre os membros de uma equipe.
• Encorajamento - pessoas florescem sob o incentivo e murcham sob a crítica. Todas as vezes que apreciar algo em alguém ao seu lado, você está elevando seu valor, honrando essa pessoa, edificando a equipe e construindo o Reino. Ler I Tess. 5:11
Como cuidar das necessidades de manutenção de sua equipe:
• Deixe constantemente as expectativas bem claras – cada membro da equipe precisa sentir-se pertencente ao grupo e saber que seu papel é vital.
• Proporcione informações e treinamentos para habilidades de uma equipe.
• Abra espaço para compartilhar – não se preocupar apenas em desempenhar as tarefas, mas uns com os outros.
• Sempre dê ênfase à presença de Deus – iniciar cada encontro com uma oração. Desenvolver projetos de oração intercessória durante os encontros.
Referência: Jutila, Craig. 4 Princípios Fundamentais para Líderes de Ministério Infantil. São Paulo: Editora Vida, 2004.
QUARTO princípio para Líderes de Ministério Infantil
4. Honra- Ler Rom. 12:10. O valor que atribuímos às pessoas faz toda a diferença em como as tratamos e como somos tratados por elas. A honra determina o sucesso do nosso ministério. Valorize as pessoas através de cartões de aniversário, agradecimentos, telefonemas, visitas, etc. Nossa própria imagem influencia significativamente nossa “imagem” das pessoas. Quando vemos outros da maneira como Deus os vê, passamos a tratá-los como Deus os trata também.Servir em uma atmosfera de respeito mútuo e encorajamento torna o ministério gostoso e digno de todo esforço.
sábado, 12 de novembro de 2011
O REMÉDIO
O remédio
João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior.
Era um homem bastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa alem do seu mundo material.
Um certo dia, estava ele fechando a farmácia, quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que
se ela não tomasse o remédio logo iria morrer.
Muito nervoso, e apos insistência da criança, resolveu reabrir
a farmácia para pegar o remédio.
Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio no escuro mesmo e entregando a criança que agradeceu e saiu dali as pressas.
Minutos depois percebeu que havia entregado o remédio errado
para a criança e que se sua mãe o tomasse seria morte instantânea.
Desesperado tentou alcançar a criança, mas não teve êxito.
Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existisse um Deus que não o deixasse passar por assassino.
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar,
deparou-se com a criança a dizer:
"Senhor, por favor não brigue comigo, mas e que cai e quebrei o vidro do remédio, da pro senhor me dar outro?"
Salmos 37:5 "Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará."
Neemias 9:31 "Mas, pela tua grande misericórdia, nao acabaste com eles nem os desamparaste; porque tu es Deus clemente e misericordioso."
Muitas pessoas ainda não conhecem a Deus, não tiveram ainda uma experiência de vida com ele, por isso pensam que ele não existe ou que esta dentro de nos, mas não só ele existe como te ama, claro que também esta dentro de nos, pois se não o permitirmos entrar em nossos corações, ele jamais forçará a entrada.
Ele nos deu liberdade de escolha, mas mesmo sendo livre, o melhor e ficar completamente preso ao seu amor e sua misericórdia para que possamos almejar uma vida melhor.
João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior.
Era um homem bastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa alem do seu mundo material.
Um certo dia, estava ele fechando a farmácia, quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que
se ela não tomasse o remédio logo iria morrer.
Muito nervoso, e apos insistência da criança, resolveu reabrir
a farmácia para pegar o remédio.
Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio no escuro mesmo e entregando a criança que agradeceu e saiu dali as pressas.
Minutos depois percebeu que havia entregado o remédio errado
para a criança e que se sua mãe o tomasse seria morte instantânea.
Desesperado tentou alcançar a criança, mas não teve êxito.
Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existisse um Deus que não o deixasse passar por assassino.
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar,
deparou-se com a criança a dizer:
"Senhor, por favor não brigue comigo, mas e que cai e quebrei o vidro do remédio, da pro senhor me dar outro?"
Salmos 37:5 "Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará."
Neemias 9:31 "Mas, pela tua grande misericórdia, nao acabaste com eles nem os desamparaste; porque tu es Deus clemente e misericordioso."
Muitas pessoas ainda não conhecem a Deus, não tiveram ainda uma experiência de vida com ele, por isso pensam que ele não existe ou que esta dentro de nos, mas não só ele existe como te ama, claro que também esta dentro de nos, pois se não o permitirmos entrar em nossos corações, ele jamais forçará a entrada.
Ele nos deu liberdade de escolha, mas mesmo sendo livre, o melhor e ficar completamente preso ao seu amor e sua misericórdia para que possamos almejar uma vida melhor.
SEU CAVALO PODE VOAR
Seu cavalo pode voar
"Não temas, crê somente" (Marcos 5:36)
Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte.
O homem, prestes a ser executado, propôs e teve a concordância do rei, permiti-lo ensinar o cavalo real a voar.
Caso não conseguisse, no prazo de um ano, então sua sentença Seria cumprida. "Por que adiar o inevitável?" perguntou-lhe um amigo. "Não é inevitável," ele respondeu, "as chances são Quatro a um a meu favor. Dentro de um ano:
O rei pode perder o trono.
Eu posso Fugir.
O Cavalo pode fugir.
Eu posso ensinar o cavalo a voar.
Freqüentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor.
Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. o primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos que para o nosso amado Deus todas as coisas são possíveis.
Há alguns séculos atrás, costumava-se dizer que o homem jamais poderia voar.
"Se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado asas."
Porém, hoje, em poucas horas o homem atravessa um oceano e vai para outro continente!
Assim como o súdito de nossa estória, aprendamos a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita fé e determinação, o que parecia impossível logo será realidade.
Não esmoreça nunca. Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!
Paulo Barbosa Ministério para refletir
"Não temas, crê somente" (Marcos 5:36)
Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte.
O homem, prestes a ser executado, propôs e teve a concordância do rei, permiti-lo ensinar o cavalo real a voar.
Caso não conseguisse, no prazo de um ano, então sua sentença Seria cumprida. "Por que adiar o inevitável?" perguntou-lhe um amigo. "Não é inevitável," ele respondeu, "as chances são Quatro a um a meu favor. Dentro de um ano:
O rei pode perder o trono.
Eu posso Fugir.
O Cavalo pode fugir.
Eu posso ensinar o cavalo a voar.
Freqüentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor.
Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. o primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos que para o nosso amado Deus todas as coisas são possíveis.
Há alguns séculos atrás, costumava-se dizer que o homem jamais poderia voar.
"Se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado asas."
Porém, hoje, em poucas horas o homem atravessa um oceano e vai para outro continente!
Assim como o súdito de nossa estória, aprendamos a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita fé e determinação, o que parecia impossível logo será realidade.
Não esmoreça nunca. Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!
Paulo Barbosa Ministério para refletir
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