A PAZ DO SENHOR
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04 de Agosto de 2011
"Assim diz o SENHOR: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos." Jeremias 6:16
Pensamento: A tentação é uma escolha entre o velho caminho (a vontade de Deus para nós) e um novo caminho fornecido por Satanás. Tantas vezes o caminho de Satanás é apresentado para nós como um atalho à felicidade, prosperidade e realizações. No entanto, este caminho nos leva para longe de Deus e as bênçãos que ele anseia nos dar. Não sejamos como o povo de Deus nos dias de Jeremias, que recusou o caminho de Deus e disse, “Não vamos andar nesse caminho”. O resultado da escolha deles foi a sua própria destruição.
Oração: Ó querido Pai, Todo Poderoso Deus, perdoe-me por desviar do seu caminho e buscar um caminho que parece ser mais fácil e que vai me levar à felicidade mais rapidamente. Através do seu Espírito Santo, ajude-me a ver além das fachadas das tentações de Satanás, para enxergar seus resultados amargos. Sei que o Seu caminho é o caminho de alegria, paz e descanso. Por favor, dê-me a coragem de andar nele confiantemente. No nome de Jesus eu oro. Amém.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A Nuvenzinha Triste

A NUVENZINHA TRISTE
1-Vocês já olharam o céu? Já viram quantas nuvens? Elas são branquinhas como algodão. A sua casa é no céu. Lá moram muitas nuvens. Elas mudam de forma quando o vento sopra. Elas vão se ajuntando e se parecem com pessoas, animais, árvores, estrelas e com muitas coisas mais.
Mas havia uma nuvenzinha muito triste. Ela já estava cansada de ser nuvem. Ela não estava feliz por Deus tê-la criado sendo uma nuvem.
2- Então ela viu uma borboleta colorida voando, voando. E ela pensou:
- Eu poderia ser uma borboleta!
Ela se espichou daqui e dali e...
3- Logo se transformou numa borboleta. Que bom! Agora ela parecia com uma borboleta. Ela podia voar pra lá e pra cá. Mas, a borboleta não podia voar mais alto. E ela então se cansou de ser borboleta.
4- Mais tarde, ela viu um avião a jato voando pelos ares. E ela pensou:
- Eu poderia ser um avião a jato para viajar a muitos lugares!
5- E ela se espichou daqui e dali, transformando-se em um avião a jato. Agora sim ela poderia ser feliz. Afinal, agora ela poderia voar bem alto, conhecer muitos lugares, muitas pessoas. Mas, ela logo se cansou de voar, de ir para longe das outras nuvens. Ela ficava tão sozinha!
6- Então ela viu um balão colorido. Ela ficou impressionada com a altura que ele voava, era tão bonito e voava tão alto! As crianças riam e brincavam com ele, parecendo tão felizes!
A nuvenzinha resolveu então ser um balão.
7- Foi se espichando dali e daqui, até que se transformou num balão. E quando o vento soprava, o balão voava bem alto. Mas ela se cansou de ser balão. As crianças não se alegravam mais com ela!
8- E numa noite, ela viu a lua brilhando no céu. Ela também quis ser lua.
9- Espichou daqui e dali, ela se transformou numa lua bem bonita. Mas, a vida da lua não era muito boa. E, ela, se cansou de ser lua.
A nuvenzinha já estava desanimada por procurar ser tanta coisa e não conseguir ser feliz.
As outras nuvens começaram a conversar com ela, para saber a razão de sua tristeza. Então ela explicou que já havia transformado em tantas coisas e nada havia lhe trazido alegria.
10- Então ela começou a chorar. Suas lágrimas foram caindo, caindo... como gotinhas de água em cima da terra, do campo, das flores e logo o capim foi crescendo e ficando verdinho, as flores foram se abrindo alegrando o jardim.
11- E a nuvenzinha foi ficando alegre e compreendendo como era importante ser uma nuvenzinha. Ela já não queria ser outra coisa. A borboleta, o avião. O balão, a lua, cada um tinha sua função, cada um era importante.
Por isso devemos ser felizes como Deus nos fez. Nós somos importantes também.
A nuvenzinha descobriu como era maravilhoso ser uma nuvem. Deus criou a nuvenzinha para nos dar chuva, que molha a terra, o campo, dando alimento para as pessoas e os animais. Assim através de suas gotinhas ela descobriu que podia alegrar muita gente e se tornou feliz.
A Luva Lu Lu
Luva Lulu estava muito triste, pois não encontrava ninguém
que a preenchesse. Ela era tão murchinha Tão murchinha!
Resolveu então, pegar as malas e partir à procura de seu dono.
Ia Lulu muito ansiosa pelo caminho, quando avistou ao longe
uma casa de fazenda. Pensou consigo:
Vou até lá para ver se encontro alguém que se pareça comigo.
Já a caminho, veja só quem Lulu encontrou:
__ Que bom encontrar você, galinha, disse Lulu toda
sorridente.
__ Que você quer de mim? Nunca a vi antes,
nem a conheço!
__ Quantos dedos você tem galinha?
__ Bom, deixe-me ver: um, dois, três...
e mais um atrás.
__ Só quatro dedos! Hum, mesmo assim,
não me custa tentar. Será que você poderia
colocá-los em mim?
Apesar do esforço das duas, nada conseguiram.
Assim, Lulu partiu tão triste e pensando consigo :
Acho que nunca encontrarei meu dono.
Sempre olhando para a casa da fazenda, a luva
Lulu prossegue sua viagem,quando de repente é
atropelada por um porquinho que fugia.
--- Espere, seu porquinho, quero falar com você.
É muito importante. Será que eu poderia dar uma
olhada no seu pé?
E o porquinho, meio encabulado, levantou o
pé como a Luva pediu.
Lulu ficou tão decepcionada! O pé era grande e tinha
duas unhas horríveis e sujas. Mas como Lulu não
queria desistir, pediu que seu porco tentasse colocar o pé nela.
Sabem o que aconteceu? Lulu ficou toda suja de lama.
O pé do porco não lhe serviu e ela partiu sem esperança.
Chegando bem perto da casa, adivinhe quem veio receber
Lulu? Foi o guarda da fazenda, um cachorro grande e que
metia muito medo.
__ Quem é você? Eu não posso deixar nenhum estranho
entrar aqui. Vá embora, disse o cachorro.
Lulu quase nem podia falar de tanto medo: Quan...
quantos a de... dedos você tem?
__ Dedos? Você está brincando comigo? Respondeu
o cachorro.
__ Preciso de alguém com cinco dedos para preencher-me.
Eu sou vazia e muito infeliz.
E o cachorro, que não era tão mau, ficou com tanta peninha
de Lulu que tentou colocar os pés nela. Mas a
tentativa foi em vão __ o cachorro só tinha
quatro dedos.
A última esperança de Lulu era que alguém da
casa pudesse recebê-la. Corajosamente bateu à
porta e bem quietinha ficou, esperando alguém aparecer.
Foi então, que Pedrinho abriu a porta e viu Lulu.
__ Oba! Ganhei uma luva! Serve exatamente em mim.
Com esse frio era a única coisa que eu precisava.
Pedrinho lavou Lulu e não mais a tirou das mãos.
E ela toda feliz, pensou: “Até que enfim encontrei
aquele que me preenchesse!”.
Somos como a Luva Lulu que precisava de alguém
para preenchê-la.
Muitas vezes nos sentimos tristes, porque somos
vazios por dentro. Procuramos fazer muitas coisas para
alegrar-nos, mas elas não nos preenchem.
Continuamos murchinhos.
Assim como os pés da galinha, do porco e do cachorro
não cabiam na Luva Lulu, também as muitas coisas que
tentamos fazer não cabem dentro de nós.
Só há uma pessoa que pode preencher e alegrar você.
Na verdade, você foi feito parecido com Ele, para que
Ele viesse morar em você. Essa pessoa é Deus.
A luvinha procurou alguém que a preenchesse, e achou.
Se você buscar a Deus também O encontrará.
Se você O chamar Ele entrará no seu coração.
Vamos chamá-Lo agora?
__ ó Senhor Jesus! Quero que você entre em mim.
Assim você nunca mais será vazio.
que a preenchesse. Ela era tão murchinha Tão murchinha!
Resolveu então, pegar as malas e partir à procura de seu dono.
Ia Lulu muito ansiosa pelo caminho, quando avistou ao longe
uma casa de fazenda. Pensou consigo:
Vou até lá para ver se encontro alguém que se pareça comigo.
Já a caminho, veja só quem Lulu encontrou:
__ Que bom encontrar você, galinha, disse Lulu toda
sorridente.
__ Que você quer de mim? Nunca a vi antes,
nem a conheço!
__ Quantos dedos você tem galinha?
__ Bom, deixe-me ver: um, dois, três...
e mais um atrás.
__ Só quatro dedos! Hum, mesmo assim,
não me custa tentar. Será que você poderia
colocá-los em mim?
Apesar do esforço das duas, nada conseguiram.
Assim, Lulu partiu tão triste e pensando consigo :
Acho que nunca encontrarei meu dono.
Sempre olhando para a casa da fazenda, a luva
Lulu prossegue sua viagem,quando de repente é
atropelada por um porquinho que fugia.
--- Espere, seu porquinho, quero falar com você.
É muito importante. Será que eu poderia dar uma
olhada no seu pé?
E o porquinho, meio encabulado, levantou o
pé como a Luva pediu.
Lulu ficou tão decepcionada! O pé era grande e tinha
duas unhas horríveis e sujas. Mas como Lulu não
queria desistir, pediu que seu porco tentasse colocar o pé nela.
Sabem o que aconteceu? Lulu ficou toda suja de lama.
O pé do porco não lhe serviu e ela partiu sem esperança.
Chegando bem perto da casa, adivinhe quem veio receber
Lulu? Foi o guarda da fazenda, um cachorro grande e que
metia muito medo.
__ Quem é você? Eu não posso deixar nenhum estranho
entrar aqui. Vá embora, disse o cachorro.
Lulu quase nem podia falar de tanto medo: Quan...
quantos a de... dedos você tem?
__ Dedos? Você está brincando comigo? Respondeu
o cachorro.
__ Preciso de alguém com cinco dedos para preencher-me.
Eu sou vazia e muito infeliz.
E o cachorro, que não era tão mau, ficou com tanta peninha
de Lulu que tentou colocar os pés nela. Mas a
tentativa foi em vão __ o cachorro só tinha
quatro dedos.
A última esperança de Lulu era que alguém da
casa pudesse recebê-la. Corajosamente bateu à
porta e bem quietinha ficou, esperando alguém aparecer.
Foi então, que Pedrinho abriu a porta e viu Lulu.
__ Oba! Ganhei uma luva! Serve exatamente em mim.
Com esse frio era a única coisa que eu precisava.
Pedrinho lavou Lulu e não mais a tirou das mãos.
E ela toda feliz, pensou: “Até que enfim encontrei
aquele que me preenchesse!”.
Somos como a Luva Lulu que precisava de alguém
para preenchê-la.
Muitas vezes nos sentimos tristes, porque somos
vazios por dentro. Procuramos fazer muitas coisas para
alegrar-nos, mas elas não nos preenchem.
Continuamos murchinhos.
Assim como os pés da galinha, do porco e do cachorro
não cabiam na Luva Lulu, também as muitas coisas que
tentamos fazer não cabem dentro de nós.
Só há uma pessoa que pode preencher e alegrar você.
Na verdade, você foi feito parecido com Ele, para que
Ele viesse morar em você. Essa pessoa é Deus.
A luvinha procurou alguém que a preenchesse, e achou.
Se você buscar a Deus também O encontrará.
Se você O chamar Ele entrará no seu coração.
Vamos chamá-Lo agora?
__ ó Senhor Jesus! Quero que você entre em mim.
Assim você nunca mais será vazio.
POESIA DE DIA DOS PAIS
Olhos e mãos de Pais
linda poesia de dia dos pais
Pai...
Pai, olho tuas mãos,
Elas são importantes na construção de teus filhos;
Que elas saibam ser firmes no orientar,
Serenas no amparar;
Que elas não fujam ao dever de punir,
E não se aviltem por agredir...
Tuas mãos, pai,
Devem ser o exemplo do teu trabalho
E que não se abram apenas materialmente,
Que isso é um modo de fechar a consciência,
Mas que, ao abri-las estejas abrindo muito mais
O teu coração e a tua compreensão...
Teus olhos, pai, que responsabilidade eles têm,
Que eles vejam as qualidades de teus filhos,
Por pequenas que sejam, para que as faças crescer,
Mas que não deixem de ver os defeitos e as falhas,
Porque pode ser teu o dever de corrigi-las...
Não te consideres, pai, sem defeitos,
Mas que isso não te desobrigues
Da perfeição de ensinares o que sabes certo,
Ainda que tu mesmo tenha dificuldade em segui-lo,
Mais importante do que conseguí-lo,
Sem dúvida será lutar por ele.
Pai, o que se quer de ti,
É que pai sejas,
No conceber por amor,
No receber por amor,
No renunciar por amor,
No amor total dos filhos que,
sem teu amor,
perderão o significado da própria vida.
Pai, estás presente no sangue,
Na herança biológica,
Na cor, no nome, na língua,
Tudo isso, porém, desaparecerá
Senão te fizeres presente no coração.
(Autor desconhecido)
linda poesia de dia dos pais
Pai...
Pai, olho tuas mãos,
Elas são importantes na construção de teus filhos;
Que elas saibam ser firmes no orientar,
Serenas no amparar;
Que elas não fujam ao dever de punir,
E não se aviltem por agredir...
Tuas mãos, pai,
Devem ser o exemplo do teu trabalho
E que não se abram apenas materialmente,
Que isso é um modo de fechar a consciência,
Mas que, ao abri-las estejas abrindo muito mais
O teu coração e a tua compreensão...
Teus olhos, pai, que responsabilidade eles têm,
Que eles vejam as qualidades de teus filhos,
Por pequenas que sejam, para que as faças crescer,
Mas que não deixem de ver os defeitos e as falhas,
Porque pode ser teu o dever de corrigi-las...
Não te consideres, pai, sem defeitos,
Mas que isso não te desobrigues
Da perfeição de ensinares o que sabes certo,
Ainda que tu mesmo tenha dificuldade em segui-lo,
Mais importante do que conseguí-lo,
Sem dúvida será lutar por ele.
Pai, o que se quer de ti,
É que pai sejas,
No conceber por amor,
No receber por amor,
No renunciar por amor,
No amor total dos filhos que,
sem teu amor,
perderão o significado da própria vida.
Pai, estás presente no sangue,
Na herança biológica,
Na cor, no nome, na língua,
Tudo isso, porém, desaparecerá
Senão te fizeres presente no coração.
(Autor desconhecido)
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