sábado, 18 de junho de 2011

BASES PARA UM MINISTÉRIO COM CRIANÇAS FRUTÍFERO


BASES PARA O MINISTÉRIO COM CRIANÇAS FRUTÍFERO.




Textos Bíblicos: II á Timóteo 2:15 / Mt: 19:14

I – Visão Ministerial com crianças:

1- Qual sua visão para o ministério com crianças?
2- Como você enxerga?
3- O que você enxerga?
4- Como vejo meu ministério?
5- Como vejo a mim mesmo (a) como ministro (a)?

(texto Bíblico: “mas eu disse: tenho me afadigado sem qualquer propósito, tenho gastado minha força em vão e para nada”. Isaías 49:4)

6- Quantos e quais alvos querem atingir?

Você sabia que:

52% de crianças entre sete á 14 anos são vitimas de abuso sexual?
37% têm zero a seis anos
76% das vitimas são meninas e 24% são meninos
O abuso sexual ocorre no seio da família?
33% dos agressores são os pais, 35% padrasto, 10% avós, 7,5% tios?
OBS: somente no Brasil.

7- O que o mundo perderia se o seu ministério com crianças deixasse de existir?

Visão do ministério com crianças

Textos Bíblicos: II Reis 6:15 á 17

O rei da Síria envia o poderoso exercito para aprisionar Elizeu, o homem de Deus. O moço que servia o profeta acorda cedo e se espanta com o que vê, o pavor toma conta do jovem que busca socorro com o Senhor. Elizeu procura acalmar o jovem, o profeta estava tranqüilo com a VISÃO oferecida por Deus: Estava cercado por cavalos e carros de fogo enviados pelo Senhor.



As duas visões:

1- HUMANA: Limitada, apavorante, desanimadora (o jovem não consegue VER)
2- DIVINA: Encorajadora, iluminadora, deslumbrante, brilhante, reconfortante.

“Quando agimos sem a visão de Deus vivenciamos temores e inseguranças que prejudicam o ministério”.

Para ser ministro de crianças e preciso ter a visão com VIDAS, não somente vidas de crianças, mas tratamos de VIDAS ETERNAS. É preciso ter ousadia espiritual, e agimos com consciência de onde estamos e onde queremos chegar. A obra é do Senhor, somos chamados a sermos cooperadores. Dando o nosso melhor o Senhor fará prosperar o nosso caminho para honra e gloria do seu nome.

Base para serviço com crianças

II - Motivação:

Tempo para refletir e orar

1- Por que você quer trabalhar ou esta trabalhando com crianças?
2- Quais são os teus verdadeiros motivos para trabalhar com crianças?
3- Deus te chamou para essa obra?

“A estrutura de um ministério com crianças não se resume apenas a classes de escola bíblica Dominical e um Cultinho infantil”

Ministério amplo

Ensino Bíblico
Evangelismo infantil
Discipulado
Aconselhamento
Desenvolvimento dos dons
Programas externos
Programas de apoio às famílias (não cristãs)
Intercessão
Encontros, acampamentos
Treinamentos para obreiros

III – Chamado:

1- Sou chamado?
2- Para que sou chamado?

Textos Bíblicos: Atos 1:8 / Marcos 16:15 – 18 ( Chamado geral )

O chamado particular para uma tarefa especifica

Romanos 12:4 - 8

O que é diferente de cada cristão é a forma particular como se cumpre seu chamado. No ministério infantil cada obreiro precisa trabalhar segundo seus dons e paixão.
“Todos (os cristãos ) somos M____________de um só C______________em Cristo. Nem todos temos F______________. Teremos diferentes D____________.”
Nossa função como membro de Cristo depende de nossos dons que Deus nos tem dado. Assim descobriremos o chamado particular de Deus para nos.

Enfim, que nós possamos nos arrepender diante de Deus pela nossa omissão, de ficarmos enclausurados dentro de nossas Igrejas, enquanto milhares de crianças precisam do nosso ministério ativo.
Fica a pergunta: - O que nos estamos fazendo?
É tempo de pensarmos em nossa posição em meio a essa batalha, não há meio termo precisamos agir nesta missão para qual fomos designados (ler Isaías 61).
Que nos passamos ter um coração pastoral, comprometendo – nos em amor por eles, que possamos dar muito mais que apenas uma hora no Domingo.
Que esta seja nossa oração:

- “Senhor como me sinto um grão de areia diante de tanta dor e destruição, se o meu coração desfalece e choro tanto como se fosse minha a dor, imagina o seu coração Pai de amor”. Mas de uma coisa tenho certeza, que maior é o que esta em mim, do que aquele que esta no mundo, te em ti somos mais que vencedores, e que a batalha é do Senhor, minha garantia é a tua palavra, tuas promessas. Usa- me, eis aqui, me envia Senhor, quero ser encontrado (a) como servo (a) fiel ao teu chamado, ser vaso de bênçãos em tuas mãos, não para meu deleite e gozo, mas para alcançar e pastorear muitas crianças para o teu reino celeste. Conta comigo Jesus, eu sei que o senhor tem me capacitado. Em teu nome, pela salvação e pastoreio das crianças. Amém!



Fabrício Pereira Correa e Márcia Daniela Lopes Correa

(Resumo extraído do seminário GMC e GMJR, congresso nacional de lideres 2007.)


“Disse Jesus: Eu o escolhi... Vá e dê frutos.”
(João 15:16 )

PERFIL DO MINISTRO INFANTIL





Chamados para missão de fazer profundas mudanças nessa geração

Para meditar e orar:

TEXTO BÍBLICO: “O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo acima do seu senhor. Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo como o seu senhor.” (MATEUS 24-25)

O discípulo deve ser como seu mestre... Seguir os teus exemplos.
Nós como servos de Deus temos um modelo a seguir que é Cristo, sendo assim temos que produzir frutos como diz em João 15:16, o próprio foi quem nos escolheu tamanha a nossa importância como cooperadores de sua obra, Jesus é nosso padrão e nós ocupamos uma posição ímpar nos teus planos.

Filipenses 2:5-11
JESUS NOSSO EXEMPLO:


NÃO JULGOU COMO USURPAÇÃO SER IGUAL A DEUS: não pensou em si além do que convinha.
ESVAZIOU-SE: despojou-se do ego, desconsiderou-se.
ASSUMIU A FORMA DE SERVO: sem escolhas, sem horários, com consciência de pertencer ao outro, obedecendo a restrições.
HUMILHOU-SE: não buscou honra, glória e louvor dos homens para si, abriram mão de ser considerado.
OBEDECEU ATÉ A MORTE: escolher nunca dizer não a Deus, sob hipótese nenhuma. Sua obediência foi absoluta.
E MORTE DE CRUZ: morreu p/ vontade própria, viveu p/ servir, assumiu a culpa e sofreu o dano.



I-CARACTERÍSTICAS DO MINISTRO INFANTIL:

· Ser crente;
· Ter vida devocional;
· Ter conduta exemplar;
· Amar as crianças;
· Conhecer os alunos;
· Aceitar a criança como ela é;
· Ser sensível às necessidades das crianças;
· Inspirar confiança e amor;
· Ser responsável e criterioso no preparo;
· Se assíduo e pontual;
· Ser sincero e imparcial;
· Ser calmo e seguro;
· Ser alegre e compreensivo;
· Ter visão do trabalho.



II-REQUISITOS DO MINISTRO INFANTIL:


1-Preparo:
Espiritual, 1pe 3.15.É se cheio do ESPÍRITO SANTO, controlado e movimentado pelo Espírito.
Intelectual (cultura geral);
Social (apresentação pessoal);
Físico (estado saudável).

2-Paciência:
É o mesmo que longaminidade;
É fruto do Espírito Santo;
O nosso Deus é Deus de paciência, Rm 15.5;
É preciso ter muita paciência.

3-Amor e dedicação:
É o serviço da melhor maneira, Ec 9.10.
É o zelo no trabalho; zelo com entendimento, Rm10.


III-ATITUDES DO MINISTRO INFANTIL:

O líder deve ser carinhoso, porém firme. NÃO SEJA PARCIAL. O critério deve ser o mesmo para todas as crianças.
Lembre o grande valor dos elogios, evitando críticas ao máximo e elogiando as atitudes e ações certas.
Nunca envergonhe a criança com gritarias. Use uma voz suave e meiga.
Desça ao nível da criança, para conversar com ela.
Evite conversar com outros adultos durante a aula.
Converse com as crianças e incentive a conversa delas
Dê atenção individual às crianças, participando nas suas brincadeiras e atividades.
Seja educado, respeitando a criança com palavras como: ”Por favor”, “obrigado”, ”desculpe”, etc.
Ser criativo quando estiver preparando as atividades para criança.
De vez em quando é necessário dizer não
Fale sobre as ações e não sobre a personalidade da criança.

IV-PERGUNTAS PARA REFLETIR:

1. Tenho uma experiência de fé em Cristo como meu Salvador?
2. Para mim a Bíblia é a palavra de Deus e sinto a necessidade de compartilhar sua verdade com as crianças?
3. Estou pronto a modificar meu modo de falar para que as crianças possam entender a Bíblia, em seu nível de compreensão?
4. Sou uma pessoa equilibrada que pode agüentar as artes das crianças sem ficar nervoso?
5. Tenho certa habilidade em organizar, planejar, estudar e cooperar com outros?
6. Estou disposto a continuar aprendendo mais e mais sobre as crianças, para ensinar melhor?
7. Tenho prazer em estar com as crianças e verdadeiro interesse em suas vidas individuais?
8. Outras pessoas estão me incentivando a trabalhar com crianças porque reconhecem meu talento e disponibilidade?
AUTORIA: MARCIA DANIELA LOPES CORRÊA.
PESQUISAS :APOSTILA DE LÍDERES DA APEC E TREINAMENTO P/ LÍDERES DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS.;

FINALIDADE DO TRABALHO COM CRIANÇAS

SALVAÇÃO -
É o primeiro passo, e o principal, porque se ela ainda não nasceu de novo, não entenderá as coisas espirituais (1 Coríntios 2:14).
CRESCIMENTO -
É aqui onde entra o conhecimento de Deus, Jesus e da Palavra. É o conceito que temos de quem é Deus que transforma a vida e renova a mente e a vontade da criança (de qualquer cristão). Isso reflete no andar diário com Cristo (1 Pedro 2:2).
SERVIÇO -
O serviço cristão nasce em gratidão e reconhecimento do que Deus fez por mim atraves do sacrifício de Jesus na cruz. É demonstrado na vida diária e, mais tarde, em resposta de um chamado de Deus, em tempo integral.

FESTAS JUNINAS - FOLCLORE OU RELIGIÃO?




-"Meu filho é obrigado a participar da festa junina porque vale nota no boletim!"


Este tem sido um problema para muitos pais evangélicos.

No Inciso 5º da Constituição Federal reza o seguinte: "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais dos cultos e suas liturgias".

A origem desta comemoração vem desde a antiguidade, quando se prestava culto á deusa "Juno" da mitologia Romana. Os festejos a esta deusa eram denominados Junônias, origem do nome atual "festas juninas".
Como é de conhecimento de todos, o Brasil foi descoberto pelos portugueses e por isso a tradição católica veio sobre nós em forma de danças, festas, as suas comemorações foram arraigadas em nossa tradição e folclore.

A primeira festa de São João no Brasil em 1603 pelo Frade Vicente do Salvador que se referiu aos nativos que aqui se encontravam da seguinte forma: "os índios acudiam a todos os festejos dos portugueses com muita vontade, porque eram muito amigos da novidade, como no dia de São João Batista por causa das fogueiras e capelas". (Ib p.106 Mariza Lira)

Para muitas crianças, esta festa é explicada assim: "Que a Santa Isabel era muita amiga de Nossa Senhora e pela falta de comunicação daquele tempo, para Nossa Senhora saber que o bebê tinha nascido, Isabel faria uma grande fogueira e mandaria erguer um mastro com um bebê na ponta. Logo que a criança nasceu ela fez conforme combinado e Nossa Senhora foi visitá-la, era dia 24 de Junho. Foi ai que começou a ser festejado São João com um mastro, fogueiras e danças etc..." ·
Esta comemoração de São João Batista deu o inicio das comemorações Juninas, vindas depois a de Santo Antonio e de São Pedro.



SANTO ANTONIO, SÃO JOÃO E SÃO PEDRO.


A devoção deste santo foi introduzida no Brasil pelos padres franciscanos, que fizeram em Olinda (PE) a primeira igreja dedicada a ele, faz parte da tradição que as moças recorram a Santo Antonio para pedir um casamento.

São João foi consagrado santo pela igreja católica, em São João é comemorado com fogos de artifícios, os devotos usam bandeirolas coloridas e dançam, erguem uma fogueira e canções ao Santo.
O nascimento de João Batista foi um milagre, visto que os seus pais já eram idosos (Lucas 1 v; 5-25).

Sabemos da importância de João Batista, o próprio João Batista reconhecia o seu lugar e se alegrava de sua posição.João Batista recusou qualquer tipo de homenagem ou adoração em vida, será que agora ele aceitaria festas em sua homenagem?
É só lembrar no batismo de Jesus (João 4v. 1).

Atribuída a festa a São Pedro, pelo motivo de ser reconhecido pelos católicos como o "primeiro Papa ou o principal dos apóstolos", por isso é atribuída a honra de uma festa em sua homenagem, podemos ver que ele é considerado o patrono dos pescadores, existe procissões marítimas em sua homenagem com grande queima de fogos, para muitos pescadores, este dia é sagrado!

Até hoje ele é considerado o primeiro Papa de Roma, mas não há nenhuma prova disto, o Pedro da bíblia também errou como qualquer um de nós, nunca liderou a igreja de Roma, pois quando o Apostolo Paulo escreve aos Romanos, no ultimo capitulo ele manda recomendações aos membros da igreja Romana e não cita nem o nome de Pedro.
Pois o próprio Pedro nunca aceitou nenhuma adoração At 10 v.25-26.dizendo: "E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio para recebê-lo e prostrando-se a seus pés, o adorou. Pedro o levantou: LEVANTA-TE PORQUE EU TAMBÉM SOU HOMEM".





PARTICIPAR OU NÃO DAS FESTAS JUNINAS?


O costume é religioso e movido pela tradição Católica, por mais que elas tragam brincadeiras que agradem nossas crianças, o perigo é que as tradições e costumes possam entrar na vida dos pequeninos, o povo de Israel sofreu com os costumes de povos que o próprio Deus pediu para não se envolver com eles.

Não somos contra as festas, somos um povo festeiro, mas antes de participarmos de qualquer festa necessitamos avaliar qual é a sua finalidade.
Sabemos que existem escolas que não buscam o sentido religioso, mas ainda fico com a possibilidade da criança crescer com o conceito deturpado diante da idolatria, pois vemos hoje Católicos se defendendo atrás de uma concepção deturpada diante das imagens.

E Deus pediu para que não participássemos de festas com este objetivo. O que mais me chamou atenção é que pastores estão aceitando as festas juninas.




Será que não conhecem a vida de Salomão?




Salomão, conhecido por receber de Deus sabedoria que era comparada a areia da Praia,
I Reis 4v. 29 "Deus deu a Salomão sabedoria, e muitíssimo entendimento, e larga inteligência como a areia da praia do mar", mesmo que ele possuía uma sabedoria tremenda, Deus não deixou de avisar que ele necessitava de andar nos seus estatutos e seus mandamentos (I Reis 3v. 11-14 / I Reis 6v. 11- 13 / I Reis 9 v. 4-9) por 3 vezes Deus avisou a Salomão, mas o que aconteceu?

Salomão confiou em sua própria sabedoria e fez aliança com povos que tinham uma tradição contrária a palavra de Deus, costumes diferentes e adoravam a outros deuses, tinham cultos adorando aos deuses que estavam acostumados, e isso foi com um objetivo bom.

Quem sabe ele pensou assim: " se eu pegar as filhas dos reis que estão em minha volta, com certeza eles não vão fazer guerras contra mim, então farei isto, mesmo que elas tenham costumes diferentes, adoram aos seus deuses, eu que possuo de a Sabedoria que Deus me deu, não vou ser contaminado".

Quem sabe foi este pensamento que ele teve, e quem sabe você tenha este mesmo pensamento na questão destas festas juninas que trazem louvores aos santos, mas sabe o que aconteceu com Salomão por causa desta aliança?
Ele se contaminou a ponto de ele mesmo adorar a outros deuses, Milcom, Astarote que eram deuses dos amonitas e sidonios, confira lá em I Reis 11.

Poderíamos dar o exemplo de Arão no deserto como pedido do povo para fazer um deus para eles porque esperavam Moises voltar e ele não voltava, o que aconteceu naquela noite? Êxodo 32-33
O teor religioso das festas juninas não passa de um ato de idolatria, quando se fala das festas realizadas aos Santos,
veja o Salmo 116 v. 34 "E serviram aos seus ídolos que vieram a ser-lhes um LAÇO".

Esta matéria tem como objetivo apresentar o perigo é do envolvimento com tradições e costumes que vão contra a palavra de Deus, pois muitas crianças foram levadas a crenças religiosas por uma festa ou livros que são considerados por muitos um incentivo a leitura e a cultura.

Normalmente as pessoas que participam destas comemorações imaginam que estes santos podem interceder por eles, mas sabemos que eles não podem fazer nada por ninguém, Pedro e João foram discípulos obedientes a palavra de Jesus, mas eles não podem intermediar nada para ninguém, porque esta missão foi dada para Jesus "Porque há um só Deus, e um só intermediador entre Deus e os Homens, Jesus Cristo I Tm 2v. 5".

Romanos 8 v. 34 diz 'é Cristo quem morreu, ou antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus e também intercede por Nós'.

Bem espero que esta matéria tenha sido benção para você e acreditamos que abrimos o caminho para que você possa pensar e acabo com a mesma pergunta: - Podemos deixar os nossos filhos participarem destas comemorações?

- A resposta é sua,
não precisa ligar 0800.

PRECONCEITO RACIAL

ILUSTRAÇÃO PARA NOSSAS VIDAS, PARA AULAS NA EBD

Uma lição de vida através dos balões de gás.

(PRECONCEITO RACIAL)

Era uma tarde de domingo e o parque estava repleto de pessoas que aproveitavam o dia ensolarado para passear e levar seus filhos para brincar.

O vendedor de balões havia chegado cedo, aproveitando a clientela infantil para oferecer seu produto e defender o pão de cada dia.

Como bom comerciante, chamava atenção da garotada soltando balões para que se elevassem no ar, anunciando que o produto estava à venda.

Não muito longe do carrinho, um garoto negro observava com atenção.

Acompanhou um balão vermelho soltar-se das mãos do vendedor e elevar-se lentamente pelos ares.

Alguns minutos depois, um azul, logo mais um amarelo, e finalmente um balão de cor branca. Intrigado, o menino notou que havia um balão de cor preta que o vendedor não soltava. Aproximou-se meio sem jeito e perguntou: "moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?"

O vendedor sorriu, como quem compreendia a preocupação do garoto, arrebentou a linha que prendia o balão preto e, enquanto ele se elevava no ar, disse-lhe: "Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir."

O menino deu um sorriso de satisfação, agradeceu ao vendedor e saiu saltitando, para confundir-se com a garotada que coloria o parque naquela tarde ensolarada.

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O preconceito é uma praga que se alastra nas sociedades e vai deixando um rastro de prejuízos, tanto físicos como morais.

O preconceito de raça tem feito suas vítimas, ao longo da história da humanidade. Mas não é somente o preconceito racial que tem sido causa de infelicidade. Esse malfeitor também aparece disfarçado sob outras formas para ferir e infelicitar.

Por vezes, surge como defensor da religião, espalhando a discórdia e a maldade, o sectarismo e os ódios sem precedentes. Outras vezes apresenta-se em nome da preservação da raça, gerando abismos intransponíveis entre os filhos de Deus.

Também costuma travestir-se de muro entre as classes sociais, fortalecendo o egoísmo, o orgulho, a inveja e o despeito. Podemos percebê-lo, ainda, agindo como barreira entre a inteligência e a ignorância, disfarçado de sabedoria, impedindo que o mais esclarecido estenda a mão ao menos instruído.

O preconceito também costuma aparecer travestido de patriotismo, criando a falsa expectativa de supremacia nas mentes contaminadas pela soberba. Ele também pode ser percebido com aparência de idealismo político, explorando mentes juvenis inexperientes e sonhadoras, que são usadas como massa de manobra.

Como se pode perceber, o preconceito é um inimigo público que deveria ser combatido como se combate uma epidemia. Essa chaga social tem emperrado as rodas do progresso e da paz. Por essa razão, vale empreender esforços para detectar sua ação, sob disfarces variados, e impedir sua investida infeliz. Começando por nós mesmos, vamos fazer uma auto-análise para verificar se o preconceito não está instalado em nosso modo de ver, de sentir, comandando nossas atitudes diárias.

Depois, extirpar de vez por todas esse mal que teima em nos impedir de viver a solidariedade e a fraternidade sem limites, como propôs o Mestre de Nazaré.

Reflita: A fraternidade é a chave que rompe as amarras que nos retém nas baixadas, quais balões cativos, e nos permite ganhar as alturas, elevando-nos acima das misérias humanas.

Para isso, lembremo-nos do vendedor de balões e ouçamos a sábia advertência da nossa própria consciência: "Não é a cor, nem a raça, nem a posição social, nem a religião, nem as aparências externa, lição de vida através dos balões de gás......

FONTE:

http://www.melodia.com.br/

CRIA-TI-VIDA-DE


8 MANEIRAS DE FAZER FLUIR A SUA CRIATIVIDADE

"... porém as contarás a teus filhos" (Deuteronômio 4:9)
Se, como o autor de Eclesiastes diz, não há nada novo sob o sol, por que outras pessoas parecem sempre apresentar tantas idéias novas e criativas para seus programas com as crianças? Na verdade, há de fato pouquíssimas idéias criativas novas. Muitas vezes, o truque é emprestar idéias de outras pessoas e redesenhá-las de forma criativa. Apresento oito maneiras de copiar essas idéias e utilizá-las com proveito a fim de poder desenvolver melhor o programa para as crianças em seu ministério.

1. Compre revistas.
Pesquise revistas dirigidas a mulheres, crianças, trabalhos manuais e culinária. Faça xerox dos artigos interessantes e coloque-os em prática o mais breve possível em seu ministério.

2. Arquive sugestões
Arquive sugestões que poderão ser usadas no futuro. Colecione sugestões de trabalhos manuais, jogos, receitas, atividades e assim por diante. Mesmo se você não estiver segura de como usar uma idéia, guarde-a para uso posterior.

3. Visite outros grupos.
Observe as classes nas escolas locais. Visite clubes de crianças como, por exemplo, os escoteiros. Procure saber o que outras igrejas estão fazendo. Muitos professores e líderes de grupos terão prazer em partilhar suas melhores idéias.

4. Busque nova utilização para objetos comuns.
Abra as portas dos armários de sua cozinha e pegue qualquer utensílio. De quantas formas este objeto pode ser usado além do óbvio? Pode ser um prato de alumínio que se transforme em címbalo, chapéu, ou disco voador. Exercite-se no buscar novos usos para objetos comuns. O que você pode fazer com guarnições de portas e janelas? Ou no que pode se tornar um saco cheio de papel picotado do escritório? Anote suas idéias e mantenha-as no seu arquivo.

5.Troque idéias com outras pessoas:
Reúna-se com uma ou duas pessoas e abra seu arquivo. Diga: "Tenho aqui um artigo excelente a respeito do uso de balões nos projetos de ciências. Como poderemos relacionar este conteúdo com próximas lições ou atividades?" Não exclua qualquer que seja a idéia. Antes, tente incluí-la ou modificá-la até chegar a uma nova grande idéia que todos aprovem.

6. Observe as crianças brincarem.
Observe as crianças brincando em um parque e veja que jogos elas inventam enquanto brincam. Uma nova forma de jogar algum jogo conhecido pode ser criada em sua vizinhança e você será o primeiro a conhecer as regras! Então considere como poderá usar essa nova idéia em sua programação.

7. Converse com as crianças.
Isto pode parecer óbvio - você trabalha o tempo todo com elas. Mas as crianças são criativas sem nem mesmo pensar a respeito. Inclua algumas crianças em seu empreendimento de "olhar as coisas sob uma nova perspectiva". Faça o jogo de descobrirem o uso mais inusitado para objetos simples. Pergunte às crianças o que elas acham de sua programação atual. Como poderia melhorar? O que elas apreciam e o que não? Se elas estivessem no comando, o que fariam de forma diferente (além de comerem sorvete todas as semanas)? Leve a sério a contribuição delas. As crianças são seus melhores críticos e os aliados mais criativos.

8. Crie lições multissensoriais.
Você pode não ser capaz de levar seus alunos para as entranhas de um grande peixe, mas se meterem sob uma mesa com uma toalha durante a história pode acrescentar algum efeito. Ouvir a respeito de Jesus deitado em sobre uma esteira de palha assume um significado diferente quando as crianças estão sentadas sobre um monte de palha que provoca coceiras. Visualizar as 5.000 pessoas alimentadas por Jesus é muito fácil, se a sua lição ocorrer no centro de um estádio. Ainda uma palavra final de incentivo: Quanto mais você exercitar sua criatividade, mais fácil isto se tornará. Não há limites!


RESUMINDO:
Não há limite para o que sua imaginação pode produzir. Simplesmente tire tempo para permitir-se ser criativo. Lembre-se de que quanto mais você pratica sua criatividade, mais fácil ser-lhe-á essa empreitada.



(Amy Nappa é co-autora criativa do livro 52 Fun Family Devotions (Augsburg Fortress Publishing). Reimpresso mediante permissão da Children's Ministry Magazine, Copyright 1995, Group Publishing, Inc., Box 481, Loveland, CO 80539. [Extraído de Kids' Ministry Ideas, outubro - dezembro de 2004, pp. 28-29.] )

ENSINANDO A CRIANÇA DE LARES PROBLEMÁTICOS

Nenhum lar está isento de problemas.
Porém, um número cada vez maior de famílias, em nossos dias são disfuncionais.
As famílias entram às vezes em crise quando um dos pais falta, seja por causa de morte, suicídio, ou divórcio. Padrões destrutivos também são encontrados até mesmo nos lares em que os dois, pai e mãe, estão presentes. Alguns pais tão traumatizados por eventos penosos que viveram no passado que não conseguem satisfazer as necessidades dos filhos.
É enorme o número de crianças obrigadas a viver em ambientes negativos devido irá crônica, negligência, ou outras formas de abuso.
Procure Entender a Percepção das Crianças de Lares com Problemas
As crianças de lares com problemas são muitas vezes perseguidas por sentimentos de medo ou desespero. Muitas sentem solidão e isolamento, pensando que seus problemas são únicos. Elas ficam confusas porque amam os pais, porém sentem-se geralmente impelidas pelo desejo de obter a aceitação dos pais – mesmo que essa seja impossível.
Quando fracassam em suas tentativas de agradar, sua falsa culpa (sentir-se mal sobre o que pensam ter feito) se transforma em vergonha (sentir-se mal sobre quem pensam que são) e acabam convencidas de que não têm valor.
Fique Atento aos Sintomas das Crianças Magoadas
As crianças de lares com problemas aprendem três regras:
NÃO CONFIE /NÃO SINTA /NÃO FALE.
Muitas delas transferem essas regras para o relacionamento fora de casa. Embora muitos desses meninos e meninas vivam continuamente em um estado de negação, construindo mundos de fantasia para bloquear os seus problemas, outros podem torna-se calados, não se comunicando com naturalidade. Num grupo, essas crianças muitas vezes parecem desatentas ou retraídas. Elas talvez tenham dificuldade em prestar atenção ou não queiram participar das atividades. Algumas crianças magoadas podem demonstrar irá ou agressividade.
Outras podem se agarrar ás pessoas ou bancar o palhaço, mostrando sua necessidade de aceitação e afeto ao solicitar atenção permanente – de maneira positiva ou negativa.
Um desafio enfrentando pelos que trabalham com crianças é discernir a razão do comportamento delas. Precisamos de ajuda do Espírito Santo para descobrir quais as crianças cujos problemas exigem tratamento especial.
Devemos lembrar que as necessidades de todas as crianças (de todo mundo, por sinal) são basicamente as mesmas. Todos precisam de respeito e atenção, incentivo e amor. O professor desempenha às vezes um papel vital como o único adulto capaz de ajudar crianças carentes, a ver o seu valor aos olhos de Deus.
Permita que Deus use Você para Satisfazer as Necessidades das Crianças Perturbadas.
1. Planeje sua aula de modo que Cristo seja o tema Central. Ao trabalhar com crianças necessitadas, compreenda que a melhor maneira de resolver os problemas delas é fazê-las conhecer a Deus, recebendo Jesus Cristo como Salvador e Senhor.
Evangelize e discipule: apresente às crianças Aquele que irá acompanhá-las vida a fora para satisfazer cada necessidade.
2. Faça cada criança sentir-se bem-vinda e aceita. Neutralize os sentimentos de rejeição que as crianças possam ter, cumprimentando cada uma com um sorriso amigo, uma palavra amável, e a mão no ombro. Demonstre-lhes que você está contente com a presença delas. Trate cada uma com respeito. O amor de Deus por nós não se baseia em nossa aparência ou no que fazemos.
3. Torne sua classe um lugar seguro e estável. Para as crianças cuja situação familiar é caótica, um ambiente agradável e ordeiro, com certa rotina, pode ser um oásis. Peça ajuda de Deus para capacitá-lo a ser bem–humorado e mostrar amor.
4. Discipline adequadamente. Os lares com problemas são freqüentemente caracterizados por padrões de disciplina rígidos, inconsistentes ou permissivos. Estabeleça, explique e reforce regras simples para classe, com palavras bondosas, firmes e consistentes. Quando for necessária correção, critique o comportamento e não a criança. Deixe que esta saiba que você acredita que ela pode melhorar.
5. Ofereça um programa interessante e desafiador. As crianças com problemas dificilmente tem oportunidade de participar de divertimentos saudáveis. Procure envolve-las em atividades criativas que lhes irão estimular o crescimento. Ajude as crianças carentes a preencher os vazios em sua vida diária, sugerindo maneiras de passar as horas de lazer ou solidárias em atividades que agradem ao senhor. Ensine-as a escolher os amigos com sabedoria. Ajude-as a conhecer livros cristãos. Considere levá-las a passeios e excursões no campo.
6. Modele a vida cristã vitoriosa. Você pode ser o único adulto salvo na vida de uma criança necessitada. Deixe que os meninos e meninas vejam Cristo em você. Não tente dar ás crianças a falsa impressão de que você é perfeito; em vez disso, seja transparente. Quando apropriados, conte as dificuldades que enfrentou e explique as maneiras como foi ajudado por Deus durante as crises.
7. Ouça as crianças e incentive-as a falar. As crianças que passam por problemas quase sempre precisam expressar seus temores e preocupações. Fique à disposição delas e tome tempo para ouvi-las com atenção. Pergunte às crianças sobre os seus interesses e atividades. Enquanto falam, faça comentários positivos. Não force detalhes, mas mostre que se importa sinceramente. Ajude as crianças a pensarem positivamente sobre elas mesmas e a desenvolverem alvos para o futuro. Ganhe a confiança delas, mantendo em sigilo as informações recebidas delas.
8. Assegure e encoraje as crianças. Assegure as crianças do amor e aceitação de Deus. Conte a elas que Ele deseja perdoar e salvar. Ajude-as a compreender que não precisam sentir culpa quando outros agem errado (membros mais velhos da família ou vizinho). Faça elas se sentirem especiais e dignas, elogiando a sua resistência. Compartilhe Escrituras que falem dos planos especiais de Deus para a vida de cada criança (por exemplo, Jeremias 29.11).
9. Desenvolva confiança. Mostre às crianças, pelas reações consistentes e piedosas, que você é digno da confiança delas. Evite criticar as crianças ou os pais. Não desperte as defesas delas nem aumente o conflito que já sentem. Sentem que fizer uma promessa, não deixe de cumpri-la rapidamente
.10. Ensine às crianças versículos-chave aos quais possam recorrer. Os meninos e meninas em situações difíceis precisam saber o que é errado e como agir certo. Eles necessitam do consolo das promessas de Deus. Ajude-os a guardar no coração versículos que falem dos padrões de Deus e os assegure do Seu amor e proteção.
11. Ore com as crianças e pro elas. As crianças de lares com problemas muitas vezes se sentem engaioladas, solitárias e com medo. Ajude-as a compreender que Deus está sempre vigilante e atento. Encoraje-as a se voltarem para Ele quando precisarem de ajuda. Mostre sua preocupação sincera, ore pelas necessidades especificas das crianças.

Estabeleça uma Política para tratar dos Problemas Graves de abuso
Uma criança pode precisar de mais ajuda do que você pode dar. Prepare uma política-padrão para tratar dos casos de abuso severo. Se achar que uma criança está sendo fisicamente maltratada ou abusada sexualmente, é necessário notificar às autoridades. Consulte o seu supervisor ou Pastor.
Ajude a criança a compreender que você tem a responsabilidade de protegê-la. Assegure-a do seu amor e apoio contínuos.