terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Finalidade do trabalho com crianças

FINALIDADE DO TRABALHO COM CRIANÇAS.

SALVAÇÃO -
É o primeiro passo, e o principal, porque se ela ainda não nasceu de novo, não entenderá as coisas espirituais (1 Coríntios 2:14).
CRESCIMENTO -
É aqui onde entra o conhecimento de Deus, Jesus e da Palavra. É o conceito que temos de quem é Deus que transforma a vida e renova a mente e a vontade da criança (de qualquer cristão). Isso reflete no andar diário com Cristo (1 Pedro 2:2).
SERVIÇO -
O serviço cristão nasce em gratidão e reconhecimento do que Deus fez por mim atraves do sacrifício de Jesus na cruz. É demonstrado na vida diária e, mais tarde, em resposta de um chamado de Deus, em tempo integral.

FELIZ 2011

Bom gente mas um ano se inicia , e espero ao longo desses anos ter contribuído para a evangelização das crianças, tenho visitado muitos blogs e conhecidos pessoas maravilhosas que ungidas pelo Senhor Jesus tem ajudado bastante na minha caminhada com os pequeninos com textos , dicas e informações importantes para a evangelização das crianças.
Desejo que nesse ano possamos estar juntinhos trocando idéias e experiências maravilhosas.


Mais um ano chega ao fim.

Para alguns marcados por extrema alegria

Para outros embargados de dor.

Nesse momento é hora de refletir.

Como foi nosso ano?

Conseguimos conquistar nossos ideais?

Será que realmente lutamos por eles?

Demos o abraço que nosso irmão tanto queria, ou viramos as costas não se importando com ele?

Pedimos perdão pelas nossas falhas, ou o orgulho não deixou?

Fomos amigos e companheiros com nosso colega de trabalho, ou simplesmente fazíamos nosso trabalho sem se importar com o outro tão perto de nós? Estivemos presente na vida de nossos filhos, de nossos maridos, esposas?

Enfim, depois de tantas perguntas nos vem mais uma pergunta:

Será que teremos uma outra chance?

Para um pedido de desculpas,

Uma reconciliação,

Uma dúvida não respondida

Um amor encontrado

Uma dor desaparecida

Um grito de alívio

Um beijo, um abraço que não foi dado?

Que o Pai Celestial... nos dê forças, nos dê saúde, nos dê a chance de fazer o que deveria ser feito, consertar nossos erros, de sermos amigos, companheiros, compreensivos, mãe, pai, filha, filho, esposa, esposo.

Nos dê a chance de viver cada vez mais o amor verdadeiro de Cristo.

Desejo a você um 2011 seja um ano de muitas realizações.

Autor Desconhecido

VOCÊ CONSEGUE VER AS BRECHAS?

OS CAMINHOS DA RESTAURAÇÃO
REAÇÃO DE NEEMIAS

Estamos diante de um cenário de miséria, de fragilidade, de comodismo e de uma visão
distorcida acerca do poder e das promessas de Deus. Uma geração inteira havia passado desde
que Ester e Mardoqueu foram usados por Deus para livrarem os judeus de um genocídio.
Cerca de 42 anos após esse livramento, o Senhor levanta Neemias em mais uma intervenção divina na história da nação judaica. Neemias estava no palácio de inverno do rei da Pérsia, quando recebe a visita de seu irmão Hanani que trazia notícias sobre o caos estabelecido em Jerusalém.
... O muro de Jerusalém está fendido, as suas portas queimadas a fogo, o povo está em
miséria e desprezo.
Neemias chorou, jejuou e orou. Em outras palavras, lamentou, buscou forças e colocou-se na brecha. Não é difícil encontrarmos hoje, famílias vivendo esta triste realidade. Muros com fendas espirituais, relacionais e sentimentais, portas queimadas pelo fogo da contenda e transformadas em cinzas de rejeição... Famílias vulneráveis, desprotegidas e abertas às ações do inimigo.
Como as casas de Jerusalem no ano 420 a.C, muitos lares hoje clamam para que alguns "Neemias" se levantem para reconstruir.
Neemias recebeu permissão do rei e voltou à Jerusalém. Estava cheio de autoridade, tinha cartas com autorização para atravessar todas as cidades e tinha licença para colher madeira na floresta para reconstruir os muros.
Isso nos lembra, que quando olharmos para a nossa casa, assimilarmos as necessidades dela, chorarmos, jejuarmos e orarmos, Deus nos levantará com autoridade para rompermos todas as barreiras e Ele fará de nós um agente de restauração.
Neemias chegou em Jerusalem, estudou a situação, procurou entender e conhecer onde estavam as brechas. ( Ne 2:11-16 )
Onde estão as brechas na tua casa? Voce já identificou?
Neemias identifica as brechas e reúne o povo. (Ne 2:17-18 )
Isso deflagrou um espírito otimista e todos começaram a se envolver na reconstrução, todos colocaram a mão na massa.
Os opositores, viram a movimentação em Jerusalém e tentaram paralisar a obra, eles não queriam ver Jerusalem de pé, queriam olhar para Jerusalém e vê-la na miséria, mergulhada
na tristeza e desesperança.
Não se iluda, a tua reação chamará a atenção de quem não quer te ver de pé, mas... lembre-se do início de tudo, Neemias chorou, jejuou e orou e com isso, ele atraiu a presença de Deus para a sua peleja.
Depois de muitos anos de miséria, paralisia e dor em Jerusalém, Neemias se levanta na força do Senhor e em 52 dias faz de Jerusalém uma cidade forte, de torres altas, de portões de cedro, de ferrolhos de ferro, de moral elevada e com o ego sarado. (Ne 6: 15-16 )
Voce pode mudar a história da sua família!!!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Histórias reais e edificantes para crianças


As Histórias aqui apresentadas, são todas verdadeiras. São relatos de pessoas que quando crianças, aprenderam coisas relevantes dos adultos. Tais vivências, segundo o testemunho dessas pessoas, foi ponto decisivo na formação do seu caráter ou mesmo postura ética diante da vida.

Um castigo educativo




Como todos os meninos, eu era curioso e um pouco destruidor. Um dia cometi a travessura de fazer uns buracos em uma das portas de nossa casa, para ficar espiando o que ocorria na rua.
Procurando dar-me um castigo educativo, meu pai fez-me reparar o estrago que causara.
- Vá buscar uns pedaços de madeira, e procure cortá-las de modo a se ajustarem nos buracos; depois passe a lixa.
Fiz o trabalho um pouco envergonhado, e, ao terminá-lo, era pouca a vontade que tinha de olhar para a porta verde com aqueles círculos brancos.
eu pai então me disse que eu devia pintá-los da mesma cor da porta, e me deu dinheiro para comprar tinta.
A que arranjei não era exatamente da mesma cor, e por isso, por insistência do meu pai, pintei toda a porta.
Desde esse momento, surgiu em mim uma espécie de gosto para melhorar e reparar as coisas da nossa casa.
Pintei seis portas e duas janelas, que não ficaram mal, sentí-me orgulhoso de ser pintor, e minha atitude mudou em consequência daquele castigo que terminou em forma agradável e boa.

Carlos Salazar, México
Vencendo as dificuldades



Meu maior defeito, nos tranqüilos dias da infância, consistia em desanimar com demasiada facilidade quando uma tarefa qualquer me parecia difícil. Eu podia ser tudo, menos um menino persistente.
Foi quando, numa noite, meu pai entregou-me uma tabuazinha de pequena espessura e um canivete, e me pediu que, com este, riscasse uma linha a toda largura da tábua. Obedecí a suas instruções, e, em seguida, tábua e canivete foram trancados na escrivaninha de papai.
A mesma coisa foi repetida todas as noites seguintes; ao fim de uma semana eu não agüentava mais de curiosidade. A história continuava. Toda noite eu tinha que riscar com o canivete, uma vez, pelo sulco que se aprofundava.
Chegou afinal um dia em que não havia mais mais sulco. Meu último e leve esforço cortara a tábua em duas.
Papai olhou longamente para mim, e depois disse:
- Você nunca acreditaria que isto fosse possível, com tão pouco esforço, não é verdade? Pois o êxito ou fracasso de sua vida não depende tanto de quanta força você põe numa tentativa, mas da persistência no que faz.
Foi essa uma lição-de-coisas impossivel de esquecer, e que mesmo um garoto de dez anos podia aproveitar.

Relato de: N. Semonoff
Londres


Tenha a coragem de ser original


Por que você perde seu bom humor, fazendo essa confusão toda com seu cabelo? - perguntou meu pai, quando me encontrou chorando de raiva porque eu era muito menina, e não tinha a habilidade necessária para fazer o penteado em moda nos meus tempos de colégio.
- É a moda! - lamentei-me. - Só o meu nunca fica como os outros!
Olhando-me gravemente, meu pai ordenou: - Divida seu cabelo no meio, penteie-o para trás, e amarre-o como uma fita. Agora, use-o assim durante uma semana, e se metade das meninas de sua classe não copiarem você, eu lhe darei dez dólares.
Pensei comigo que ele era incrivelmente ingênuo. Dez dólares, porém eram uma fortuna a que não podia resistir, e o fiz.
Tivesse eu chegado à aula vestida com a camisola de dormir, minha agonia não teria sido maior. Mas quando a semana acabou, quase todas as meninas de minha classe estavam usando o cabelo separado simplesmente pelo meio, atado atrás com uma fita.
Meu pai disse, então: - Não seja vulgar! O mundo já tem bastante mediocridade. Nunca tenha medo de uma idéia própria, e, se ela for certa, siga para adiante com ela, sem se importar com o que faça todos os demais! E, embora ele tivesse ganho a aposta, deu-me uma nota de dez dólares.

Relato de: Sra. Brooks E. Cairns
Califórnia-EUA


Como vermos realizados os nosso desejos



Estava eu olhando o velho João, entretido em varrer as folhas secas do jardim. A área era grande, e o velho caprichava em não deixar nem uma folha no gramado.
- João, disse eu sorrindo, que maravilha se você pudesse, só a um desejo seu, ver todas estas folhas, de repente, empilhadas num monte!
- E posso mesmo, disse o velho prontamente.
- Se você pode, vamos ver! desafiei.
- Folhas! Juntem-se todas! disse o velho, numa voz de comando. E lá continuou limpando a relva até que as folhas ficaram juntas num só monte.
- Viu? Disse-me, sorrindo - É este o melhor meio de vermos realizados os nossos desejos. Trabalhar, persistentemente, para que aquilo que queremos seja feito.
O incidente calou-me no espírito. Mais tarde, ao estudar a biografia dos cientistas, dos reformadores e de todos aqueles cujas obras nos parecem, por vezes, milagres deveras sobrehumanos, descobrí que adotavam geralmente o sistema do velho jardineiro.
Todas as suas realizações resultaram do fato de que estes homens, desejando fortemente chegar a certo objetivo, - nunca cessaram de lutar por alcançá-lo.

Relato de: Horace Otis

Ohio-EUA


Nunca demos senão o que tivermos de melhor




Na manhã de Natal, quando eu descia as escadas na ponta dos pés, para ver os presentes que Papai Noel trouxera, sabia de antemão que me aguardava um dever a cumprir.
Até onde consigo me lembrar, faziam-se escolher um dos presentes que me pertenciam, e eu própria ia levá-lo a algum menino pobre da vizinhança.
Minha mãe me ensinara a por de lado, entre os presentes, o que mais me agradasse. Não me deixavam dar brinquedos velhos, de que eu já me cansara.
No próprio dia de Natal, faziam-me abrir mão do que eu mais desejasse para mim.
Horas mais tarde, ao ver, nos braços de um menino pobre, meu urso de pelúcia, eu já não podia senão compartilhar da alegria que desta maneira lhe proporcionava.
Não era outro o sentimento que minha mãe tentara despertar em mim; nem me pudera dar melhor presente que o de ensinar-me a conhecer o sofrimento alheio - percebendo, ao mesmo tempo, que a alegria de partilhar os bens que nos couberem é maior que a ventura de possuí-los.


Relato de: Sra. Pearl L. Peterson
Washington-EUA


Tristezas não pagam dívidas


Um garoto de 4 anos seguia descalço por uma rua, chupando um picolé num palito. Nesse tempo picolé era um artigo raro. De repente, um grupo de meninos mais velhos passou correndo pela esquina, derrubando o pequeno na corrida, e o picolé caiu no chão se quebrando todo. O Menino sentou-se no chão, e ficou, de olhos arregalados, contemplando a resultado da tragédia. Não sabia o que dizer: só uma tristeza muito grande o dominava.
Uma Senhora idosa vinha nesse momento pela rua e caminhou para a Criança.
- Bem, meu pequeno, disse ela, o pior que podia haver, aconteceu a você. Mas levante--se, que eu vou lhe mostrar uma coisa.
O pequenino ergueu-se.
- Agora ponha seu pé direito em cima do picolé, pise com força, e repare como ele se esguicha entre os dedos do seu pé.
O Menino pisou com força o picolé, e este espirrou entre os dedos do pé. A Senhora riu e disse:
- Aposto que não há nenhum outro menino na cidade que já tenha coçado os dedos do pé com sorvete. Corra agora para casa e conte a sua mãe como foi divertida a experiência. E, lembre-se, acrescentou ela, por pior que seja uma coisa que lhe aconteça, você pode se divertir quase sempre à custa dela!
Eu era esse garotinho. Nunca fiquei sabendo quem era aquela Senhora, mas nunca esqueci o que ela fez por mim. As piores coisas me tem acontecido desde então, e as palavras dela vêm-me sempre à memória. É mesmo bobagem levar muito a sério a esmagadora maioria das tristezas dessa vida.


Relato de: H. Swarth - Irlanda



Fonte: sitededicas.uol.com.br

LIÇÃO BÍBLICA : O MAR OBEDECE SUA VOZ

LIÇÃO BÍBLICA : O MAR OBEDECE SUA VOZ
LIÇÃO BÍBLICA : O MAR OBEDECE SUA VOZ


BASE BÍBLICA:
Novo Testamento, Livro de S Lucas, Capítulo 8, versículos de 22 a 26


VERSÍCULO PARA MEMORIZAR:
“Quem é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem?”. (Lucas 8:25b)

OBJETIVO DA HISTÓRIA:
Que a criança compreenda a importância da confiança no Salvador Jesus.


DESENVOLVIMENTO DA HISTÓRIA:

A Bíblia nos relata que Jesus convidou seus discípulos para entrarem num barco e atravessarem um lago.

Naqueles dias Jesus esteve muito ocupado com seus discípulos, andando de aldeia em aldeia falando sobre a salvação e realizando muitos milagres e maravilhas. Então por certo estava muito cansado, pois logo que entrou no barco, adormeceu;

Mas aconteceu algo inesperado para os discípulos, enquanto eles estavam no barco veio sobre eles uma tempestade, e o barco estava ficando cheio de água, estando em perigo.

Mais que depressa eles procuraram por Jesus, despertando-o e dizendo:

- Mestre, Mestre, estamos perecendo!!!!!

Jesus então levantou-se e repreendeu o vento e a fúria da água;

E então tudo se acalmou.

Sabem crianças, lembram que no começo da lição nós falamos que Jesus vinha de uma longa viagem com seus discípulos, eles já tinham andado com ele por muitas aldeias, vistos milagres e maravilhas que Jesus realizava? E então Jesus perguntou:

- Onde está a vossa fé?

E seus discipulos, temendo, maravilharam-se, dizendo uns aos outros:
- Quem é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem?

E então prosseguiram sua viagem e navegaram para a terra dos gadarenos, que está defronte da Galiléia.


CONCLUSÃO:

Esta história bíblica nos faz refletir sobre a importância de confiarmos no Senhor Jesus, mas para que isso possa acontecer nós precisamos conhecê-lo.
Sabem crianças, Jesus havia caminhado muitos e muitos dias com seus discípulos e eles ainda não haviam percebido que Ele é o Filho de Deus, que tem em suas mãos todo o poder, pois mesmo tendo visto sinais e maravilhas achavam que o barco ia afundar.
Jesus já havia mostrado seu poder, mas mesmo assim eles temeram. Neste dia Jesus ensinou-lhes mais uma lição, sim, ensinou-lhes a Confiar!
Sabem muitas vezes passamos por dificuldades, mas o Senhor Jesus está sempre ao nosso lado para nos socorrer, basta lembrarmos que Ele está no barco e tudo vai bem!

Oremos agora rogando a Deus que nos ensine a confiar em suas promessas.

HISTÓRIAS PARA LER , REFLETIR E MEDITAR






História: "O menino e o aviãozinho"
O MENINO DO AVIÃOZINHO.

Em um lugar bem distante daqui, havia um menino que surpreendeu a muitos por sua atitude e determinação.

Esse menino, desde pequeno ia à igreja com seus pais e aprendia muitas coisas sobre Jesus. Era um menino feliz e saudável.

Certo dia aconteceu algo muito triste na vida deste menino, ao voltar de um passeio com a família, houve um acidente, e seus pais vieram a morrer. Ele ficou muito machucado e sem poder caminhar normalmente.

Depois que saiu do hospital, sem parentes próximos, acabou indo morar na casa de uma tia distante. Num lugar bem longe. A tia por sua vez não gostava muito de cuidar de uma criança que não podia andar.

Ela arranjou um quartinho para ele na velha torre da casa. Cuidava do menino, dava comida e deixava perto da cama, na mesinha água, uns biscoitos, o ao sair dizia para que ficasse quieto. Saia e não aparecia mais, ficava sozinho quase todo tempo. Todos os dias, era a mesma coisa. Ele sofria com a situação, e de saudades de seus pais que o amavam tanto.

Chorava baixinho. Mas nunca se esqueceu das coisas que aprendeu com seus pais e na igreja. Certo dia uma coleguinha veio visitá-lo. O menino ficou muito feliz, e pediu para a amiga trazer uma Bíblia e bastante papel, lápis e caneta. E assim o colega fez: comprou uma linda Bíblia e trouxe bastante papel. Os dois começaram a brincar com os papéis, e fizeram vários aviõezinhos.

O menino teve uma idéia... Escrever versículos no aviãozinho e jogar pela janela. Assim não se sentia tão sozinho. Foi uma idéia feliz, todos os dias caiam vários aviõezinhos pela janela do quarto do menino. Muitas pessoas curiosas pegavam e liam.

E foram ficando tão conhecidos os aviõezinhos que as pessoas queriam conhecer quem os mandava.

Até o prefeito da cidade veio conhecer o menino, e sensibilizado melhorou as condições do missionário Júnior, o menino do avião, Júnior gostou de seu novo nome. Agora ele tinha uma pessoa para cuidar dele o dia todo.

E sua tia teve que mudar seu comportamento, ou seria punida.

Júnior se sentia feliz, e seus planos de espalhar o nome de Jesus.


APLICAÇÃO

Nós também devemos falar de Jesus para as pessoas, como o missionário Júnior da história. O Senhor quer usá-lo também, e o convida para celebrar a Cristo, Senhor de Missões.

ORAÇÃO

Senhor, quero ser um missionário onde estiver, como eu sou. Usa-me Senhor, ajuda-me a celebrar ao Senhor com todo meu ser. Em nome de Jesus, amém.


VERSÍCULO PARA DECORAR: IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA.
Marcos 16:15

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

HISTÓRIAS BIBLICAS - Dorcas , a costureira bondosa

TEXTO BÍBLICO
Atos 9:36-42


OBJETIVO
Ensinar sobre a benevolência (Devemos ajudar as pessoas ao nosso redor)

VERSÍCULO
“E não nos cansemos de fazer o bem.” Gálatas 6:9 (Pode-se fazer o versículo em um desenho de uma camisa. Fica muito legal!)



Dorcas amava muito a Jesus. Ela era uma costureira. Costurava roupas lindas. Dorcas viu umas criancinhas com roupas velhas, velhas. Viu as mães das criancinhas com roupa toda remendada e disse: - “Vou costurar roupas novas para vocês!”Dorcas costurou uma porção de roupas bonitas. Deu-as para as criancinhas e para suas mamães.- “Muito obrigado pelas roupas!” – Disseram as criançasTodos na igreja amavam a boa costureira.



Mas, um dia, que tristeza! Dorcas adoeceu e morreu.

As pessoas choravam muito vendo sua amiga morta.
Alguém lembrou:
- “Pedro, o discípulo de Jesus, está numa cidade aqui perto. ElePode vir e nos animar e nos consolar com orações. Vamos Chamá-lo!”Dois homens foram depressa chamar Pedro.

Quando Pedro chegou, as mulheres, chorando, mostraram-lhe as roupas queDorcas lhes tinha dado. Falaram de como ela era bondosa e amada por todos.
Pedro pediu:
- “Deixem-me sozinho aqui no quarto, ao lado do corpo de Dorcas.”
As pessoas saíram. Pedro ficou só.

Ele orou e pediu que Deus fizesse Dorcas viver de novo.
E Deus ouviu a oração de Pedro.
Dorcas voltou a viver.




Pedro a levou e a mostrou viva às pessoas. Foi uma alegria imensa.

A boa amiga Dorcas estava com elas outra vez.



APLICAÇÃO

Dorcas era seguidora do Senhor Jesus e gostava de ajudar as pessoas. Ela fazia isso por amor a Jesus. Enquanto Jesus viveu nesse mundo, Ele procurou fazer o bem e ajudar as pessoas que precisavam dEle.

Como Dorcas, você pode ser um imitador de Jesus e ajudar aos que necessitam por amor a Ele.

O versículo para decorar diz que não nos cansemos de fazer o bem. Pois fazendo assim, estaremos demonstrando o amor que temos por Jesus e através de nossas atitudes, estaremos fazendo o nome dEle conhecido e as pessoas irão glorificar o nome dEle.
Fonte: http://crisghensevavellar.blogspot.com