* 4 Princípios Fundamentais p/ Líderes de Ministério Infantil (Craig Jutila)
* A Arte de Influenciar Pessoas (Jonh Maxwell)
* Abordagens e Práticas da Pedagogia Cristã (Marcos Tuler)
* Manual do Professor de Escola Dominical (Marcos Tuler)
* Manual Prático p/ o Culto Infantil (Rawderson Rangel e Manoel Xavier)
* Marley & Eu (Jonh Grogan)
* Mexa-se, que lá vem a história - vol 1 (Susan Lingo)
* O Monge e o Executivo (James C. Hunter)
* Primeiros Passos (Sam Doherty)
* É lindo andar com Jesus (Glorinha Silveira
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
O REFÉM DA AMIZADE
HISTÓRIA BIBLICA: "O REFEM DA AMIZADE"
O Refém da Amizade
Base Bíblica:
“Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão”. Provérbios 17:17
“O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”. Provérbios 18:24
“ Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.” João 15:13
Versículo para Memorizar:
“ Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.” João 15:13
(Professor procure um método para que todos decorem o versículo)
Objetivo da História:
- Que a criança compreenda o valor de se ter amigos;
- Que a criança perceba que Cristo é o maior detodos os amigos e que Ele deu sua vida por nós;
- Conhecer o valor da salvação: estávamos condenados a morte e Cristo pagou o preço da redenção;
A História
Dois rapazes eram muito amigos e gostavam de estar juntos, de conversar, de brincar. Se é verdade que “há amigos mais chegados do que irmãos”, esse era o caso do Pedro e do João!
Um dia, o Pedro fez algo que desagradou ao rei. Não era um crime grave, mas o rei era muito mau e julgou que aquela pequena ofensa era motivo para condenar o rapaz à morte, e mandou-o prender até ao dia da execução. Ele era um rapaz que gostava muito da sua família e, assim, mandou um recado ao rei a pedir licença para ir até sua casa e despedir-se dos seus pais.
- Esse “miúdo” deve pensar que sou tolo! - exclamou o rei com raiva - É claro que se eu o deixar sair da prisão, ele vai fugir. Não vou cair nesta armadilha.
Pedro ficou muito triste pela resposta do rei. Estava preso, injustamente, e nem podia realizar o seu último desejo, visitar os seus queridos pais.
Durante vários dias tentou imaginar um plano para fazer o rei acreditar que ele não iria fugir, mas foi em vão. Quando o seu amigo João, foi visitá-lo à cadeia, conversaram
sobre o assunto. Foi então que João teve um plano:
- Eu ficarei aqui até tu voltares.
Pedro mandou dizer ao rei:
- Tenho um amigo que ficará na prisão em meu lugar.
O rei quis logo conhecer João:
- Estás louco rapaz? Achas mesmo que o Pedro um dia voltará?
- Claro que sim, ele é meu amigo, honesto e verdadeiro. Mas se ele não voltar, morrerei por ele.
O rei tinha um coração duro e era tão egoísta que tornava-se difícil para ele acreditar que uma pessoa se oferecesse para morrer por outra,mas mesmo assim, permitiu que Pedro fosse para casa dizer adeus à sua família, e o seu amigo João ficou na cadeia.
Eles abraçaram-se, e na hora da despedida o Pedro disse:
- Não tenhas medo João, eu voltarei!
As horas para João pareciam muito longas, e para Pedro pareciam curtas demais.
Passados alguns dias, João percebeu que havia chegado o momento em que Pedro devia morrer. De repente, João ouviu o rei e os soldados a aproximarem-se da cela para o levar, Pedro não aparecera. O rei riu-se da loucura de João em confiar em seu amigo mas disse:
- Agora cumprirei o combinado, “palavra de rei não volta atrás”!
Já estava mesmo na hora de João morrer em lugar do Pedro quando ele entrou a correr e, sem fôlego, pediu milhões de desculpas a João.
O barco em que navegara tinha naufragado e isso havia retardado a sua volta. Quando conseguiu chegar à praia, correu tão depressa quanto pode para salvar o amigo que tinha ficado na prisão.
O rei ficou tão admirado com o regresso de Pedro que nem queria acreditar no que estava a ver:
- Deixei este maluco ir para casa ver os pais antes de morrer. Ele prometeu voltar, mas eu nunca acreditei que ele fizesse isto.
Então, o rei chamou o rapaz e disse-lhe:
- Pedro, porque voltaste se podias ter ficado na terra dos teus pais e viver?
E ele respondeu ao rei:
- Eu não disse que voltava? Não deixaria meu amigo morrer em meu lugar!
Naquele momento, o coração do rei foi tocado. Jamais viu tamanha lealdade, tamanha honestidade e dedicação entre dois amigos.
De repente o rei decretou:
- João viverá!! E Pedro será libertado! Não posso permitir que tal amizade seja desfeita no meu reino.
Realmente, não há maior tesouro do que verdadeiros amigos. Eles valem mais do que todo o dinheiro do mundo. Por isso, devemos fazer amigos, e bons amigos, tantos quanto possível. Mas lembre-se: para ter bons amigos é preciso, antes, ser um bom amigo ou uma boa amiga. Só quem age como um bom amigo atrai bons amigos!
CONCLUSÃO
Sabem crianças, a Bíblia nos ensina que a amizade é algo de grande valor, são os amigos que nos ajudam nessa vida. Nos momentos de alegria, mas também nos momentos de tristeza e necessidades eles sempre estarão por perto.
Mas quero lembrar que não há amigo maior do que Aquele que deu sua vida por nós, e seu nome é Jesus Cristo.
A Bíblia diz que o salário do pecado é a morte, então, estávamos condenados a morrer, porque pecamos constantemente. Mas Jesus, assim como diz o versículo que vocês decoraram, “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.”, morreu em nosso lugar e agora temos vida eterna, basta o recebermos como nosso Senhor e Salvador!!!!
História: O NOSSO EXEMPLO
HISTÓRIA: O NOSSO EXEMPLO
Objetivo:
Reflexão sobre a importância do nosso exemplo de vida, nosso testemunho como servo do Senhor Jesus.
Base Bíblica:
I Timóteo 5:10 “Tendo testemunho de boas obras: Se criou os filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda a boa obra”.
Desenvolvimento da História
Esta é a história da Sra. Pata.
A Sra. Pata tinha muitos sonhos, ela queria mudar o seu bosque, e fazer que o seu bosque e todos os seus habitantes fossem o melhor do mundo.
E a sua imaginação não tinha limites, as idéias eram tantas que deixavam-na muitas vezes tonta, e ria-se com os seus pensamentos e idéias.
Um dia pensou: “vou por em prática as minhas idéias. Vou falar com toda a gente e vamos transformar o nosso bosque.”
E assim foi, arrumou-se e saiu.
Foi ter com o Sr. Mocho, era o Sr. Mocho que era responsável para convocar todos os animais para as reuniões. Era uma tarde tão bonita. A clareia onde se realizavam as reuniões estava muito bonita, apesar do sol forte, as grandes árvores davam uma sombra muito agradável. A Sra Pata estava tão feliz, esperava que os animais do bosque chegassem.
O primeiro a chegar foi o Sr. Xavier que era um Porco Espinho muito atarefado. Pouco a pouco foram chegando todos; a Sra. Rouxinol, o Sr. Texugo, o Sr. Mocho, a Sra. Raposa e muitos outros.
-Que bom que todos estão aqui, tenho uma idéia que queria contar a todos.
E assim foi, a Sra. Pata contou as sua idéias de como mudar o bosque, e todos ficaram espantados com as idéias, elas eram ótimas e todos, prontamente, concordaram trabalhar para mudar o bosque, torná-lo o melhor bosque das redondezas.
Todos concordaram com a idéia e decidiram que no outro dia bem cedo já a colocariam em prática, e assim todos casa felizes com as idéias da Sra. Pata.
O sol apareceu no horizonte e o bosque começou a acordar, e como combinado todos os habitantes apareceram para trabalhar, e tudo começou bem, porém o Sr. Porco Espinho, reparou em algo que mexia com os nervos dele. Sabem o que era. Conseguem adivinhar? Não! Ah, era a Sra. Pata, ela não fazia nada só dava
ordens, o Sr. Porco Espinho começou a reclamar, e pouco a pouco todos começaram a desistir do projeto.
E sabem porquê? Porque a Sra. Pata queria que todos mudassem o seu modo de viver e trabalhassem para que o bosque ficasse bonito mas ela nada fazia. A sua vida continuava na mesma. E as grandes idéias da Sra. Pata nada resolveram, porque para
mudar o bosque a Sra. Pata teria que ser a primeira a mudar.
Então, crianças, esta historia nos faz refletir sobre o que a Bíblia nos fala no Livro I Timóteo, capitulo 5, versículo 10, através do apostolo Paulo, sobre os que servem a Jesus: “Tendo testemunho de boas obras: Se criou os filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda a boa obra”.
Lembrem-se o nosso testemunho é mais importante que mil palavras e mil imagens.
As pessoas compreendem aquilo que vêem. Só podemos mudar o mundo se nós próprios estivermos mudados.
Não adianta vivermos apenas de palavras boas, são nossas atitudes que mostram quem realmente somos.
Vocês sabiam que o nome “CRISTÃO” surgiu PARA IDENTIFICAR um povo que se parece com Cristo, então se somos cristãos temos que seguir o exemplo de Jesus, e Jesus nos deixou como exemplo o amor, o perdão, a compreensão e a santificação.
Quem neste dia deseja ter bom exemplo de vida? Quem deseja ser como Cristo? Deixa, então o Senhor Jesus habitar em seu coração e pratique o que a Bíblia nos ensina, a Bíblia é o manual que Deus deixou para nós, para que possamos dar bom testemunho
O Refém da Amizade
Base Bíblica:
“Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão”. Provérbios 17:17
“O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”. Provérbios 18:24
“ Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.” João 15:13
Versículo para Memorizar:
“ Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.” João 15:13
(Professor procure um método para que todos decorem o versículo)
Objetivo da História:
- Que a criança compreenda o valor de se ter amigos;
- Que a criança perceba que Cristo é o maior detodos os amigos e que Ele deu sua vida por nós;
- Conhecer o valor da salvação: estávamos condenados a morte e Cristo pagou o preço da redenção;
A História
Dois rapazes eram muito amigos e gostavam de estar juntos, de conversar, de brincar. Se é verdade que “há amigos mais chegados do que irmãos”, esse era o caso do Pedro e do João!
Um dia, o Pedro fez algo que desagradou ao rei. Não era um crime grave, mas o rei era muito mau e julgou que aquela pequena ofensa era motivo para condenar o rapaz à morte, e mandou-o prender até ao dia da execução. Ele era um rapaz que gostava muito da sua família e, assim, mandou um recado ao rei a pedir licença para ir até sua casa e despedir-se dos seus pais.
- Esse “miúdo” deve pensar que sou tolo! - exclamou o rei com raiva - É claro que se eu o deixar sair da prisão, ele vai fugir. Não vou cair nesta armadilha.
Pedro ficou muito triste pela resposta do rei. Estava preso, injustamente, e nem podia realizar o seu último desejo, visitar os seus queridos pais.
Durante vários dias tentou imaginar um plano para fazer o rei acreditar que ele não iria fugir, mas foi em vão. Quando o seu amigo João, foi visitá-lo à cadeia, conversaram
sobre o assunto. Foi então que João teve um plano:
- Eu ficarei aqui até tu voltares.
Pedro mandou dizer ao rei:
- Tenho um amigo que ficará na prisão em meu lugar.
O rei quis logo conhecer João:
- Estás louco rapaz? Achas mesmo que o Pedro um dia voltará?
- Claro que sim, ele é meu amigo, honesto e verdadeiro. Mas se ele não voltar, morrerei por ele.
O rei tinha um coração duro e era tão egoísta que tornava-se difícil para ele acreditar que uma pessoa se oferecesse para morrer por outra,mas mesmo assim, permitiu que Pedro fosse para casa dizer adeus à sua família, e o seu amigo João ficou na cadeia.
Eles abraçaram-se, e na hora da despedida o Pedro disse:
- Não tenhas medo João, eu voltarei!
As horas para João pareciam muito longas, e para Pedro pareciam curtas demais.
Passados alguns dias, João percebeu que havia chegado o momento em que Pedro devia morrer. De repente, João ouviu o rei e os soldados a aproximarem-se da cela para o levar, Pedro não aparecera. O rei riu-se da loucura de João em confiar em seu amigo mas disse:
- Agora cumprirei o combinado, “palavra de rei não volta atrás”!
Já estava mesmo na hora de João morrer em lugar do Pedro quando ele entrou a correr e, sem fôlego, pediu milhões de desculpas a João.
O barco em que navegara tinha naufragado e isso havia retardado a sua volta. Quando conseguiu chegar à praia, correu tão depressa quanto pode para salvar o amigo que tinha ficado na prisão.
O rei ficou tão admirado com o regresso de Pedro que nem queria acreditar no que estava a ver:
- Deixei este maluco ir para casa ver os pais antes de morrer. Ele prometeu voltar, mas eu nunca acreditei que ele fizesse isto.
Então, o rei chamou o rapaz e disse-lhe:
- Pedro, porque voltaste se podias ter ficado na terra dos teus pais e viver?
E ele respondeu ao rei:
- Eu não disse que voltava? Não deixaria meu amigo morrer em meu lugar!
Naquele momento, o coração do rei foi tocado. Jamais viu tamanha lealdade, tamanha honestidade e dedicação entre dois amigos.
De repente o rei decretou:
- João viverá!! E Pedro será libertado! Não posso permitir que tal amizade seja desfeita no meu reino.
Realmente, não há maior tesouro do que verdadeiros amigos. Eles valem mais do que todo o dinheiro do mundo. Por isso, devemos fazer amigos, e bons amigos, tantos quanto possível. Mas lembre-se: para ter bons amigos é preciso, antes, ser um bom amigo ou uma boa amiga. Só quem age como um bom amigo atrai bons amigos!
CONCLUSÃO
Sabem crianças, a Bíblia nos ensina que a amizade é algo de grande valor, são os amigos que nos ajudam nessa vida. Nos momentos de alegria, mas também nos momentos de tristeza e necessidades eles sempre estarão por perto.
Mas quero lembrar que não há amigo maior do que Aquele que deu sua vida por nós, e seu nome é Jesus Cristo.
A Bíblia diz que o salário do pecado é a morte, então, estávamos condenados a morrer, porque pecamos constantemente. Mas Jesus, assim como diz o versículo que vocês decoraram, “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.”, morreu em nosso lugar e agora temos vida eterna, basta o recebermos como nosso Senhor e Salvador!!!!
História: O NOSSO EXEMPLO
HISTÓRIA: O NOSSO EXEMPLO
Objetivo:
Reflexão sobre a importância do nosso exemplo de vida, nosso testemunho como servo do Senhor Jesus.
Base Bíblica:
I Timóteo 5:10 “Tendo testemunho de boas obras: Se criou os filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda a boa obra”.
Desenvolvimento da História
Esta é a história da Sra. Pata.
A Sra. Pata tinha muitos sonhos, ela queria mudar o seu bosque, e fazer que o seu bosque e todos os seus habitantes fossem o melhor do mundo.
E a sua imaginação não tinha limites, as idéias eram tantas que deixavam-na muitas vezes tonta, e ria-se com os seus pensamentos e idéias.
Um dia pensou: “vou por em prática as minhas idéias. Vou falar com toda a gente e vamos transformar o nosso bosque.”
E assim foi, arrumou-se e saiu.
Foi ter com o Sr. Mocho, era o Sr. Mocho que era responsável para convocar todos os animais para as reuniões. Era uma tarde tão bonita. A clareia onde se realizavam as reuniões estava muito bonita, apesar do sol forte, as grandes árvores davam uma sombra muito agradável. A Sra Pata estava tão feliz, esperava que os animais do bosque chegassem.
O primeiro a chegar foi o Sr. Xavier que era um Porco Espinho muito atarefado. Pouco a pouco foram chegando todos; a Sra. Rouxinol, o Sr. Texugo, o Sr. Mocho, a Sra. Raposa e muitos outros.
-Que bom que todos estão aqui, tenho uma idéia que queria contar a todos.
E assim foi, a Sra. Pata contou as sua idéias de como mudar o bosque, e todos ficaram espantados com as idéias, elas eram ótimas e todos, prontamente, concordaram trabalhar para mudar o bosque, torná-lo o melhor bosque das redondezas.
Todos concordaram com a idéia e decidiram que no outro dia bem cedo já a colocariam em prática, e assim todos casa felizes com as idéias da Sra. Pata.
O sol apareceu no horizonte e o bosque começou a acordar, e como combinado todos os habitantes apareceram para trabalhar, e tudo começou bem, porém o Sr. Porco Espinho, reparou em algo que mexia com os nervos dele. Sabem o que era. Conseguem adivinhar? Não! Ah, era a Sra. Pata, ela não fazia nada só dava
ordens, o Sr. Porco Espinho começou a reclamar, e pouco a pouco todos começaram a desistir do projeto.
E sabem porquê? Porque a Sra. Pata queria que todos mudassem o seu modo de viver e trabalhassem para que o bosque ficasse bonito mas ela nada fazia. A sua vida continuava na mesma. E as grandes idéias da Sra. Pata nada resolveram, porque para
mudar o bosque a Sra. Pata teria que ser a primeira a mudar.
Então, crianças, esta historia nos faz refletir sobre o que a Bíblia nos fala no Livro I Timóteo, capitulo 5, versículo 10, através do apostolo Paulo, sobre os que servem a Jesus: “Tendo testemunho de boas obras: Se criou os filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda a boa obra”.
Lembrem-se o nosso testemunho é mais importante que mil palavras e mil imagens.
As pessoas compreendem aquilo que vêem. Só podemos mudar o mundo se nós próprios estivermos mudados.
Não adianta vivermos apenas de palavras boas, são nossas atitudes que mostram quem realmente somos.
Vocês sabiam que o nome “CRISTÃO” surgiu PARA IDENTIFICAR um povo que se parece com Cristo, então se somos cristãos temos que seguir o exemplo de Jesus, e Jesus nos deixou como exemplo o amor, o perdão, a compreensão e a santificação.
Quem neste dia deseja ter bom exemplo de vida? Quem deseja ser como Cristo? Deixa, então o Senhor Jesus habitar em seu coração e pratique o que a Bíblia nos ensina, a Bíblia é o manual que Deus deixou para nós, para que possamos dar bom testemunho
HISTÓRIAS PARA LER , REFLETIR E MEDITAR

A Historia das tres arvores
Dicas:
1)Esta história pode ser adaptada para encenação de Natal;
2)Como história bíblica enfatizando a importância no servir;
"Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará". João 12:26
3)Como História bíblica enfatizando que os Sonhos de Deus são maiores do que os nossos.
“Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que desejais.” Jeremias 29.11
A História das Três Árvores
(Uma história popular)
Durante várias gerações a história das três árvores tem passado de pais para filhos, tem sido recontada nas igrejas e até tem sido musicada e cantada. Como sucede com muitos contos populares, o seu autor é desconhecido.
No cume duma montanha erguiam-se três árvores pequenas que sonhavam o que queriam ser quanto fossem grandes.
A primeira olhou para as estrelas que cintilavam como diamantes sobre ela. “Quero conter tesouros”, disse ela. “Quero ser coberta de ouro e ser cheia de pedras preciosas. Quero ser o baú de tesouros mais belo do mundo!”
A segunda olhou para o pequeno riacho que corria em serpentina até ao oceano. “Quero ser um forte veleiro”, disse ela. Quero viajar pelas portentosas águas e transportar poderosos reis. Quero ser o navio mais poderoso do mundo!”
A terceira olhou para o vale que se estendia pelo sopé da montanha onde homens e mulheres se ocupavam a trabalhar numa pequena cidade cheia de movimento. “Não quero de forma alguma abandonar esta montanha”, disse ela. “Quero crescer e ficar tão alta que quando as pessoas pararem a fim de olharem para mim ergam os olhos para o céu e pensem em Deus. Serei a árvore mais alta do mundo!”
Os anos passaram-se. As chuvas vieram, o sol brilhou, e as pequenas árvores cresceram e tornaram-se grandes.
Um dia três lenhadores subiram a montanha.
O primeiro olhou para a primeira árvore e disse, “Esta árvore é linda. Para mim é óptima.” E com o machado derrubou-a.
“Agora tornar-me-ei num belo baú”, pensou a primeira árvore. “Conterei tesouros maravilhosos”.
O segundo lenhador olhou para a segunda árvore e disse, “Esta árvore é forte. Para mim é óptima.” E com o machado derrubou-a.
“Agora navegarei pelas portentosas águas”, pensou a segunda árvore. “Serei um poderoso navio adequado aos reis!”.
A terceira árvore sentiu o coração bater com força quando viu o último lenhador olhar para ela. Ela era direita e alta e apontava em desafio para o céu.
Mas o lenhador nunca olhou para cima. “Para mim qualquer árvore me servirá”, murmurou ele. E com o machado derrubou-a.
A primeira árvore regozijou-se quando o lenhador a levou para a carpintaria, no entanto o ocupado carpinteiro não pensava em baús de tesouros. Em vez disso as suas mãos calejadas transformaram aquela árvore numa manjedoura.
Aquela árvore outrora linda não fora coberta de ouro nem cheia de tesouros. Foi revestida de serradura e cheia de feno para alimento dos animais do campo.
A segunda árvore sorriu quando o lenhador a levou para um estaleiro, mas naquele dia nenhum poderoso veleiro estava a ser construído. Em vez disso a outrora árvore forte foi serrada e martelada até ser transformada numa simples embarcação de pesca.
Demasiado pequena e fraca para navegar nas águas oceânicas ou mesmo num rio, foi levada para um pequeno lago. Todos os dias transportava carregamentos de peixe morto malcheiroso.
A terceira árvore ficou confundida quando o lenhador a cortou em fortes barrotes e os amontoou numa serração.
“O que é que aconteceu?” interrogava-se perplexa a outrora árvore alta. “Tudo o que eu sempre quis era ficar no topo da montanha e apontar para Deus”.
Muitos, muitos dias e noites se passaram. As três árvores quase se tinham esquecido já dos seus sonhos.
Mas uma noite uma estrela dourada refulgente incidiu sobre a primeira árvore quando uma jovem mãe colocou o seu recém-nascido bebé na manjedoura.
“Desejava poder fazer-lhe um berço”, sussurrou o pai.
A mãe apertou a mão e sorriu quando viu a luz da estrela incidir na macia e robusta madeira. “Esta manjedoura é bonita”, disse ela.
E de repente a primeira árvore soube que continha o maior tesouro do mundo.
Uma noite um peregrino cansado e os amigos entraram para dentro dum velho barco de pesca. O peregrino adormeceu quando a segunda árvore navegava suavemente sobre as águas do lago.
De repente levantou-se um temporal. O barquito estremeceu. Sabia que não tinha arcaboiço para levar tantos passageiros com segurança através daquele vento e chuva.
O homem cansado despertou. Ergueu-se, estendeu a mão, e disse, “Paz”. O temporal cessou tão depressa como tinha começado.
E de repente a segunda árvore soube que estava a transportar o Rei do céu e da terra.
Uma Sexta-feira de manhã, a terceira árvore assustou-se quando os seus barrotes foram puxados do monte esquecido de madeira empilhada. Ela encolheu-se ao ser carregada por uma multidão irada e escarnecedora. Ela estremeceu quando soldados pregaram nela as mãos dum homem.
Ela sentiu nela a maldade e a inclemência e a crueldade.
Mas no Domingo de manhã, quando o sol se erguia e a terra tremia de alegria debaixo dela, a terceira árvore soube que o amor de Deus tinha mudado tudo.
Tinha feito com que a primeira árvore fosse bela.
Fez com que a segunda árvore fosse forte.
E sempre que as pessoas pensavam na terceira árvore, pensavam em Deus.
Isso foi melhor do que ser a árvore mais alta do mundo.
Muitas vezes os nossos sonhos são transformados durante a jornada, mas se confiarmos em Deus, Ele fará o melhor para nós!
TEXTOS PARA REFLEXÃO E COMENTÁRIOS
Engenheiros X Advogados
Três Advogados e três Engenheiros estavam viajando de trem para uma conferência.
Na estação, os três Advogados compraram um bilhete cada um, mas viram que os três Engenheiros compraram um só bilhete.
- Como é que os três vão viajar só com um bilhete? -perguntou um dos Advogados
- Espere e verá - respondeu um dos Engenheiros.
Então, todos embarcaram.
Os Advogados foram para suas poltronas, mas os três Engenheiros se trancaram juntos no banheiro. Logo que o trem partiu, o fiscal veio recolher os bilhetes.
Ele bateu na porta do banheiro e disse:
- O bilhete, por favor.
A porta abriu só uma frestinha e apenas uma mão entregou o bilhete. O fiscal pegou e foi embora. Os Advogados viram e acharam a idéia genial.
Então, depois da conferência, os Advogados resolveram imitar os Engenheiros na viagem de volta e, assim, economizar um dinheirinho. (Reconheceram a boa idéia dos Engenheiros, porém com a criatividade que é peculiar da própria profissão, resolveram melhorar.)
Quando chegaram na estação, a história se repetiu, ou seja, os Engenheiros compraram só um bilhete mas, para espanto deles, os Advogados não compraram nenhum..
- Mas, como é que vocês vão viajar sem passagem? (um Engenheiro perguntou perplexo).
- Espere e verá - respondeu um dos Advogados.
Todos embarcaram; os Engenheiros se espremeram dentro de um banheiro e os Advogados em outro banheiro, ao lado.
O trem partiu.
Logo depois, um dos Advogados saiu, foi até a porta do banheiro dos Engenheiros, bateu e disse:
- A passagem, por favor!!!!

"Aquele que anda corretamente e fala o que é reto, que recusa o lucro injusto, cuja mão não aceita suborno, que tapa os ouvidos para as tramas de assassinatos e fecha os olhos para não contemplar o mal, é esse o homem que habitará nas alturas; seu refúgio será a fortaleza das rochas; terá suprimento de pão, e água não lhe faltará." (Isaías 33.15-16)
A honestidade, a ética, a retidão de caráter, todas as boas coisas que nossos pais nos ensinaram (ou não!) são as maiores riquezas que podemos ter, na vida; o maior tesouro que se pode acumular.
Às vezes é preciso esforço para não sujar as mãos, não se envolver em sujeiras, não deslizar, esforço para não cair no abismo da desonestidade, no precipício da infidelidade, no despenhadeiro da deslealdade.
Às vezes, é uma questão tão pequena... "Foste fiel no pouco..."?
Sabe, se não conseguimos manter a honestidade nas situações mais simples, você sabe como ficaremos diantes das mais complexas...
E não é só. Há mais.
Não basta ser honesto; há que parecer honesto, lição que Pompeia, mulher de César, aprendeu talvez um pouco tarde.
Plante as sementes da honestidade, da retidão de caráter, da honradez. Plante sorrindo. E colha seus frutos ainda hoje, porque a maior recompensa é terminar seu dia, deitar a cabeça no seu travesseiro, e dormir em paz.
“Não furtem. Não mintam. Não enganem uns aos outros.”
(Levítico 19.11)
“Para onde me ausentarei do Teu Espírito? Para onde fugirei da Tua face?” Sal. 139:7
"É impossível fugir do Teu Espírito! Em lugar algum conseguirei me esconder de Ti, meu Deus!" (versão "Bíblia Viva)
Tenho uma memória musical muito boa. Muito boa mesmo! Lembro de letras e melodias que ouvi ou cantei uma única vez. Geralmente jamais esqueço; especialmente se cheguei a ler a letra escrita em algum lugar, se eu mesma a anotei ou se acompanhava pela partitura. Junte-se a isto a relação emocional que eu tenha estabelecido com a música, e aí, pronto!, eu não esqueço mesmo.
Sabe-se lá por que, hoje eu me pego aqui, olhando a baía da Guanabara, as embarcações que a atravessam, essa imensidão de águas... desde cedo, quando amanhecia o dia... e num resgate da minha memória musical vou pensando naqueles versos que dizem: "Se tomar as asas da alva / Se habitar nos extremos do mar / Até ali a Tua mão me guiará / Tua destra me susterá..."
A conclusão é que não importa por onde eu vou, seja lá onde eu estiver, estarei nos braços de Deus.
"Senhor, Tu me sondaste e me conheces
Conheces o meu deitar e o meu levantar
Por onde eu irei do Teu Espírito?
E pra onde fugirei da Tua face?
Se tomar as asas da alva
Se habitar nos extremos do mar
Até ali a Tua mão me guiará
Tua destra me susterá
Se disser que as trevas me encobrirão
E a noite escurece ao redor
As trevas e a luz são iguais pra Ti
Noite brilha como o dia
Se tomar as asas da alva
Se habitar nos extremos do mar
Até ali a Tua mão me guiará
Tua destra me susterá
Eu te louvarei, louvarei
Eu te louvarei Senhor
Oh! Pai, Te louvarei, louvarei
Louvarei
Tu criaste-me Senhor
Formaste-me antes de nascer
Te louvo porque de um modo maravilhoso
Tu me formaste
Se tomar as asas da alva
Se habitar nos extremos do mar
Até ali a Tua mão me guiará
Tua destra me susterá
Estarei nos braços de Deus..."
Três Advogados e três Engenheiros estavam viajando de trem para uma conferência.
Na estação, os três Advogados compraram um bilhete cada um, mas viram que os três Engenheiros compraram um só bilhete.
- Como é que os três vão viajar só com um bilhete? -perguntou um dos Advogados
- Espere e verá - respondeu um dos Engenheiros.
Então, todos embarcaram.
Os Advogados foram para suas poltronas, mas os três Engenheiros se trancaram juntos no banheiro. Logo que o trem partiu, o fiscal veio recolher os bilhetes.
Ele bateu na porta do banheiro e disse:
- O bilhete, por favor.
A porta abriu só uma frestinha e apenas uma mão entregou o bilhete. O fiscal pegou e foi embora. Os Advogados viram e acharam a idéia genial.
Então, depois da conferência, os Advogados resolveram imitar os Engenheiros na viagem de volta e, assim, economizar um dinheirinho. (Reconheceram a boa idéia dos Engenheiros, porém com a criatividade que é peculiar da própria profissão, resolveram melhorar.)
Quando chegaram na estação, a história se repetiu, ou seja, os Engenheiros compraram só um bilhete mas, para espanto deles, os Advogados não compraram nenhum..
- Mas, como é que vocês vão viajar sem passagem? (um Engenheiro perguntou perplexo).
- Espere e verá - respondeu um dos Advogados.
Todos embarcaram; os Engenheiros se espremeram dentro de um banheiro e os Advogados em outro banheiro, ao lado.
O trem partiu.
Logo depois, um dos Advogados saiu, foi até a porta do banheiro dos Engenheiros, bateu e disse:
- A passagem, por favor!!!!

"Aquele que anda corretamente e fala o que é reto, que recusa o lucro injusto, cuja mão não aceita suborno, que tapa os ouvidos para as tramas de assassinatos e fecha os olhos para não contemplar o mal, é esse o homem que habitará nas alturas; seu refúgio será a fortaleza das rochas; terá suprimento de pão, e água não lhe faltará." (Isaías 33.15-16)
A honestidade, a ética, a retidão de caráter, todas as boas coisas que nossos pais nos ensinaram (ou não!) são as maiores riquezas que podemos ter, na vida; o maior tesouro que se pode acumular.
Às vezes é preciso esforço para não sujar as mãos, não se envolver em sujeiras, não deslizar, esforço para não cair no abismo da desonestidade, no precipício da infidelidade, no despenhadeiro da deslealdade.
Às vezes, é uma questão tão pequena... "Foste fiel no pouco..."?
Sabe, se não conseguimos manter a honestidade nas situações mais simples, você sabe como ficaremos diantes das mais complexas...
E não é só. Há mais.
Não basta ser honesto; há que parecer honesto, lição que Pompeia, mulher de César, aprendeu talvez um pouco tarde.
Plante as sementes da honestidade, da retidão de caráter, da honradez. Plante sorrindo. E colha seus frutos ainda hoje, porque a maior recompensa é terminar seu dia, deitar a cabeça no seu travesseiro, e dormir em paz.
“Não furtem. Não mintam. Não enganem uns aos outros.”
(Levítico 19.11)
“Para onde me ausentarei do Teu Espírito? Para onde fugirei da Tua face?” Sal. 139:7
"É impossível fugir do Teu Espírito! Em lugar algum conseguirei me esconder de Ti, meu Deus!" (versão "Bíblia Viva)
Tenho uma memória musical muito boa. Muito boa mesmo! Lembro de letras e melodias que ouvi ou cantei uma única vez. Geralmente jamais esqueço; especialmente se cheguei a ler a letra escrita em algum lugar, se eu mesma a anotei ou se acompanhava pela partitura. Junte-se a isto a relação emocional que eu tenha estabelecido com a música, e aí, pronto!, eu não esqueço mesmo.
Sabe-se lá por que, hoje eu me pego aqui, olhando a baía da Guanabara, as embarcações que a atravessam, essa imensidão de águas... desde cedo, quando amanhecia o dia... e num resgate da minha memória musical vou pensando naqueles versos que dizem: "Se tomar as asas da alva / Se habitar nos extremos do mar / Até ali a Tua mão me guiará / Tua destra me susterá..."
A conclusão é que não importa por onde eu vou, seja lá onde eu estiver, estarei nos braços de Deus.
"Senhor, Tu me sondaste e me conheces
Conheces o meu deitar e o meu levantar
Por onde eu irei do Teu Espírito?
E pra onde fugirei da Tua face?
Se tomar as asas da alva
Se habitar nos extremos do mar
Até ali a Tua mão me guiará
Tua destra me susterá
Se disser que as trevas me encobrirão
E a noite escurece ao redor
As trevas e a luz são iguais pra Ti
Noite brilha como o dia
Se tomar as asas da alva
Se habitar nos extremos do mar
Até ali a Tua mão me guiará
Tua destra me susterá
Eu te louvarei, louvarei
Eu te louvarei Senhor
Oh! Pai, Te louvarei, louvarei
Louvarei
Tu criaste-me Senhor
Formaste-me antes de nascer
Te louvo porque de um modo maravilhoso
Tu me formaste
Se tomar as asas da alva
Se habitar nos extremos do mar
Até ali a Tua mão me guiará
Tua destra me susterá
Estarei nos braços de Deus..."
Recomeço
Olá peço desculpas a todos por ficar tanto tempo sem postar algo, muitas coisas aconteceram e pra glória de Deus todas foi e estão sendo superadas , de modo que começo com uma fábula que li no blog de uma internauta e achei muito interessante e espero que goste também
bjs

A fábula da convivência
As fábulas são pequenas histórias, narrativas breves, de feição popular, um misto de alegoria, lenda, verso ou prosa, com traços da mitologia, às vezes, em outras trazendo animais como personagens, enfim, uma narração imaginária, uma ficção; tudo para ilustrar um princípio, um preceito, um ensinamento. E foi assim que um dia eu ouvi "a fábula da convivência":
Há muitos e muitos anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
E aconteceu que essa não foi a melhor solução... Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados.
Os que não morreram, voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, mesmo unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial.
Sobreviveram.
É fácil trocar palavras; difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado; difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto; difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos; difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor; difícil é conter sua torrente!
É fácil conviver com pessoas; difícil é formar uma equipe!
bjs

A fábula da convivência
As fábulas são pequenas histórias, narrativas breves, de feição popular, um misto de alegoria, lenda, verso ou prosa, com traços da mitologia, às vezes, em outras trazendo animais como personagens, enfim, uma narração imaginária, uma ficção; tudo para ilustrar um princípio, um preceito, um ensinamento. E foi assim que um dia eu ouvi "a fábula da convivência":
Há muitos e muitos anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
E aconteceu que essa não foi a melhor solução... Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados.
Os que não morreram, voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, mesmo unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial.
Sobreviveram.
É fácil trocar palavras; difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado; difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto; difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos; difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor; difícil é conter sua torrente!
É fácil conviver com pessoas; difícil é formar uma equipe!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Um anjo chamado mãe
Uma criança pronta para nascer, perguntou a Deus:
- Senhor, dizem que descerei para a Terra amanhã, mas como vou viver lá, sendo assim, tão pequena e indefesa?
E Deus falou:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um muito especial para você. Esse Anjo está lhe esperando e tomará conta de você.
A criança, curiosa, continuou:
- Mas, me diga uma coisa, Senhor, aqui no céu eu não faço nada, a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz...como será lá na Terra?
E Deus, pacientemente falou:
- Seu Anjo irá cantar e sorrir para você. A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu Anjo e será feliz.
A criança queria saber mais e perguntou:
- E como vou entender, quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas da Terra falam?
E Deus respondeu:
- Com muita paciência e carinho, seu Anjo vai lhe ensinar a falar.
A criança quis saber mais:
- E o que vou fazer quando eu quiser falar contigo, Senhor?
Deus disse:
- Seu Anjo vai juntar suas mãos e lhe ensinar a orar.
A criança, preocupada, perguntou também:
- Eu ouvi dizer que na Terra existem homens maus. Quem irá me proteger dos perigos?
Deus, então, respondeu:
- Seu Anjo irá defender você, mesmo arriscando sua própria vida.
A criança queria saber muito mais e falou:
- Então serei sempre triste porque não o verei mais, Senhor!
Deus disse:
- Seu Anjo sempre irá lhe falar de Mim. Vai lhe ensinar a maneira de vir a Mim. E Eu, sempre estarei dentro de você!
Nesse momento, havia muita paz no Céu, mas, as vozes da
Terra já começavam a ser ouvidas.
A criança, apressada, pediu carinhosamente a Deus:
- Oh, Deus! Se eu este é o momento de ir para a Terra, por favor, me diga...qual o nome do meu Anjo?
E Deus respondeu:
- Você chamará o seu Anjo de: MÃE !
LIÇÃO DE VIDA:
Deus deu às mães o poder máximo de um ser humano: dar a vida.
ELE sabe que as mães são verdadeiros Anjos.
Elas se fazem presentes em cada pedacinho de nossas vidas;
- orientando, ensinando, protegendo, amando...
Ele faz com que a mulher estéril habite em família,
e seja alegre mãe de filhos, louvai ao Senhor. (salmo 113:09)
Ser Mãe.......... É benção de Deus.
- Senhor, dizem que descerei para a Terra amanhã, mas como vou viver lá, sendo assim, tão pequena e indefesa?
E Deus falou:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um muito especial para você. Esse Anjo está lhe esperando e tomará conta de você.
A criança, curiosa, continuou:
- Mas, me diga uma coisa, Senhor, aqui no céu eu não faço nada, a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz...como será lá na Terra?
E Deus, pacientemente falou:
- Seu Anjo irá cantar e sorrir para você. A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu Anjo e será feliz.
A criança queria saber mais e perguntou:
- E como vou entender, quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas da Terra falam?
E Deus respondeu:
- Com muita paciência e carinho, seu Anjo vai lhe ensinar a falar.
A criança quis saber mais:
- E o que vou fazer quando eu quiser falar contigo, Senhor?
Deus disse:
- Seu Anjo vai juntar suas mãos e lhe ensinar a orar.
A criança, preocupada, perguntou também:
- Eu ouvi dizer que na Terra existem homens maus. Quem irá me proteger dos perigos?
Deus, então, respondeu:
- Seu Anjo irá defender você, mesmo arriscando sua própria vida.
A criança queria saber muito mais e falou:
- Então serei sempre triste porque não o verei mais, Senhor!
Deus disse:
- Seu Anjo sempre irá lhe falar de Mim. Vai lhe ensinar a maneira de vir a Mim. E Eu, sempre estarei dentro de você!
Nesse momento, havia muita paz no Céu, mas, as vozes da
Terra já começavam a ser ouvidas.
A criança, apressada, pediu carinhosamente a Deus:
- Oh, Deus! Se eu este é o momento de ir para a Terra, por favor, me diga...qual o nome do meu Anjo?
E Deus respondeu:
- Você chamará o seu Anjo de: MÃE !
LIÇÃO DE VIDA:
Deus deu às mães o poder máximo de um ser humano: dar a vida.
ELE sabe que as mães são verdadeiros Anjos.
Elas se fazem presentes em cada pedacinho de nossas vidas;
- orientando, ensinando, protegendo, amando...
Ele faz com que a mulher estéril habite em família,
e seja alegre mãe de filhos, louvai ao Senhor. (salmo 113:09)
Ser Mãe.......... É benção de Deus.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
KEVIN APRENDE A OBEDIÊNCIA
KEVIN APRENDE A OBEDIÊNCIA
(Escrituras: Ef. 6:1; Isa. 1:17a; Prov. 20:11; II Cor. 6:12)
1- “Kevin, é hora de almoçar!” Mamãe chamou. “Venha lavar as mãos.”
“Um instante”, Kevin respondeu. Mas, a verdade é que dez minutos tinham passado antes de Kevin levantar-se e entrar em casa.
O triste fato é que cada vez que Kevin era chamado para fazer qualquer coisa, sempre respondia: “Um instante.” E sempre demorava. (Obs.: “Um instante” pode ser substituído por “Espera um pouquinho”)
Kevin era um menino muito simpático, com cabelo ruivo e grandes olhos castanhos; tinha o rosto e braços pintadinhos de sardas. Estava sempre alegre assobiando, sorrindo e louquinho para brincar.
2- No verão anterior, Kevin tinha freqüentado a Escola Bíblica de Férias, onde havia aprendido que ele era um pecador e que precisava do Senhor Jesus para salvá-lo do pecado. (Professor se há crianças não salvas na sua classe, tome tempo aqui para explicar o caminho da salvação, usando o Livro Sem Palavras).
Kevin tinha convidado Jesus para entrar em seu coração. Agora, ele queria agradar a Jesus em tudo. Mas, mesmo com Jesus no coração, Kevin continuava com o mesmo costume de responder “um instante”, quando mamãe o chamava. Na sua opinião, aquilo que estava fazendo no momento era muito mais importante do que a coisa que a mamãe queria que fizesse.
3- Ás vezes mamãe queria que Kevin lhe ajudasse, cuidando da irmãzinha durante pouco tempo. E Kevin sempre respondia, “Um instante mamãe.” Quando ela queria que guardasse seus brinquedos, arrumasse o quarto, tirasse o lixo, pusesse a mesa ou buscasse alguma coisa na venda, Kevin sempre respondia da mesma maneira: “Um instante mamãe.”
Para o papai, a mesma resposta. Se era para dar comida para o cachorro, ajudar a capinar o jardim, trazer o martelo, era sempre: “Um instante papai.” Parecia que Kevin falava “um instante” mas vezes do que qualquer outra coisa! Estava tão interessado naquilo que andava fazendo que não reconhecia que, agindo desta maneira, estava sendo egoísta e desobediente.
Desobediente aos pais e também a Deus. Como muitas outras crianças, Kevin queria sua própria vontade, sem ninguém interrompê-lo.
Não fazia diferença se era de levantar-se ou ir para a cama, hora de ir à escola ou a igreja, tempo de trabalhar, hora de escovar os dentes, lavar as mãos ou qualquer outro dever. Em toda e qualquer situação sempre a mesminha resposta tão conhecida: “Um instante!” Vocês estão percebendo que Kevin tinha um costume muito ruim não é verdade?
Claro que seus pais estavam preocupados com aquilo. Tinham procurado de todas as maneiras mostrar-lhe que era muito errado agir assim. Até deram-lhe algumas palmadas, mas Kevin logo se esqueceu. Depois como castigo, não permitiram que Kevin convidasse seus amiguinhos para brincar no quintal durante vários dias.
Também ele não podia sair para brincar fora. Mesmo assim, nada adiantou. Não sabiam o que fazer mais para melhorar a situação, mas estavam orando e pedindo ao Senhor Jesus que lhes mostrasse como poderiam ensinar seu filhinho a ser mais obediente. (Prov. 22:6)
Num lindo dia de verão, a mãe de Kevin chamou-o várias vezes para fazer seus deveres se casa, recebendo sempre a resposta costumeira: “Um instante mamãe.” E agora, na hora do almoço, estava chamando-o para lavar as mãos, e ouviu novamente: “Um instante mamãe.”
“Ó Pai Celeste”, mamãe orou, “mostra-me o que devo fazer para ajudar Kevin. Logo vai entrar na escola e, se não souber obedecer prontamente, vai ser difícil para ele. Ele é um bom menino, Senhor. Muito obrigada por meu filhinho. Mas, Senhor, faz-me saber como ensinar a obediência.”
4- “Aqui estou mamãe! Que há para o almoço?” Kevin perguntou da porta. Mamãe virou-se. Lá estava ele, sorridente, mas com suas roupas sujas e bastante lama nos sapatos.
5- “Kevin, faz dez minutos que chamei para que você viesse e se arrumasse para o almoço. Por que não atende quando a gente chama? Veja só seus sapatos e roupas! Você sabe perfeitamente que está sendo malcriado quando fica demorando, como sempre faz, antes de obedecer,” mamãe repreendeu-o seriamente.
“Mas mamãe,” Kevin respondeu, “eu estava ocupado quando a senhora me chamou, tinha que terminar o que estava fazendo.”
“Pois bem Kevin, outros também estão ocupados, não é verdade? Você não deve pensar também nos outros? Sabe Kevin Deus não fica contente e a mamãe não gosta quando você age desta maneira. A palavra de Deus diz que a desobediência é pecado. Por favor, filho, procure lembrar-se disto e obedeça imediatamente no futuro.”
6- Depois do almoço, Kevin saiu novamente. Com que poderia brincar? Olhou para a macieira... Por que não brincar de “Tarzan”? A macieira não era realmente o mato e as selvas, mas ele poderia fazer de conta... Buscou uma cadeira da cozinha e, subindo conseguiu alcançar com as mãos o primeiro galho da árvore. Pulando para cima e balançando os pés, conseguiu arrastar-se em cima do galho. Depois, esticou-se, puxando e subindo, foi bem alto.
A mãe vendo Kevin trepado na árvore, gritou: “Kevin, cuidado! Você não pode descer daí sozinho. Quando quiser descer, me chame que irei ajudá-lo.”
“Está bem mamãe; aviso à senhora.” Kevin respondeu.
O menino brincou durante algum tempo, olhando os cachorros e gatos e pessoas nos quintais vizinhos. Viu também um cabrito, e fez de conta que ele era um grande rinoceronte com chifres enormes. Claro que ele mesmo era o Tarzan, forte corajoso, proto para pular de uma árvore para outra, através do mato, e salvar a vida de qualquer um que estivesse em perigo.
7- Estava realmente se divertindo. Mas de repente, viu o sorveteiro entrar em sua rua.
“Opa! Quero um sorvete de chocolate!” ele gritou, preparando-se para descer. Foi quando olhou para baixo e viu que estava bem mais alto do que tinha imaginado. A idéia de descer enchia-o de medo, e logo resolveu que o jeito era mesmo, chamar a mamãe. “Mamãe, mãe... vem me ajudar. O sorveteiro está chegando e quero um sorvete. Depressa, mãe!” mamãe enxugou as mãos e foi indo em direção a porta, assim com qualquer mãe faria. De repente, antes de abrir a porta ela pensou: “Ele não está em perigo, pode esperar um pouco. Talvez, se eu não atender logo, Kevin vá entender como prejudica aos outros quando não atende prontamente.”
“Um instante filho!” Mamãe respondeu e continuou seu trabalho.
8- Kevin gritou novamente, bem mais alto desta vez: “Mamãe estou com pressa! O sorveteiro está passando. Por favor mãe!”
“Um instante Kevin. Logo termino e então vou ai.” Respondeu mamãe, sorrindo com seus botões.
Kevin dava ponta-pé na árvore, gritando e começando a chorar, mas nada aconteceu. Mamãe, espiando pela janela, viu que ele não corria perigo e, assim, não se apressou. Tudo ficou em silêncio. O sorveteiro já tinha virado a esquina. Sua voz ainda soava de longe: “S-O-R-V-E-T-E”, mas já estava no outro quarteirão.
Calmamente mamãe saiu da porta e dirigiu-se para a árvore. Olhando para cima disse: “Agora querido, já terminei. Vamos descer?”
9- Em pouco tempo Kevin estava no chão, mas tinha lágrimas descendo pela suas facas pintadinhas de sardas.
“O homem já passou” ele reclamava entre soluços. “A senhora fez com que eu perdesse o sorvete, justamente quando eu queria tanto tomar um sorvete. Por que não veio quando lhe chamei?”
“Uai, meu bem, eu lhe disse um instante, assim como você sempre responde para mim,” mamãe respondeu, mantendo sua voz e o rosto sério.
De repente Kevin parou de chorar e virou-se para ela, com os olhos arregalados. “Assim que a senhora e o papai ficam quando eu não atendo?” Ele perguntou.
“É sim filho. Você está percebendo como é desagradável esperar e como prejudica a gente?”
“Desculpe mamãe. Vou fazer esforço para nunca mais responder “um instante”. Vou procurar atender logo que a senhora me chamar.”
10- “Que ótimo Kevin! Você não acha que devemos pedir a Jesus que Ele ajude você a obedecer, mesmo quando queira continuar com aquilo que está fazendo?”
Ali mesmo, debaixo da macieira, Kevin e sua mãe se ajoelharam. Kevin pediu perdão ao Senhor Jesus por ter sido egoísta e por não ter obedecido prontamente aos seus pais. Pediu também que Jesus o ajudasse a obedecer no futuro.
Ao levantarem, mamãe disse: “Vamos lá dentro Kevin. Se não me engano, temos sorvete de chocolate no congelador.”
11- De fato havia sorvete de chocolate, e mamãe deu um sorvete duplo para Kevin, dentro de uma casquinha. Sorriram um para o outro, e mamãe tinha certeza de que Kevin estava entendendo e aprendendo a lição de obediência.
Você sempre obedece prontamente à mamãe e o papai? Deus manda aos filhos que sejam obedientes aos pais. (Ef. 6:1)
E quem ainda não recebeu Jesus como Salvador, está desobedecendo ao convite: “Vinde a Mim.” (Mt. 11:28) A Bíblia diz em II Cor. 6:2, “Eis agora o dia da salvação.” Você não deve deixar para mais tarde. Se ainda não recebeu Jesus como seu Salvador e quer recebê-lo hoje, venha conversas comigo agora no fim da aula, quando as outras crianças vão saindo. Quero ajudar a orar, convidando Jesus para ser seu Salvador.
Talvez haja alguém que queria agradar a Jesus durante esta semana passada, mas você falhou assim como Kevin fazia. Você não quer entregar-se inteiramente ao Senhor Jesus, pedindo que Ele lhe dê a vitória sobre o pecado e faça sua vida semelhante à vida dELE? Se você quer, também poderá ficar para conversar comigo durante uns minutos.
(Escrituras: Ef. 6:1; Isa. 1:17a; Prov. 20:11; II Cor. 6:12)
1- “Kevin, é hora de almoçar!” Mamãe chamou. “Venha lavar as mãos.”
“Um instante”, Kevin respondeu. Mas, a verdade é que dez minutos tinham passado antes de Kevin levantar-se e entrar em casa.
O triste fato é que cada vez que Kevin era chamado para fazer qualquer coisa, sempre respondia: “Um instante.” E sempre demorava. (Obs.: “Um instante” pode ser substituído por “Espera um pouquinho”)
Kevin era um menino muito simpático, com cabelo ruivo e grandes olhos castanhos; tinha o rosto e braços pintadinhos de sardas. Estava sempre alegre assobiando, sorrindo e louquinho para brincar.
2- No verão anterior, Kevin tinha freqüentado a Escola Bíblica de Férias, onde havia aprendido que ele era um pecador e que precisava do Senhor Jesus para salvá-lo do pecado. (Professor se há crianças não salvas na sua classe, tome tempo aqui para explicar o caminho da salvação, usando o Livro Sem Palavras).
Kevin tinha convidado Jesus para entrar em seu coração. Agora, ele queria agradar a Jesus em tudo. Mas, mesmo com Jesus no coração, Kevin continuava com o mesmo costume de responder “um instante”, quando mamãe o chamava. Na sua opinião, aquilo que estava fazendo no momento era muito mais importante do que a coisa que a mamãe queria que fizesse.
3- Ás vezes mamãe queria que Kevin lhe ajudasse, cuidando da irmãzinha durante pouco tempo. E Kevin sempre respondia, “Um instante mamãe.” Quando ela queria que guardasse seus brinquedos, arrumasse o quarto, tirasse o lixo, pusesse a mesa ou buscasse alguma coisa na venda, Kevin sempre respondia da mesma maneira: “Um instante mamãe.”
Para o papai, a mesma resposta. Se era para dar comida para o cachorro, ajudar a capinar o jardim, trazer o martelo, era sempre: “Um instante papai.” Parecia que Kevin falava “um instante” mas vezes do que qualquer outra coisa! Estava tão interessado naquilo que andava fazendo que não reconhecia que, agindo desta maneira, estava sendo egoísta e desobediente.
Desobediente aos pais e também a Deus. Como muitas outras crianças, Kevin queria sua própria vontade, sem ninguém interrompê-lo.
Não fazia diferença se era de levantar-se ou ir para a cama, hora de ir à escola ou a igreja, tempo de trabalhar, hora de escovar os dentes, lavar as mãos ou qualquer outro dever. Em toda e qualquer situação sempre a mesminha resposta tão conhecida: “Um instante!” Vocês estão percebendo que Kevin tinha um costume muito ruim não é verdade?
Claro que seus pais estavam preocupados com aquilo. Tinham procurado de todas as maneiras mostrar-lhe que era muito errado agir assim. Até deram-lhe algumas palmadas, mas Kevin logo se esqueceu. Depois como castigo, não permitiram que Kevin convidasse seus amiguinhos para brincar no quintal durante vários dias.
Também ele não podia sair para brincar fora. Mesmo assim, nada adiantou. Não sabiam o que fazer mais para melhorar a situação, mas estavam orando e pedindo ao Senhor Jesus que lhes mostrasse como poderiam ensinar seu filhinho a ser mais obediente. (Prov. 22:6)
Num lindo dia de verão, a mãe de Kevin chamou-o várias vezes para fazer seus deveres se casa, recebendo sempre a resposta costumeira: “Um instante mamãe.” E agora, na hora do almoço, estava chamando-o para lavar as mãos, e ouviu novamente: “Um instante mamãe.”
“Ó Pai Celeste”, mamãe orou, “mostra-me o que devo fazer para ajudar Kevin. Logo vai entrar na escola e, se não souber obedecer prontamente, vai ser difícil para ele. Ele é um bom menino, Senhor. Muito obrigada por meu filhinho. Mas, Senhor, faz-me saber como ensinar a obediência.”
4- “Aqui estou mamãe! Que há para o almoço?” Kevin perguntou da porta. Mamãe virou-se. Lá estava ele, sorridente, mas com suas roupas sujas e bastante lama nos sapatos.
5- “Kevin, faz dez minutos que chamei para que você viesse e se arrumasse para o almoço. Por que não atende quando a gente chama? Veja só seus sapatos e roupas! Você sabe perfeitamente que está sendo malcriado quando fica demorando, como sempre faz, antes de obedecer,” mamãe repreendeu-o seriamente.
“Mas mamãe,” Kevin respondeu, “eu estava ocupado quando a senhora me chamou, tinha que terminar o que estava fazendo.”
“Pois bem Kevin, outros também estão ocupados, não é verdade? Você não deve pensar também nos outros? Sabe Kevin Deus não fica contente e a mamãe não gosta quando você age desta maneira. A palavra de Deus diz que a desobediência é pecado. Por favor, filho, procure lembrar-se disto e obedeça imediatamente no futuro.”
6- Depois do almoço, Kevin saiu novamente. Com que poderia brincar? Olhou para a macieira... Por que não brincar de “Tarzan”? A macieira não era realmente o mato e as selvas, mas ele poderia fazer de conta... Buscou uma cadeira da cozinha e, subindo conseguiu alcançar com as mãos o primeiro galho da árvore. Pulando para cima e balançando os pés, conseguiu arrastar-se em cima do galho. Depois, esticou-se, puxando e subindo, foi bem alto.
A mãe vendo Kevin trepado na árvore, gritou: “Kevin, cuidado! Você não pode descer daí sozinho. Quando quiser descer, me chame que irei ajudá-lo.”
“Está bem mamãe; aviso à senhora.” Kevin respondeu.
O menino brincou durante algum tempo, olhando os cachorros e gatos e pessoas nos quintais vizinhos. Viu também um cabrito, e fez de conta que ele era um grande rinoceronte com chifres enormes. Claro que ele mesmo era o Tarzan, forte corajoso, proto para pular de uma árvore para outra, através do mato, e salvar a vida de qualquer um que estivesse em perigo.
7- Estava realmente se divertindo. Mas de repente, viu o sorveteiro entrar em sua rua.
“Opa! Quero um sorvete de chocolate!” ele gritou, preparando-se para descer. Foi quando olhou para baixo e viu que estava bem mais alto do que tinha imaginado. A idéia de descer enchia-o de medo, e logo resolveu que o jeito era mesmo, chamar a mamãe. “Mamãe, mãe... vem me ajudar. O sorveteiro está chegando e quero um sorvete. Depressa, mãe!” mamãe enxugou as mãos e foi indo em direção a porta, assim com qualquer mãe faria. De repente, antes de abrir a porta ela pensou: “Ele não está em perigo, pode esperar um pouco. Talvez, se eu não atender logo, Kevin vá entender como prejudica aos outros quando não atende prontamente.”
“Um instante filho!” Mamãe respondeu e continuou seu trabalho.
8- Kevin gritou novamente, bem mais alto desta vez: “Mamãe estou com pressa! O sorveteiro está passando. Por favor mãe!”
“Um instante Kevin. Logo termino e então vou ai.” Respondeu mamãe, sorrindo com seus botões.
Kevin dava ponta-pé na árvore, gritando e começando a chorar, mas nada aconteceu. Mamãe, espiando pela janela, viu que ele não corria perigo e, assim, não se apressou. Tudo ficou em silêncio. O sorveteiro já tinha virado a esquina. Sua voz ainda soava de longe: “S-O-R-V-E-T-E”, mas já estava no outro quarteirão.
Calmamente mamãe saiu da porta e dirigiu-se para a árvore. Olhando para cima disse: “Agora querido, já terminei. Vamos descer?”
9- Em pouco tempo Kevin estava no chão, mas tinha lágrimas descendo pela suas facas pintadinhas de sardas.
“O homem já passou” ele reclamava entre soluços. “A senhora fez com que eu perdesse o sorvete, justamente quando eu queria tanto tomar um sorvete. Por que não veio quando lhe chamei?”
“Uai, meu bem, eu lhe disse um instante, assim como você sempre responde para mim,” mamãe respondeu, mantendo sua voz e o rosto sério.
De repente Kevin parou de chorar e virou-se para ela, com os olhos arregalados. “Assim que a senhora e o papai ficam quando eu não atendo?” Ele perguntou.
“É sim filho. Você está percebendo como é desagradável esperar e como prejudica a gente?”
“Desculpe mamãe. Vou fazer esforço para nunca mais responder “um instante”. Vou procurar atender logo que a senhora me chamar.”
10- “Que ótimo Kevin! Você não acha que devemos pedir a Jesus que Ele ajude você a obedecer, mesmo quando queira continuar com aquilo que está fazendo?”
Ali mesmo, debaixo da macieira, Kevin e sua mãe se ajoelharam. Kevin pediu perdão ao Senhor Jesus por ter sido egoísta e por não ter obedecido prontamente aos seus pais. Pediu também que Jesus o ajudasse a obedecer no futuro.
Ao levantarem, mamãe disse: “Vamos lá dentro Kevin. Se não me engano, temos sorvete de chocolate no congelador.”
11- De fato havia sorvete de chocolate, e mamãe deu um sorvete duplo para Kevin, dentro de uma casquinha. Sorriram um para o outro, e mamãe tinha certeza de que Kevin estava entendendo e aprendendo a lição de obediência.
Você sempre obedece prontamente à mamãe e o papai? Deus manda aos filhos que sejam obedientes aos pais. (Ef. 6:1)
E quem ainda não recebeu Jesus como Salvador, está desobedecendo ao convite: “Vinde a Mim.” (Mt. 11:28) A Bíblia diz em II Cor. 6:2, “Eis agora o dia da salvação.” Você não deve deixar para mais tarde. Se ainda não recebeu Jesus como seu Salvador e quer recebê-lo hoje, venha conversas comigo agora no fim da aula, quando as outras crianças vão saindo. Quero ajudar a orar, convidando Jesus para ser seu Salvador.
Talvez haja alguém que queria agradar a Jesus durante esta semana passada, mas você falhou assim como Kevin fazia. Você não quer entregar-se inteiramente ao Senhor Jesus, pedindo que Ele lhe dê a vitória sobre o pecado e faça sua vida semelhante à vida dELE? Se você quer, também poderá ficar para conversar comigo durante uns minutos.
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