sexta-feira, 13 de novembro de 2009

TURMA DA BIBLIA - APEC


O que é?
É um programa da APEC para meninos e meninas aprenderem da Bíblia, por meio de Cursos por Correspondência. Estas lições ensinam grandes verdades da Bíblia às crianças.

A APEC oferece os seguintes Cursos:

- Investigadores da Bíblia I (10 lições): Como é Deus? De inde nós viemos? Quem é nosso maior Inimigo? Quem é o Salvador Prometido? Jesus está vivo! Quatro perguntas, Eu posso ser um Filho de Deus!, Jesus voltará!, 4 coisas que Deus quer que eu saiba.

- Investigadores da Bíblia II (12 lições): Jesus Cristo é Deus, Jesus Cristo é "Senhor de Tudo"! Deus é por mim!, Estou na Família de Deus, Estou em Cristo, Cristo vive em Mim!. Meu Inimigo "o Mundo"" Meu EGO, Meu inimigo, Meu inimigo Satanás, Deus quer ME Usar! Jesus me AMA!

Qualquer criança vai gostar de participar da Turma da Bíblia, por três razões:
- As crianças gostam de pertencer a uma turma.
- As crianças gostam de receber cartas.
- As crianças gostam de aprender sobre Deus.

Para saber mais, acesse o site da APEC:
http://www.apec.com.br/turmabiblia.htm

LIÇÃO OBJETIVA- O QUE É UMA LIÇÃO OBJETIVA?

1. Uso de Objetos ou Coisas

Ainda que nem sempre, é fato que Jesus ensinou por meio de lições objetivas. Ele buscou fazer da verdade uma coisa con¬creta e viva, e este método naturalmente deu resultado. Ele se utilizou do seu princípio geral, duma forma ou doutra, mais que de sua prática específica. Temos, porém, vários casos bem definidos e interessantes do emprego que Jesus fez de objetos.

1) A natureza e o valor dos objetos

Ordinariamente, quando se fala em lições objetivas, pen¬samos logo no uso de coisas que simbolizam ou sugerem a ver¬dade a ser ensinada. Isso inclui modelos, quadros, desenhos, mapas e outros materiais semelhantes. Um modelo da arca de Noé, ou do tabernáculo, ou do conjunto duma missão es¬trangeira é valiosa ajuda para aclarar e avivar a cena a ser dis¬cutida. Também o uso de bons quadros ou de desenhos no quadro-negro ajuda bastante a apresentação de cenas bíblicas ou missionárias, como de outras verdades. O planetário numa es¬cola pública, mostrando a posição relativa do sol e da terra, torna muito mais clara a razão da mudança das estações do que uma definição abstrata ou uma explicação como esta: "A mudança das estações deve-se à inclinação do eixo da terra para o plano da eclíptica, ao mesmo tempo que a terra rodeia o sol." Note-se, porém, que objetos simbólicos, como um bocado de pão para representar que Cristo é o Pão da Vida, cu clarear um copo de água escura ou turva por meio de elementos quí-micos para mostrar cemo a regeneração limpa o coração do pe¬cador, são métodos não muito recomendáveis porque as crian¬ças podem tomar o figurado pelo real.

O valor dos objetos está no apelo à vista, aos olhos, e no modo definido e prático pelo qual representa aquilo que se descreve. Por meio de coisas que os alunos podem ver, conse¬guimos de modo eficaz prender o pensamento, a atenção e o interesse deles, bem mais do que por palavras que lhes dirigi¬mos; tanto que alguns afirmam que 80% de nossos conheci¬mentos nos vêm pelos olhos. Quase que invariavelmente lembra¬mos bem mais aquilo que vemos do que aquilo que ouvimos. Um dos professores mais fracos que este escritor conheceu en¬sinou uma das lições mais profundas que ele aprendeu na vida, quando desenhou no quadro-negro uma escada mais larga no topo do que no pé, para com aquilo ilustrar que, quanto mais subimos no terreno da educação, maiores são as oportunidades que temos na vida. Os professores Í3rão muito bem em buscar usar desembaraçadamente o quadro-negro.

Eduardo Leigh Pell diz: "Falamos de princípios gerais, quando devíamos mostrar coisas concretas. Não poucos mestres gastam meia hora, tentando explicar uma coisa com palavras de sua boca, quando um lápis, um pedaço de papel e duas ou três linhas retas ou curvas tornariam em dois minutos aquilo tão claro como a luz meridiana." E acrescenta: Se o católico ro¬mano se mostra mais afeiçoado à sua Igreja do que o protes¬tante, é em grande parte porque àquele se deixa ver e manusear as coisas ao passo que ao protestante se exige que as alcance com a imaginação."

2) O uso que Jesus fez de objetos

Um dos exemplos mais fortes do uso de lições objetivas pelo Mestre é aquele que nos fala de quando ele tomou um menino e o pôs no meio dos discípulos, para ensinar qual a atitude que devemos tomar para com o Reino de Deus (Mat. 18:1-4). Os discípulos pensavam que o Reino era algo com escalas e ordens hierárquicas, e, portanto, com promoções e dis¬tinções especiais. Assim, ambições e egoísmos ocupavam seus corações, e já discutiam qual deles seria o maior. Daí Cristo perguntou: "Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?" (v. 1). Ao que parece, sem qualquer outra palavra de explica¬ção ou de discussão, chamou uma criança e a pôs no meio deles. Vendo eles a modéstia, o desinteresse e a humildade exemplifi¬cados na criança, Jesus lhes disse que deviam tomar a atitude da criança para poderem entrar no Reino. E, daí, acres¬centou: "Quem, pois, se tornar humilde como este menino, esse será o maior no reino dos céus" (v. 4). Era a maior lição sobre a modéstia e contra o mal do orgulho que a humanidade recebia naquela hora.
Temos também exemplo de Jesus lavando os pés a seus discípulos (João 13:1-15). Os povos orientais usavam sandá¬lias. Caminhando por estradas poeirentas, os pés sujavam-se muito. Entrando numa casa, para uma visita ou uma festa, era costume o criado da casa tomar uma bacia de água e uma toalha para lavar e enxugar os pés dos visitantes. Parece que na hora não estava nenhum dos da casa, e Jesus foi fazer o papel de criado. Assim lavou e enxugou os pés dos discípulos. Fez aquilo de modo mui natural e normal, para atender a uma necessidade. Assim agindo, o Mestre mostrou a dignidade e grandeza do serviço humilde. Era uma demonstração do que qualquer pessoa deve fazer em semelhantes circunstâncias. Era também outra lição sobre a humildade e uma das mais expressivas lições que Jesus deu em sua vida. Terminou aquilo, dizendo: "Se eu, pois, sendo Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Porque vos dei exemplo, a fim de que, como eu fiz, assim façais vós também" (vv. 14 e 15).

Noutra ocasião vieram tentá-lo representantes dos fariseus e dos herodianos, e lhe perguntaram se era lícito ou não pagar tributo a César. Sem argumentar, Jesus lhes pediu que mos¬trassem uma moeda de tributo, e lhe trouxeram um denário. Daí, exibindo-lhes o denário, o Mestre perguntou: "De quem é esta efígie e inscrição?" Responderam: "De César." Então o Mestre lhes disse: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mat. 22:15-22). Jesus fez pelo menos duas coisas, ao usar aquele objeto. Por um lado chamou a atenção, pois que não se falha nunca ao empregar este método. Doutro lado, usou-o como instrumento para ensinar o dever de se pagar tributos, mesmo que fosse a César, e tam¬bém nosso dever de dar ao Senhor, visto que aquilo que possuí¬mos pertence a ele. Mui provavelmente nenhuma outra afirma¬tiva de Jesus tem sido mais citada do que esta, no decorrer dos séculos.

Outros exemplos incluem a instrução dada pelo Mestre, quando disse aos do e que sacudissem o pó de seus pés, quan¬do, agindo como missionários dele, deixassem uma casa ou ci¬dade que não os recebesse bem (Mat. 10:14). Isso simboli¬zava que haviam cumprido seu dever para com a comunidade e que já o sangue deles não cairia sobre os discípulos. Também o caso do paralítico trazido por quatro amigos proporcionou ao Mestre uma demonstração objetiva do seu poder de perdoar os pe¬cados dos homens, quando os escribas o acusaram de blasfêmia, dizendo que só Deus podia perdoar pecados (Mat. 2:6-12). Se ele podia curar a paralisia, também podia perdoar pe¬cados, pois que isto não era mais difícil que aquilo, igualmen¬te o Mestre provou sua divindade, dando vista ao cego, fa¬zendo andar o coxo, dando ouvidos ao surdo, quando João Ba¬tista, assaltado pela dúvida, enviou os mensageiros para lhe perguntar se ele era mesmo o Cristo (Mat. 11:2-6).

Assim, temos abundantes provas de que Jesus usou lições objetivas para tornar seu ensino mais atrativo, mais claro e mais impressionante. Alguns dos seus ensinamentos mais lembra¬dos foram assim apresentados. Podemos usar o mesmo método, se desejarmos. C. H. Woolston foi pastor da Igreja Batista do Leste de Filadélfia mais de quarenta anos, em grande parte por ter centralizado seu ministério nas crianças c desenvolvi¬do um elaborado sistema de lições objetivas na apresentação de suas mensagens. Podemos usar, com grande proveito, o qua-dro-negro, cartazes e gravuras, bem como reproduções d: qua¬dros notáveis.

J. M. Price - A PEDAGOGIA DE JESUS, O Mestre por Excelência, 3º edição, JUERP

SUPER DICAS DE TIAS DA EBD

O CRENTE NÃO SE MISTURA COM O MUNDO

Usarei 2 potes de vidro, tipo maionese, com um pouco de agua, acho q na metade tá bom misturado com anilina verde - representando o mundo.
2 potes de agua amarela representando pessoas, 1 será cm agua e anilina amarela e o outro só oleo, no caso vc deve colocar a agua com a anilina amarela até chegar no tom do oleo....
Então, vc ilustra que às vezes vamos à igreja, e fazemos muitas coisa boas, mas não fazemos realmente difrença,
Então vc joga um pouco da agua amarela no vidro verde e chacoalha...fica a mesma coisa, cor.
Vc diz que quando temos Cristo fazemos a diferença, somos a luz do mundo....e joga o óleo, um pouco no vidro verde e chacoalha..e continua falando...
O oleo não se mistura e começa a brilhar....mas vc não diz que um é oleo, ok.....entenderam?....
Aprendi essa experiência faz um tempo, mas é muito legal!...bjs
por rstLinda

EXPERIÊNCIA ÁGUA E ÓLEO

Essa experiência é bem simples, e o material necessário encontramos até mesmo na igreja. A maioria já saberá o resultado, mas será bacana para mostrar qual deve ser a posição do cristão mediante o mundo para se santificar.


MATERIAIS:

1 Copo de vidro ou plástico, transparente (melhor seria o de plástico pra caso o copo caia não se quebre)
1/2 copo de água
2 dedos de óleo

Separe a água num recipiente e o óleo em outro. Deixe o copo de água vazio.

DINÂMICA:

Primeiramente diga que o copo representa o mundo em que vivemos.
Na medida que for colocando a água no copo diga que nós somos o representante de Deus que nos envia ao mundo para oferecer a água da vida para o mundo.
Depois de colocar a água no copo pegue o recipiente com o óleo e diga que o óleo são todas as coisas imundas que o diabo oferece, por isso é sujo, e ele vai tentar fazer de tudo para que a água se contamine.
Depois de colocar o óleo tente misturar os dois, dizendo que essa é a atitude do diabo. Tentar fazer com que o crente se misture com as coisas do mundo.

Nós vamos perceber que por mais que tentamos misturar eles jamais se misturarão, e que essa deve ser a atitude de um cristão, de não se misturar com o mundo, mesmo que o diabo tente de todas as formas.

Santificação é separar-se do mundo e viver para Deus.
Ismael


CAÇA AO TESOURO

A brincadeira poderá ser feita com crianças de 09 a 11 anos de idade.
Tem duração de 40 minutos mais ou menos.

Como organizar:
O professor precisará de uma caixa bem decorada, dentro ele poderá colocar os doces de sua preferência, chocolates, balinhas, chicletes, pirulitos, bis, etc. Poderá colocar dentro também alguns brinquedinhos como: apito, língua de sogra, nariz de palhaço, enfim o que achar conveniente, pois este será o grande tesouro.
Dependendo da quantidade de participantes, poderá dividir em um grupo ou dois, para isso escolherá duas cores para formar duas equipes.

Fiz em minha igreja com apenas um grupo pequeno de crianças e depois fiz com adolescentes com dois grupos, pois eram em maior quantidade, e deu certo.
No caso de dois grupos, você escolhe duas cores, vermelho e amarelo, por exemplo.
Recorta pedacinhos de papel de mesma quantidade nessas duas cores, coloca em uma latinha e mistura bem e pede para cada participante retirar de dentro da latinha um pedaço de papel, a cor que ele pegar será a cor do grupo que ele ira participar.

Após as divisões, entregue um papel enroladinho com uma fita da cor de cada grupo, nesse papel irá conter as instruções iniciais, as quais serão lidas pelo professor para que não haja dúvidas.
Deixei claro para as crianças que eles iriam precisar de trabalho em equipe, e que para ganhar o tesouro precisariam encontrar cada pista na ordem, pois algumas crianças queriam procurar o tesouro sem se preocupar com as pistas, o que estragaria toda a brincadeira.

Para cada pista coloque-as enroladinhas com fitas na cor de cada equipe, e oriente os participantes a procurar as pistas que tem a fita na cor do grupo, no caso de dois grupos você poderá utilizar as mesmas pistas, sendo que mudará apenas as ordens, nesse caso informe aos grupos no início da brincadeira, que poderá acontecer de eles encontrarem pistas do grupo adversário juntamente com as de sua equipe, mas caso isso aconteça eles não poderão contar que encontraram uma pista do outro grupo, e também não poderão mudar de lugar a pista, pois poderá prejudicar.

Antes de começar a brincadeira, o professor deverá espalhar as pistas, em horário contrário ao do encontro com as crianças para que elas não vejam onde está escondido cada pista e também o tesouro.
Criei em minha igreja algumas pistas conforme a disposição e tamanho do lote da igreja, aproveitei bem o lote ser grande e conter árvores, jardim, e até uma casa onde mora uma família que é responsável por cuidar da igreja.
Fui super divertido!

Coloquei a primeira pista dentro de uma Bíblia e deixei na salinha onde eles encontraram com facilidade, a dica dessa primeira pista estava no pergaminho inicial que entreguei após a divisão dos grupos.
A segunda pista coloquei ao lado de um interruptor de lâmpada um uma salinha.
A terceira ficou amarrada a um galho de árvore bem baixinho.
A quarta ficou em um cantinho de uma tenda que temos no lote da igreja.
A quinta embaixo de uma mesa na salinha.
A sexta fico escondida no jardim.
A sétima atrás do armário na salinha das crianças.
A oitava ficou no quadro branco de uma das salinhas.
A nona no portão da casa do pessoal que mora na igreja.

E o tão esperado tesouro ficou escondido embaixo de uma escada que temos, e que dá acesso a sala de som.

Após encontrarem o tesouro, eles antes de abrir, teriam de me levar o tesouro e as pistas para que eu conferisse se encontraram tudo conforme havia explicado no início da brincadeira.
Coloquei junto com o tesouro um pergaminho contendo instruções para a divisão do tesouro, e para a minha surpresa eles dividiram tudo conforme as instruções.
Foi muito legal!

Espero que vocês também gostem.
Anexo estão as pistas para achar o tesouro.Anexos
Caça ao Tesouro - pergaminho inicial 1.0.doc
Arquivo contendo as pistas para o caça ao tesouro
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PASSA AMOR

Objetivo:
A brincadeira do Passa Amor pode ser utilizada nos encontros que falem sobre partilha, valorização da pessoa humana, sobre o Sagrado Coração de Jesus etc.
Material:
Confeccione um coração de cartolina em um tamanho que fique escondido no meio de nossas mãos (pode se escrever Jesus no centro do coração).
Como Fazer:
Essa brincadeira na verdade é o conhecido Passa anel, só que em vez de passarmos um anel iremos passar um coração. Sorteia-se a criança que via passar o coração. As outras sentam-se lado a lado, com as mãos fechadas (como para rezar) no colo. A que está com o coração entre as palmas das mãos começa a passá-lo, ou seja, finge que põe o coração na mão de cada um dos participantes, na verdade, só deixa cair na mão de um. Quando acaba, abre as mãos mostrando que já não está mais com o coração. Ao terminar, a criança pergunta a um dos participantes: quem está com Jesus no coração? Se a criança acertar, vai passá-lo na vez seguinte.
Dessa forma a criança aprende brincando que Jesus está em todas as pessoas e que é necessário enxergamos sua presença no irmão, todas as pessoas podem partilhar amor.

Aprendendo a Orar com as Formigas


A paz!

Essa reflexão é 'sem palavras'! Vou usar na reunião de professores, pois cada um de nós tem que ajudar a carregar a folha, veja você mesmo na reflexão...

Beijos Anexos

APRENDENDO_A_ORAR_COM_AS_FORMIGAS.ppt
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"Vamos ensinar as crianças e não precisaremos punir os homens."

Ore até que vc consiga orar


Ore até que você consiga orar
John Mason

Derrotando um Inimigo Chamado Mediocridade

Coisas surpreendentes começam a acontecer quando começamos a orar. O tempo despendido em oração nunca é tempo desperdiçado. Charles Spurgeon ensinou: "Algumas vezes pensamos estar ocupados demais para orar. Isso é um erro, pois orar é poupar tempo." A. J. Gordon acrescentou: "Você pode fazer mais do que orar depois que já tiver orado, mas não pode fazer mais do que orar até que tenha orado."

"As melhores orações muitas vezes têm mais gemidos do que palavras" (John Bunyan). Eu comprovei isso quando estive cercado de necessidades por toda a minha volta. Para ser honesto, cheguei ao ponto em que mal conseguia orar por minhas necessidades, em função de serem tantas. A única oração que conseguia exprimir era: "Socorro!", e eu me lembro de dirigi-la de forma apaixonada a Deus por mais de trinta vezes, antes de experimentar um livramento. Os salmos declaram: "Senhor, (...) atenta para o meu clamor" (17:1). Uma das coisas mais inteligentes que eu já orei foi: "Socorro!" Quando você der um passo em direção a Deus, ele dará mais passos em sua direção do que você poderia sequer contar. Ele se moveu para atender às minhas necessidades.

A oração por si mesma já prova que você confia em Deus. Oswald Chambers afirmou: "Vemos a oração como um meio de conseguir aquilo que queremos; já a idéia bíblica da oração é a de conseguirmos conhecer ao próprio Deus." Siga o conselho de Dwight L. Moody: "Apresente a sua petição a Deus e então diga: 'Seja feita a tua vontade, e não a minha.'. Essa é a mais doce lição que você pode aprender.

Ser professor é


Ser Professor é...

Ser Professor é acreditar
Na força das crianças e nas suas capacidades.

Ser Professor é querer
Ajudar na formação e educação cristã de cada pequenino.

Ser Professor é ser amigo
Que ajuda, corrigindo com amor quando há erro.

Ser Professor é ouvir.
O silêncio de um olhar,
O barulho de uma lágrima,
A alegria de um sorriso ou
O calor de um abraço.

Ser Professor é observar,
Perscrutar atitudes,
Ler nas entrelinhas,
Olhar e ver para além do que os olhos alcançam.

Ser Professor é estar
Disponível para um sorriso e
Estendendo a mão e dizer “estou aqui”;

Ser Professor é ser
Apenas isso.
É o que tento.
Em cada aula
Ensinando e aprendendo;
Sorrindo;
Desafiando;
Acreditando;
Querendo;
Dando a mão;
Abraçando;
Observando;
Construindo e reconstruindo;
Pedindo a Deus que me ajude a ser MELHOR a cada dia

Somos especiais - uma história real


No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais.


Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas a escolas comuns. Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.

Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele:

"Onde está a perfeição em meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição?

Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem.
Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças.

Então, onde está a perfeição de Deus?" Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai.

Mas ele continuou:
"Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:
"Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol. Pedro perguntou-me:
- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?

Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria no time.

Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação.

Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar.

O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de time e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse: - Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.- Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.

Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.

No final da oitava rodada, o time de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três.

No final da nona rodada, o time de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar.

Um questionamento, porém, veio à minha mente: o time deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo?

Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão.

Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater.

Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e o perdeu.

Um dos companheiros do time de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.

O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro.

Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.

O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo.

Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva,longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar:

- Pedro, corra para a primeira base. Corra para a primeira.
Nunca em sua vida ele tinha corrido... Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado.

Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola.

Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro para fora, pois ele ainda estava correndo.

Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.

Todo o mundo gritou:
- Corra para a segunda, corra para a segunda base.

Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.

Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:

- Corra para a terceira.
Quando Pedro contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando:

- Pedro, corra para a base principal.
Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganhado o jogo para o time dele."

"Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre a face, "aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"

O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo nos causa tanta estranheza!
Entretanto, há pessoas que enviam mil piadas por e-mail e elas se espalham como fogo, mas quando enviamos mensagens sobre algo bom, as pessoas pensam duas vezes antes de compartilhá-las. É preocupante que coisas grotescas, vulgares e obscenas cruzem livremente o ciberespaço, mas se você decidir passar adiante esta mensagem, não a enviará para muitos de sua lista de endereços, porque não está seguro quanto ao que eles acreditam, ou ao que pensarão de você.

Estamos mais preocupados sobre o que as outras pessoas pensam de nós, do que com o que Deus espera de nós. Contudo, tenhamos a certeza que, se quisermos, poderemos transformar nossas vidas e fazer sempre o melhor para todas as pessoas.

UM ÓTIMO DIA PARA VOCÊ, COM AS BENÇÃOS DE DEUS SOBRE SUA VIDA!

Autor Desconhecido