quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Reflexão para Professores da EBD Infanto Juvenil


Para a aula deste domingo, gostaríamos de levá-lo a uma reflexão a respeito de sua prática educativa na Escola Dominical.



Em primeiro lugar, o que é ser criança para você? O que é infância?

Por que você é professor de Escola Dominical?

Por que você escolheu dar aulas para essa faixa etária?

Você gostaria de ser seu aluno?

Você gostaria da sua sala de aula?

Você gostaria da sua aula?

Suas aulas têm provocado mudanças de atitude e comportamento nos alunos?

Pense a respeito dessas questões e anote as respostas numa folha de papel.

Em seguida, leia o pequeno trecho abaixo, medite em suas respostas para as perguntas acima e busque soluções para melhorarem seu fazer pedagógico.



É importante observar e compreender a criança, a fim de lhe propiciar oportunidades de conhecer a si própria e a realidade mediante experiências ricas e significativas.



Além disso, é fundamental também que o professor estabeleça um diálogo entre sua prática e o significado do universo infantil. É preciso que ele compreenda a criança não somente sob sua perspectiva, mas do próprio ponto de vista da criança.



Jamais esqueça o planejamento de suas atividades, pois isso gera improvisação, falta de objetividade e organização, e desinteresse das crianças. Contudo, seja flexível, não desperdice os imprevistos ocorridos na aula proporcionados pelos alunos.



Por fim, após o encerramento de cada aula, reserve um momento para refletir sozinho e outro momento para trocar experiência e discutir com outros professores assuntos relacionados à sua experiência, a fim de aperfeiçoar seu ministério.

Deus o abençoe!

Varal na EBD


Este recurso é muito barato e pode ser usado de muitas maneiras numa sala da EBD.

Prenda um gancho no teto e use uma corrente - do tipo que se usa para pendurar plantas. (Pinte a corrente de branco).
Prenda o finalzinho da corrente com uma fita colorida no gancho do varal.

Pendure na altura das crianças, pois são elas que irão manusear o varal.
Vc pode ter mais de um varal na sala de aula

APLICAÇÕES

Varal para Trabalhinhos
As crianças poderão pendurar os trabalhinhos do dia no Varal da EBD

Varal de Frequência
Prender envelopinhos ou sacolinhas com o nome das crianças.
As crianças poderão colocar dentro seus cartões de frequência, marcando a pontuação das tarefas de cada aula.


Varal de Perguntinhas
Prender papéis coloridos, dobrados ao meio. Dentro tem uma perguntinha sobre a lição, com o número de pontos que aquela resposta vale. Vc pode usar esse recurso na hora da recapitulação do aprendizado do dia.

Varal de Oração
Prender envelopinhos coloridos com o pedido de oração de cada criança.

Varal da Memorização Versículo Chave
Escreva o versículo chave em pedaços de papel cartão com formato alegre e colorido.
Cada pedacinho do versículo é pendurado no varal, fora de ordem. Cada criança pega um pedacinho e tenta montar o versículo com os coleguinhas. Vc pode dividir a classe em 2 grupos e fazer uma competição de qual grupo monta seu versículo mais rápido.

Espero que vc tenha gostado dessa idéia para sua EBD!

Pegue mais idéias no Portal da EBD - Tópico Idéias Criativas:

De educador para educador


por Cris Poli

Nesta edição, Enfoque enfatiza aquelas pessoas que trabalham com esse público.
Lidar com criança não é para qualquer um. Diante de tanto descaso e até maus tratos, torna-se temerário deixar filhos com quem é incapacitado, malpreparado ou sequer tem amor aos pequenos. Para bem orientar e esclarecer sobre alguns procedimentos no trabalho infantil, Cris Poli volta a falar, abordando questões que podem ajudar quem atua em creches, escolas, classes dominicais ou outras atividades que envolvam ensino e cuidado com crianças. A pedagoga, conhecida por seu trabalho como “Supernanny” no SBT, tem ampla experiência na área educacional também no exterior, além de ser uma crente em Jesus, preocupada com ensinamentos e princípios cristãos, tão importantes nessa fase.

Como entender e identificar algumas reações das crianças (irritabilidade, depressão, indícios de abuso sexual, etc.)?
Os educadores, em geral, aqueles que estão em contato direto com as crianças e têm a responsabilidade de instruí-las ou orientá-las em diferentes situações, devem ter um relacionamento bem próximo delas para poder identificar qualquer alteração no comportamento. Depois disso, devem entrar em contato com os pais da criança para detectar qualquer mudança no dia-a-dia deles e entender o que está acontecendo com a criança. Todo esse processo requer muita paciência, tempo gasto com a criança e, sobretudo, muito amor, oração e a genuína intenção de ajudar esta criança a superar o problema.

o caso de detectado um abuso sexual, o que fazer?
Nesse caso, superdelicado, conversar abertamente com os pais para conhecer mais profundamente a situação e, dependendo da seriedade do caso, encaminhá-la a um profissional competente para poder ajudar essa criança a se livrar das marcas deixadas pelo abuso sexual. Claro que tudo isso com muita oração e amor pela criança.

Que tipo de perfil de e ter um líder de criança? Qualquer pessoa com boa vontade pode trabalhar com elas, pode ser hábil e eficiente?
Um líder de criança tem de ter muito amor por elas e deve ser consciente da responsabilidade que tem nessa função. Boa vontade não é suficiente para ser líder de crianças. É preciso ter muita criatividade, coração de criança, um caráter formado nos traços de Jesus e saber que ele será um referencial para essas crianças durante o tempo da liderança. Deve ser um intercessor preparado para orar e cobrir a vida delas diariamente.

De que forma as pessoas podem se preparar para cuidar de crianças, mesmo aquelas que atuam nas igrejas e não possuem uma formação pedagógica? O que podem fazer? Ler e aprender para ser mais eficiente?
As pessoas que aspiram ser líderes de crianças ou que pretendem cuidar de crianças e não possuem formação pedagógica devem estudar livros que falem sobre educação, a psicologia e a evolução e desenvolvimento das crianças e que ensinem como lidar com elas. É uma tarefa árdua que requer dedicação, muito amor e perseverança.

O que tem observado de mais danoso no tratamento com crianças dado por pessoas que cuidam delas?
As pessoas que cuidam de crianças não têm a responsabilidade de educá-las, já que essa responsabilidade é dos pais. Elas são parceiras e auxiliadoras dos pais. O que tenho observado é a falta de orientação dos pais para com essas pessoas, e elas se tornam permissivas no cuidado das crianças ,ou muito rígidas, não agindo em unidade com os pais. Isso é prejudicial para as crianças porque não experimentam uma única linha de conduta e orientação.

Como proceder, o que fazer com um líder que não tem jeito com criança, mas insiste em continuar trabalhando para elas?
É preciso falar sinceramente com ele, explicar a seriedade da função que quer exercer e para a qual precisa de um jeito e uma habilidade especiais. O melhor é observar essa pessoa e encaminhá-la para outra atividade em que possa se destacar. Descobrir qual é o talento dela e ajudá-la a desenvolvê-lo.

Como avalia o trabalho das igrejas, ministérios infantis, etc.?
Creio que é um ministério de suma importância nas igrejas que precisa ser organizado e desenvolvido com temor de Deus, já que é a formação desde a primeira infância que permanecerá pelo resto da vida desse ser humano. Provérbios 22:6 diz isso. Estou observando que as igrejas estão dando cada vez mais importância a esse ministério, tomando consciência de seu valor e dedicando mais tempo e cuidado em sua organização.

Como acha que deve ser a relação pais x escola/creche/igreja com relação ao trabalho com crianças?
Acredito nesta relação. Repito, a responsabilidade da educação dos filhos é dos pais, mas as escolas, creches, berçários e igrejas devem ser parceiros nesta educação. Devem procurar essa aproximação com os pais e vice-versa, a fim de que essa parceria se torne uma realidade. Meu terceiro livro, “Pais e professores educando com valores”, trata desse tema.

Adriana Calcanhoto produziu um DVD chamado “Adriana Partimplim”, que mostra um trabalho inteligente e superbem feito com crianças. Acha que pode servir como modelo para algumas instituições?
Não conheço o trabalho de Adriana Calcanhoto, mas se é um trabalho inteligente e superbem feito para crianças, creio que pode servir como modelo para algumas instituições.

O que acha dos trabalhos musicais infantis feitos por cantores gospel?
Tenho visto trabalhos musicais muito bons feitos por cantores gospel, como os de Ana Paula Valadão.

O que uma pessoa que trabalha com criança jamais deve fazer?
Jamais deve criticar a criança, desvalorizar o trabalho ou a produção dela, não deve bater, gritar ou se descontrolar. Não deve dar risada dela ou ridicularizá-la. Não deve ignorá-la quando ela quer conversar ou se abrir com a pessoa. Enfim, deve usar o bom senso e não fazer nada que possa agredi-la, nem física, nem emocional, nem moral, nem espiritualmente.

O que ela sempre deve fazer?
Ela sempre deve orar pela criança, elogiar e estimular cada acerto dela para que sua auto-estima seja trabalhada positivamente. Deve sempre estar atenta às necessidades dela e ouvir com atenção e interesse o que tem para falar. Deve abraçar, beijar com freqüência e dizer que a ama e que ela é muito importante para essa pessoa. Deve ser gentil, amável, respeitosa e manifestar os traços de caráter de Cristo, lembrando que a criança é muito observadora e que o adulto é um referencial de vida e de atitudes para ela.

O que seria mais importante em um trabalho infantil: organização e método, amabilidade, instrução, espiritualidade?
Creio que um trabalho com crianças deve ter vários ingredientes, como os mencionados na pergunta, mas o mais importante de tudo é o AMOR de 1 Coríntios 13, que é o amor conforme o padrão de Cristo, que ao ser recebido pelo adulto possa fluir com força, unção e naturalidade para essa criança.

O que proporia como forma de potencializar um trabalho ou serviço voltado para crianças?
Uma direção de Deus para assumir este trabalho como um ministério entregue nas mãos desse adulto por Deus. Com essa premissa, muita oração e busca de Deus sobre como agir com elas.

Crianças no Inferno


Crianças no Inferno - Pr. Walter Brunelli

Certamente este título causará impacto ao prezado leitor, não pela menção
do inferno, mas pelo fato de se admitir a presença desses pequenos seres,
quase angelicais, naquele terrível lugar.
Isto parece impossível dentro de uma teologia governada por uma tradição
que tem as suas raízes num estereótipo (1). A satisfação pela explicação
de um assunto, que parece ter sido dada, leva-nos a virar a página para
outro, quando aquele carecia ainda de uma revisão. Eis o que se passa com
a nossa sistemática na área da soteriologia infantil (2).
Encaremos este assunto sob uma perspectiva bíblica, antes que pratiquemos
mais injustiças com as nossas crianças.

Dois Falsos Argumentos
Costuma-se dizer que até os sete anos de idade a criança é inocente. Não
são poucos os defensores desta idéia carente de um embasamento bíblico.
Alguns falam ,porque ouvem de quem não sabe o que diz.
Existe também aquele que, conscientemente, tenta justificar esta idéia,
usando argumentos criados pelos estudiosos da psicologia, cuja finalidade
é analisar o comportamento da criança de forma sistemática, desconhecendo,
porém, que a psicologia não leva só em conta a idade cronológica, mas,
também, a idade comportamental e o coeficiente intelectual e o coeficiente
intelectual.Pode existir muita diferença entre uma e outra criança da
mesma idade. As experiências variam. Uma série de fatores pode determinar
essa variação de comportamento, como temperamento, educação, condição
social, aptidões, alimentação etc.

A história registra grandes nomes que se destacaram como meninos prodígios
e que são dignos de menção, como Pepito Arriola, que, aos três anos e três
meses, improvisou árias harmoniosas no piano, impressionando os
assistentes do Congresso de Psicologia realizado em 1900, em Paris.
William Sidis, que aos dois anos lia e escrevia, aos quatro falava quatro
línguas, aos dez resolvia os mais complexos problemas de geometria,
fazendo uma conferência sobre a quarta dimensão. Hamilton, que aos três
anos estudava o hebraico, aos 13 sabia 12 línguas, e aos 18 era um dos
maiores matemáticos do seu tempo. Liszt dava o seu primeiro concerto aos
nove anos e aos 14 compunha uma ópera. Mozart, que aos cinco anos compôs
uma sinfonia, aos 11 produziu duas óperas.Young, que aos oito sabia falar
seis línguas. Gass, que aos três serolvia problemas de aritmética. Miguel
Ângelo, que aos oito sabia todos os segredos da arte. Macauley, que aos
oito escreveu um compêndio de história universal. Gianella de Marco,que
aos cinco regeu nos teatros de Buenos Aires, Rio de Janeiro e São Paulo
orquestras compostas por 100 músicos, assombrando grandes regentes.
A precocidade infantil é sempre uma realidade. É verdade que não é tão
comum na proporção desses acontecimentos que mostramos, mas está claro de
que crianças com muito menos de sete anos já formaram um juízo de valor,
tais como: bem ou mal, certo ou errado.

Essa idéia de que até os sete anos a criança é inocente pode ser uma
maneira de não se querer assumir responsabilidade por ela. Pior do que
isso, é o desinteresse que se demonstra pela criança no que tange à
oportunidade de aceitar a Cristo, seja ou não filha de crente. Uma vez
acreditando que até os sete anos ela é inocente, logo que chegasse a essa
idade, deveria ser levada à experiência da conversão. Porém, o que se vê
não é isso. A criança geralmente passa dos sete, dos oito, nove ou mais e
nunca encontra esta oportunidade, a menos que demonstre mais idade pelo
tamanho.

Depois de uma abençoada mensagem, o pregador faz o apelo. Dez pessoas
decidem-se por Cristo. Dessas, quatro são crianças. Então, ele diz: “Há
seis almas para Cristo e também algumas crianças”. Além de não serem
contadas, elas não são almas. Caberia aqui uma perguntar: A alma tem
tamanho? Outros há que, se uma criança decide-se por Cristo, dizem: “Não
há ninguém hoje”. E não oram por ela.

O segundo argumento é utilizar a expressão “das tais é o reino de Deus”
como doutrina absoluta de salvação infantil, sem considerar os limites
demonstrados pelo contexto bem à luz dos originais. Em Lucas 18.15-17,
começa a narrativa de Jesus abençoando as crianças com o termo BREFOS que
no grego quer dizer: crianças recém-nascidas. Embora o texto empregue
depois o termo PAIDION que indica crianças, sem especificar idade,
subentende-se ainda, pelo contexto de Marcos 10.13-16, que seja crianças
pequenas,porque diz que Eles as tomou nos braços.
Enquanto inocente a criança está debaixo da proteção do sangue de Jesus.

Seria uma contradição da própria lei,condenar um inocente, Jô 4.7. O que
questionamos, no entanto, é o limite dessa inocência, uma vez que a Bíblia
não nos dá. O que não podemos, é tentar abrir uma porta onde as chaves não
nos chegaram às mãos. Buscar no conceito popular ou na psicologia as bases
para estabelecer um dogma, é procurar chaves emprestadas; ademais, não é
fora da Bíblia que buscamos os fundamentos da nossa fé.

Enquanto Jesus falou que “das tais é o reino de Deus” (referindo-se a
criancinhas), em Mateus 18, depois de haver dado uma lição de conversão
aos discípulos, tomando uma criança como modelo, pela sua simplicidade,
humildade e facilidade de acreditar, Ele concluiu dizendo que não é da
vontade do Pai que nenhum desses pequeninos se perca. Ora, nesta
expressão, ele admitiu esta possibilidade. Em Apocalipse 20.12, João diz
que viu grandes e pequenos que compareciam para juízo diante do trono do
Cordeiro. O termo “pequenos” é MIKRON (gr), o mesmo que se emprega para
crianças, freqüentemente na Bíblia, como no texto já citado em Mateus 18,
onde aparece pelo menos três vezes.

SEGUNDO PLANO
Jesus disse: “Vede, não desprezeis algum destes pequeninos”, Mt 18.10.
Desprezar ou atrapalhar a aproximação delas a Cristo, é fator histórico. E
Jesus reparou isso com pesar. Os discípulos e Jesus repreendiam as pessoas
que traziam as criancinhas para serem tocadas por Ele. Jesus, então,
disse-lhes que não as estorvassem, mas que as deixassem vir a Ele, Mt
19.13-16. Noutra ocasião, Jesus depois de haver curado cegos e coxos, foi
adorado pelas crianças. Os sacerdotes e os escribas ficaram indignados com
elas, quando Jesus lhes mostrou que o louvor perfeito emanava delas, Mt
21.15-16.

Estamos falando da oportunidade que devemos dar às crianças, sem
considerar as muitas formas de desprezo que lhes demonstramos como: piores
lugares, quando não são retiradas do culto, para não atrapalhar a reunião,
ou mesmo quando são levadas ao culto de oração pelos pais como forma de
castigo, etc. Depois, se não permanecem na igreja, a culpa é lançada sobre
eles. Será que somos capazes de assumir uma parte nessa culpa? A única
coisa que pode dar segurança para alguém é a salvação. Como poderemos ver
essas crianças de hoje, como jovens e adultos, na igreja, se privamos
dessa gloriosa experiência?

IDADE DE OURO
Todos deveriam saber, especialmente os pais e os professores da Escola
Dominical, que a melhor fase de aprendizagem para a criança é a que vai
dos dois aos seis anos de idade. A faixa que muitos desprezam, por
considerarem o ponto alto da inocência, é a que melhor se pode incutir a
fé na sua mente que se apresenta como um vaso desocupado e apto para
receber tudo o que se quiser pôr com a vantagem de não se perder. O que
vem à mente da criança, nessa época, é para ficar. Veja o caso de Moisés
em Êxodo 2.9: “Então lhe disse a filha de Faraó: Leve este menino e
cria-mo”.

A palavra "criar", no hebraico, quer dizer: terminar de amamentar. O
alactamento terminava aos quatro ou cinco anos. Foi nesse período que
Moisés precisou de sua mãe, Joquebede, para depois voltar ao palácio e ser
tratado como filho da filha de Faraó.
Foi neste período de sua vida que ele recebeu toda a informação sobre o
seu povo e seu Deus. A maior escola de sua vida não foi a que cursou aos
pés dos sábios do Egito, mas aos pés de sua mãe. Ouvindo as suas palavras,
ele adquiriu fé para tomar a iniciativa de estar ao lado de seu povo a
ponto de livrá-lo do Egito, Hb 11.24-26.

Um outro exemplo é o de Timóteo. Paulo fê-lo lembrar das sagradas letras
que havia aprendido de sua mãe e de sua avó, quando era menino. O termo
traduzido aí por meninice (2Tm 3.15) no original é BREFOS, que compreende
o início da vida: recém-nascidos ou criança apenas.
Concluímos, por estes exemplos,que perdemos grandes oportunidades para com
as nossas crianças, por considerá-las incapazes de algo que Deus preparou
para todos os homens: um caminho que nem mesmo os loucos são privados de
seguirem, Is 35.8.
Acreditemos no potencial infantil, seja para aprender, como para decidir,
e devolvamos a elas um direito que lhes foi conferido pelo próprio Senhor
Jesus!

Estereótipo: uma idéia que fixou de tão repetida que foi
Soterologia: estudo ou tratado sobre salvação
Lembremos aqui que os discípulos cometiam ainda sérios enganos até a
morte e ressurreição de Jesus, porém depois deram provas de
amadurecimento.

Autor:
Pr. Walter Brunelli é casado com Márcia e pai de dois filhos, Ricardo e Rebeca.
Presidente da AD Bereana em São Paulo.
O pastor Walter Brunelli é conhecido também por seus livros como:
A Vontade de Deus e Você; O Que Você Pode Fazer na Plenitude do Espírito;
Conhecidos Pelo Amor; Levando a Sério o Sobrenatural e muitos outros.
Comentarista de lições para Escola Bíblica Dominical e articulista de
várias revistas e jornais evangélicos, é também o presidente da APEL –
Academia Paulista Evangélica de Letras.
Fonte: http://www.adjoinville.org.br/infantil/secoes/artigos/019.htm

Dia da Bíblia


Nós vamos comemorar o Dia da Bíblia no segundo domingo de dezembro.
Você sabe por que é nessa data e por quanto tempo comemoramos o Dia da Bíblia?

O Dia da Bíblia começou em 1549, quase 500 anos atrás. Incrível, não é?
O bispo Cranmer, da Inglaterra, criou este dia, no segundo domingo de dezembro, para as pessoas orarem em favor da leitura da Bíblia.
A idéia foi bem aceita, e agora mais ou menos 60 países comemoram o Dia da Bíblia

O Dia da Bíblia, é celebrado com o objetivo de difundir e estimular a leitura da Palavra de Deus.
A fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, contribuiu para que esta data fosse se popularizando cada vez mais.
E, graças a esse trabalho, o Dia da Bíblia, passou a ser comemorado não só no segundo domingo de dezembro, mas também ao longo de toda a semana que antecede esta data.

A Semana da Bíblia é dedicada a eventos variados que vão desde cultos até maratonas de leitura bíblica que mobilizam milhares de pessoas.
Como você está planejando comemorar este dia especial? Provavelmente sua igreja terá um culto especial, mas você pode fazer mais do que participar deste culto!

Que tal doar uma Bíblia a um amigo, vizinho ou colega que não tem uma?
Ou por que você e seus amigos não promovem uma maratona da leitura da Bíblia?
Escolha um livro, como Marcos, e cada pessoa lerá um capítulo, revezando até completar o livro ou o tempo marcado.
Ou por que você e seus colegas não escrevem seus versículos prediletos em cartazes bem bonitos para enfeitar as paredes do seu quarto e outros lugares em sua casa?

Livro Sem Palavras


História do Livro Sem Palavras:
Um Meio Colorido de Comunicar o Evangelho!
Descubra o Seu Rico Legado...


O Livro Sem Palavras,primeiro com apenas três páginas-nas cores preto,vermelho e branco-foi apresentado por Charles Spurgeon em 1866. Ao pregar no Tabernáculo Metropolitano, em Londres, seu sermão tinha o título "O Livro Sem Palavras". O Sr.Spurgeon falou sobre um antigo ministro que reuniu três páginas e as folheava freqüentemente para lembrar-se dos seus pecados, do sangue de Cristo derramado por ele e da purificação "mas branca do que a neve" concedida para ele.


Não se sabe quando a página dourada foi acrescentada,mas ela trouxe outra dimensão .HarryA.Ironside,que se tornou pastor da Moody Memorial Church,em Chigago. O Livro Sem Palavras estava sendo publicado em Londres, na época.


Quando a CEF começou a imprimir o livrinho,15 anos mais tarde,eles adicionaram a última cor,verde,para representar o crescimento na nova vida. Publicaram também um folheto ensinando como usar o livro,e incluindo versículos bíblicos para cada página.


Um Legado Contínuo para as Futuras Gerações...


Nos anos que se seguiram,o Livro Sem Palavras foi levado por missionários a mais de 120 países do mundo,guiando milhares de meninos e meninas a Cristo. Por meio da linguagem universal da cor, Deus tem usado este meio eficaz para comunicar sua maravilhosa Mensagem da Salvação, talvez mais do que qualquer outro instrumento na História.

Você pode também participar deste rico legado dos que têm sido fiéis na evangelização de crianças.
O Livro Sem Palavras foi também ensinado às crianças salvas que desejavam compartilhar sua fé com outros.Muitas crianças foram levadas a Cristo por outras crianças usando esta ferramenta simples. Transmita instruções claras e dê oportunidade para a prática à medida que passa este rico legado a uma nova geração.

(FONTE:Retirado da Bíblia de Recursos para o Ministério com Crianças-
Editora HAGNOS e Elaborada com a APEC.)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVE


Se a criança vive com críticas,

Ela aprende a condenar

Se a criança vive com hostilidade,

Ela aprende a agredir.

Se a criança vive com zombarias,

Ela aprende a ser tímida.

Se a criança vive com humilhação,

Ela aprende a se sentir culpada.

Se a criança vive com tolerância,

Ela aprende a ser paciente.

Se a criança vive com incentivo,

Ela aprende a ser confiante.

Se a criança vive com elogios,

Ela aprende a apreciar.

Se a criança vive com retidão,

Ela aprende a ser justa.

Se a criança vive com segurança,

Ela aprende a ter fé.

Se a criança vive com aprovação,

Ela aprende a gostar de si mesma.

Se a criança vive com aceitação e amizade.

Ela aprende a encontrar amor no mundo.

por Dorothy Low Nolte